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Classe Magdeburg
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| Classe Magdeburg | |
|---|---|
O Strassburg, a terceira embarcação da classe | |
| Visão geral | |
| Operador(es) | |
| Construtor(es) | AG Weser AG Vulcan Estaleiro de Wilhelmshaven |
| Predecessora | Classe Kolberg |
| Sucessora | Classe Karlsruhe |
| Período de construção | 1910–1912 |
| Em serviço | 1912–1942 |
| Construídos | 4 |
| Características gerais (como construídos) | |
| Tipo | Cruzador rápido |
| Deslocamento | 5 587 t (carregado) |
| Comprimento | 138,7 m |
| Boca | 13,5 m |
| Calado | 4,4 m |
| Maquinário | 2 ou 3 turbinas a vapor 16 caldeiras |
| Propulsão | 2 a 4 hélices |
| - | 25 800 cv (19 000 kW) |
| Velocidade | 27,5 nós (50,9 km/h) |
| Autonomia | 5 820 milhas náuticas a 12 nós (10 780 km a 22 km/h) |
| Armamento | 12 canhões de 105 mm 120 minas navais 2 tubos de torpedo de 500 mm |
| Blindagem | Cinturão: 60 mm Convés: 20 a 60 mm Escudos: 50 mm Torre de comando: 100 mm |
| Tripulação | 18 oficiais 336 marinheiros |
A Classe Magdeburg foi uma classe de cruzadores rápidos operada pela Marinha Imperial Alemã, composta pelo SMS Magdeburg, SMS Breslau, SMS Strassburg e SMS Stralsund. Suas construções começaram em 1910 em três estaleiros diferentes, foram lançados ao mar em 1911 e comissionados na frota alemã em 1912. O projeto dos navios foi preparado entre 1908 e 1909 e incorporou várias modificações em relação às classes anteriores, como uma nova forma do casco, uma nova proa e um novo sistema de armação longitudinal. De maior destaque, foram os primeiros cruzadores rápidos alemães com um cinturão de blindagem, elemento que se tornaria padrão em projetos seguintes.
Os cruzadores da Classe Magdeburg eram armados com uma bateria principal composta por doze canhões de 105 milímetros em montagens pedestais individuais. Tinham um comprimento de fora a fora de 138 metros, uma boca de treze metros, um calado de quatro metros e um deslocamento carregado de mais de cinco mil toneladas. Seus sistemas de propulsão eram compostos por dezesseis caldeiras a carvão que alimentavam dois ou três conjuntos de turbinas a vapor, que por sua vez giravam duas ou três hélices até uma velocidade máxima de 27 nós (cinquenta quilômetros por hora). Os navios também eram protegidos por um cinturão principal de blindagem com sessenta milímetros de espessura.
Os quatro navios tiveram carreiras ativas na Primeira Guerra Mundial. O Magdeburg realizou operações contra forças russas no Mar Báltico depois do início da guerra, porém encalhou no litoral estoniano em agosto de 1914. Foi tomado e destruído pelos russos, mas estes também conseguiram capturar livros de código alemães e passaram um para a Marinha Real Britânica, que foi capaz de decrifra-lo. O Breslau estava no Mar Mediterrâneo quando o conflito começou e fugiu para o Império Otomano, sendo transferido para a Marinha Otomana e renomeado para Midilli. Ele atuou principalmente no Mar Negro contra os russos, mas afundou no Mediterrâneo em janeiro de 1918 depois de bater em uma mina naval.
O Strassburg e Stralsund atuaram no Mar do Norte, mas em algumas ocasiões também foram transferidos para operações no Báltico. Ambos lutaram na Batalha da Angra da Heligolândia em agosto de 1914 e em ações de bombardeio litorâneo, com o Stralsund também participando da Batalha de Dogger Bank em janeiro de 1915 e o Strassburg da Operação Albion em outubro de 1917. Ambos foram entregues para os Aliados após a guerra. O Stralsund ficou com a França e foi renomeado Mulhouse, servindo apenas até 1925 e sendo desmontado em 1935. O Strassburg ficou com a Itália e foi renomeado Taranto, servindo até ser deliberadamente afundado em 1943 na Segunda Guerra Mundial.
Desenvolvimento
O projeto da Classe Magdeburg foi preparado entre 1908 e 1909.[1] Várias inovações foram incorporadas, incluindo um novo sistema de armação longitudinal para o casco, cujo desenvolvimento acabou adiando a construção dos navios em três a quatro anos.[2] A forma do casco foi reprojetada a fim de melhorar sua eficácia hidrodinâmica, enquanto uma nova proa clipper foi usada em vez das antigas proas com rostro. Foram os primeiros cruzadores rápidos alemães a incorporarem um cinturão de blindagem na linha de flutuação,[3] o que aumentou a resistência do casco e se tornou o padrão na construção naval pelas décadas seguintes. O tombadilho foi reduzido para proporcionar uma localização de onde minas navais poderiam ser lançadas. Todos esses elementos tornaram-se o padrão para as classe seguintes de cruzadores rápidos alemães.[2]
Projeto
Características
Os navios da Classe Magdeburg tinham 136 metros de comprimento da linha de flutuação e 138,7 metros de comprimento de fora a fora. Sua boca era de 13,5 metros e o calado de 4,4 metros à vante e 5,16 metros à ré. O deslocamento normal era de 4 570 toneladas, enquanto o deslocamento carregado chegava a 5 587 toneladas. Seus cascos foram construídos com armações de aço longitudinais e eram subdivididos em vários compartimentos estanques: o Magdeburg, Strassburg e Stralsund tinham catorze compartimentos, enquanto o Breslau tinha dezesseis. Os quatro navios também tinham um fundo duplo que abrangia 45 por cento do comprimento do casco.[4]
A tripulação era formada por dezoito oficiais e 336 marinheiros. Os navios carregavam diversos barcos menores, incluindo um barco de piquete, uma barca, um cúter, dois yawls e dois botes. A Marinha Imperial Alemã considerou que os cruzadores eram navios com boa navegabilidade, com ligeira tendência a orçar e movimento suave em ondas pequenas. Eram bem manobráveis, mas lentos ao entrarem em uma curva. A direção era controlada por um único leme. Perdiam pouca velocidade enfrentando as ondas de frente, mas perdiam até sessenta por cento da velocidade em curvas acentuadas. Tinham uma altura metacêntrica transversal de 79 centímetros.[1]
Propulsão
O sistema de propulsão dos navios era composto por diferentes configurações e tipos de turbinas a vapor. Cada cruzador tinha turbinas construídas por uma fabricante diferente com o objetivo de avaliar seu projeto e configuração. O Magdeburg tinha três motores produzidos pela Bergmann que giravam três hélices de 2,75 metros. O Breslau foi equipado com duas turbinas AG Vulcan que giravam quatro hélices de três lâminas com 2,47 metros de diâmetro. O Strassburg tinha duas turbinas do tipo Marine com duas hélices de 3,4 metros. O Stralsund inicialmente tinha três turbinas Bergmann com três hélices de 2,75 metros, mas no final da Primeira Guerra Mundial a hélice central foi removida. Os quatro sistemas de propulsão tinham uma potência indicada de 25,8 mil cavalos-vapor (dezenove mil quilowatts), porém ultrapassaram esse valor em serviço.[4]
As turbinas eram alimentadas por dezesseis caldeiras de tubos d'água a carvão do tipo Marine, porém posteriormente foram alteradas para usarem óleo combustível que era borrifado sobre o carvão a fim de aumentar sua taxa de queima. Ela ficavam divididas em cinco salas na linha central das embarcações. A velocidade máxima projetada era de 27 nós (cinquenta quilômetros por hora), porém durante seus testes marítimos os quatro navios superaram esse valor em pelo menos meio nó. Podiam carregar até 1,2 mil toneladas de carvão e mais 106 toneladas de óleo combustível para uma autonomia de aproximadamente 5 820 milhas náuticas (10 780 quilômetros) a doze nós (22 quilômetros por hora). A 25 nós (46 quilômetros por hora), a autonomia caia bastante para novecentas milhas náuticas (1,7 mil quilômetros). O Magdeburg, Strassburg e Stralsund tinham cada um quatro turbogeradores que geravam 320 quilowatts de energia elétrica a 220 Volts, porém o Breslau foi equipado com apenas dois geradores.[4]
Armamento e blindagem
A bateria principal dos cruzadores da Classe Magdeburg consistia em doze canhões calibre 45 de 105 milímetros instalados em montagens pedestais individuais. Duas ficavam lado a lado no castelo de proa, oito ficavam à meia-nau, quatro em cada lateral, e os dois restantes ficavam lado a lado na popa. As armas tinham uma elevação máxima de trinta graus, o que lhes dava um alcance máximo de 12,7 quilômetros.[5] Cada navio podia levar 1,8 mil projéteis, ou 150 para cada canhão. Foram equipados com dois tubos de torpedo de 500 milímetros, um submerso em cada lateral, e levavam um carregamento total de cinco torpedos. Também podiam levar até 120 minas navais.[1]
O armamento dos navios foi alterado no decorrer de suas carreiras, exceto no caso do Magdeburg. Dois dos canhões de 105 milímetros do Breslau foram substituídos em 1916 por canhões calibre 45 de 149 milímetros, que tinham um alcance de 17,6 quilômetros. Os canhões de 105 milímetros restantes foram substituídos no ano seguinte por seis armas de 149 milímetros. O Strassburg foi rearmado em 1915 com sete canhões de 149 milímetros, dois canhões calibre 45 de 88 milímetros e dois tubos de torpedo de 500 milímetros no convés. O Stralsund passou por uma modificação semelhante, mas seus tubos de torpedo submersos foram removidos.[1]
As quatro embarcações eram protegidas por um cinturão principal de blindagem na linha de flutuação que tinha sessenta milímetros de espessura à meia-nau e dezoito milímetros na proa, enquanto a popa era desprotegida. O convés era coberto com placas de blindagem de sessenta milímetros à vante, quarenta milímetros à-meia-nau e vinte milímetros à ré. Uma blindagem inclinada de quarenta milímetros conectava o convés com o cinturão. A torre de comando tinha laterais de cem milímetros e teto de vinte milímetros. Um telêmetro foi depois adicionado e recebeu uma proteção de trinta milímetros. Os canhões eram protegidos por escudos de cinquenta milímetros.[1]
Navios
O Magdeburg foi encomendado sob o nome de contrato Ersatz Bussard e seu batimento de quilha ocorreu em 1910 nos estaleiros da AG Weser em Bremen, sendo lançado ao mar em 13 de maio de 1911 e comissionado na Frota de Alto-Mar em 20 de agosto de 1912. O Breslau foi encomendado sob o nome Ersatz Falke e seu batimento de quilha ocorreu em 1910 nos estaleiros da AG Vulcan em Estetino. Foi lançado ao mar em 16 de maio de 1911 e comissionado na Frota de Alto-Mar em 10 de maio de 1912.[1]
O Strassburg foi encomendado com o nome Ersatz Condor e seu batimento de quilha foi no Estaleiro Imperial de Wilhelmshaven em 1910 e foi lançado em 24 de agosto de 1911, sendo comissionado na Frota de Alto-Mar em 1º de outubro de 1912. O Stralsund foi encomendado sob o nome de contrato de Ersatz Cormoran e seu batimento de quilha foi em 1910 na AG Weser, sendo lançado em 4 de novembro de 1911 e comissionado na Frota de Alto-Mar em 10 de dezembro de 1912.[4]
| Navio | Construtor | Batimento | Lançamento | Comissionamento | Destino |
|---|---|---|---|---|---|
| Magdeburg | AG Weser | 1910 | 13 de maio de 1911 | 20 de agosto de 1912 | Encalhou em 24 de agosto de 1914 |
| Breslau | AG Vulcan | 16 de maio de 1911 | 10 de maio de 1912 | Afundou em 20 de janeiro de 1918 | |
| Strassburg | Estaleiro Imperial de Wilhelmshaven | 24 de agosto de 1911 | 1 de outubro de 1912 | Afundado em setembro de 1944 | |
| Stralsund | AG Weser | 4 de novembro de 1911 | 10 de dezembro de 1912 | Desmontado em 1935 |
Carreiras
Magdeburg

O Magdeburg foi usado em testes de torpedo até o início da Primeira Guerra Mundial em agosto de 1914, quando foi colocado no serviço ativo e designado para o Mar Báltico.[6] Disparou os primeiros tiros contra a Rússia em 2 de agosto, quando bombardeou o porto de Libau. Depois disto participou de uma série de bombardeios contra posições russas até o final do mês. Participou de uma varredura da entrada do Golfo da Finlândia no dia 26, encalhando na ilha de Odensholm perto do litoral estoniano e não conseguindo se libertar. Dois cruzadores russos apareceram para tomar o navio.[7] Quinze tripulantes foram mortos em um breve confronto.[6] Os russos tomaram o navio e conseguiram recuperar três livros de código alemães intactos, passando um deles para a Marinha Real Britânica.[8] Os britânicos conseguiram decifra-lo e isto lhes deu a capacidade e emboscar os alemães em várias ocasiões na guerra, incluindo na Batalha da Jutlândia.[9] Os russos parcialmente desmontaram o Magdeburg em Odensholm e depois destruíram o que restou.[6]
Breslau

O Breslau foi designado para a Divisão do Mediterrâneo após entrar em serviço por causa das Guerras dos Balcãs.[10] Quando a guerra começou, o navio e o cruzador de batalha SMS Goeben ficaram presos no Mar Mediterrâneo e fugiram para Constantinopla, no Império Otomano. O Breslau foi passado para a Marinha Otomana e renomeado para Midilli, participando de várias operações no Mar Negro contra a Marinha Imperial Russa, incluindo um ataque em outubro de 1914 que fez os russos declararem guerra.[11]
O Midilli se envolveu em vários operações de criação de campos minados perto do litoral russo, bombardeou vários portos e instalações inimigas e, por conta de uma escassez de navios mercantes otomanos, também transportou tropas e suprimentos pelo Mar Negro em suporte para tropas otomanas lutando na Campanha do Cáucaso. Foi ligeiramente danificado por navios inimigos diversas vezes, porém o dano mais sério ocorreu em 1915 quando bateu em uma mina, ficando fora de serviço por meses.[12][13] O Midilli afundou em janeiro de 1918 depois de bater em uma mina na Batalha de Imbros, mesmo confronto em que o Goeben, agora chamado Yavuz Sultan Selim, também bateu em uma mina e ficou seriamente danificado.[14] A maior parte de sua tripulação morreu.[15]
Strassburg

O Strassburg passou seu primeiro ano no exterior e depois foi designado para as forças de reconhecimento da Frota de Alto-Mar.[6] Participação da Batalha da Angra da Heligolândia em agosto de 1914 e em dezembro do Ataque a Scarborough, Hartlepool e Whitby.[16][17] Foi transferido para o Báltico em 1916 para ações contra os russos,[18] participando em outubro de 1917 da Operação Albion no Golfo de Riga, inclusive na escolta de couraçados na Batalha do Estreito de Moon.[19] Voltou ao Mar do Norte para uma última operação contra a Grande Frota britânica nas últimas semanas da guerra, porém motins fizeram a ação ser cancelada.[20][21]
Continuou brevemente na posse dos alemães após o fim da guerra, mas foi transferido para a Itália em julho de 1920 como prêmio de guerra. Foi renomeado Taranto e serviu na Marinha Real Italiana, sendo reconstruído entre 1936 e 1937 para serviço colonial. Não teve uma participação significativa na Segunda Guerra Mundial até o armistício que encerrou a participação italiana no conflito. Foi deliberadamente afundado pelos italianos, reflutuado pelos alemães, afundado por ataques aéreos Aliados em outubro de 1943, reflutuado pelos alemães de novo e afundado por mais ataques aéreos em setembro de 1944. Foi finalmente desmontado entre 1946 e 1947.[22]
Stralsund

O Stralsund passou a maior parte de sua carreira designado para as forças de reconhecimento da Frota de Alto-Mar.[23] Teve um serviço ativo durante os primeiros anos da Primeira Guerra Mundial, participando de várias operações de criação de campos minados e também ações com o resto da frota, incluindo bombardeiros litorâneos, patrulhas pelo Mar do Norte, a Batalha da Angra da Heligolândia em agosto de 1914 e a Batalha de Dogger Bank em janeiro de 1915.[24][25] Também participou de algumas operações no Báltico, incluindo a Batalha do Golfo de Riga em agosto de 1915. Bateu em uma mina britânica em janeiro de 1918 que inundou dois compartimentos estanques, ficando quatro meses sob reparos.[26] Foi inicialmente mantido na Alemanha após o fim do conflito, mas acabou sendo entregue para a França em agosto de 1920 como prêmio de guerra. Foi renomeado para Mulhouse e serviu ativamente na Marinha Nacional Francesa até por volta de 1925, quando foi colocado na reserva. Foi descartado em 1933 e desmontado dois anos depois.[27]
Referências
- 1 2 3 4 5 6 Gröner 1990, p. 107.
- 1 2 Campbell & Sieche 1986, p. 159.
- ↑ Miller 2001, p. 218.
- 1 2 3 4 Gröner 1990, pp. 107–108.
- ↑ Campbell & Sieche 1986, pp. 140, 159.
- 1 2 3 4 Gröner 1990, p. 108.
- ↑ Halpern 1995, p. 184.
- ↑ Halpern 1995, p. 36.
- ↑ Herwig 1980, pp. 151, 178.
- ↑ Halpern 1995, p. 15.
- ↑ Halpern 1995, pp. 51–58, 63–64.
- ↑ Halpern 1995, pp. 228–229, 241–242.
- ↑ Langensiepen & Güleryüz 1995, pp. 49–50.
- ↑ Hownam-Meek 2000, p. 95.
- ↑ Langensiepen & Güleryüz 1995, p. 32.
- ↑ Bennett 2005, pp. 149–150.
- ↑ Tarrant 1995, p. 31.
- ↑ Campbell 1998, p. 23.
- ↑ Staff 2008, pp. 4, 113–114.
- ↑ Woodward 1973, pp. 118–119.
- ↑ Tarrant 1995, p. 282.
- ↑ Fraccaroli 1986, p. 264.
- ↑ Campbell & Sieche 1986, p. 160.
- ↑ Bennett 2005, pp. 145–147.
- ↑ Scheer 1920, p. 77.
- ↑ Hildebrand, Röhr & Steinmetz 1993, pp. 202–203.
- ↑ Smigielski 1986, p. 201.
Bibliografia
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- Campbell, N. J. M.; Sieche, Erwin (1986). «Germany». In: Gardiner, Robert; Gray, Randal. Conway's All the World's Fighting Ships 1906–1921. Londres: Conway Maritime Press. ISBN 978-0-85177-245-5
- Fraccaroli, Aldo (1986). «Italy». In: Gardiner, Robert; Gray, Randal. Conway's All the World's Fighting Ships 1906–1921. Londres: Conway Maritime Press. ISBN 978-0-85177-245-5
- Gröner, Erich (1990). Jung, Dieter; Maass, Martin, ed. German Warships: 1815–1945. Vol. I: Major Surface Vessels. Annapolis: Naval Institute Press. ISBN 978-0-87021-790-6
- Halpern, Paul G. (1995). A Naval History of World War I. Annapolis: Naval Institute Press. ISBN 1-55750-352-4
- Herwig, Holger (1980). "Luxury" Fleet: The Imperial German Navy 1888–1918. Amherst: Humanity Books. ISBN 978-1-57392-286-9
- Hildebrand, Hans H.; Röhr, Albert; Steinmetz, Hans-Otto (1993). Die Deutschen Kriegsschiffe: Biographien – ein Spiegel der Marinegeschichte von 1815 bis zur Gegenwart. Vol. 7. Ratingen: Mundus Verlag. OCLC 310653560
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- Miller, David (2001). Illustrated Directory of Warships of the World. Osceola: Zenith Imprint. ISBN 978-0-7603-1127-1
- Scheer, Reinhard (1920). Germany's High Seas Fleet in the World War. Londres: Cassell. OCLC 2765294
- Smigielski, Adam (1986). «France». In: Gardiner, Robert & Gray, Randal. Conway's All the World's Fighting Ships 1906–1921. Londres: Conway Maritime Press. ISBN 978-0-85177-245-5
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- Woodward, David (1973). The Collapse of Power: Mutiny in the High Seas Fleet. Londres: Arthur Barker Ltd. ISBN 0-213-16431-0
Ligações externas
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