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Partido Missão
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Partido Missão | |
|---|---|
| Sigla | MISSÃO |
| Número eleitoral | 14 |
| Presidente | Renan Santos |
| Secretário-geral | Victor Couto[1] |
| Vice-presidentes | Rafael Rizzo Ian Garcez Kim Kataguiri |
| Tesoureiro | Renato Battista |
| Fundador | Movimento Brasil Livre |
| Fundação | 18 de outubro de 2023 (2 anos) |
| Registro | 4 de novembro de 2025 (9 meses) |
| Sede | Brasília (sede central e foro)[2] São Paulo (sede administrativa e financeira)[2] |
| Ideologia | Liberalismo conservador[3] Liberalismo econômico[3] Nacional-liberalismo[4] Tecnocapitalismo[5] Fiscalismo[3] |
| Espectro político | direita[9][10] à extrema-direita[11][12] |
| Membros (2026) | 27.475 filiados (julho de 2026)[13] |
| País | |
| Governadores (2026) | 0 / 27 |
| Prefeitos (2026) | 0 / 5 569 |
| Senadores (2026) | 0 / 81 |
| Deputados federais (2026) | 1 / 513 |
| Deputados estaduais (2026) | 1 / 1 024 |
| Vereadores (2026) | 3 / 58 026 |
| Cores | Preto Branco Amarelo |
| Slogan | "O futuro é glorioso."[14] |
| Bandeira do partido | |
| Página oficial | |
| missao.org.br | |
Partido Missão (MISSÃO) é um partido político brasileiro de direita, fundado pelo Movimento Brasil Livre (MBL). Seu estatuto e programa foram publicados no Diário Oficial da União em 18 de outubro de 2023,[2] e o registro oficial foi deferido por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 4 de novembro de 2025, tornando-se a 30.ª legenda apta a disputar eleições no país.[15][16]
O partido adota como número eleitoral o 14, anteriormente utilizado pelo extinto Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), e tem como mascote a onça-pintada.[17] Seu programa está sintetizado no Livro Amarelo, uma série de fascículos que orientam a plataforma política da legenda.[4]
História
Antecedentes: o MBL
O Partido Missão tem origem no Movimento Brasil Livre (MBL), organização política fundada em 1.º de novembro de 2014 por Kim Kataguiri, Renan Santos, Rubinho Nunes e outros ativistas. O movimento ganhou projeção nacional ao organizar manifestações em defesa da Operação Lava Jato e contra o governo Dilma Rousseff, culminando com o apoio ao impeachment de Dilma entre 2015 e 2016.[18]
Após o impeachment, o movimento mobilizou-se em favor da reforma trabalhista e da reforma previdenciária do Governo Temer.[19] Consolidou-se como força política de direita, lançando e apoiando candidatos nas eleições de 2016 e 2018, entre eles Fernando Holiday, Kim Kataguiri e Arthur do Val, por diferentes partidos.[20] Nas eleições de 2018, apoiaram a candidatura de Jair Bolsonaro no segundo turno,[21] mas a partir de 2019 distanciaram-se do bolsonarismo, com ruptura definitiva nas manifestações de maio daquele ano, quando grupos bolsonaristas passaram a defender o fechamento do Congresso Nacional e o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.[22]
Fundação e busca pelo registro
Após as eleições de 2018, líderes do MBL manifestaram o desejo de ter uma legenda própria, mas preferiram inicialmente adotar um partido já existente.[23] Nas eleições municipais de 2020, o movimento comandou uma chapa pelo Patriota em São Paulo, quando Arthur do Val obteve 522.210 votos (9,78% dos votos válidos) na disputa pela prefeitura, superando inclusive o candidato do PT, além de eleger três vereadores na capital paulista.[24]
Em 2021, foram abertas negociações com os partidos Cidadania, Podemos e Partido Novo para disputar as eleições de 2022 sob uma legenda única.[25] Em janeiro de 2022, foi firmado um acordo com o Podemos.[26] Porém, em março de 2022, após o vazamento dos áudios de Arthur do Val, o MBL e o Podemos romperam, levando grande parte dos membros a migrarem para o União Brasil.[27]
Após as eleições de 2022, nas quais o MBL acumulou derrotas significativas, o movimento adotou novas posturas estratégicas: passou a defender o uso do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e a criação de um partido próprio.[28][29] A decisão foi reforçada quando o União Brasil impediu a candidatura de Kim Kataguiri à prefeitura de São Paulo em 2024, favorecendo o então prefeito Ricardo Nunes (MDB).[30]
Em 4 de novembro de 2023, no 8.º Congresso Nacional do MBL em São Paulo, foram anunciados o nome, o número eleitoral e os símbolos do partido.[31][32] Renan Santos afirmou naquele congresso ser impossível construir algo a partir das legendas existentes, chamando a maioria de meros cartórios, ao mesmo tempo em que reconhecia o Partido dos Trabalhadores (PT) como um partido real.[32] O mascote escolhido foi a onça-pintada, e as cores do partido — preto, branco e amarelo — foram baseadas no animal.[17] A bandeira é formada por três listras horizontais nessas cores, com o logotipo na faixa branca.[32] O nome "Missão" foi escolhido em referência aos termos de planejamento estratégico empresarial — missão, visão e valores —, distinguindo a agremiação da organização original.[17][33]
O processo de coleta de assinaturas foi realizado de forma presencial, já que os líderes do MBL consideraram o sistema digital disponibilizado pelo TSE desde 2021 pouco acessível ao usuário.[34] Em novembro de 2024, o portal Intercept Brasil divulgou denúncias de que coletores teriam abordado signatários sem informar claramente o objetivo de registrar um partido político.[35][36] Representantes do partido justificaram o cuidado com a distinção entre o MBL e a Missão como exigência da legislação eleitoral, que proíbe vínculos entre partidos e associações sem fins lucrativos.[37] No 10.º Congresso Nacional do MBL, em novembro de 2024, o movimento anunciou ter coletado assinaturas suficientes para o registro, contabilizando a margem de perda estimada.[38]
Em 26 de junho de 2025, o grupo atingiu o mínimo de 547.043 assinaturas validadas pelo TSE.[1] Em 23 de setembro de 2025, a Procuradoria-Geral Eleitoral emitiu parecer favorável à criação da sigla e ao uso do número 14.[39]
Registro e primeiros passos

Em 4 de novembro de 2025, o Plenário do TSE, por unanimidade, deferiu o pedido de registro e a homologação do estatuto do Partido Missão, sob relatoria do ministro André Mendonça.[15] O partido obteve 577.999 apoios válidos, número superior ao mínimo exigido de 0,5% dos votos dados na última eleição geral para a Câmara dos Deputados.[15] Com a decisão, tornou-se a 30.ª legenda com estatuto registrado no TSE.[16][40]
Em 10 de novembro de 2025, Kim Kataguiri e Guto Zacarias anunciaram que se filiariam ao partido.[41] Em dezembro de 2025, a legenda contabilizava 127 filiados.[42] Ao longo do primeiro trimestre de 2026, durante a janela partidária encerrada em 3 de abril, o partido registrou crescimento expressivo, chegando a 17.382 filiados,[13] sendo um dos quatro partidos brasileiros a crescer em filiações no período de 2025 a 2026.[43] Em março de 2026, Kim Kataguiri e Guto Zacarias formalizaram suas filiações.[44][45]
Eleições de 2026
O Partido Missão está apto a disputar as eleições gerais de 2026, sendo a primeira participação da legenda em um pleito nacional.[15] O partido anunciou candidaturas para todos os cargos majoritários e legislativos.[46]
Para Presidência da República, Renan Santos, em uma convenção virtual ocorrida em 20 de julho, lançou sua candidatura oficial ao cargo, com o militar da reserva Aroldo Medina sendo seu vice na chapa.[47] O evento previa-se para 1 de agosto, porém antecipou-se pelo partido, sob a justificativa de ameaças ao candidato.[48]
Para o governo do Rio de Janeiro, o partido lançou o bombeiro Rafael Luz.[49] Até abril de 2026, o partido havia confirmado pré-candidaturas a governador em ao menos sete estados, incluindo Paraná, Minas Gerais, Pernambuco e Maranhão.[50]
Por ter sido registrado no TSE apenas em 2025, o partido não tem acesso ao fundo partidário antes das eleições gerais de 2026,[51] visto que tal recurso exige o cumprimento dos requisitos da cláusula de barreira na eleição anterior para a Câmara dos Deputados.[52]
Todavia, o partido terá acesso ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) nas eleições de 2026, já que 2% do recurso é distribuído de forma igualitária entre todos os partidos com registro no TSE. Para o pleito desse ano, R$ 3.307.679,85 estarão disponíveis para a agremiação realizar suas campanhas eleitorais.[53]
Em 12 de agosto de 2026, foi registrado no sistema do TSE a filiação do senador Flávio Bolsonaro. Isso impossibilitou o registro da candidatura de Flávio pelo PL para disputar a eleição presidencial em 13 de agosto de 2026. A campanha do senador alegou fraude no registro da filiação e pediu investigação da Polícia Federal.[54] Renan Santos alegou que o partido não filiou o senador e atribuiu a filiação a um hacker.[55] Em checagem feita pelo TSE, foi constatada que a filiação que obstruiu o registro da candidatura de Flávio Bolsonaro não foi objeto de ataque hacker. Segundo o TSE o registro foi feito com a credencial do Partido Missão.[56][57][58] No mesmo dia, o Ministro Nunes Marques determinou o restabelecimento da filiação de Flávio Bolsonaro ao PL e a exclusão do vínculo com o Missão.[59]
Ideologia e posicionamento
Autodefinição do partido
O Partido Missão rejeita os rótulos tradicionais de liberal e conservador, descrevendo essa dicotomia como "uma agenda americana do século XX que não se traduz na política atual".[60] O presidente Renan Santos descreve a sigla como pertencente ao campo da direita, mas "altamente pragmática", afirmando um afastamento do "liberalismo inicial do MBL" e um programa que "em termos econômicos conversa com muita coisa do ponto de vista liberal, mas flerta com desenvolvimentismo também. Não há um dogmatismo nisso".[61]
O partido se autoapresenta como "a direita do terceiro milênio" e um "projeto político de ruptura geracional", voltado especialmente ao público jovem.[60] Entre seus princípios declarados estão o nacionalismo, a "defesa dos valores culturais greco-romanos e judaico-cristãos clássicos",[60] o combate à corrupção, o endurecimento das leis penais, a guerra às organizações criminosas, a promoção da industrialização no Nordeste brasileiro, a responsabilidade fiscal e o combate ao desmatamento.[62] O partido também defende a adoção de reservas em Bitcoin e a reindustrialização com ênfase em autonomia tecnológica.[63]
O deputado Kim Kataguiri apresentou uma proposta de emenda à Constituição que autorizaria o Brasil a produzir armas nucleares[64] e defendeu a pena de morte para membros de facções criminosas.[65] O econacionalismo também integra a plataforma do partido, com a defesa da autossuficiência em energia limpa a partir de uma perspectiva de preservação do patrimônio nacional, em linha com o pensamento do filósofo conservador Roger Scruton.[66]
Análises externas
Para analistas de direita, o Missão representa um projeto de ruptura estratégica de longo prazo. Bernardo Santoro, em artigo na Revista Oeste, argumentou que o partido pode ser o mais coerente dos projetos da nova direita na construção de hegemonia cultural, ao combinar formação política estruturada, presença digital orgânica e projeto ideológico próprio.[67] O analista político Luan Sperandio avalia que a centralização decisória na cúpula nacional é natural no início do partido, mas alerta que o excesso de concentração de poder pode limitar o crescimento futuro da legenda, como ocorreu com o Partido Novo.[68]
Fernando Holiday, ex-coordenador nacional do MBL que rompeu com o movimento em 2021, avalia que a escolha de Renan Santos como pré-candidato à presidência é estratégica por ser uma figura menos associada ao antibolsonarismo, o que permitiria ao partido testar discursos radicalizados em segurança pública e contra o funcionalismo público sem o desgaste de lideranças já polarizadas.[68]
Críticas
A cientista política Tathiana Chicarino avalia que o partido representa menos um projeto programático estruturado e mais um oportunismo eleitoral, descrevendo sua atuação como "surfar em algo que é legítimo e está sendo pauta de debate" — em referência à segurança pública — sem propostas concretas que sustentem as promessas.[69] Chicarino alerta ainda que propostas do partido relacionadas à restrição de direitos processuais de acusados vinculados a facções apontam para o risco de erosão de "pilares de construção democrática".[69]
Críticos apontam uma tensão entre o discurso liberal do partido e sua prática política. O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) avalia que, "por trás do verniz juvenil, o projeto repete o repertório clássico da extrema-direita", com o agravante de tentar torná-lo "palatável, limpo e aceitável ao grande público", normalizando uma agenda que descreve como extremista sob embalagem de renovação.[70] O vereador Lucas Pavanato, ex-integrante do MBL que rompeu com o movimento em 2021, afirmou que a organização "abandonou abertamente os princípios liberais e conservadores que tinha no começo, adotando atualmente um posicionamento nacionalista e estatista", além de descrever sua estrutura interna como "centralizada e autoritária".[71] A Gazeta do Povo registrou que o projeto ideológico original do partido, quando começou a ser discutido em 2019, era "essencialmente liberal, tanto na economia quanto em costumes", contrastando com o perfil mais autoritário em segurança pública e costumes que a legenda assumiu ao chegar às eleições de 2026.[68]
Essa tensão é reforçada pelo modelo que o partido declara seguir. A literatura acadêmica classifica o governo de Nayib Bukele em El Salvador — referência explícita do Missão — como um caso de populismo autoritário com deriva autocrática: a concentração de poder no Executivo, a recomposição do Judiciário com aliados políticos, a reeleição contrariando a constituição original e o estado de exceção permanente com mais de 80 mil detidos são apontados por pesquisadores como elementos de um regime que, segundo artigo publicado nos Cadernos do CEAS (UCSAL, 2025), "reedita outros autoritarismos históricos" por meio da eliminação progressiva dos pesos e contrapesos democráticos.[72][73] Para o DIAP, o partido se autodeclara defensor do "regime democrático" em seu estatuto enquanto, na prática, abraça instrumentos que organismos internacionais associam à erosão das garantias democráticas fundamentais.[70] Em dezembro de 2024, o ex-secretário de moderação de grupos do MBL, movimento fundador do partido, Willian Tavares, afirmou em entrevista ao The Intercept Brasil que deixou o movimento após denunciar a presença de conteúdos racistas, antissemitas e neonazistas em comunidades digitais associadas a apoiadores do MBL, além de alegar falhas na moderação desses materiais. O MBL negou as acusações e afirmou que tais manifestações não representam a posição oficial do movimento.[74]
Veículos como a Folha de S.Paulo e o Século Diário classificaram o partido no espectro da extrema-direita,[11][75] em parte motivados por declarações de lideranças defendendo a pena de morte para membros de facções[76] e pela importação de medidas associadas ao bukelismo.[6] O ICL Notícias noticiou que o partido trouxe ao Brasil Curtis Yarvin, "um dos ideólogos mais radicais da extrema direita dos EUA".
O Livro Amarelo
Numa referência provocativa às obras O Livro Vermelho, de Mao Tsé-Tung, e Livro Verde, de Muammar Gaddafi, o MBL nomeou o programa do Partido Missão de O Livro Amarelo.[4] A obra é constituída por uma série de fascículos lançados e comercializados separadamente, elaborados ao longo de dois anos com a participação de pesquisadores e intelectuais, e funciona como base programática obrigatória para todos os candidatos da legenda.[68]
Na área de segurança pública, o programa propõe uma "guerra ao crime organizado" por meio do endurecimento penal e da retomada de territórios dominados por facções. Na economia, defende a redução do Estado com exceções estratégicas, a industrialização do Nordeste e a adoção de reservas em Bitcoin. No sistema político, propõe ruptura com o modelo atual, incluindo a fusão de municípios financeiramente deficitários e o combate aos privilégios do funcionalismo público.[77]
Segundo Renan Santos, o livro representa "uma atualização do pensamento mais concretizado do liberalismo" que o MBL defendia no início: "Hoje, pensamos que há casos isolados em que o Estado deve agir com protagonismo, e que a iniciativa privada atuará em um papel secundário".[78]
Organização
Estrutura interna
O estatuto do partido, aprovado pelo TSE em 4 de novembro de 2025 e atualizado em 14 de abril de 2026,[79] prevê forte centralização decisória na Executiva Nacional, disciplina partidária rígida e valorização da formação política como critério de ascensão interna.[68] A sede central e o foro do partido estão em Brasília, enquanto a sede administrativa e financeira localiza-se em São Paulo.[2]
Mandatos atuais
| Presidentes nacionais | |||
|---|---|---|---|
| Imagem | Nome | Período | |
| Início | Fim | ||
| Renan Antônio Ferreira dos Santos | 2023 | — | |
| Deputados Federais Atuais (1) | |||
|---|---|---|---|
| UF | Imagem | Deputado(a) | Ref. |
| SP | Kim Kataguiri* | [80] | |
| * Eleito em 2022 por outro partido. | |||
| Deputados Estaduais Atuais (1) | |||
|---|---|---|---|
| UF | Imagem | Deputado(a) | Ref. |
| SP | Guto Zacarias* | [81] | |
| * Eleito em 2022 por outro partido. | |||
Número de filiados
| Data | Filiados | Crescimento | |
|---|---|---|---|
| dez./2025 | 127 | — | |
| abr./2026 | 17.382 | +13.587% | |
| mai./2026 | 23.730 | +36,52% | |
| jun./2026 | 27.171 | +14,5% | |
| jul./2026 | 27.475 | +1,12% | |
Fonte: TSE — Estatísticas do eleitorado.[13]
Desempenho Eleitoral
| Ano | Imagem | Candidato(a) a Presidente | Candidato(a) a Vice-Presidente | Coligação | Votos | Posição |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | Renan Santos
(MISSÃO) |
Aroldo Medina
(MISSÃO) |
Sem coligação |
Ver também
Referências
- 1 2 «MBL anuncia ter conseguido assinaturas necessárias para registrar partido próprio». G1. 26 de junho de 2025. Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2025
- 1 2 3 4 «Estatuto Partido Missão». Imprensa Nacional 198 ed. 18 de outubro de 2023. Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2025
- 1 2 3 4 Correa, Alan (26 de junho de 2025). «Partido Missão: ideologia, MBL, TSE e tudo mais sobre o novo projeto político no Brasil; Onça é mascote». Fusne. Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 23 de abril de 2026
- 1 2 3 «Painel: Em novo livro, MBL rejeita liberalismo extremado e defende papel do Estado». Folha de S.Paulo. 20 de maio de 2024. Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 28 de maio de 2026
- ↑ «Partido do MBL se inspira em ultradireita do Vale do Silício para desafiar Bolsonaro». Folha de S.Paulo. 23 de maio de 2026. Consultado em 9 de junho de 2026. Cópia arquivada em 27 de maio de 2026
- 1 2 «Painel: MBL fará documento propondo medidas de Bukele para o Brasil». Folha de S.Paulo. 5 de fevereiro de 2024. Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 28 de maio de 2026
- ↑ «MBL faz evento em Salvador para anunciar partido em gestação; integrantes acreditam em vácuo na direita». Bahia Notícias. 13 de maio de 2025. Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2025
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- ↑ «Missão, partido do MBL, se opõe a Novo e bolsonarismo: 'Não somos a mesma direita dos caras'». Folha de S.Paulo. 5 de novembro de 2025. Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 25 de maio de 2026
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- 1 2 «TSE aprova estatuto e permite a criação de partido Missão, do MBL». G1. 4 de novembro de 2025. Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 8 de março de 2026
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Ligações externas
Institucional
- «Página oficial»
- «Estatuto do partido (aprovado em 4/11/2025)» (PDF). Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 6 de dezembro de 2025

