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Carlos Gaguim
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Carlos Henrique Amorim | |
|---|---|
Carlos Henrique Amorim | |
| Deputado federal pelo Tocantins | |
| Período | 1° de fevereiro de 2015 a atualidade |
| 5.º Governador do Tocantins | |
| Período | 9 de setembro de 2009 a 1° de janeiro de 2011 |
| Antecessor(a) | Marcelo Miranda |
| Sucessor(a) | Siqueira Campos |
| Deputado estadual pelo Tocantins | |
| Período | 1° de fevereiro de 1999 a 9 de setembro de 2009 (3 mandatos consecutivos) |
| Vereador por Palmas | |
| Período | 1° de janeiro de 1993 a 1° de fevereiro de 1999 (2 mandatos consecutivos) |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 21 de abril de 1961 (65 anos) Ceres (GO) |
| Primeira-dama | Rosane Rodrigues Pereira Amorim |
| Partido | PTB (1988-2005) PMDB (2005-2015) PMB (2015-2016) PODE (2016-2017) DEM (2018-2022) UNIÃO (2022) Republicanos (2022) UNIÃO (2022-presente) |
| Profissão | Administrador |
Carlos Henrique Amorim, mais conhecido como Gaguim, (Ceres, 21 de abril de 1961) é um administrador de empresas[1] e político brasileiro filiado ao União Brasil.[2] Atualmente, exerce mandato de deputado federal do Tocantins, estado pelo qual é ex-governador.[3]
É formado em administração de empresas e pós-graduado pela Escola Superior de Guerra e pela Universidade Federal do Tocantins.
Biografia
Filho do agricultor Ramiro José Amorim e da professora Ivoni Tomazini Amorim.
Casado com Rosane Rodrigues Pereira Amorim. É pai de 5 filhos: Rafaela Tomazini Rodrigues Pereira, Gabriela Tomazini Rodrigues Pereira, Tereza Cristina Guimarâes de Oliveira Amorim, André Felipe Izaguirre Crewe, Bruno Otávio Carrijo Silva Tomazini Amorim.
Atuação política
Início da carreira
Gaguim iniciou sua vida política em atividades sindicais, representativas de classe e associativas quando foi diretor-administrativo da STIUEG. Em 1986, candidatou-se a uma vaga no Parlamento Estadual de Goiás, ficando na suplência. Em 1988, com a criação do Estado do Tocantins, mudou-se para o município de Miracema, capital provisória do Estado. Em seguida, mudou-se para Palmas, sendo pioneiro, um dos primeiros moradores da nova capital, onde fundou o Partido Trabalhista Brasileiro – PTB, sendo o primeiro presidente municipal do PTB.
Vereador (1992 - 1996)
Foi vereador de Palmas-TO de 1992 a 1996. Em 1996 foi eleito deputado estadual, exercendo mandato por 10 anos, e sua atuação como parlamentar se destaca pela luta para a industrialização do Estado. Algumas de suas vitórias são a implantação das empresas Votorantim, em Xambioá, Nova Era Silicon, em Araguanã e Itafós Mineradora, em Arraias.[4]
A autoria dos projetos da criação dos programas Cheque Moradia e Governo Mais Perto de Você, além da luta pelo Plano de Cargos, Carreiras e Subsídios da Saúde, Educação e do Fisco.
Deputado estadual (1998-2009)
Em 1998, foi eleito deputado estadual, exercendo mandato até 2009, período em que foi eleito presidente da Assembleia Legislativa de Tocantins entre 2007 e 2010.[4][5][6]
Tomou posse como governador do estado do Tocantins após a cassação do então governador Marcelo Miranda e seu vice, Paulo Sidnei, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), exercendo o mandato no período de 2009 a 2010.[7][8][9] Tentou a reeleição, sendo derrotado por Siqueira Campos no pleito de 2010 por uma diferença inferior a um ponto percentual.[10]
Deputado federal
Em 2014, foi eleito deputado federal. É membro efetivo da Comissão Mista de Orçamentos (CMO) e vice-presidente da Comissão da Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR).[11][12][13]
É um dos principais articuladores do processo de impeachment de Dilma Rousseff.[14][15]
Em setembro de 2015, foi aprovado um requerimento de autoria de Carlos Gaguim que autoriza a realização de um seminário com o objetivo de discutir a implementação do programa de desenvolvimento da região do Matopiba, sendo o deputado secretário geral do referido programa.[16][17]
Em dezembro de 2015, foi eleito presidente da Frente Parlamentar pela Administração.[18]
Em novembro de 2015, deixa o PMDB e ingressa no recém-criado Partido da Mulher Brasileira (PMB).[4][19] Em março de 2016 filiou-se ao Partido Trabalhista Nacional (PTN), e assumiu o comando do partido em Tocantins.[20]
Após a renúncia de Eduardo Cunha à presidência da Câmara dos Deputados, Gaguim se candidatou ao cargo em julho de 2016, não sendo eleito.[4][21]
Votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[22] Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista.[22][23] Em agosto de 2017 votou co96ntra o processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.[22][24]
Em Fevereiro de 2022, juntamente com o presidente Marcos Pereira, se filiará então ao REPUBLICANOS.[25]
Controvérsias
Condenações pelo Poder Judiciário
O escândalo do Governo do Tocantins
O governador cassado que o antecedeu, Marcelo Miranda, condenado por improbidade administrativa. Durante ambas as gestões, não foi cumprida uma decisão judicial do Juizado da Infância e Juventude, mantida pelo Supremo Tribunal Federal após recurso da Procuradoria do Estado, que determinava a construção, na cidade de Araguaína, de um centro de medida socioeducativa destinado a jovens que cometessem infrações graves. A Justiça determinou a suspensão dos direitos políticos de Gaguim por até 5 anos, além do pagamento de multa de R$ 723 mil. O mesmo interpôs embargos de declaração, mas decisão foi mantida. Recorre em segunda instância. Processo esse que ainda não foi finalizado e o direito de ampla defesa está sendo exercido conforme é possível verificar no andamento processual no próprio site do Tribunal de Justiça.[26][27][28]
Embora tenham sido relatadas notícias acerca da inelegibilidade de Gaguim é sabido que estas informações não são verdadeiras, já que se Gaguim estivesse inelegível não poderia ter assumido os seus cargos no Poder Legislativo como tem feito (por mais de uma década seguida). É importante ressaltar que Carlos gaguim segue sem quaisquer impedimentos legais para posteriores candidaturas e lançou, recentemente (2026), sua pré-candidatura ao senado respeitando as datas do calendário publicados pelas resoluções eleitorais brasileiras. [28]
Carlos Henrique Amorim (Gaguim) fora inicialmente condenado por abuso de poder político e prática de condutas vedadas a agente público. Nos termos a acusação, teria utilizado a estrutura da administração pública para promover sua candidatura à reeleição, por meio da veiculação de propaganda institucional com finalidade eleitoral, da promessa de benfeitorias e distribuição de bens durante caravanas governamentais, da doação de bicicletas à Fundação Pioneiros Mirins por empresa particular em troca de apoio político, da realização de carreata com Policiais Militares no dia da convenção partidária, da publicação, com recursos públicos, de nota em jornal de grande circulação em desfavor de candidato adversário, além de gastos considerados exacerbados com publicidade institucional e outras práticas relatadas como abusivas. A decisão, contudo, fora reformada, sendo AFASTADO o reconhecimento do abuso de poder político e das condutas supostamente vedadas, com a consequente exclusão das sanções impostas na sentença de primeiro grau já que obteve absolvição em sede recursal.[28]
Réu absolvido em acusações de improbidade administrativa
Fora réu em ações por improbidade administrativa e tem vencido todas as demandas, uma a uma, conforme pode-se verificar no site do Tribunal de Justiça e demais sites do Poder Judiciário. [28]
Embora em 2010, Carlos Gaguim tenha sido investigado em ação que tinha por objeto a apuração de supostas irregularidades ocorridas durante sua gestão como Governador do Estado do Tocantins (envolvendo alegações de fraude em procedimentos licitatórios, terceirização de serviços públicos, desvio de recursos públicos e suposta distribuição de bicicletas durante o período eleitoral) após haver o pleno exercício do contraditório e da ampla defesa, as ações foram julgadas improcedentes, não sendo reconhecida quaisquer responsabilidades de Carlos Gaguim pelos fatos que lhe foram imputados por seus opositores. [28]
Os poucos processos que ainda restam encontram-se pendentes em razão de questões estritamente processuais, especialmente relacionadas à ausência de citação de alguns corréus. A assessoria jurídica de Carlos Gaguim, ao ser procurada, relatou que os últimos pronunciamentos judiciais têm tido o mesmo sentido daqueles, até aqui, firmados no sentido de absolver Carlos Gaguim.
Suspeitas infundadas de corrupção
Gaguim procura respeitar o ordenamento jurídico para realizar suas contratações em especial as Leis de licitações .[29] , logo as ações judiciais contra ele protocoladas que versam sobre improbidade administrativa têm sido rejeitadas no 1º ou 2º grau de jurisdição! Fora relatado, supostamente pela oposição política, que Gaguim declarou que comete muitos pecados, e que, "se o mundo acabasse", ele iria "para o inferno", porém, ao ser procurado pessoalmente, por sua equipe jurídica, Gaguim desmentiu de modo veemente esta informação. [4][29][30]
O Tribunal Superior Eleitoral recebeu muitos processos oriundos da oposição política de Gaguim (principalmente durante o governo Siqueira Campos que o abarrotou de acusações inverídicas em período eleitoral); porém, Carlos Gaguim venceu e continua vencendo as demandas de seus opositores conforme a população pode verificar tendo acesso direto ao Poder Judiciário.[31]
Impunidade a políticos acusados de assassinato
Em 10 de abril de 2024, Carlos Gaguim (UNIÃO-TO) foi um dos deputados federais que votou no plenário da Câmara dos Deputados em favor da soltura do deputado Chiquinho Brazão que é acusado pela Polícia Federal de ser mandante do assassinato da ex-vereadora carioca Marielle Franco e, também, de possuir vínculos com organizações criminosas milicianas do Rio de Janeiro.[32] Esta decisão de ser contrária à prisão de um deputado federal acusado de assassinato e que foi considerado como perigoso para a Justiça Brasileira foi tomada por todos os membros do partido União Brasil.[33]
Referências
- ↑ «Deputados federais tomam posse neste domingo em Brasilia». Bico 24 Horas. Consultado em 21 de abril de 2022. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2023
- ↑ Lima, Kevin (1 de abril de 2022). «Janela partidária: ao menos 23,8% dos deputados trocam de legenda, aponta levantamento; veja lista». G1. Consultado em 10 de abril de 2022. Cópia arquivada em 18 de maio de 2026
- ↑ «Saiba quem disputará eleição para presidência da Câmara». EBC. 8 de julho de 2016. Consultado em 13 de julho de 2016. Cópia arquivada em 15 de agosto de 2016
- 1 2 3 4 5 «Deputado federal, foi governador do Tocantins até 2010». Época. Globo. 12 de julho de 2016. Cópia arquivada em 25 de dezembro de 2023
- ↑ Brasil. «Willamara afirma que reeleição de Gaguim é prova que primeiro mandato foi bom - Conexão Tocantins - Portal de Notícias». Conexaoto.com.br. Consultado em 23 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2025
- ↑ DICOM. «Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins». Al.to.gov.br. Consultado em 23 de agosto de 2016
- ↑ Potal G1 (8 de outubro de 2009). «Assembleia do Tocantins elege Henrique Gaguim governador do estado». Consultado em 8 de outubro de 2009. Cópia arquivada em 25 de dezembro de 2023
- ↑ Agora - Portal de Notícias do Tocantins (9 de setembro de 2009). «Gaguim toma posse e anuncia primeiras medidas no governo». Consultado em 10 de setembro de 2009
- ↑ «Em eleição indireta, presidente da Assembleia é eleito governador do Tocantins». UOL. 8 de dezembro de 2009. Consultado em 13 de julho de 2016. Cópia arquivada em 13 de julho de 2025
- ↑ «Siqueira Campos derrota Gaguim no Tocantins». Politica.estadao.com.br. 3 de outubro de 2010. Consultado em 23 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 8 de outubro de 2016
- ↑ «T1 Notícias | Gaguim teve parecer aprovado nesta quarta-feira, 16, no Congresso Nacional | Ação Parlamentar». T1noticias.com.br. Consultado em 23 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2024
- ↑ Brasil (21 de outubro de 2015). «Carlos Gaguim reúne-se com líderes da Comissão Mista de Orçamento para tratar prioridades em emendas - Conexão Tocantins - Portal de Notícias». Conexaoto.com.br. Consultado em 23 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2025
- ↑ Brasil. «Carlos Gaguim solicita ao ministro da Fazenda liberação de recursos ao Tocantins - Conexão Tocantins - Portal de Notícias». Conexaoto.com.br. Consultado em 23 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2024
- ↑ Brasil. «Gaguim acompanha sessão da comissão especial do impeachment até seu encerramento na madrugada - Conexão Tocantins - Portal de Notícias». Conexaoto.com.br. Consultado em 23 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2024
- ↑ «T1 Notícias | Gaguim destaca avanço na conquista dos indecisos no apoio pelo impeachment | Ação Parlamentar». T1noticias.com.br. Consultado em 23 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2024
- ↑ Brasil. «Aprovado requerimento do deputado Gaguim que autoriza realização de seminário para discussão do Matopiba - Conexão Tocantins - Portal de Notícias». Conexaoto.com.br. Consultado em 23 de agosto de 2016
- ↑ «ATA DA VIGÉSIMA TERCEIRA REUNIÃO ORDINÁRIA (AUDIÊNCIA PÚBLICA) REALIZADA EM 2 DE JUNHO DE 2015.». Câmara dos Deputados. Consultado em 13 de julho de 2016. Cópia arquivada em 13 de agosto de 2016
- ↑ «Gaguim é eleito presidente da Frente Parlamentar pela Administração». Clebertoledo.com.br. 17 de dezembro de 2015. Consultado em 23 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 6 de maio de 2016
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- ↑ «Carlos Gaguim assume PTN no Estado e avisa que o partido não faz parte dos governos da capital e do estado». Consultado em 10 de março de 2016. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2024
- ↑ «T1 Notícias | Rodrigo Maia é eleito presidente da Câmara dos Deputados; Gaguim teve 13 votos | Política». T1noticias.com.br. 14 de julho de 2016. Consultado em 23 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2024
- 1 2 3 G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017
- ↑ Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 12 de novembro de 2018
- ↑ Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017
- ↑ Costa, Ricardo (10 de fevereiro de 2022). «Com Marcos Pereira, Gaguim anuncia filiação ao Republicanos». JM Notícia. Consultado em 19 de fevereiro de 2022. Cópia arquivada em 22 de abril de 2025
- ↑ «Portal do Ministério Público do Tocantins». 4 de junho de 2016. Consultado em 14 de julho de 2016. Cópia arquivada em 20 de agosto de 2016
- ↑ «[Lupa] Apenas cinco dos 17 candidatos à presidência da Câmara não têm ocorrências na Justiça». 13 de julho de 2016. Consultado em 13 de julho de 2016. Cópia arquivada em 24 de maio de 2022
- 1 2 3 4 5 «Projeto Excelências: Carlos Henrique Gaguim (PTN-Tocantins)». 13 de julho de 2016. Consultado em 13 de julho de 2016
- 1 2 Marcelo Sperandio (27 de setembro de 2010). «O triângulo da corrupção». Revista Veja. Abril. Consultado em 13 de julho de 2016. Cópia arquivada em 26 de abril de 2023
- ↑ «Ministra julga improcedente condenação unânime do TRE contra Marcelo, Gaguim e Palito». Conexão Tocantins. 20 de dezembro de 2013. Consultado em 25 de abril de 2014. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2024
- ↑ Brasil. «TSE rejeita pedido de cassação pelo MPE do mandato do deputado Carlos Gaguim - Conexão Tocantins - Portal de Notícias». Conexaoto.com.br. Consultado em 23 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 17 de maio de 2026
- ↑ «Prisão de Brazão é mantida pela Câmara por 277 a 129 votos; veja como cada deputado votou». Folha de S.Paulo. Consultado em 10 de abril de 2024. Cópia arquivada em 26 de fevereiro de 2026
- ↑ «UNIÃO BRASIL DECIDE VOTAR PELA SOLTURA DE CHIQUINHO BRAZÃO». Congresso em Foco. Consultado em 10 de abril de 2024
Ligações externas
- CARLOS HENRIQUE GAGUIM - PTN/TO- Câmara dos Deputados
- Carlos Henrique Gaguim- Assembleia Legislativa do Tocantins
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