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Tabagismo em Cuba
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O tabagismo em Cuba é prevalente, com uma pesquisa Gallup em maio de 2007 revelando que 45% dos cubanos fumaram no dia anterior à pesquisa.[1]
História
Em 1717, a Coroa Espanhola estabeleceu um monopólio sobre a produção de tabaco cubano. O monopólio gerou lucros enormes. De 1740 a 1760, cerca de 85% do tabaco processado pela fábrica real em Sevilha provinha de Cuba e esse monopólio gerou lucros anuais que cresceram de quase 4 milhões de pesos no início da década de 1740 para mais de 5 milhões no final da década de 1750, superando o lucro da prata.[2] O tabaco desempenhou um papel no comércio ilegal que floresceu em partes remotas do Império Espanhol no século XVIII, minando o colonialismo espanhol.[3]
Geografia
Cuba possui excelentes condições para o cultivo de tabaco, com diversas regiões desfrutando de condições de classe mundial para o cultivo. A província de Pinar del Río, localizada no extremo oeste da ilha, é particularmente importante para o cultivo de tabaco e abriga as regiões de Vuelta Abajo e Semi Vuelta. Essas regiões são conhecidas por produzir alguns dos melhores tabacos do mundo. Os charutos cubanos são fabricados em Cuba utilizando tabaco cultivado no país. A capa, o miolo e o capote de um charuto podem ser cultivados em Cuba. Os charutos cubanos têm uma longa reputação de estarem entre os melhores charutos do mundo.[4]
Ver também
Referências
- ↑ A blow to Turkey's new smoking ban Arquivado em 2023-03-09 no Wayback Machine 30 JUL 2012
- ↑ Mark A. Burkholder, and Lyman L/ Johnson, Colonial Latin America (8th ed. Oxford UP, 2012) p. 300.
- ↑ Jordan Goodman, ed., Tobacco in History and Culture (2005) 2:570-571.
- ↑ American Museum of Natural History, "Tobacco in Cuba" (2022) online
