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Zumbi
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Zumbi (português brasileiro) ou zombie (português europeu) é uma criatura lendária representada como um cadáver reanimado ou uma pessoa sem vontade própria, que age sob controle alheio. Na cultura popular moderna, zumbis aparecem frequentemente em obras do gênero de terror. O termo deriva do folclore haitiano, onde acredita-se que um feiticeiro bòkò pode reanimar um cadáver por meios mágicos. A maioria das representações modernas de zumbis na mídia não envolvem magia, mas sim métodos de ficção científica, como fungos, radiação, gases, infecções, doenças, plantas, bactérias, vírus, etc.
A palavra inglesa zombie foi registrada pela primeira vez no século XVIII; dicionários apontam suas origens em línguas bantas, como o quimbundo nzumbi ('fantasma', 'espírito').[1] Um dos primeiros livros a apresentar à cultura ocidental o conceito voduísta do zumbi foi The Magic Island (1929), de W. B. Seabrook, que inclui um relato paranormal, supostamente verdadeiro, sobre zumbis forçados a trabalhar em uma plantação de açúcar no Haiti.[2]
Uma nova versão do zumbi, distinta daquela descrita no folclore haitiano, surgiu na cultura popular durante a segunda metade do século XX. Nessa versão o zumbi é um morto-vivo que ataca e devora a carne de pessoas vivas, e deriva em grande parte do filme A Noite dos Mortos-Vivos (1968), de George A. Romero, o qual foi parcialmente inspirado no romance Eu Sou a Lenda (1954), de Richard Matheson.[3] A palavra "zumbi" não é utilizada em A Noite dos Mortos-Vivos, tendo sido aplicada posteriormente pelos fãs.[4] Após o lançamento de filmes de zumbis como Despertar dos Mortos (1978) e A Volta dos Mortos-Vivos (1985) — este último tendo introduzido o conceito de zumbis que comem cérebros —, bem como do videoclipe Thriller (1983), de Michael Jackson, o gênero perdeu força por alguns anos.
No final dos anos 2000 e na década de 2010 ocorreu uma romantização do arquétipo do zumbi, com esses seres sendo retratados cada vez mais como amigos e interesses amorosos de humanos. Nesse contexto, os zumbis são frequentemente vistos como representantes de grupos discriminados que lutam por igualdade, e o relacionamento amoroso entre humanos e zumbis é interpretado como uma metáfora para a libertação sexual e a quebra de tabus (visto que os zumbis estão sujeitos a desejos intensos e livres de convenções sociais).[5][6][7]
Etimologia
No folclore haitiano, um zumbi (crioulo haitiano: zonbi) é um cadáver trazido de volta à vida por meios mágicos, por um feiticeiro conhecido como bòkò. O Oxford English Dictionary atribui a origem da palavra ao termo quimbundo nzumbi ("fantasma", "espírito que atormenta os vivos"). O dicionário também aponta a palavra nzambi ("deus") e termos da língua congo (relacionada ao quimbundo) como possíveis influências.[1]
Não está totalmente claro como as criaturas dos filmes contemporâneos de zumbis passaram a ser chamadas de "zumbis". O filme A Noite dos Mortos-Vivos (1968) não se referiu verbalmente aos seus antagonistas mortos-vivos como "zumbis", descrevendo-os, em vez disso, como ghouls (termo para demônios devoradores de carne derivado do folclore árabe). Segundo o diretor George Romero, os críticos de cinema tiveram influência na associação do termo "zumbi" às suas criaturas, destacando-se a revista francesa Cahiers du Cinéma. Ele acabou aceitando essa associação, apesar de, na época, ainda estar convencido de que "zumbis" correspondiam aos escravos mortos-vivos do vodu haitiano, conforme retratados no filme White Zombie, estrelado por Bela Lugosi.[8]
Zumbis no folclore haitiano
Os zumbis figuram com destaque no folclore rural haitiano como mortos fisicamente reanimados por meio de um ato de necromancia realizado por um bòkò — um feiticeiro que trabalha tanto para o mal como para o bem.[9]
A tradição haitiana também inclui um tipo de zumbi incorpóreo, o "zumbi astral", que seria uma parte da alma de um ser humana. Um bòkò teria capacidade de capturar um zumbi astral para aumentar seu poder espiritual. Um zumbi astral também pode ser aprisionado em uma garrafa por um bòkò e vendido como um amuleto. Acredita-se que Bondye acabará por recuperar a alma do zumbi; portanto, o zumbi é uma entidade espiritual temporária.[10]
Esses dois tipos de zumbi refletem a crença no dualismo da alma, presente na religião bakongo e no vodu haitiano. Assim, a cada tipo de zumbi falta uma metade da alma: o corpo reanimado está sem o espírito, enquanto o amuleto é uma alma sem corpo).[11]
A crença nos zumbis tem raízes nas tradições trazidas ao Haiti por africanos escravizados e nas experiências que vivenciaram posteriormente no Novo Mundo. Entre os escravizados havia a crença de que, após a morte, a divindade vodu Barão Samedi os tiraria de seus túmulos para levá-los à a África ("Gine"), a menos que o tivessem ofendido de alguma forma; nesse caso, permaneceriam escravos para sempre após a morte, na forma de zumbis. Um zumbi também poderia ser salvo se fosse alimentado com sal. A professora de inglês Amy Wilentz escreveu que o conceito moderno de zumbis foi fortemente influenciado pela escravidão no Haiti. Os capatazes das plantações, que geralmente também eram escravizados e, por vezes, sacerdotes vodu, utilizavam o medo da zumbificação para dissuadir os escravizados de cometerem suicídio.[12][13]
Embora a maioria dos estudiosos associe o zumbi haitiano com as culturas africanas, também foi sugerida uma conexão com os indígenas da ilha, o povo taíno, baseada em parte em um relato antigo sobre práticas xamânicas nativas, escrito por Ramón Pané, um monge da Ordem de São Jerônimo e companheiro de Cristóvão Colombo.[14][15]
O fenômeno do zumbi haitiano despertou ampla atenção internacional pela primeira vez durante a ocupação do Haiti pelos Estados Unidos (1915–1934), quando começaram a surgir diversos relatos de casos envolvendo supostos zumbis. O primeiro livro popular a abordar o tema foi The Magic Island (1929), de William Seabrook, que inclui um relato sobre supostos zumbis trabalhando em uma plantação da Haitian American Sugar Company. Seabrook citou o Artigo 246 do código penal haitiano, promulgado em 1864, afirmando que se tratava de um reconhecimento oficial da existência de zumbis. Esse trecho foi posteriormente utilizado em materiais promocionais do filme White Zombie, de 1932.[16]
Também será qualificado como tentativa de homicídio o emprego, por qualquer pessoa, de substâncias que, sem causar a morte efetiva, produzam um coma letárgico mais ou menos prolongado. Se, após a administração de tais substâncias, a pessoa for enterrada, o ato será considerado homicídio, independentemente do resultado subsequente. Code pénal[17]
Várias décadas depois, Wade Davis, um etnobotânico de Harvard, apresentou um caso farmacológico de zumbis em dois livros: "A Serpente e o Arco-Íris" (1985) e "Passagem das Trevas: A Etnobiologia do Zumbi do Haiti" (1988). Davis viajou para o Haiti em 1982 e, como resultado de suas investigações, afirmou que uma pessoa viva pode ser transformado em um zumbi injetando-se algumas substâncias específicas na sua corrente sanguínea (geralmente através de uma ferida).[18]
Na primeira fase, administra-se uma substância chamada pelos nativos de "coup de poudre" (do francês: coup de poudre; romaniz.: lit. "tiro de pó"), que inclui a tetrodotoxina (TTX), uma poderosa neurotoxina encontrada na carne do baiacu (ordem Tetraodontidae), fatal se não administrada com extrema cautela. Substâncias extraídas da pele do sapo-bufo também tomam parte na mistura, e o efeito da combinação das drogas é simular um estado de morte clínica, onde os batimentos cardíacos e a respiração são suprimidos ao ponto de se tornarem imperceptíveis. A pessoa sendo zumbificada é, então, literalmente enterrada como se morta estivesse, incluso com cerimônia fúnebre, e, posteriormente, desenterrada em um prazo não superior a 8 horas; ou seja, antes que realmente morra por asfixia.[18]
A segunda parte do ritual consiste na administração contínua de uma poção com drogas dissociativas tais como a datura. Tais drogas induzem um estado de confusão mental e desconexão com a realidade, destroem todas as memórias recentes e a percepção temporal, fazendo os zumbis ficarem inteiramente sujeitos às vontades do bokor. Administrada em intervalos de tempos regulares, as drogas mantêm os zumbis em estados semipermanentes de delírio psicótico induzido. Os efeitos psicológicos das crenças difundidas entre os demais na sociedade contribuem para a manutenção do estado mental; e os zumbis podem, então, ser vendidos como escravos para trabalharem nas plantações de cana-de-açúcar.[18]
Davis também popularizou a história de Clairvius Narcisse, um dos primeiros casos de zumbi oficialmente registrados. Clairvius teria sucumbido ao ritual de zumbificação em 1962. Segundo registra-se, ele teria sido vendido a um dono de zumbis por seu irmão, interessado nas terras herdadas pela vítima, que relutara a vendê-las. Clarvius teria então sido zumbificado e, após a morte de seu dono, por 16 anos teria vagado pela ilha, em um estado psicótico. Em 1980, encontrou então sua irmã, que não o reconheceu de imediato, vindo a fazê-lo apenas depois que ele contou histórias da infância que apenas um irmão dela poderia saber.[18]
Em suma, o processo descrito por Davis era um estado inicial de morte, com animação suspensa, seguido pelo redespertar, normalmente depois de ser enterrado, em um estado psicótico. Davis sugeriu que a psicose induzida por drogas e pelo trauma psicológico de ter sido enterrado, reforçavam as crenças culturalmente aprendidas e levavam os indivíduos a reconstruir sua identidade como a de um zumbi, uma vez que, após a experiência a que eram submetidos, eles passavam a "acreditar" que estavam mortos e não teriam mais outro papel para desempenhar na sociedade haitiana. Segundo Davis, os mecanismos sociais de reforço desta crença serviam para confirmar para o indivíduo a sua condição de zumbi e tais indivíduos passavam a ser conhecidos por passear em cemitérios, exibindo atitudes e emoções deprimidas.[18]
O psiquiatra escocês R. D. Laing destacou, ainda, a ligação entre as expectativas sociais e culturais e a compulsão, no contexto da esquizofrenia e outras doenças mentais, sugerindo que o início da esquizofrenia poderia ser responsável por alguns dos aspectos psicológicos da "zumbificação".[19]
As afirmações de Davis receberam críticas, particularmente a afirmação de que feiticeiros haitianos possam manter escravos zumbis em um estado de transe induzido por drogas por muitos anos. Os sintomas de envenenamento por TTX gama produz dormência e náuseas, podendo levar à paralisia (em particular dos músculos do diafragma), inconsciência e morte, mas não incluem uma marcha rígida ou um transe de morte semelhantes aos encontrados nos zumbis. Mesmo diante da ciência de existência de outras drogas capazes de gerar tais efeitos ao menos temporariamente, segundo a neurologista Terence Hines, a avaliação de Davis sobre a natureza dos relatórios dos zumbis haitianos é usualmente vista com ceticismo entre a comunidade científica.
Em algumas comunidades da África do Sul, acredita-se que uma pessoa morta pode ser transformada em um zumbi por uma criança pequena.[20] É também dito que a magia pode ser quebrada com um sangoma poderoso o suficiente.[21]
Zumbis na mídia contemporânea
Características

Segundo o estereótipo midiático, por serem mortos vivos, a aparência dos zumbis demonstra o efeito do tempo e da morte, possuindo a pele apodrecida e com roupas esfarrapadas, com um cheiro forte e horrível. Normalmente, perdem partes do corpo, como os dentes ou os dedos. De maneira geral, os zumbis nestas situações são do tipo lentos, letárgicos, cambaleantes e irracionais — modelo que se popularizou no filme "A Noite dos Mortos-Vivos".[22] Filmes criados já nos anos 2000, porém, trouxeram um novo conceito de zumbis, mostrando-os como mais ágeis, ferozes, inteligentes e fortes que os antigos zumbis do cinema. Estes zumbis mostram-se extremamente mais perigosos, sendo que apenas um deles já constitui grande ameaça para um grupo.[23] Em muitos casos em se tratando destes zumbis "rápidos", os criadores utilizam a premissa de humanos infectados com alguma patogenia, como é o caso no filme Extermínio (2002) e no jogo para PCs Left 4 Dead (2008), ao invés de cadáveres reanimados - evitando a "caminhada arrastada dos mortos", presente na variedade de zumbis criada por George A. Romero.
Na série Living Dead, os zumbis começam com pouca inteligência, passando com o tempo a reter algum conhecimento da vida passada e repeti-los sem pensar (como ir para um local importante, ou continuar com uma faca por causa do trabalho de cozinheiro); depois, aprendem a usar ferramentas básicas (Diário dos Mortos, 2007). Em Survival of the Dead (2010), os zumbis desenvolvem uma maior inteligência, sendo capazes de se comunicar, ir atrás de um objetivo e usar ferramentas de maneiras mais complexas. Os zumbis alimentam-se de pessoas, embora possam aprender a se alimentar de outros seres, como cavalos (como no filme Survival of the Dead).
Infecção
A origem é sempre variável nas histórias, e muitas já foram criadas. Elas vão das mais óbvias como um vírus natural (a ira colérica no Left 4 Dead[24] e no filme Extermínio),[25][26] um vírus artificial criado em laboratório (série Resident Evil[27][28] e no filme Planeta Terror, de 2007),[29][30][31] ou até mesmo uma forma evoluída do fungo Cordyceps, no jogo eletrônico The Last of Us, e chega até as mais improváveis, como um agente extraterrestre (como especulado pela imprensa no filme A Noite dos Mortos-Vivos (1968) ou até mesmo uma punição divina (como é sugerido em Madrugada dos Mortos,2004).[32] Por fim, existem ainda os que preferem deixar a causa em aberto, não mencionando palavra sobre a mesma (como no filme Zombieland (2009)[33] ou na série The Walking Dead (2010)[34][35]).
A infecção espalha-se pela população através do contato agressivo com um zumbi (o que ocorre em praticamente todos os casos), exposição à causa da transformação (citando novamente Planeta Terror à exemplo disto), ou mesmo após qualquer morte, seja ela natural ou acidental (Romero e seus filmes como mais notório exemplo).[36]
A contaminação, em certos casos, pode ainda afetar outros seres vivos que não só os humanos (jogos da série Resident Evil já mostraram toda a sorte de animais zumbificados ou mutacionados pelo vírus, como cães, aranhas, tubarões e até mesmo plantas transformados pelo vírus, sendo que em Resident Evil: Outbreak: File 2 já viu-se um monstruoso elefante zumbificado).[37] Por fim, a causa pode transformar a pessoa em zumbi e não necessariamente lhe tirar sua consciência, ainda que esta fique gravemente prejudicada (como visto no filme Colin, 2008).[38][39]
Eliminação
As obras nos mostram que é possível destruir os zumbis definitivamente danificando-lhes o cérebro ou a estrutura neural, o que pode ser conseguido atirando-lhes na cabeça (como na grande maioria das obras) ou lhes quebrando o pescoço (mais especificamente nos filmes de Resident Evil e na obra literária "Orgulho e Preconceito e Zumbis"[40] — em certas obras, como nos filmes de George Romero, nem mesmo a decapitação é capaz de exterminar definitivamente um zumbi, uma vez que a cabeça decepada ainda tentará morder).
Apocalipse zumbi
Apocalipse zumbi é um cenário apocalíptico hipotético. Cultuado — e até mesmo aguardado — por muitas pessoas com base na ficção científica e no gênero do terror, a expressão refere-se à uma infestação de zumbis em escala catastrófica, que, rapidamente, transformaria esta espécie na dominante sobre a Terra. Tais criaturas, hostis à vida humana, atacariam a civilização em proporções esmagadoras, impossíveis de serem controladas por forças militares, mesmo com os recursos atuais à disposição.
Em algumas hipóteses, vítimas de um ataque de zumbi também transformariam-se nestas criaturas se sofressem uma mordida ou arranhão de um infectado. Em outras, o vírus pode ser transmissível através do ar. Finalmente, existe ainda o quadro mais caótico: todo o ser humano que morre, seja lá qual for a causa, torna-se um morto-vivo. Nestes cenários, os zumbis caçam seres humanos para alimentarem-se, sua mordida causando a infecção, que faz com que um sobrevivente de ataque também torne-se um zumbi posteriormente. Isso rapidamente tornaria-se uma infestação absolutamente incontrolável, com o pânico causado pela "praga zumbi" acarretando no rápido colapso do conceito de civilização como hoje a conhecemos. Em pouco tempo, a existência de vida humana no planeta seria reduzida a poucos grupos de sobreviventes — nômades ou isolados — buscando por alimento, suprimentos e lugares seguros num mundo pré-industrial, pós-apocalíptico e devastado.
O conceito, nascido na década de 1960, ganhou grande popularidade ao longo dos anos, servindo de tema para incontáveis filmes, seriados, livros, histórias em quadrinhos, videogames e outras obras de variadas mídias. Como já mencionado, há até mesmo os que acreditam na concretização de tal cenário, e preparam-se para sua suposta chegada.
Zumbi filosófico
Um zumbi filosófico é um conceito usado na filosofia da mente, campo de pesquisa que examina a associação entre pensamento consciente e o mundo físico. Um zumbi filosófico é uma pessoa hipotética que não possui consciência plena mas tem a biologia ou o comportamento de um ser humano normal. O termo é usado como uma hipótese nula nos debates filosóficos sobre o tema problema mente-corpo. O uso filosófico do termo "zumbi" foi cunhado pelo filósofo David Chalmers na metade da década de 1990.[41] O pesquisador Daniel Serravalle de Sá argumenta que "seja por contaminação viral ou radioativa, lavagem cerebral, feitiçaria, ou outro modo, os processos de 'zumbificação' são geralmente relacionados à massificação das opiniões, perda progressiva de capacidade de raciocinar de modo crítico e independente, apatia e insensibilidade emocional. Em última instância, são processos que conduzem à morte do raciocínio e das emoções, com implicações que repercutem no próprio conceito de humanidade."[42]
Ativismo social
Zombie Walk (traduzido do inglês, "caminhada zumbi") é um flash mob composto por um grande grupo de pessoas que se vestem de zumbis. Geralmente caminhando ou correndo por grandes centros urbanos, os participantes organizam uma rota através das ruas da cidade, passando por shoppings, parques e outros locais com grande público. Alguns fãs de zumbis continuam a tradição de George A. Romero de usar os zumbis como um evento social. Esses eventos, divulgadas principalmente de pessoa a pessoa, são regularmente organizadas em alguns países. Normalmente são organizados como uma performance de arte surrealista, mas, ocasionalmente, são usados como parte de um protesto político único.[43][44][45][46][47]
Ver também
Referências
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