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Partido Renovador Trabalhista Brasileiro
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Partido Renovador Trabalhista Brasileiro | |
|---|---|
| Sigla | PRTB |
| Número eleitoral | 28[1] |
| Presidente | Leonardo Avalanche[2][3][4] |
| Fundação | 27 de novembro de 1994 (31 anos)[5] |
| Registro | 28 de março de 1995 (31 anos)[1] |
| Sede | Brasília, Distrito Federal, Brasil |
| Ideologia | |
| Espectro político | Direita[17][18][19] à extrema-direita[20][21] |
| Ala de juventude | PRTB Jovem |
| Ala feminina | PRTB Mulher |
| Antecessor | PTRB (1993-1994) |
| Membros (2026) | 144.376 filiados[22] |
| Governadores (2026)[23] | 0 / 27 |
| Prefeitos (2024)[24] | 1 / 5 569 |
| Senadores (2026)[25] | 0 / 81 |
| Deputados federais (2026)[26] | 0 / 513 |
| Deputados estaduais (2022)[27] | 7 / 1 024 |
| Vereadores (2024)[28] | 96 / 56 810 |
| Cores | Azul Amarelo Verde Branco |
| Slogan | "Deus, Pátria e Família." [29] |
| Página oficial | |
| prtb | |
O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) é um partido político brasileiro fundado em 1994 e registrado definitivamente em 1997.[1][5] Conforme o programa divulgado no site do partido, a principal bandeira ideológica é o "trabalhismo participativo", no qual o capital possa interagir com o trabalho e estabelecer interesses mútuos, em vez de explorar o trabalho.[30] Apesar disso, o partido apresenta-se como conservador no aspecto cultural e liberal economicamente, sendo próximo à direita e à extrema-direita.[20] O PRTB foi liderado por Levy Fidelix, conhecido por suas posições socialmente conservadoras e populistas, de 1994 até sua morte em 2021.[31] Em janeiro de 2026 o partido possuía 144.376 filiados.[22]
O PRTB ganhou destaque nacional quando seu membro, Hamilton Mourão, foi eleito vice-presidente do Brasil em 2018 na chapa de Jair Bolsonaro.[32] No entanto, Mourão deixou o PRTB em 2022.
História
O PRTB provém de membros do extinto PTR, partido que funcionou entre 1985 e 1993, que havia se fundido com o PST, originando o PP. Esse grupo, liderado por Levy Fidelix, já havia tentado organizar o PTRB, que somente disputou as eleições de 1994. Originalmente o PRTB reivindica também o legado e ideário político de Fernando Ferrari, fundador do MTR.[5]
Durante a eleição presidencial brasileira de 1998, Fernando Collor de Mello decidiu se candidatar novamente ao cargo de presidente do Brasil pelo mesmo partido que o elegeu em 1989: o Partido da Reconstrução Nacional, atual Agir. O PRTB, formou, com o PRN, a coligação Renova Brasil, em apoio ao ex-presidente da República. O TSE, no entanto, impediu que sua candidatura se concretizasse, devido ao período de oito anos em que este não podia se eleger à qualquer mandato eletivo.[33]
Alagoas é o único estado em que o PRTB teve importância eleitoral, única e exclusivamente pela presença de Fernando Collor de Mello na legenda. O partido abrigou, em 2000, o ex-presidente Fernando Collor de Mello em sua legenda, onde tentou se candidatar a prefeito de São Paulo nas eleições daquele ano, tendo sua candidatura impugnada às vésperas do dia da eleição, e em 2002, para governador de Alagoas, já em situação regular. Após ter recuperado seus direitos políticos, o ex-presidente tentou uma candidatura ao governo em 2002, numa coligação que lhe garantia bastante tempo no horário eleitoral, uma vez que era composta pelo PFL, PTB, PPS e PPB - o que, no entanto, não conseguiu fazê-lo vencer o governador reeleito Ronaldo Lessa. No mesmo ano, o então presidente do partido, Levy Fidelix, se candidatou ao cargo de governador do estado de São Paulo. Porém, acabou sendo derrotado.[34] Em 2004 apoiou a ex-prefeita Marta Suplicy na sua fracassada tentativa de reeleição na cidade de São Paulo.[carece de fontes]

Em 2006, Collor concorreu ao Senado, novamente pelo PRTB, sem o apoio oficial de nenhum grande partido, tendo entrado na disputa depois do início da propaganda eleitoral, substituindo o candidato anterior, Givaldi Silva (um desconhecido motorista das Organizações Arnon de Mello). Collor venceu a eleição e tomou posse em 1 de fevereiro de 2007, mesmo dia em que deixou o PRTB e ingressou no PTB.[carece de fontes]
Em 2010, o PRTB elegeu 2 deputados federais, um no estado do Rio de Janeiro, outro no Amapá - que no ano seguinte, deixaram o Partido para ingressar no novo PSD. Também em 2010, o PRTB lançou Levy Fidelix como candidato à Presidência da República sem coligação, obtendo 57.960 votos (0,06% do total) e ficando em 7º lugar. No segundo turno, Levy Fidelix declarou apoio à candidata Dilma Rousseff (PT) justificando ser necessário dar continuidade ao governo Lula.[35]
Por volta de 2011, o PRTB decide se vincular a figura de Jânio Quadros (presidente do país em 1961), afim de atrair possíveis votos dos seus admiradores.[7] Em maio de 2012, as investigações da Operação Monte Carlo da Polícia Federal mostraram que o bicheiro Carlinhos Cachoeira teria supostamente tentado comprar o PRTB ou outro partido.[36]

Em 2014, ex-filiados acusaram Levy de controlar o partido como uma extensão de sua vida particular e de ter manipulado as três últimas eleições internas.[37] O PRTB também respondia na justiça por cobrar 12 salários como multa a filiados com mandato ou cargo comissionado que se desfiliassem da sigla no exercício do cargo.[37] Nesse mesmo ano, novamente Levy foi candidato a presidente da república. Desta vez, apresentando um discurso socialmente conservador e em defesa dos valores da família, com o slogan "Endireita Brasil". Sem coligação, aumentou sua votação para 446.878 votos (0,43%) mas continuando em 7º lugar, apoiando Aécio Neves, do PSDB, no segundo turno.[38] Nas eleições estaduais, entretanto, o PRTB esteve em coligações fisiológicas, apoiando tanto candidatos de partidos da base do Governo Dilma, quanto que faziam oposição a ele.[39]
Em outubro de 2015, Cícero Almeida, o único deputado federal do PRTB, se desfiliou.[40] O PRTB pediu no TSE pela cassação do mandato por infidelidade partidária, sendo atendido apenas em novembro de 2018.[41] Nas eleições municipais de 2016, o partido elegeu 9 prefeitos e 391 vereadores pelo país.[42][43]
Na eleição presidencial de 2018 o PRTB conseguiu emplacar o general da reserva Hamilton Mourão como vice na chapa do candidato Jair Bolsonaro (então filiado ao PSL), tendo sido a quarta opção ao cargo.[44] A chapa chegou ao segundo turno e venceu a eleição com 55% dos votos válidos.[44] Outra vitória partidária foi a eleição de Carlos Almeida como vice-governador do Amazonas.[23] Entretanto, ao contrário do PSL, o PRTB não deu um salto no seu número de parlamentares, pois não elegeu deputados federais e não aumentou significativamente o número de deputados estaduais.[23] Como o PRTB não superou a nova Cláusula de barreira ao não atingir 1,5% dos votos válidos nas eleições para a Câmara dos Deputados, passou a não ter acesso aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.[45]

Em junho de 2019, o PRTB expulsou seus três vereadores de Recife por eles se negarem a fazer oposição ao então prefeito Geraldo Júlio (PSB).[46] Em março de 2020, o vice-governador do Amazonas se desfiliou do PRTB.[47]
Nas eleições municipais de 2020, o PRTB e o NOVO decidiram renunciar às verbas do Fundo Eleitoral, mas cerca de 230 candidatos do PRTB receberam recursos públicos por meio de outras candidaturas ou legendas.[48] O partido também apresentou a quarta maior variação percentual na quantidade de candidaturas a prefeito, com 240% de crescimento com relação a 2016;[49] mas apenas em 10 capitais houve candidatura do PRTB a prefeitura.[50] Os melhores resultados em capitais foram em Belo Horizonte (com 9,95% dos votos e a segunda colocação) e em Macapá (com 11,68% dos votos e a quarta colocação). Em Porto Alegre, um membro do PRTB ingressou com um recurso judicial contra uma irregularidade na chapa de um candidato competitivo; o recurso foi aceito pelo TRE, resultando na renúncia do candidato e beneficiando Sebastião Melo (MDB) — apoiado pelo PRTB — que acabou vencendo a eleição.[51] Já em Recife, foi o próprio candidato filiado ao PRTB, o deputado estadual Marco Aurélio, que renunciou no meio da eleição, após Jair Bolsonaro anunciar apoio a outra candidatura a prefeitura.[52] Em São Paulo, Levy Fidelix criticou o apoio que Bolsonaro deu ao candidato Celso Russomanno (do Republicanos).[53] Nacionalmente o PRTB elegeu apenas 6 prefeitos, todos em municípios pequenos,[54] além de 220 vereadores, tendo um resultado pior que em 2016.[43] Ao ter recebido apenas 0,81% dos votos válidos para prefeitos no primeiro turno, o PRTB ficou entre os partidos que podem tender a não atingir os 2,0% de votos válidos para deputados federais em 2022, esbarrando na segunda etapa da cláusula de barreira.[55]
Durante a campanha eleitoral, ocorrida em meio a pandemia de Covid-19, Levy Fidelix criticou medidas como lockdown e campanha de vacinação, além de defender que não haveria uma segunda onda de casos da doença.[56] Em 23 de abril de 2021, Levy morreu aos 69 anos, vítima de complicações da Covid-19.[57] O PRTB passou a ser presidido pela viúva de Levy, além de ter iniciado negociações para que Jair Bolsonaro se filie na sigla.[58] Uma das dificuldades na negociação é a exigência de Bolsonaro para ter o controle total dos 27 diretórios regionais.[59] O trato envolveria a mudança de nome do PRTB para Aliança 28.[60] O partido também trabalhou para que Mourão seguisse filiado, mas após receber convites de partidos como PL e Republicanos, o então vice-presidente decidiu ser candidato a senador representando o Rio Grande do Sul, sendo eleito pelo Republicanos em 2022.[58][61]
Em 2022 o partido ficou novamente próximo de ter seu primeiro governador, Capitão Contar recebeu o apoio do presidente Bolsonaro no debate da TV Globo poucos dias antes do primeiro turno, fazendo com que Capitão Contar subisse nas pesquisas.[62] Capitão Contar foi para o segundo turno no Mato Grosso do Sul, sendo o mais votado no primeiro turno, recebendo 384.275 votos (26,71%). Porém, sofreu a virada contra Eduardo Riedel (PSDB), também apoiador do presidente Bolsonaro, no segundo turno, que venceu Contar com 56,90% dos votos contra 43,10% de Contar.[63]

Em 2024, o PRTB lançou o empresário e influenciador Pablo Marçal como candidato à prefeitura de São Paulo. Após uma polêmica campanha, Marçal ganhou repercussão nacional e ascendeu exponencialmente nas pesquisas, chegando próximo de avançar ao segundo turno (28,14% dos votos válidos, com 1.719.274 votos), porém terminou em terceiro lugar.[64][65] Após diversas candidaturas de Levy Fidelix, Pablo Marçal representou o melhor desempenho do PRTB dentre as eleições municipais das capitais brasileiras.
Em 14 de setembro de 2024, a Justiça de São Paulo determinou o despejo do PRTB de um prédio comercial na Zona Sul da capital do estado de São Paulo por dívida com aluguel.[66]
Ideologia
O partido defendia inicialmente o trabalhismo, ideologia historicamente associada à esquerda política e a Getúlio Vargas, porém no caso do PRTB, o partido reivindica seguir a linha janista do trabalhismo, conservadora em sua essência.[7]
O partido agora se define como conservador e nacionalista culturalmente e liberal economicamente. O partido também se posiciona abertamente contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o aborto, um suposto "ensino da identidade de gênero" nas escolas e a legalização recreativa da cânabis; e defende a maior participação das Forças Armadas no governo e a substituição da Constituição de 1988 por uma nova.[67]
Após a morte de Levy Fidelix e a filiação do influenciador Pablo Marçal à sigla, o partido adota uma nova fase, inspirada pela visão de mundo deste, cunhada pelo nome de 'Governalismo'.[68][69]
Segundo Marçal, o "o Governalismo é baseado na ideia de que cada brasileiro é único e nasceu com a missão de governar a si próprio, sua família e sua esfera de influência" e que "valoriza a individualidade de cada brasileiro, por isso, a liberdade, o respeito às diferenças e a tolerância são princípios fundamentais".
O Governalismo propõe uma superação na atual polarização do país, onde, segundo o próprio autor, as ideias capitalistas (direita) e socialistas (esquerda) possuem limitações e causam a "divisão nacional entre dois extremos, levando os brasileiros a se verem como inimigos simplesmente por pensarem diferente. Isso consome todas as energias e desvia o foco do futuro, criando um ambiente de ódio, intolerância e medo."
O influenciador argumenta que esta divisão, iniciada na Revolução Francesa, impede "o avanço da nação rumo ao desenvolvimento sustentável e à prosperidade". O mesmo já declarou várias vezes ser "nem capitalista, nem comunista".[70]
Para essa ideologia o papel do Estado é o de auxiliar as pessoas a cumprirem sua missão na sociedade. "O Estado deve ser um suporte, não um limite". Com isso, ele "defende a descentralização e ações específicas do Estado para promover o progresso das famílias". Reitera-se: o Estado deve ter um papel suplementar, "fomentando o desenvolvimento das famílias, categorias e regiões de acordo com suas necessidades específicas".
O Governalismo propõe três pilares que sustentam todas as ações e projetos: Virtualização, Empresarização e Mudança de Mentalidade – V.E.M.
Em março de 2026, Pablo Marçal anunciou a sua saída do PRTB e sua filiação ao União Brasil.[71] Esse episódio marcou o fim do ciclo de Marçal com o PRTB.
Com a volta de Leonardo Avalanche à Presidência Nacional da legenda[72][73][74], o PRTB irá priorizar uma agenda de unificação nacional, valores cristãos, conservadorismo, empreendedorismo e justiça social aos brasileiros em situação de extrema pobreza.[72][73]
Organização
Parlamentares atuais
|
Número de filiados
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Desempenho eleitoral
| Legislatura | Bancada | % | ± |
|---|---|---|---|
| 50ª (1995–1999) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 51ª (1999–2003) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 52ª (2003–2007) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 53ª (2007–2011) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 54ª (2011–2015) |
2 / 513 |
0,38 | |
| 55ª (2015–2019) |
1 / 513 |
0,19 | |
| 56ª (2019–2023) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 57ª (2023–2027) |
0 / 513 |
0,27 |
Os números das bancadas representam o início de cada legislatura, desconsiderando, por exemplo, parlamentares que tenham mudado de partido posteriormente.
Eleições estaduais
| Participação e desempenho do PRTB nas eleições estaduais de 2022[39] | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos
Em negrito estão os candidatos filiados ao PRTB durante a eleição.
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| Participação e desempenho do PRTB nas eleições estaduais de 2018[39] | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos (5 governadores e 10 senadores).
Em negrito estão os candidatos filiados ao PRTB durante a eleição.
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Participação e desempenho do PRTB nas eleições estaduais de 2014[39] | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos (7 governadores e 4 senadores).
Em negrito estão os candidatos filiados ao PRTB durante a eleição.
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Eleições presidenciais
| Ano | Imagem | Candidato a Presidente | Candidato a Vice-Presidente | Coligação | Votos | Posição |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2010 | Levy Fidelix
(PRTB) |
Luiz Eduardo Ayres Duarte
(PRTB) |
Sem coligação | 57.960 (0,06%) |
7ª | |
| Segundo turno: apoio à candidata vitoriosa Dilma Rousseff (PT)[35] | ||||||
| 2014 | Levy Fidelix
(PRTB) |
José Alves de Oliveira
(PRTB) |
Sem coligação | 446.878 (0,43%) |
7ª | |
| Segundo turno: apoio ao candidato derrotado Aécio Neves (PSDB)[38] | ||||||
| 2018 | Jair Bolsonaro
(PSL) |
Hamilton Mourão
(PRTB) |
Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos
(PSL e PRTB) |
57.797.121 (55,13%) |
1ª | |
| 2026 | Pablo Marçal
(PRTB) |
Leonardo Avalanche
(PRTB) |
Sem coligação | |||
Críticas e Controvérsias
Separar controvérsias numa se(c)ção específica pode não ser a melhor maneira de se estruturar um artigo, pois pode gerar peso indevido para pontos de vista negativos. (setembro de 2024) |
Além de Levy Fidelix, o PRTB já teve membros polêmicos, involtos em controvérsias, como o ex-presidente da república Fernando Collor de Mello, que foi candidato a prefeito de São Paulo pelo partido em 2000.[carece de fontes]
O partido também é acusado de promover teorias da conspiração nas redes sociais, como teorias sobre os Illuminati, e notícias falsas. Em 2017, foi descoberto que o PRTB teria financiado o site de notícias com alinhamento político de direita Folha Política, considerado por alguns como produtor de notícias falsas, além das páginas do Facebook Movimento Contra Corrupção e TV Revolta. Segundo o partido, o que houve foi uma contratação de serviços da empresa que os administra.
O partido também é acusado de ter ligações com grupos de extrema-direita, tendo quase chegado a participar de um evento organizado por estes grupos, que posteriormente foi cancelado.[76]
Ver também
Referências
- 1 2 3 TSE. «Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 4 de maio de 2021. Cópia arquivada em 7 de julho de 2026
- ↑ https://www.ultimahoraonline.com.br/noticia/leonardo-avalanche-retoma-presidencia-do-prtb-apos-decisao-judicial
- ↑ https://donnysilva.com.br/amauri-pinho-perde-comando-e-avalanche-reassume-o-prtb/
- ↑ https://spdiario.com.br/noticias/artigos/leonardo-avalanche-retoma-presidencia-do-prtb-e-expulsara-quadrilha-criminosa-mediante-o-laudo-da-policia-federal.html
- 1 2 3 «História do PRTB (até 2014)». FGV. Consultado em 4 de maio de 2021. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2025
- ↑
- «NOVOS OLHARES». PRTB. 11 de maio de 2017. Consultado em 21 de junho de 2020. Cópia arquivada em 27 de setembro de 2020
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- «O PRTB, Partido Renovador Trabalhista Brasileiro inicia suas atividades em Viamão». PRTB. 31 de julho de 2013. Consultado em 21 de junho de 2020
- «Histórico». PRTB. 8 de janeiro de 2013. Consultado em 21 de junho de 2020. Arquivado do original em 27 de julho de 2016
- 1 2 3 Folha de S.Paulo (27 de setembro de 2011). «Candidato do aerotrem, Fidelix quer reeditar 'janismo'». Consultado em 4 de maio de 2021. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2025
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- «PRTB: Uma jornada de coragem e renovação». PRTB. Consultado em 5 de junho de 2025
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- «Marçal confirma candidatura à Presidência em 2026 pelo PRTB». CNN Brasil. Consultado em 5 de junho de 2025. Cópia arquivada em 18 de maio de 2026.
“Serei candidato a presidente pelo PRTB em 2026. O empreendedorismo é a chave para libertar o nosso povo e fomentar o desenvolvimento econômico”
- ↑ «PRTB: Uma jornada de coragem e renovação». PRTB. Consultado em 5 de junho de 2025
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