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Departamento de Energia dos Estados Unidos
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| United States Department of Energy | |
Selo do Departamento de Energia | |
Bandeira do Departamento de Energia | |
Sede do Departamento | |
| Resumo da agência | |
|---|---|
| Formação | 4 de agosto de 1977 |
| Tipo | Departamento |
| Jurisdição | Governo Federal dos Estados Unidos |
| Sede | James V. Forrestal Building 1000 Independence Avenue SW, Washington, D.C., EUA |
| Empregados | 14,382 servidores públicos (2018)[1] 93,094 contratantes (2008) |
| Orçamento anual | US$ 45,7 bilhões (2023)[2] |
| Executivos |
|
| Sítio oficial | energy |
O Departamento de Energia dos Estados Unidos (em inglês: United States Department of Energy, DOE) é um departamento executivo do governo federal dos Estados Unidos que supervisiona a política energética nacional e a produção de energia, a pesquisa e o desenvolvimento da energia nuclear, o programa militar de armas nucleares, a produção de reatores nucleares para a Marinha dos Estados Unidos, pesquisas relacionadas à energia e a conservação de energia.
O DOE foi criado em 1977, após a crise do petróleo de 1973. Ele patrocina mais pesquisas em ciências físicas do que qualquer outra agência federal dos Estados Unidos, a maior parte das quais é realizada por meio de seu sistema de Laboratórios Nacionais.[3][4] O DOE também dirige pesquisas em genômica, tendo o Projeto Genoma Humano se originado de uma iniciativa do DOE.[5]
O departamento é chefiado pelo secretário de Energia, que responde diretamente ao presidente dos Estados Unidos e integra o Gabinete. O atual secretário de Energia é Chris Wright, que ocupa o cargo desde fevereiro de 2025. A sede do departamento fica no sudoeste de Washington, D.C., no James V. Forrestal Building, com escritórios adicionais em Germantown, Maryland.
História
Formação e consolidação
Em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos iniciaram o Projeto Manhattan para desenvolver a bomba atômica sob a direção do Corpo de Engenharia do Exército dos Estados Unidos. Após a guerra, em 1946, foi criada a Comissão de Energia Atômica dos Estados Unidos (AEC) para controlar o futuro do projeto.[6][7] A Lei de Energia Atômica de 1946 também criou a estrutura para os primeiros Laboratórios Nacionais. Entre outros projetos nucleares, a AEC produziu núcleos fabricados de combustível de urânio em instalações como o Fernald Feed Materials Production Center, em Cincinnati.[8][9][10] A Lei de Reorganização Energética de 1974 dividiu as responsabilidades da AEC entre a nova Nuclear Regulatory Commission, encarregada de regulamentar a indústria de energia nuclear, e a Energy Research and Development Administration, incumbida de administrar os programas de armas nucleares, reatores navais e desenvolvimento energético.[11]
A crise do petróleo de 1973 chamou a atenção para a necessidade de consolidar a política energética.[12][13][14] Em 1977, o presidente Jimmy Carter sancionou a Lei de Organização do Departamento de Energia, que criou o Departamento de Energia.[15] A nova agência, que iniciou suas operações em 1.º de outubro de 1977, consolidou a Federal Energy Administration, a Energy Research and Development Administration, a Federal Power Commission e programas de várias outras agências. O ex-secretário de Defesa James R. Schlesinger, que havia servido sob os presidentes Nixon e Ford durante a Guerra do Vietnã, foi nomeado o primeiro secretário.
O presidente Jimmy Carter propôs o Departamento de Energia com o objetivo de promover a conservação e a independência energéticas e desenvolver fontes alternativas de energia para reduzir o uso de combustíveis fósseis.[16] Diante da incerteza sobre o futuro da energia internacional para os Estados Unidos, Carter agiu rapidamente para colocar o departamento em funcionamento no primeiro ano de sua presidência. Essa era uma questão extremamente importante na época, pois a crise do petróleo provocava escassez e inflação.[17] Com o acidente de Three Mile Island, Carter pôde intervir com a ajuda do departamento. Por meio do DOE, Carter conseguiu promover mudanças na Nuclear Regulatory Commission, incluindo melhorias na administração e nos procedimentos, uma vez que a energia e as armas nucleares são responsabilidades do departamento.[18]
Planos de armas roubados
Em dezembro de 1999, o Federal Bureau of Investigation começou a investigar como a China havia obtido os planos de um dispositivo nuclear específico. Wen Ho Lee, cientista do Laboratório Nacional de Los Alamos, foi acusado de transmitir segredos nucleares ao governo chinês. Antes de qualquer acusação formal, autoridades federais, incluindo o secretário de Energia Bill Richardson, identificaram publicamente Lee como suspeito. O Congresso dos Estados Unidos realizou audiências sobre a condução do caso pelo DOE, e alguns senadores propuseram que a segurança nuclear fosse administrada por uma agência independente.[19] Das 59 acusações apresentadas contra Lee, todas, exceto uma, foram posteriormente retiradas depois que os investigadores concluíram que os planos vazados não poderiam ter vindo dele. Mais tarde, Lee recebeu um acordo de 1,6 milhão de dólares do governo federal e de várias organizações de notícias.[20]
Na esteira do escândalo[21][22] e das alegações de que a administração direta pelo Departamento de Energia havia levado ao vazamento de segredos nucleares dos Estados Unidos para a China, foi proposta a National Nuclear Security Administration (NNSA).[23] Originalmente proposta como uma agência independente, a NNSA foi criada, em vez disso, como uma agência semiautônoma dentro do Departamento de Energia, chefiada por um administrador subordinado ao secretário de Energia.
Programa de garantia de empréstimos de 2005
Em 2001, o American Solar Challenge foi patrocinado pelo DOE e pelo National Renewable Energy Laboratory.[24] Após a corrida de 2005, o DOE encerrou seu patrocínio.[25]
O Título XVII da Lei de Política Energética de 2005 autoriza o DOE a conceder garantias de empréstimos a projetos elegíveis que "evitem, reduzam ou sequestrem poluentes atmosféricos ou emissões antropogênicas de gases de efeito estufa" e "empreguem tecnologias novas ou significativamente aprimoradas em comparação com as tecnologias em uso nos Estados Unidos no momento em que a garantia é concedida".[26] Nas garantias de empréstimos, um compromisso condicional exige o cumprimento de um compromisso de capital próprio, além de outras condições, antes que a garantia do empréstimo seja concluída.[27]
Em setembro de 2008, o DOE, a Nuclear Threat Initiative (NTI), o Institute of Nuclear Materials Management (INMM) e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) estabeleceram uma parceria para desenvolver e lançar o World Institute for Nuclear Security (WINS), uma organização não governamental internacional destinada a oferecer um fórum para o compartilhamento das melhores práticas no fortalecimento da proteção e da segurança de materiais e instalações nucleares e radioativos.[28]
Em dezembro de 2024, o Loan Programs Office anunciou que concederia o maior empréstimo já autorizado — um empréstimo de 15 bilhões de dólares, com juros baixos, para apoiar a modernização da infraestrutura hidrelétrica da Pacific Gas & Electric, aprimorar linhas de transmissão essenciais à integração de energia renovável, às operações de centros de dados e à crescente frota de veículos elétricos. Solicitado inicialmente como um empréstimo de 30 bilhões de dólares, o valor foi reduzido devido a preocupações com a capacidade de pagamento da empresa.[29]
Em junho de 2026, o DOE anunciou 17,5 bilhões de dólares em empréstimos para acelerar a construção de dez novos grandes reatores nucleares nos Estados Unidos. Os reatores utilizarão o projeto AP1000 da Westinghouse, cada um capaz de gerar 1,1 GW de eletricidade, e a produção combinada de todos os reatores deverá abastecer quase 10 milhões de residências norte-americanas.[30][31]
Missão Genesis e parcerias de IA (2025)
Em novembro de 2025, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva que lançou a Missão Genesis, uma iniciativa envolvendo o Departamento de Energia e os laboratórios nacionais dos Estados Unidos para aplicar inteligência artificial e computação avançada com o objetivo de acelerar a pesquisa científica e apoiar capacidades relacionadas à energia e à segurança nacional.[32] Em 18 de dezembro de 2025, o Departamento de Energia anunciou acordos de colaboração com 24 organizações para apoiar a iniciativa.[33][34]
Organização

Para implementar a Lei de Investimentos em Infraestrutura e Empregos, o departamento anunciou, em 2022, uma reorganização com novas denominações para os subsecretários.[35][36]

A segunda administração Trump anunciou uma reorganização departamental em novembro de 2025, sem autorização do Congresso.[37]
O departamento está sob o controle e a supervisão de um secretário de Energia dos Estados Unidos, um nomeado político do Presidente dos Estados Unidos. O secretário de Energia é auxiliado na administração do departamento por um subsecretário de Energia dos Estados Unidos, também nomeado pelo presidente, que assume as funções do secretário em sua ausência. O departamento também possui três subsecretários, cada um nomeado pelo presidente, que supervisionam as principais áreas de atuação do departamento. O presidente também nomeia sete autoridades com o posto de secretário-assistente de Energia, responsáveis pela gestão direta de importantes componentes organizacionais do departamento. O secretário de Energia atribui suas funções e deveres.
Simbolismo do selo
Trecho do Código de Regulamentos Federais, no Título 10: Energia:[38]
O selo oficial do Departamento de Energia "inclui um escudo verde dividido por um raio dourado, sobre o qual estão estampados, também em dourado, um Sol simbólico, um átomo, uma torre de perfuração de petróleo, um moinho de vento e um dínamo. Sobre o escudo encontra-se a cabeça branca de uma águia, acima de uma corda branca. Ambos aparecem em um campo azul cercado por círculos concêntricos, nos quais o nome da agência, em dourado, aparece sobre um fundo verde."
"A águia representa o cuidado no planejamento e a determinação dos esforços necessários para responder às crescentes demandas da nação por energia. O Sol, o átomo, a torre de perfuração de petróleo, o moinho de vento e o dínamo representam tecnologias cujo desenvolvimento aprimorado pode ajudar a atender a essas demandas. A corda representa a coesão no desenvolvimento das tecnologias e sua ligação com nossas capacidades futuras. O raio representa o poder das forças naturais das quais a energia é derivada e o desafio da nação de aproveitar essas forças."
"O esquema de cores deriva da natureza, simbolizando tanto a fonte de energia quanto o suporte à existência humana. O campo azul representa o ar e a água, o verde representa os recursos minerais e a própria Terra, e o dourado representa a criação de energia pela liberação de forças naturais. Ao recorrer a esse simbolismo, o esquema de cores representa o compromisso da nação de atender às suas necessidades energéticas de maneira compatível com a preservação do meio ambiente."
Instalações
O Departamento de Energia opera um sistema de laboratórios nacionais e instalações técnicas de pesquisa e desenvolvimento, como segue:[39]
- Ames National Laboratory
- Argonne National Laboratory
- Laboratório Nacional de Brookhaven
- Fermilab
- Idaho National Laboratory
- Laboratório Nacional Lawrence Berkeley
- Laboratório Nacional Lawrence Livermore
- Laboratório Nacional de Los Alamos
- National Energy Technology Laboratory
- National Renewable Energy Laboratory
- Laboratório Nacional de Oak Ridge
- Pacific Northwest National Laboratory
- Princeton Plasma Physics Laboratory
- Sandia National Laboratories (SNL)
- Savannah River National Laboratory
- DOE/SNL Scaled Wind Farm Technology (SWiFT) Facility
- SLAC National Accelerator Laboratory
- Thomas Jefferson National Accelerator Facility
- Albany Research Center
- Bettis Atomic Power Laboratory — sob a NNSA, projeta/desenvolve propulsão nuclear para a Marinha dos Estados Unidos
- Kansas City National Security Campus
- Knolls Atomic Power Laboratory — sob a NNSA, projeta/desenvolve propulsão nuclear para a Marinha dos Estados Unidos
- National Petroleum Technology Office
- Nevada National Security Site
- New Brunswick Laboratory
- Office of Fossil Energy[40]
- Office of River Protection[41]
- Pantex Plant
- Radiological and Environmental Sciences Laboratory
- Savannah River Site — separado do Savannah River National Laboratory
- Y-12 National Security Complex
- Repositório de resíduos nucleares de Yucca Mountain
Outras instalações importantes do DOE incluem:[42][43]
Pista de pouso:
- Pahute Mesa Airstrip — Condado de Nye, Nevada, parte do Nevada National Security Site[44]
No total, o DOE supervisiona aproximadamente 83 locais operacionais, incluindo os laboratórios nacionais e as instalações de produção de segurança nacional.
Instalações de armas nucleares

A NNSA tem responsabilidade federal pelo projeto, pelos testes e pela produção de todas as armas nucleares. Sob sua supervisão, contratadas desempenham essas responsabilidades nas seguintes instalações pertencentes ao governo:[45]
- Orientação de pesquisa, desenvolvimento e fabricação: Laboratório Nacional de Los Alamos[46] e Laboratório Nacional Lawrence Livermore[47]
- Engenharia dos componentes não nucleares e integração de sistemas: Sandia National Laboratories[48]
- Fabricação de componentes essenciais: Kansas City National Security Campus, Savannah River Site e Y-12 National Security Complex.[45]
- Testes: Nevada National Security Site[45]
- Montagem e desmontagem final de armas e ogivas: Pantex[49]
Orçamento

Em 7 de maio de 2009, o presidente Barack Obama apresentou uma proposta orçamentária de 26,4 bilhões de dólares para o DOE no ano fiscal de 2010, incluindo 2,3 bilhões de dólares para o Escritório de Eficiência Energética e Energia Renovável (EERE). Esse orçamento tinha como objetivo ampliar substancialmente o uso de fontes de energia renovável, ao mesmo tempo que melhorava a infraestrutura de transmissão de energia. Também propunha investimentos significativos em veículos híbridos e híbridos plug-in, tecnologias de redes elétricas inteligentes, além de pesquisa científica e inovação.[50]
Como parte do pacote de estímulo econômico de 789 bilhões de dólares da Lei Americana de Recuperação e Reinvestimento de 2009, o Congresso concedeu ao Departamento de Energia 38,3 bilhões de dólares adicionais para os anos fiscais de 2009 e 2010, acrescentando cerca de 75% aos orçamentos anuais do departamento. A maior parte dos gastos de estímulo ocorreu na forma de subsídios e contratos. No ano fiscal de 2013, cada uma das unidades operacionais do Departamento de Energia funcionou com os seguintes orçamentos:[51]
| Divisão | Financiamento |
|---|---|
| Segurança nuclear | $11.5 |
| Energia e meio ambiente | $9.5 |
| Ciência | $4.9 |
| Administração | $0.25 |
| Outros | $0.85 |
| Total | $28 |
Em março de 2018, o secretário de Energia Rick Perry depôs perante uma comissão do Senado sobre a proposta orçamentária do DOE da administração Trump para o ano fiscal de 2019. A proposta priorizava a segurança nuclear, ao mesmo tempo que fazia grandes cortes nos programas de eficiência energética e energia renovável. A proposta representava um aumento de 500 milhões de dólares em recursos em relação ao ano fiscal de 2017. Ela "promove inovações como um novo Escritório de Cibersegurança, Segurança Energética e Resposta a Emergências (CESER) e aumentos para o Escritório de Energia Fóssil. Seriam feitos investimentos para fortalecer a National Nuclear Security Administration e modernizar a força nuclear, bem como em atividades relacionadas a armas e computação avançada." No entanto, o orçamento do Escritório de Eficiência Energética e Energia Renovável seria reduzido para 696 milhões de dólares segundo o plano, ante 1,3 bilhão de dólares no ano fiscal de 2017. No total, os programas de energia e áreas relacionadas do departamento sofreriam um corte de 1,9 bilhão de dólares.[52]
Programas e contratos
Contrato de desempenho de economia de energia
Os contratos de desempenho de economia de energia (ESPCs) são contratos nos quais uma contratada projeta, constrói e obtém o financiamento necessário para um projeto de economia de energia, e a agência federal efetua pagamentos ao longo do tempo à contratada com base na economia obtida nas contas de serviços públicos da agência. A contratada garante que as melhorias energéticas gerarão economia e, após o término do contrato, toda a economia contínua de custos reverte para a agência federal.[53]
Centros de Inovação Energética
Os Centros de Inovação Energética são multidisciplinares e destinam-se a desenvolver áreas altamente promissoras da ciência e da tecnologia energéticas desde os estágios iniciais de pesquisa até o ponto em que o nível de risco seja baixo o suficiente para que a indústria comercialize as tecnologias.[50] O Consortium for Advanced Simulation of Light Water Reactors (CASL) foi o primeiro Centro de Inovação Energética do DOE, criado em julho de 2010 com o objetivo de fornecer soluções avançadas de modelagem e simulação (M&S) para reatores nucleares comerciais.[54]
O orçamento do DOE de 2009 inclui 280 milhões de dólares para financiar oito Centros de Inovação Energética, cada um voltado para um desafio energético específico. Dois dos oito centros estão incluídos no orçamento do EERE e se concentrarão na integração de materiais, projetos e sistemas inteligentes em edifícios para conservar melhor a energia e no projeto e descoberta de novos conceitos e materiais necessários para converter energia solar em eletricidade. Outros dois centros, incluídos no orçamento do Escritório de Ciência do DOE, foram criados para enfrentar os desafios de desenvolver métodos avançados de armazenamento de energia e criar combustíveis diretamente da luz solar sem o uso de plantas ou micróbios. Outro centro foi criado para desenvolver materiais "inteligentes" que permitam à rede elétrica se adaptar e responder às mudanças de condições.[50]
Em 2012, o DOE concedeu 120 milhões de dólares ao Ames National Laboratory para iniciar um novo EIH, o Critical Materials Institute, que se concentrará em melhorar o fornecimento de elementos de terras raras.[55]
Advanced Research Projects Agency-Energy
A ARPA-E foi oficialmente criada pela America COMPETES Act, de autoria do congressista Bart Gordon,[56] dentro do Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) em 2007, embora sem orçamento. O orçamento inicial de cerca de 400 milhões de dólares fazia parte do pacote de estímulo econômico de fevereiro de 2009.[57]
Computação de Alto Desempenho para Inovação Energética (HPC4EI)
HPC4EI é uma iniciativa que utiliza recursos de supercomputação dos laboratórios nacionais do DOE para apoiar parcerias com a indústria no avanço da fabricação energeticamente eficiente, do desenvolvimento de materiais e de tecnologias de descarbonização.[58][59][60]
Outros
- Programa de Isótopos do DOE — coordena a produção de isótopos[61]
- Federal Energy Management Program
- Foundation for Energy Security and Innovation — uma organização 501(c)(3) dedicada a apoiar pesquisas do DOE
- Fusion Energy Sciences — um programa de pesquisa sobre fusão nuclear, com orçamento anual de 670 milhões de dólares em 2020, dos quais 250 milhões foram destinados ao ITER[62]
- GovEnergy — um evento anual parcialmente patrocinado pelo DOE
- Grid Deployment Office — uma divisão dedicada a ampliar a adoção de tecnologias de aprimoramento da rede elétrica e melhorar o processo de autorização de transmissão
- National Science Bowl — uma competição de conhecimentos científicos para alunos do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental
- Solar Decathlon — uma competição universitária internacional para projetar e construir casas movidas a energia solar
- State Energy Program
- Weatherization Assistance Program
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- ↑ Cho, Adrian (8 de dezembro de 2020). «U.S. physicists rally around ambitious plan to build fusion power plant». Science. Consultado em 30 de junho de 2022. Cópia arquivada em 4 de junho de 2022

