Saúde
Something to Remember
Texto da Wikipédia (pt), licença CC BY-SA. O BETARUBI mostra o verbete inteiro nesta página — a leitura não continua fora do site.
| Something to Remember | ||||
|---|---|---|---|---|
| Coletânea musical de | ||||
| Lançamento | 30 de outubro de 1995 | |||
| Gravação | 1984—95 | |||
| Gênero | Pop | |||
| Duração | 71:08 | |||
| Gravadoras | ||||
| Produção |
| |||
| Cronologia de Madonna | ||||
| ||||
| Singles de Something to Remember | ||||
| ||||
Something to Remember é a segunda coletânea da cantora estadunidense Madonna, lançada em 30 de outubro de 1995 pelas gravadoras Maverick e Maverick Records. O álbum foi lançado após um período de controvérsias envolvendo o conteúdo provocativo das obras da cantora no início dos anos 1990, levando críticos a especularem sobre o declínio de sua carreira. Something to Remember reúne baladas de Madonna lançadas ao longo de mais de uma década, apresentando uma imagem mais suave, além de uma regravação de "Love Don't Live Here Anymore" e três canções inéditas. O álbum também inclui singles de trilhas sonoras nunca antes lançados em seus álbuns, como "I'll Remember" e "This Used to Be My Playground". A intérprete colaborou com produtores como David Foster e Nellee Hooper nas novas canções. O projeto reflete a ambição da cantora de fazer com que fãs e críticos se lembrem de seu talento musical, em vez das controvérsias que a cercava na época.
Após seu lançamento, Something to Remember recebeu críticas positivas da crítica especializada, que destacou a evolução vocal de Madonna ao longo dos anos e a coesão geral da obra, além de elogiar as duas novas faixas produzidas por Foster. O álbum também alcançou grande sucesso comercial, dominando as paradas na Austrália, Áustria, Finlândia e Itália, e chegando aos dez primeiros lugares em todos os outros países, incluindo mercados importantes como Alemanha, Brasil, Canadá, Dinamarca, Reino Unido, Suécia e Suíça. Nos Estados Unidos, debutou em sexto lugar na Billboard 200 com 113 mil cópias vendidas, marcando o décimo disco de Madonna a qualificar-se entre os dez primeiros na parada e conquistou a certificação de platina tripla pela Recording Industry Association of America (RIAA). Até o momento, Something to Remember vendeu mais de 10 milhões de unidades em todo o mundo, tornando-se uma das coletâneas por uma artista feminina mais adquiridas na história .
Quatro singles foram lançados desde Something to Remember. "You'll See" foi escolhido como o primeiro, juntamente com sua versão em espanhol intitulada "Verás", e chegou as dez primeiros lugares em muitos países, além de alcançar o sexto posto na Billboard Hot 100, tornando Madonna uma das raras artistas na história a ter singles alcançando do primeiro ao décimo lugar nas paradas dos Estados Unidos. Os outros três lançamentos, "Oh Father", "One More Chance" e "Love Don't Live Here Anymore", obtiveram apenas sucesso moderado. Além disso, a cantora colaborou com o Massive Attack em uma regravação de "I Want You", de Marvin Gaye, inicialmente planejado como o primeiro single projeto, mas posteriormente transformado em um lançamento promocional e incluído no álbum tributo Inner City Blues: The Music of Marvin Gaye (1995). Desde a sua liberação, Something to Remember contribuiu para a tendência de lançamento de coleções de baladas nos anos seguintes, como observado em artistas como Elton John e Rod Stewart.
Antecedentes

Em meados da década de 1990, Madonna envolveu-se em polêmicas que começaram a ofuscar suas conquistas profissionais, e ela tornou-se alvo de escrutínio por parte da mídia. Seus projetos recentes — o álbum Erotica, o livro Sex e o filme Body of Evidence — lançados entre 1992 e 1993, bem como sua controversa aparição no programa Late Show with David Letterman em 1994, receberam críticas majoritariamente negativas devido ao seu conteúdo explícito.[1][2][3] Críticos e o público começaram a sentir que a artista "não sabia o que explorar além do sexual" e, portanto, sua carreira estava em uma "trajetória decadente", já que ela havia "cruzado todas as linhas".[4] Chegaram ao ponto de dizer que ela "tinha ido longe demais" e que o público "parecia estar farto dela".[3] Um membro de sua equipe de representantes comentou que ela chegou a ficar "furiosa e um pouco desesperada com o que as pessoas estavam dizendo sobre ela".[1]
A artista lamentou que, em inúmeras ocasiões, suas canções fossem ignoradas, enquanto mais atenção era dada às controvérsias e à publicidade negativa em torno de seus projetos.[1][5] No entanto, ciente dos riscos potenciais para sua carreira, ela também entendeu que havia chegado a hora de mudar sua direção artística, então decidiu mudar sua imagem novamente e adotou um estilo mais discreto, semelhante ao que usava em meados da década de 1980.[2][6][1] Em outubro de 1994, seu sexto álbum de estúdio, Bedtime Stories, foi lançado, o qual foi visto como um passo para suavizar sua imagem pública e "reconectar-se" com seus fãs.[7] O álbum foi muito bem recebido pela crítica especializada, que elogiou sua "honestidade pessoal" e o considerou "sensual", mas de uma forma menos controversa do que Erotica.[7] Além disso, o segundo single, "Take a Bow", permaneceu em primeiro lugar nos Estados Unidos por sete semanas consecutivas, dando a Madonna o recorde de artista feminina com o maior número de canções número um no país até então.[7][8]
Após a recepção "calorosa" de Bedtime Stories, a artista quis capitalizar a atenção renovada da crítica à sua música e continuou seus esforços para se reconectar com seu público.[5][9] Isso levou à criação de Something to Remember, uma compilação de suas baladas favoritas gravadas entre 1984 e 1995, que incluía singles não presentes em nenhum de seus discos anteriores, "raridades", maiores sucessos e outras faixas diversas mostrando seu "lado mais doce".[5][9] De acordo com o biógrafo Mark Bego, o álbum proporcionou à cantora a oportunidade de refletir sobre sua carreira e revisitar algumas das canções que "definiram seu estrelato".[10] O objetivo da artista era lembrar ao público que havia "mais nela do que a controvérsia que a cercou quase desde o início de sua carreira".[1] Nas notas do encarte do álbum, ela elaborou:
Desenvolvimento
Durante anos, as pessoas me perguntaram quando eu lançaria uma coletânea de baladas. Depois de "Take a Bow", pareceu que o momento era oportuno.
A música mais antiga de Madonna a aparecer na compilação é sua versão de "Love Don't Live Here Anymore" — originalmente da banda Rose Royce—, que apareceu pela primeira vez em Like a Virgin.[11] Também foram incluídas "algumas das baladas mais importantes da artista", de acordo com o biógrafo J. Randy Taraborrelli, incluindo os singles número um no Billboard Hot 100: "Crazy for You" — do filme Vision Quest (1985) — e "Live to Tell" — de At Close Range (1986) — que já haviam sido incluídos em The Immaculate Collection.[8][13][14] Também incluídas, em ordem cronológica, estavam "Oh Father" — de Like a Prayer (1989) —, "Something to Remember" — de I'm Breathless a trilha sonora de Dick Tracy (1990) —, "This Used to Be My Playground" — composta para o filme A League of Their Own (1992) —, "Rain" — de Erotica (1992) —, "I'll Remember" — o tema principal do filme With Honors (1994) —, "Take a Bow" e "Forbidden Love", as duas últimas de Bedtime Stories (1994), seu último álbum lançado até então.[8][13][15] Deve-se notar que esta foi a primeira vez que "This Used to Be My Playground" e "I'll Remember" apareceram em um álbum de Madonna.[8][16]
Madonna queria que o álbum fosse mais do que apenas uma coleção de baladas, pois desejava documentar a transformação artística pela qual estava passando. Embora tivesse começado sua carreira gravando principalmente músicas de outros compositores, ao longo dos anos ela começou a escrever suas próprias letras e produzir sua própria obra; ela sentia que, como resultado, as canções que escrevia eram melhores e mais importantes.[5] Para a artista, produzir Something to Remember foi uma experiência "emocional" porque ela pôde observar sua evolução artística desde o início de sua carreira.[5] Em uma entrevista para o jornalista Timothy White, da revista Billboard, ela refletiu sobre as músicas incluídas na coletânea e comentou:
Ouvir este álbum me levou a uma jornada pessoal. Cada música é como um mapa da minha vida. Eu não costumo ouvir meus discos depois de tê-los feito; passo para o próximo. E acho que na maioria das vezes, quando meus álbuns são lançados, as pessoas ficam tão distraídas com toda a badalação e controvérsia que ninguém presta atenção à música. Mas este é, em grande parte, uma retrospectiva, e eu só queria lançá-lo de uma forma bem direta. As músicas me deixam sem palavras, e eu as escrevi. Não é estranho? Não consigo descrever o quão dolorosa é para mim cantar "Like a Virgin" ou "Material Girl" agora. Eu não escrevi nenhuma dessas músicas, e naquela época eu não me aprofundava nelas. [Mas] também me sinto mais conectada emocionalmente com a música que componho agora, então é mais prazeroso fazê-la.[17]
Gravação
Sessões com David Foster

Para o material inédito de Something to Remember, Madonna colaborou com o compositor e produtor canadense David Foster, que já havia trabalhado com artistas como Barbra Streisand, LeAnn Rimes, Babyface, Michael Jackson e Earth, Wind & Fire, entre outros.[13][18] Foster ficou surpreso quando Madonna o contatou pela primeira vez para colaborar, pois achava que sua música não era "moderna" o suficiente para ela. Ele recebeu um telefonema de Liz Rosenberg — a assessora de imprensa da cantora — e alguns dias depois eles se encontraram no estúdio do produtor em Malibu para a primeira sessão.[18] Os dois criaram "You'll See" e "One More Chance" durante as intensas sessões de composição e gravação do álbum, que ocorreram no terceiro fim de semana de setembro de 1995 no Chartmaker Studios em Los Ángeles e no Brooklyn, Nova Iorque.[17][19][20] Esta data coincidiu com os seis meses de aulas de canto que Madonna teve com a professora Joan Leder para se preparar para o papel de Eva Perón no filme musical Evita (1996), de Alan Parker. Durante o treinamento vocal, ela desenvolveu um registo mais agudo que não sabia que possuía e usou as técnicas que tinha aprendido enquanto compunha as duas canções com Foster.[21]
Madonna e Foster também gravaram uma terceira canção "romântica" intitulada "I Can't Forget" com a intenção de incluí-la na coletânea, mas acabaram descartando-a da lista de faixas.[22] Pouco depois, eles trabalharam juntos novamente para gravar uma versão em espanhol de "You'll See", intitulada "Verás". A adaptação foi feita pelo cantor e compositor argentino Paz Martínez, e a gravação ocorreu no estúdio Crescent Moon de propriedade de Gloria e Emilio Estefan em Miami.[18][23][24] Embora Foster tenha observado que nem "One More Chance" nem "You'll See" foram "particularmente impressionantes", ele destacou que esta última havia sido "realmente interessante" por causa do arranjo que ele compôs e da "ótima letra" que Madonna escreveu. Ele também afirmou que gostou da experiência de trabalhar com ela, elogiando "sua pontualidade, profissionalismo e o quão sedutora ela é".[18]
Colaboração com o Massive Attack
Além de "You'll See" e "One More Chance", Madonna gravou uma versão "sensual" de "I Want You" — originalmente do cantor americano Marvin Gaye em 1976 — em colaboração com a banda britânica de trip hop Massive Attack.[9][25] Antes de ser incluída em Something to Remember, a música havia sido apresentada em Inner City Blues: The Music of Marvin Gaye, um álbum tributo da Motown dedicado ao cantor que contou com diversos artistas de diferentes gêneros musicais.[25][26] A gravadora havia pedido aos membros do Massive Attack que gravassem uma música do catálogo de Gaye e, além disso, que colaborassem com Chaka Khan. No entanto, Khan nunca compareceu às sessões, então sua participação foi descartada.[27] Embora Aaron Neville tenha sido creditado como vocalista, foi a produtora Nellee Hooper, que havia trabalhado com Madonna em Bedtime Stories, quem sugeriu que ela cantasse a música.[27][28]
A artista aceitou a proposta, pois era uma grande admiradora da música, então primeiro enviaram a partitura para ela e depois Hooper conseguiu organizar um encontro entre ela e os membros da banda para a gravação.[13][28][29] Robert "3D" Del Naja, um dos vocalistas da banda, e Hooper se encontraram com a cantora em Nova Iorque por dois dias; ela gravou os vocais no The Hit Factory e, posteriormente, os dois foram para o Wild Bunch Studios em Bristol para continuar a mixagem.[28][30][31] Del Naja reiterou que não houve efeitos especiais ou "truques" na voz da artista e enfatizou que ela havia sido "fantástica" e "muito profissional", elogiando também sua interpretação "apaixonadamente".[28][32] Impressionada com o resultado final, Madonna decidiu incluir "I Want You" como a primeira faixa de Something to Remember.[31]
Título e capa

Inicialmente intitulado I Want You,[33] o título do álbum vem da canção de mesmo nome, "Something to Remember", originalmente incluída na trilha sonora de I'm Breathless (1990).[8][34][35] De acordo com J. Randy Taraborrelli, a escolha de Madonna por esta canção, coescrita com Patrick Leonard, como título do álbum "provavelmente indica seus sentimentos em relação ao tema e, talvez, sua confiança de que receberia a atenção que não havia recebido anteriormente".[13] Para Erneso Assante, do jornal italiano La Repubblica, o título era "realmente apropriado" para o projeto, visto que era algo "radicalmente diferente do que Madonna produz constantemente, ou seja, música pop para consumo, para dançar por um tempo e depois esquecer rapidamente".[12]
A capa vem de um ensaio fotográfico que Madonna fez para a campanha Couture da Versace em 1995 com o fotógrafo peruano Mario Testino.[9][36] Inicialmente, o ensaio seria feito por Richard Avedon, mas a própria cantora contatou Testino para fotografá-la para a nova campanha da marca depois de ver seu trabalho em uma revista.[37] Testino, que nunca antes havia aceitado uma proposta com tal "alcance internacional", queria usar luz natural, algo difícil na época, então teve que transferir o ensaio — que estava acontecendo em Milão — para um prédio abandonado com grandes janelas. Donatella Versace ficou "mortificada" em levar a cantora a um lugar assim, então decidiu decorá-lo com móveis, cortinas, flores e velas.[38] A campanha foi um sucesso e Gianni Versace permitiu que o fotógrafo usasse seu sobrenome nos créditos; sobre isso, ele declarou: "Foi divertido. Quando mostrei as fotos para Gianni, ele disse: 'Eu sabia que você entenderia de moda'. A campanha apareceu com meu sobrenome; apenas os reis da fotografia são chamados pelo sobrenome. Seria o início de um longo relacionamento [com Madonna] que criou um novo mundo para mim".[36][38]
As imagens apareceram posteriormente em várias revistas de moda, e uma delas foi escolhida como capa do álbum de compilação,[39][40] mostrando Madonna encostada em uma parede em uma pose "meditativa" ou "absorta", usando um vestido de coctel branco justo e com o cabelo em um penteado liso e simples.[11][41] Projetado como o disco que atrairia um público amplo, a embalagem apresentava rosas vermelhas dentro e uma flor amarelo-dourada na contracapa, tirada pelo fotógrafo americano Dean Chamberlain, que Tirzah Agassi, do The Jerusalem Post, sentiu representar seu "núcleo reprodutivo".[11][19][42] Em outra fotografia incluída no encarte, ela está deitada em uma cama, com o decote aparecendo por baixo de seu vestido prateado "sensual" cravejado de joias; seus cabelos soltos escondem um de seus olhos, e ela exibe um olhar "sugestivo", que J. Randy Taraborrelli descreveu como "tímido, brincalhão e um pouco sexy".[13][43] A direção de arte e o design do álbum foram feitos por Greg Ross.[19]
Taraborrelli descreveu Madonna como "encantadora, muito cosmopolita", enquanto o biógrafo Daryl Easlea a caracterizou como "sóbria e sensata, de olhos fechados, pensativa, uma artista séria com baladas à altura".[9][13] Um editor do The Daily Vault considerou-a a melhor capa de álbum de sua carreira e comparou-a às capas da Vogue.[44] Olivia Mandel, do Daily Bruin, que achou a fotografia "sutil e elegante", sentiu que ela indicava uma "nova fase" em sua carreira.[41] Caroline Sullivan, do The Guardian, sugeriu que Madonna remover o piercing do nariz para a capa indicava que ela queria que o álbum fosse "julgado por seus próprios méritos".[45] Em seu livro Style Eruptions (2012), Henrik Vejlgaard observou que a artista soava como uma "espécie de camaleão" ao se apresentar de forma diferente em cada nova capa de álbum; no caso de Something to Remember, ele comentou que ela tinha o estilo de uma "modelo sensual e elegante".[46] Testino afirmou que Madonna "tem essa qualidade, essa inteligência que busca incansavelmente, sempre em movimento, sem deixar nada de fora".[47] Em novembro de 2013, a edição holandesa da revista Elle a considerou uma das capas "mais estilosas" de todos os tempos.[48]
Lançamento e reedições

Something to Remember é o décimo primeiro álbum de estúdio de Madonna.[5] Considerado uma das primeiras coletâneas de baladas, foi originalmente planejado para ser lançado no Natal, de acordo com uma reportagem da revista Music & Media.[33][49] Lançado em CD e cassete pela Maverick, Sire e Warner Bros. Records,[50] o álbum foi lançado pela primeira vez em 30 de outubro de 1995 na Austrália, Europa e Nova Zelândia,[51][52][53] exceto no Reino Unido, onde esteve disponível a partir de 6 de novembro.[54] Nos Estados Unidos, foi lançado no dia seguinte, enquanto no Japão, foi intitulado Best of Madonna: Ballad Collection e liberado pela WEA Japan em 10 de novembro.[16][49][55]
No mercado latino-americano, a coletânea incluiu "Verás", a versão em espanhol de "You'll See", como faixa bônus,[23][56] enquanto a edição japonesa adicionou "La isla bonita" do álbum True Blue (1986) como faixa bônus.[57] A decisão de incluí-la no Japão se deveu ao seu lançamento três meses antes como lado A duplo de "Human Nature", o último single de Bedtime Stories, e à sua recepção comercial favorável, alcançando o número 51 na parada oficial e vendendo um total de 56.260 cópias em CD naquele ano.[58][59] Something to Remember foi o último lançamento de Madonna com a Sire, sua gravadora por treze anos, um período que, segundo Easlea, "a viu criar alguns dos maiores sucessos da época e se tornar uma superestrela como nunca se tinha visto antes".[57]
O álbum foi relançado diversas vezes em CD e vinil. Entre 1998 e 2008, foi relançado no Japão e em outros territórios pela WEA International e Phantom Import Distribution; os relançamentos de 2004 e 2008 incluíram "Verás" como faixa bônus.[50][60][61] No início de julho de 2001, a WEA International lançou um box contendo todas as músicas de The Immaculate Collection no primeiro CD e todas as músicas de Something to Remember no segundo.[62] Em 2010, a Warner Bros. lançou a coletânea digitalmente e, três anos depois, foi lançada em vinil pela primeira vez pela Rhino.[50][63][52] Em setembro de 2016, esta última gravadora relançou o álbum em vinil, juntamente com outros discos da Madonna que haviam sido relançados nos EUA nesse mesmo formato ao longo do ano.[64][65]
Composição

Descrito como uma espécie de "sucessor" de The Immaculate Collection (1990), seu primeiro álbum de grandes sucessos,[11] Something to Remember é uma compilação de baladas gravadas de Like a Virgin (1984) até Bedtime Stories (1994).[6][12][66] Além de canções de amor de seus álbuns anteriores, combina outras "baladas sensuais" mais recentes, refletindo uma "certa maturidade em sua música" que acompanha "sua própria maturidade como artista de meia-idade", de acordo com o autor Anthony Julian Tamburri.[67] De acordo com Rikky Rooksby, em seu livro The Complete Guide to the Music of Madonna (2004), a seleção de faixas cria uma "unidade de humor" e a música transmite uma "sensação melancólica, atmosférica e emocionalmente introspectiva do início ao fim", de modo que o ouvinte pode ouvir o álbum "tarde da noite ou em uma manhã de domingo sem que isso prejudique as vibrações melodiosas".[11] Com isso, a cantora convida o público a se concentrar novamente em sua música, especialmente em seu material menos voltado para o dance. Segundo o autor, aqui há mais ênfase em "Madonna como cantora do que como artista controversa", portanto o álbum não apresenta os temas explicitamente sexuais presentes em seus dois discos de estúdio anteriores, Erotica e Bedtime Stories.[11] Da mesma forma, Leonardo Campos, do Plano Crítico, observou que se tratava de uma proposta que se afastava da sexualidade "expressiva" e da rebeldia para "flertar" com temas mais suaves, como o amor e o "melodrama musical", e que culminava no "confinamento do sexo por um tempo".[66]
Ao contrário do "clássico" soul de Gaye,[68] "I Want You" pertence ao gênero trip hop,[26][69] e a letra trata do desejo, no qual um amante não deseja mais o protagonista, que "está determinado a mudar de ideia".[11] A canção começa com uma longa introdução com uma batida de hip-hop que enfatiza o baixo e uma figura de cordas em semitom; Madonna interpreta a canção em um tom lento, lânguido e sensual, e seus vocais são acompanhados por algumas passagens sussurradas, que reaparecem na ponte. Um som eletrônico semelhante a um telefone tocando também está presente.[11] Uma versão orquestral também foi gravada, que encerra a coletânea. Nesse caso, a música foi reduzida apenas à voz da cantora e ao som das cordas, além de alguns toques de harpa e instrumentos de sopro que não são tão evidentes na outra versão.[16][29][70]
"You'll See" é uma balada pop com "tons latinos" que combina vários instrumentos, como piano, guitarra, cordas sintetizadas, violoncelo e bateria, criando uma atmosfera "melodramática" em consonância com o tom geral do álbum.[66][71][72] A versão em espanhol mantém os mesmos instrumentos de percussão para o arranjo, com a única adaptação sendo a mudança de idioma, que contrasta com a faixa em inglês.[66] A letra, que aborda temas de empoderamento e independência após o fim de um relacionamento amoroso, conta uma história de "perseverança desafiadora", na qual uma mulher deixa um relacionamento "frágil e prejudicial" e assume o controle de sua própria vida.[66][70][73] Enquanto isso, "One More Chance" é outra balada pop romântica com um violão acústico proeminente,[66][74] cuja letra fala da esperança de reconquistar um amor perdido e da necessidade de dar uma segunda chance.[69][70] "Love Don't Live Here Anymore" foi retrabalhada por David Reitzas, que incorporou mais cordas, mas manteve os vocais intactos da versão de Like a Virgin (1984).[75][76]
Recepção
Crítica profissional
| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| Allmusic | |
| Billboard | (Positiva)[78] |
| Entertainment Weekly | (A)[79] |
| Encyclopedia of Popular Music | |
| Robert Christgau | (negativa)[81] |
| The Rolling Stone Album Guide | |
| USA Today | |
| The Virgin Encyclopedia of Nineties Music | |
Criticamente, as resenhas para o Something to Remember foram geralmente positivas. Stan Hawkins, um dos autores do livro Baker's Biographical Dictionary of Popular Musicians Since 1990 (2004), declarou que a interpretação vocal de Madonna nas canções resultou em "um estilo vocal realmente maduro e profissional, com arranjos soberbamente elaborados".[85] Na mesma linha, Stephen Thomas Erlewine, do banco de dados Allmusic, afirmou que "isso demonstra que ela é uma cantora soberba cuja voz melhorou com a idade" e acrescentou que "nenhuma das faixas é de segunda categoria e as melhores canções de Something to Remember estão entre as melhores da música pop das décadas de 1980 e 1990".[77] Joe Lynch, da revista americana Billboard, chamou-o de uma coleção "elegante", enquanto Mark Bego observou que, apesar de suas recentes "momentos sexuais", era um "belo álbum, adornado com um forte sentimento unificador no reino das baladas".[10][86] Edna Gundersen, do USA Today, deu quatro de quatro estrelas e elogiou particularmente o "poder vocal e emocional" de "You'll See", a qual considerou "a prova mais clara até agora de que a ambiciosa loira é mais cantora do que celebridade".[83] Escrevendo na revista Entertainment Weekly, Ken Tucker deu nota "A" e opinou que "ao colocar suas baladas de maiores sucessos ("Live to Tell", "Crazy for You", "Take a Bow", etc.) em um novo contexto — ou seja, separados de sua música dance mais chamativa — Madonna os revitaliza, que é exatamente o que um bom álbum de compilação deve fazer".[79] Não muito distante, John Wirt, do The Advocate, observou que havia "simplicidade e sinceridade" em suas baladas e que a artista "consegue criar canções lentas com a mesma eficácia que faixas dance".[87]
Em resenha para o jornal brasileiro Tribuna da Imprensa, Jaime Biaggio opinou que "o CD reúne alguns dos melhores ('Live to Tell' e 'Rain') e piores (ela nunca deveria ter gravado 'Love Don't Live Here Anymore') [...] Vale dá uma segunda chance a subestimada 'Take a Bow'".[88] Nas palavras de Greg Forman, do The Post and Courier: "Há uma diferença importante entre ter uma ótima voz e ser uma grande cantora. Whitney Houston ou Mariah Carey podem cantar em círculos (e oitavas) ao redor da mulher mais famosa do planeta, mas Madonna, pela pura força de sua personalidade, vende suas baladas com um estilo que poucos cantores modernos conseguem igualar"[89] Para a autora Julia Holt, o álbum provou que a intérprete "podia cantar músicas lentas", enquanto Rikky Rooksby, que considerou a coleção de baladas "definidora de uma era", reconheceu a "longa jornada" que Madonna percorreu desde a "voz estridente e aguda" de seus primeiros sucessos até baladas como "You'll See".[90][91] Chuck Campbell, do Star-News, compartilhou esta última opinião, dizendo que ela havia melhorado "consideravelmente" desde "Crazy for You" e "Love Don't Live Here Anymore", que expuseram sua "fragilidade vocal".[92] Veículos de comunicação como El Universal destacaram o lado "mais calmo" e "mais romântico" da artista na obra, e Eduardo Viñuela, um dos editores do livro Bitch She's Madonna (2018), afirmou que a coletânea "agradou às vozes mais críticas e suavizou visivelmente sua imagem".[6][93]
Outras críticas também se concentraram em sua voz, mas de maneiras mais mistas. Caroline Sullivan, do The Guardian, afirmou que a coletânea destacava simultaneamente a "maior força e a maior fraqueza" de Madonna: "O aspecto relacionado ao gênero é de longe o mais atraente, mas os ritmos lentos expõem suas principais limitações como vocalista".[45] Jim Farber, do New York Daily News, considerou que focar em suas "habilidades de interpretação" nem sempre era uma boa ideia, como na faixa-título ou em "One More Chance", visto que sua "voz pequena" era mais expressiva quando mantida dentro de "limites estritos", como em "Live to Tell" ou "I'll Remember". Além disso, ele comentou que o material carecia de coesão, mas tinha uma "amplitude surpreendente" e demonstrava "o quão longe Madonna pode ir com seu instrumento limitado".[94] Outros críticos sentiram que Madonna estava simplesmente capitalizando em sua nova imagem para compensar o fracasso comercial de Erotica.[44] James Robert Parish e Michael R. Pitts, autores de Hollywood Songsters: Garland to O'Connor (2003), acreditavam que todo o desejo de "suavizar" sua imagem nesta compilação era, na verdade, parte de sua campanha para conseguir o "cobiçado papel principal" de Eva Perón no filme Evita (1996), uma opinião compartilhada por Jim Farber, do New York Daily News.[94][95] Sobre este ponto, o The Arizona Republic observou que "Madonna mais uma vez prova ser uma empresária astuta [...] ao se reposicionar com um público adulto que pode não estar realmente interessado em posições sexuais".[96] Ana Marta González, em seu ensaio Ficción e identidad: Ensayos de cultura postmoderna (2009), também acreditava que o lançamento era uma "nova estratégia" para a artista; ela observou que, com Something to Remember, Madonna declarou que havia aprendido a fazer as coisas com menos alarde e a dar maior destaque à música, "mas nem esse anúncio explícito nem a zelosa proteção de sua vida privada que ela buscou desde então foram capazes de dissipar a suspeita de que se trata de uma nova estratégia. A ficção engoliu não só a realidade, mas também a pretensão da realidade".[97]
Reconhecimento

Timothy White, da Billboard, classificou Something to Remember como o quinto melhor álbum de 1995, e esteve entre os favoritos de Anne-Marie Nicol, vice-presidente de desenvolvimento artístico da Warner Music International.[98][99] Em sua edição de décimo aniversário, a revista Hits o classificou em 38º lugar em sua lista dos 50 melhores discos do ano.[100] Em uma pesquisa realizada pelo Jornal do Brasil, foi eleito o melhor álbum estrangeiro de 1996, com mais de 300 votos, e Madonna foi escolhida como a melhor artista feminina internacional.[101] Ela também recebeu o prêmio de melhor artista feminina internacional no Prêmio Multishow de Música Brasileira de 1996 e esteve entre os indicados a melhor cantora estrangeira no Žebřík Music Awards, na República Tcheca.[102][103] Dado o forte desempenho comercial do álbum na Alemanha, ela também ganhou o prêmio de Melhor Artista Internacional Feminina de Pop/Rock no Echo Awards em fevereiro de 1996.[104] Nesse mesmo mês, a coletânea era o terceiro álbum mais vendido da Warner Bros. Publications, atrás de Insomniac de Green Day, e da trilha sonora de Waiting To Exhale.[105]
Segundo David Sprague, da revista Billboard, Something to Remember exemplificou a nova tendência entre as gravadoras de lançar coletâneas de "grandes baladas" ao lado de material "mais suave", como If We Fall in Love Tonight de Rod Stewart e Love Songs de Elton John, ambos de 1996, com o objetivo de atrair um público mais maduro. De acordo com o jornalista, o sucesso comercial tanto do álbum quanto do single "You'll See" levou a Warner Bros. a lançar a coletânea de Stewart em novembro de 1996, um ano depois da de Madonna. A respeito disso, Arnold Stiefel, empresário do cantor, comentou: "Fiquei muito impressionado, mas não surpreso, com o sucesso que a Warner Bros. teve com Something to Remember, e achei que a ideia seria perfeita para Rod".[106] Em agosto de 1996, mês que coincidiu com seu aniversário, os fãs de Madonna organizaram um festival dedicado a ela nos Estados Unidos, intitulado "Something to Remember".[107]
Em um artigo para o Metro Silicon Valley, a acadêmica Gina Arnold chamou-o de "triunfo" e de uma "coleção rara que tem tanto um tema — baladas — quanto uma dose de inspiração", que parece "fresca e familiar". Ela também questionou a censura e as críticas negativas que Madonna enfrentou nos anos anteriores e sentiu que o álbum também era uma "refutação de sua imagem popular". Finalmente, a autora enfatizou que a cantora não é meramente uma artista que "apenas junta alguns sucessos" e que esse "senso de integridade a torna quase única". Ela concluiu: "O fato de Madonna ter continuado a produzir algumas das músicas mais agradáveis dos últimos treze anos é uma vitória, não tanto para as mulheres, mas para o uso judicioso da inteligência, da sabedoria e do respeito próprio em um mundo onde essas coisas não são exatamente abundantes. Isso é algo para se lembrar".[14]
Desempenho comercial
Nos Estados Unidos, Something to Remember estreou em sexto lugar na parada Billboard 200, na edição publicada em 25 de novembro de 1995, vendendo 113 mil cópias em seus primeiros sete dias.[108][109][nota 1] Foi a segunda maior estreia da semana, depois do álbum autointitulado, do Alice in Chains, e o décimo disco de Madonna a listar entre os dez primeiros colocados na tabela.[108][nota 2] Permaneceu no top 10 apenas naquela semana e totalizou 34 edições na parada, até 13 de julho de 1996, quando fez sua última aparição, na posição 194; encerrou o ano como o 36.º disco mais bem posicionado na Billboard 200.[112][113][114] Em novembro de 1996, quando Something to Remember foi certificado como platina dupla pela Recording Industry Association of America (RIAA), tornou-se o nono álbum multiplatina de Madonna, convertendo-a na segunda artista feminina mais premiada depois de Barbra Streisand.[115] Quatro anos depois, em outubro de 2000, recebeu uma terceira certificação de platina por vendas de três milhões de unidades no país; de acordo com a Nielsen SoundScan, foram compradas 2.102.000 cópias da obra até dezembro de 2016.[116][117][118] Este número é adicional às 179.000 cópias vendidas através de clubes de música por correspondência, como o BMG Music Club, até fevereiro de 2003.[119]
No Canadá, Something to Remember entrou em 20 de novembro de 1995 ocupando o segundo lugar na parada RPM Top 100 Albums, atrás de Jagged Little Pill, de Alanis Morissette, que estava em sua terceira semana consecutiva no cume.[120] Permanecendo um total de 28 semanas na parada, até 3 de junho do ano seguinte, terminou no 91.º e 28º lugar entre os álbuns mais adquiridos de 1995 e 1996, respectivamente.[121][122][123] Também alcançou o quarto lugar na parada compilada pela revista The Record, também do Canadá, e foi certificado como platina dupla pela então Canadian Recording Industry Association (CRIA) por vendas de 200 mil cópias no país.[124][125]
El deseo de oír tu voz, de Cristian Castro, impediu que Something to Remember alcançasse o primeiro lugar na parada musical da Argentina, onde também recebeu dois discos de platina pela Cámara Argentina de Productores de Fonogramas y Videogramas (CAPIF) após vender 120 mil cópias.[126][127] No Brasil, alcançou o quarto lugar na edição de 12 de dezembro de 1995, e a entidade certificadora do país concedeu-lhe dois discos de ouro; até 1997, o álbum já havia vendido mais de 350 mil cópias.[128][129][130] No Chile, alcançou o terceiro lugar na parada da APF.[131]
Na Europa, Something to Remember obteve bons resultados comerciais. Na parada European Top 100 Albums, monitorada pela revista Music & Media, a compilação estreou em quarto lugar em 25 de novembro;[132] permaneceu entre os dez primeiros nas edições subsequentes da publicação e, em 3 de fevereiro de 1996, em sua décima primeira semana, alcançou o terceiro lugar — atrás apenas de Made in Heaven, da banda britânica Queen, e The Memory of Trees, da cantora irlandesa Enya—[133] com um aumento de 17,7% em pontos, pelo qual recebeu o prêmio Sales Breaker.[134][135] Permaneceu no gráfico por um total de vinte e oito semanas, e foi o décimo quarto álbum de maior sucesso do ano na Europa.[136][137] Em julho de 1997, a International Federation of the Phonographic Industry (IFPI) certificou-o como platina tripla reconhecendo três milhões de exemplares adquiridos no continente.[138]
Chegou ao primeiro lugar na Áustria, Estónia, Finlândia e Itália.[63][139][140][141] Na Itália, passou várias semanas na vice-liderança antes de finalmente alcançar o topo, na sua sexta semana, o que o site Adnkronos considerou um "feito bastante inesperado".[142] Alguns meses após o seu lançamento, especificamente nos primeiros dias de janeiro de 1996, já tinha vendido 420 mil cópias no país e, de acordo com a Federazione Industria Musicale Italiana (FIMI), foi um dos álbuns mais vendidos desse ano, com mais de meio milhão de unidades comercializadas, ajudando a Warner Music Italy a liderar as tabelas de quota de mercado da temporada com 21,69%. Em janeiro de 1997, as vendas já tinham ultrapassado as 560 mil cópias.[143][144][145] Entretanto, na Finlândia, tornou-se o sexto disco número um de Madonna, permanecendo lá por um total de 21 semanas, 10 delas em primeiro lugar.[146] Também recebeu certificação de platina dupla da Musiikkituottajat e vendeu 93.043 cópias no total; até 2013, esse valor o convertia no segundo álbum mais comprado de uma artista feminina solo internacional na história do país, atrás apenas de Let's Talk About Love (1997), da canadense Céline Dion, bem como o décimo segundo disco estrangeiro mais comprado no geral.[147][148] Ficou na vice-liderança na Alemanha, Dinamarca e Hungria,[52][149][150] onde recebeu um disco de platina por vender meio milhão de unidades,[151] o terceiro lugar em Portugal, Suécia e Suíça, e o quarto na região da Valônia, na Bélgica.[152][153]
Em solo britânico, debutou no terceiro posto da parada UK Albums Chart em 18 de novembro, logo atrás de Made in Heaven, de Queen e (What's the Story) Morning Glory?, de Oasis, respectivamente; de acordo com a revista Hit Music!, as vendas da obra nos formatos CD e cassete representaram 78% e 22%, respectivamente, do total de vendas durante os primeiros sete dias de lançamento.[154][155] Este foi o décimo lançamento de Madonna entre os dez primeiros e permaneceu na parada por um total de 36 semanas, doze delas no top 10;[156] Terminou como o décimo primeiro álbum mais comprado em 1995 e o 64.º em 1996.[157][158] No final de março de 1996, já tinha vendido 830 mil cópias e, em abril de 1997, a British Phonographic Industry (BPI) atribuiu-lhe três certificados de platina; em junho de 2019, o número tinha aumentado para 880 mil unidades, tornando-o o oitavo disco mais vendido da intérprete no país.[159][160][161]
Na Austrália, Something to Remember estreou em segundo lugar em 19 de novembro e, na edição seguinte, subiu ao topo da parada oficial, marcando a segunda compilação de Madonna a alcançar a liderança, depois de The Immaculate Collection, bem como seu sexto álbum no posto.[51][162] Permaneceu na parada por um total de dezenove atualizações, dez delas nos dez primeiros, e terminou como o décimo nono disco mais comprado em 1995 e o vigésimo oitavo em 1996.[51][163][164] Em setembro de 1999, a Australian Recording Industry Association (ARIA) certificou-o quatro vezes com platina por vendas de 280 mil cópias.[165] Debutou no número 39 da tabela da Nova Zelândia, em 3 de dezembro, mas só dois meses depois, na edição de 4 de fevereiro de 1996, alcançou sua posição máxima, a oitava. Permaneceu na parada por um total de treze semanas e foi certificado de platina pela Recorded Music NZ (RMNZ) após comercializar 15 mil réplicas.[53][166]
Na edição de 10 de novembro, Something to Remember substituiu a coletânea Design of a Decade: 1986–1996, de Janet Jackson, no primeiro lugar da parada de Singapura, e permaneceu lá até a semana de 12 de janeiro do ano seguinte.[167][168] No Japão, alcançou o nono lugar na parada Oricon e permaneceu na mesma por um total de dezenove semanas.[169] Vendeu 101.470 cópias somente em 1995 — o 213.º disco mais vendido daquele ano —, e outras 251.210 em 1996, ficando em 99.º lugar entre os mais comprados daquele ano.[169][170] Em maio de 1997, a Recording Industry Association of Japan (RIAJ) certificou-o com duas placas de platina reconhecendo a distribuição de 400 mil cópias.[55] Em agosto de 2001, 70 mil unidades tinham sido adquiridas em Israel, enquanto na África do Sul, embora tenha alcançado apenas o número 32, recebeu um certificado de ouro pela Recording Industry of South Africa (RISA) por vender 25 mil exemplares no país até janeiro de 2002.[171][172]
Promoção

Como Something to Remember foi lançado ao mesmo tempo em que Madonna se preparava para trabalhar em Evita, a promoção acabou tornando-se limitada. As aparições promocionais da intérprete a apresentavam sob uma imagem mais discreta que, segundo Alwyn W. Turner em The Rough Guide to Rock (2003), dava a impressão de que "ela estava determinada a deixar a música em primeiro plano por um tempo".[9][173] Antes do lançamento, a cantora concedeu uma entrevista ao jornalista da Billboard, Timothy White, que foi publicada na edição de 30 de setembro de 1995.[17] A Maverick e a Warner Bros. lançaram oficialmente o site de Madonna para promover o álbum.[8][174] Foi uma das primeiras páginas na Internet a usar o RealAudio 2.0; uma tecnologia aprimorada que permitia que os navegadores reproduzissem a música automaticamente em vez de baixá-la, o que demorava mais.[174] No Reino Unido, os comerciais foram transmitidos em todo o país no Channel 4 e ITV, e houve exposições nas lojas com vários cartazes e anúncios na imprensa musical.[54]
A MTV exibiu um especial de televisão também intitulado Something to Remember, que incluiu alguns dos principais videoclipes de Madonna, desde seus primeiros trabalhos com "Crazy for You " até "Rain", bem como entrevistas antigas e mais recentes que "ajudaram a fornecer uma visão geral de sua carreira de 15 anos". O especial permitiu que os fãs comparassem diferentes momentos da vida profissional e pessoal da artista.[175] A cantora estampou as capas das revistas Max, NME e Spin, onde discutiu, entre outros tópicos, o significado das letras de "You'll See" e "One More Chance".[176][177][178] De fato, um dos locais da entrevista para a Spin foi um estúdio de gravação em Londres durante as sessões da trilha sonora de Evita.[178]
Em 2 de novembro, enquanto ainda estava em Londres gravando o filme, Madonna apresentou "You'll See" no programa Top of the Pops, da BBC; foi a primeira aparição da cantora desde 13 de dezembro de 1984, quando ela apareceu para promover o single "Like a Virgin".[179][180][181] Mais tarde naquele mês, ela apareceu no VH1 to One, apresentado por Jane Pratt, naquela que a emissora considerou a "única grande aparição de Madonna na televisão" naquele ano.[182] Finalmente, em dezembro, foi ao ar uma entrevista que a artista concedeu ao repórter Forrest Sawyer, para programa PrimeTime Live, da ABC.[183]
Singles

Originalmente, "I Want You" estava planejado para ser lançado como o primeiro single de Something to Remember; os planos incluíam um lançamento em grande escala, e discos de vinil promocionais de 12" polegadas contendo remixes produzidos pelo DJ Junior Vasquez chegaram a ser fabricados.[29][184][185] No entanto, o lançamento comercial teve que ser cancelado no último minuto devido a disputas contratuais entre a Maverick e a Motown, que detinha os direitos da música.[184][186] Apesar do cancelamento, um videoclipe dirigido por Earle Sebastian, que também produziu o álbum tributo de Gaye, foi filmado e estreou no VH1 em 2 de outubro de 1995.[25] Gravado inteiramente em preto e branco, é inspirado e presta homenagem ao conto "A Telephone Call" da poetisa e dramaturga americana Dorothy Parker.[69][186] A trama se desenrola em um quarto de hotel na década de 1970. A música, ambientada em 1960, apresenta a personagem de Madonna aguardando impacientemente um telefonema; em junho de 2003, foi classificado pela Slant Magazine em 55º lugar na lista dos 100 Maiores Videoclipes de Todos os Tempos.[187]
"You'll See" tornou-se o primeiro single do projeto, que estreou em 18 de outubro de 1995, no fórum de rádio do site oficial da Warner Bros. Records. [188][189][190] Um mês depois, especificamente em 21 de novembro, foi lançado comercialmente.[72][191] Ficou entre os dez primeiros nas paradas da Austrália, Áustria, Canadá, Finlândia, Reino Unido, Suécia e Suíça, entre outros territórios,[191][192][156] e alcançou o sexto lugar na parada estadunidense Billboard Hot 100.[193] Nesta última, representou o 29.º lançamento de Madonna a constar nas dez primeiras colocações — a terceira artista com mais entradas no top 10 na era do rock —, atrás de Elvis Presley e The Beatles — e, com ele, a intérprete conseguiu emplacar pelo menos um single em cada posição de um a dez, um feito compartilhado apenas com Aretha Franklin e Marvin Gaye.[194][195][196] Enquanto isso, "Verás", que foi lançado em um CD promocional exclusivamente para o mercado hispanófono,[197] alcançou a liderança no Chile e no Panamá, o segundo lugar em El Salvador, o terceiro na Bolívia e no México e o sexto na Venezuela.[198] Dirigido pelo americano Michael Haussman, o videoclipe foi o primeiro de Madonna a ser apresentado como uma sequência ou continuação de um anterior; neste caso, revisitou o enredo de "Take a Bow" sobre sua história de amor com o toureiro espanhol Emilio Muñoz.[69][199][200]
Originalmente, "Oh Father" já havia sido lançado como single do álbum Like a Prayer em 1989, mas apenas na América do Norte. Por esse motivo, quando a música foi incluída em Something to Remember, a Maverick e a Warner Bros. decidiram lançá-lo como o segundo foco de promoção da coletânea apenas no Reino Unido e em alguns países europeus em 27 de dezembro de 1995.[201][202][203] Após o lançamento, alcançou o sexto lugar na Finlândia e na Itália,[204][205] bem como o décimo sexto no Reino Unido e o vigésimo quinto na Irlanda.[156][206] A Maverick lançou "One More Chance" em 10 de março de 1996 na Austrália, Europa e Japão,[207][208] exceto no Reino Unido, onde foi lançado no dia seguinte como a terceira música de trabalho do álbum.[209] Não foi lançado nos Estados Unidos e nenhum videoclipe foi filmado para promovê-lo.[210] A recepção comercial foi mais modesta, listando-se entre os dez primeiros apenas na Itália, onde atingiu o segundo lugar,[211] enquanto em outros mercados alcançou as posições 11 no Reino Unido, 12 na Finlândia, 35 na Austrália e 39 na Suécia.[156][207][208]
Em 19 de março de 1996, "Love Don't Live Here Anymore" foi promovida nas rádios de sucessos contemporâneos e rítmicos dos Estados Unidos como o próximo lançamento de Something to Remember.[212][213] Também serviu como o segundo e último single do álbum no país, após "You'll See",[75][76] Contudo, tornou-se a canção de menor sucesso de Madonna até então na parada de seu país natal, chegando apenas a posição 78 na Billboard Hot 100; em outros mercados musicais, alcançou o pico na posição 24 no Canadá, 27 na Austrália e 48 na França.[10][214][215] Dirigido pelo fotógrafo Jean-Baptiste Mondino, o videoclipe foi filmado na Confitería del Molino em Buenos Aires, em março de 1996, durante um intervalo das filmagens do filme Evita, estrelado por Madonna.[216][217][218] Filmado em um único take e em tons sépia, mostra a câmera lentamente dando um zoom na cantora enquanto ela circula tristemente um grande pilar no meio de uma suíte vazia em um hotel de luxo abandonado.[216]
Alinhamento de Faixas
| Something to Remember – Edição padrão[219] | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Compositor(es) | Produtor(es) | Duração | |
| 1. | "I Want You" (com Massive Attack) |
| Nellee Hooper | 6:23 | |
| 2. | "I'll Remember" (Tema do Filme With Honors) |
|
| 4:22 | |
| 3. | "Take a Bow" |
|
| 5:21 | |
| 4. | "You'll See" |
|
| 4:38 | |
| 5. | "Crazy for You" |
| John "Jellybean" Benitez | 4:02 | |
| 6. | "This Used to Be My Playground" |
|
| 5:08 | |
| 7. | "Live to Tell" |
|
| 5:51 | |
| 8. | "Love Don't Live Here Anymore" (Remix) | Miles Gregory |
| 4:53 | |
| 9. | "Something to Remember" |
|
| 5:02 | |
| 10. | "Forbidden Love" |
|
| 4:08 | |
| 11. | "One More Chance" |
|
| 4:27 | |
| 12. | "Rain" |
|
| 5:24 | |
| 13. | "Oh Father" |
|
| 4:57 | |
| 14. | "I Want You" (Orquestral) (com Massive Attack) |
| Hooper | 6:04 | |
| Duração total: | 1:11:08 | ||||
| Something to Remember – edição hispano-americana (faixa bônus)[220] | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Compositor(es) | Produtor(es) | Duração | |
| 15. | "Verás" (Versão em espanhol de "You'll See") |
|
| 4:21 | |
| Duração total: | 1:15:29 | ||||
| Best of Madonna: Ballad Collection – edição japonesa (faixa bônus)[169] | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Compositor(es) | Produtor(es) | Duração | |
| 15. | "La Isla Bonita" |
|
| 4:02 | |
| Duração total: | 1:15:10 | ||||
Notas
- ↑a significa um remixador
Créditos
Créditos adaptados das notas principais do álbum.[19]
- Madonna – produtor, arranjador, vocal
- Babyface – produtor
- Dean Chamberlain – fotografia
- Felipe Elgueta – assistente, engenheiro assistente, assistente de mixagem
- David Foster – produtor, arranjador, teclados
- Simon Franglen – programação, synclavier
- Nellee Hooper – produtor
- Jellybean – produtor
- Suzie Katayama – violoncelo
- Patrick Leonard – produtor
- Massive Attack – artista convidado
- Rob Mounsey – arranjador
- Jan Mullaney – teclados
- Dean Parks – violão
- Shep Pettibone – produtor
- Dave Reitzas – produtor, engenheiro, mixagem
- Ronnie Rivera – assistente, engenheiro assistente, assistente de mixagem
- Nile Rodgers – produtor
- Greg Ross – direção de arte , design
- Mario Testino – fotografia
- Michael Thompson – guitarra elétrica
- Michael Hart Thompson – guitarra elétrica
Tabelas musicais
Tabelas semanais
Tabelas anuais
|
Vendas e certificações
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Histórico de lançamento
| Região | Data | Formato | Gravadora |
|---|---|---|---|
| França[249][250] | 3 de novembro de 1995 | CD, cassette | Maverick Records, Warner Bros. Records |
| Alemanha[251][252] | |||
| Itália[253] | CD | ||
| Reino Unido[254] | 6 de novembro de 1995 | ||
| Estados Unidos[219][255] | 7 de novembro de 1995 | CD, cassete | |
| Japão[169] | 10 de novembro de 1995 | CD | |
| Alemanha[256] | 27 de setembro de 2013 | vinil | Rhino Entertainment, Warner Bros. Records |
| Reino Unido[257] | 30 de setembro de 2013 |
Notas
- ↑ Um artigo do The New York Times relatou que foram, especificamente, 112 600 exemplares vendidos na primeira semana.[110]
- ↑ Seguindo Madonna (número 8), Like a Virgin (número 1), True Blue (número 1), Who's That Girl (número 7), Like a Prayer (número 1), I'm Breathless (número 2), The Immaculate Collection (número 2), Erotica (número 2) e Bedtime Stories (número 3).[111]
Referências
- 1 2 3 4 5 6 Taraborrelli 2002, p. 261
- 1 2 Morgan 2015, p. 178
- 1 2 Taraborrelli 2002, p. 255
- ↑ Barneda 2016, p. 66
- 1 2 3 4 5 6 Koopmans 2003, p. 94
- 1 2 3 Viñuela 2018, p. 83
- 1 2 3 Koopmans 2003, pp. 92-93
- 1 2 3 4 5 6 7 «Madonna» (em inglês). Sitio oficial da Warner Bros. Records. Consultado em 22 de junho de 2020. Arquivado do original em 3 de Novembro de 2013
- 1 2 3 4 5 6 Easlea & Fiegel 2012, p. 133
- 1 2 3 Bego 2000, p. 298
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Rooksby 2004, pp. 84-85
- 1 2 3 Assante, Ernesto (4 de novembro de 1995). «Lady Madonna Ha Qualcosa Da Ricordare». La Repubblica (em italiano). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 3 4 5 6 7 Taraborrelli 2002, pp. 262-264
- 1 2 Arnold, Gina (4 de janeiro de 1996). «Media provocateur Madonna is a hardworking role model» (em inglês). Metro Silicon Valley. Consultado em 22 de janeiro de 2023
- ↑ Bowen, Eugene (5 de fevereiro de 1996). «Records: Madonna - Something to Remember». The Michigan Daily. p. 3. Arquivado do original em 19 de fevereiro de 2020
- 1 2 3 Erlewine, Stephen Thomas. «Madonna > Something to Remember > Overview». AllMusic (em inglês). Consultado em 22 de dezembro de 2024
- 1 2 3 White, Timothy (30 de setembro de 1995). «'Something' In The Way She Grieves» (PDf) (em inglês). Billboard. p. 5. ISSN 0006-2510. Consultado em 31 de março de 2020
- 1 2 3 4 Foster 2008, pp. 130-133
- 1 2 3 4 «Something to Remember» (Encarte). Madonna. Maverick Records, Warner Bros. Records. 1996. 9 46100-2
- ↑ Verna, Paul (30 de março de 1996). «Brooklyn Brings Cream Of Recording Industry To L.A.». Billboard (em inglês). p. 47. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Victor 2001, p. 4
- ↑ Cavalcanti, Paulo (16 de agosto de 2018). «Dez gravações raras e obscuras de Madonna». Rolling Stone. Brasil. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 Juan, Mocciaro (10 de outubro de 2021). «Entrevista con Paz Martínez: «Crecí entre Beatles y Chalchaleros»». Diario Río Negro (em espanhol). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «Audio Track > Other Locations» (PDF). Billboard (em inglês). 10 de fevereiro de 1996. p. 47. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 3 «Motown Set Honors Marvin Gaye» (PDF) (em inglês). Billboard. 14 de outubro de 1995. p. 76. ISSN 0006-2510. Consultado em 31 de março de 2020
- 1 2 Erlewine, Stephen Thomas. «Various Artists - Inner City Blues: The Music of Marvin Gaye» (em inglês). AllMusic. Consultado em 22 de junho de 2020
- 1 2 McLean, Craig (novembro de 1995). «Unique 3 from». The Face (em inglês). ISSN 0263-1210. Consultado em 5 de setembro de 2024
- 1 2 3 4 Meldrum, Molly (julho de 1998). «Interview with Massive Attack». Channel V Australia (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2024
- 1 2 3 «Info > I Want You». Sitio oficial de Massive Attack (em inglês). Consultado em 22 de dezembro de 2024
- ↑ Cashmere, Paul (1998). «Massive Attack visit the Mezzanine level of Undercover». Undercover (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2024
- 1 2 «Rays Of Light: Madonna, Beyond The Hits». The Quietus (em inglês). 24 de julho de 2018. Consultado em 5 de setembro de 2024
- ↑ Tortorici, Frank (2 de abril de 1998). «Trip-Hop Pioneers Launch Massive Attack On U.S.». MTV News (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2024
- 1 2 Cairo, Raúl (19 de agosto de 1995). «Short Takes» (PDF). Music & Media (em inglês). p. 19. OCLC 29800226. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Rooksby 2004, p. 73
- ↑ Considine, J. D. (7 de novembro de 1995). «Album review: The ballads of 'Something to Remember' remind us that there is a voice as well as an image». The Baltimore Sun (em inglês). Consultado em 18 de março de 2010
- 1 2 Collado, Noelia (13 de março de 2016). «En el apartamento privado de Donatella Versace». El País (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «Q&A with Mario Testino». CNN (em inglês). 13 de fevereiro de 2007. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 «Mario Testino recuerda que Madonna impulsó su carrera gracias a unas fotos para Versace». Radio Programas del Perú (em espanhol). 20 de maio de 2020. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «Mario Testino - Voguepedia». Vogue (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Andrews, 2022, p. 21
- 1 2 Mandel, Olivia (20 de novembro de 1995). «Sound Bites > Madonna - Something to Remember (Maverick)». Daily Bruin (em inglês). p. 20. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Agassi, Tirzah (28 de novembro de 1995). «Madonna sports a new, new look». The Jerusalem Post (em inglês). p. 7. ISSN 0021-597X
- ↑ Faith 1997, p. 155
- 1 2 «Something to Remember - Madonna». The Daily Vault (em inglês). 16 de fevereiro de 2006. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 Sullivan, Caroline (10 de novembro de 1995). «This week's Pop CD Releases: Madonna, Something to Remember (Maverick)». The Guardian (em inglês). p. 44. ISSN 0261-3077. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Vejlgaard 2012, pp. 50-51
- ↑ Espiño, Isabel (21 de setembro de 2010). «Mario Testino: 'De todas las mujeres que he fotografiado, me quedo con Kate Moss'». El Mundo (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «Zien! De 20 Meest Mödische Albumcovers Ever». Elle (em neerlandês). 13 de novembro de 2013. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 «Madonna > Discography > Something to Remember». Sitio oficial de Madonna (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 3 «Madonna > Something to Remember > Releases». AllMusic (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 3 4 «Madonna – Something to Remember (ARIA Charts)» (em inglês). ARIA Charts. Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 3 4 «Madonna – Something to Remember (GfK Entertainment Charts)» (em inglês). GfK Entertainment Charts. Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 3 «Madonna – Something to Remember (Recorded Music NZ)» (em inglês). Recorded Music NZ. Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 «Ad Focus» (PDF). Music Week (em inglês). 4 de novembro de 1995. p. 30. ISSN 0265-1548. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 3 «Certificações (Japão) (álbum) – Madonna – Something to Remember» (PDF) (em japonês). Recording Industry Association of Japan. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ Fouz-Hernández & Jarman-Ivens 2004, p. 153
- 1 2 Easlea & Fiegel 2012, p. 134
- ↑ (agosto de 1995) Créditos do CD La Isla Bonita / Human Nature por Madonna.
- ↑ Single Chart-Book Complete Edition 1968-2010. Oricon Charts (em inglês). [S.l.: s.n.] 2012. ISBN 978-4-87131-088-8
- ↑ «Madonna > Something to Remember > (CD - Phantom Import Distribution)». AllMusic (em inglês). 62462042. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «Madonna > Something to Remember [Bonus Track] > (CD - WEA International)». AllMusic (em inglês). 46204. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Bush, John. «Madonna > Immaculate Collection/Something to Remember > (CD - WEA International)». AllMusic (em inglês). 47839. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 3 «Madonna – Something to Remember (Ö3 Austria Top 40)» (em inglês). Ö3 Austria Top 40. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Madonna - Something To Remember (180-Gram Vinyl)». Rhino (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Caulfield, Keith (3 de setembro de 2016). «Monkees, Madonna Get Into Vinyl Groove» (PDF). Billboard (em inglês). p. 88. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 3 4 5 6 Campos, Leonardo (15 de agosto de 2019). «Crítica | "Something to Remember" — Madonna». Plano Crítico. Consultado em 22 de dezembro de 2024
- ↑ LaGumina et al. 2003, p. 354
- ↑ Casas, Daniel (14 de junho de 2019). «Así se reinventó Madonna en su carrera musical». El Tiempo (em espanhol). Consultado em 22 de dezembro de 2024
- 1 2 3 4 Falconi 2017, p. 88
- 1 2 3 Rooksby 2004, pp. 86-88
- ↑ Flick, Larry (4 de novembro de 1995). «Reviews & Previews» (PDF). Billboard (em inglês). p. 94. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de dezembro de 2024
- 1 2 Promis, José F. «You'll See [US CD Single #1] - Madonna (CD - Maverick / Warner Bros. #17719)». AllMusic (em inglês). Consultado em 22 de dezembro de 2024
- ↑ Eames, Tom (28 de junho de 2023). «Madonna's 20 greatest songs ever, ranked». Smooth Radio (em inglês). Consultado em 22 de dezembro de 2024
- ↑ Graham, Adam (1 de outubro de 2015). «Madonna: 10 cuts beyond the hits». The Detroit News (em inglês). Consultado em 22 de dezembro de 2024
- 1 2 Promis, José F. «Love Don't Live Here Anymore [US Single] - Madonna». AllMusic (em inglês). Consultado em 22 de dezembro de 2024
- 1 2 Flick, Larry (6 de abril de 1996). «Reviews & Previews» (PDF). Billboard (em inglês). p. 96. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de dezembro de 2024
- 1 2 Stephen Thomas Erlewine. «Something to Remember - Madonna». Allmusic. Rovi Corporation. Consultado em 20 de fevereiro de 2013
- ↑ Thimothy White (30 de setembro de 1995). «'Something' In The Way She Grieves». Nielsen Business Media, Inc. Billboard. 107 (39). 5 páginas. ISSN 0006-2510. Consultado em 20 de fevereiro de 2013
- 1 2 Ken Tucker (24 de novembro de 1995). «Something To Remember». Entertainment Weekly. Time Inc. Consultado em 20 de fevereiro de 2013
- ↑ Larkin, Colin (2006). Encyclopedia of Popular Music. Muze (em inglês) 4 ed. [S.l.: s.n.] p. 427. ISBN 0-19-531373-9
- ↑ «Madonna reviews». Consultado em 8 de agosto de 2011
- ↑ «Madonna: Album Guide». Rolling Stone (em inglês). Consultado em 22 de dezembro de 2024
- 1 2 Gundersen, Edna (21 de novembro de 1995). «Stones' `Stripped' solid; Madonna `Something' to savor». USA Today. Gannett Company. Consultado em 24 de novembro de 2011
- ↑ Larkin, Colin (2000). The Virgin Encyclopedia of Nineties Music. Virgin Books (em inglês). [S.l.: s.n.] p. 246. ISBN 9780753504277. Consultado em 22 de dezembro de 2024 – via Internet Archive
- ↑ Wasserstein & Freeland 2004, p. 405
- ↑ Lynch, Joe (14 de julho de 2016). «Madonna's 'Human Nature': Saluting the Unapologetic Anthem That Should Have Been a Smash Hit». Billboard (em inglês). Consultado em 30 de janeiro de 2026
- ↑ Wirt, John (24 de novembro de 1995). «Meat Loaf's rock theater still in his Neighborhood». The Advocate (em inglês). p. 7. ISSN 0001-8996
- ↑ Jaime Biaggio (28 de novembro de 1995). «Madonna: Something to Remember». Tribuna da Imprensa. Consultado em 1 de maio de 2017
- ↑ Forman, Greg (23 de novembro de 1995). «Is there life after thirty for today's female pop stars?». The Post and Courier (em inglês). 2482 (38). p. 31
- ↑ Holt 1998, p. 33
- ↑ Rooksby 2004, p. 7
- ↑ Campbell, Chuck (6 de dezembro de 1995). «Madonna has 'Something to Remember'». Star-News (em inglês). p. 47. Consultado em 30 de janeiro de 2026
- ↑ «Madonna, de 'virgen' a 'dulce duro'». El Universal (em inglês). 29 de abril de 2008. Consultado em 30 de janeiro de 2026
- 1 2 Farber, Jim (14 de novembro de 1995). «Big Names In Record Numbers From Madonna To Stones, This Season Boasts Enough Stars To Light Up The Tree At Rockefeller Center». New York Daily News (em inglês). Consultado em 30 de janeiro de 2026
- ↑ Parish & Pitts 2003, p. 528
- ↑ «Pop-music artists made big news during 1995». The Day (em inglês). 9 de janeiro de 1996. p. 13. Consultado em 30 de janeiro de 2026
- ↑ González 2009, p. 61
- ↑ «Artists & Music» (PDF) (em inglês). Billboard. 23 de dezembro de 1995. p. 36. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de janeiro de 2023
- ↑ «Industry Leaders» (PDF) (em inglês). Music & Media. 23 de dezembro de 1995. p. 20. OCLC 29800226
- ↑ «Top 50 Albums of the Year» (PDF) (em inglês). Hits. Agosto de 1996. p. 92. Consultado em 22 de janeiro de 2023
- ↑ «Imagens da cor do carvão». Jornal do Brasil. 1996. p. 103-104
- ↑ Clique no ano de 1996 e depois em "Vencedores". . «Vencedores 1996». Multishow. Consultado em 22 de janeiro de 2023
- ↑ «Historie (1996-1992)» (em checo). Anketa Žebřík. Consultado em 22 de janeiro de 2023
- ↑ «Echo 1996» (PDF) (em inglês). Billboard. 16 de março de 1996. p. 73. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de janeiro de 2023
- ↑ Lichtman, Irv (17 de fevereiro de 1996). «Print On Print» (em inglês). Billboard. p. 50. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de janeiro de 2023
- ↑ Sprague, David (23 de novembro de 1996). «New Sets Offer 'Greatest Ballads'» (PDF) (em inglês). Billboard. p. 15. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de janeiro de 2023
- ↑ Cooper, Mike (30 de agosto de 1996). «Music Now!» (PDF) (em inglês). The Hard Report. p. 42. Consultado em 22 de janeiro de 2023
- 1 2 3 «Madonna (Billboard 200)» (em inglês). Billboard. Consultado em 11 de março de 2020. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020
- ↑ Mayfield, Geoff (1 de dezembro de 2001). «Over the Counter > Incoming» (PDF). Billboard (em inglês). p. 87. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Straus, Neil (30 de novembro de 1995). «The Pop Life». The New York Times (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Caulfield, Keith (10 de abril de 2015). «Madonna's 21 Top 10 Albums: From 'Madonna' to 'Rebel Heart'». Billboard (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Mayfield, Geoff (18 de abril de 1998). «Between the Bullets > Stay a Little Longer» (PDF). Billboard (em inglês). p. 84. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «The Billboard 200 (continued)» (PDF). Billboard (em inglês). 13 de julho de 1996. p. 114. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 «1996 The Year in Billboard 200». Billboard (em inglês). Consultado em 18 de março de 2010
- ↑ «Morissette, Beatles In RIAA's November Certifications» (PDF). Billboard (em inglês). 14 de Dezembro de 1996. p. 54. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 «Certificações (Estados Unidos) (álbum) – Madonna – Something to Remember» (em inglês). Se necessário, clique em Advanced, depois clique em Format, depois selecione Album, depois clique em SEARCH. Recording Industry Association of America. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Jackson, Madonna, Streisand Move Ahead In October Certs». Billboard (em inglês). 11 de novembro de 2000. p. 110. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 Trust, Gary. «Ask Billboard: Madonna's Career Album Sales». Billboard
- 1 2 David, Barry (18 de fevereiro de 2003). «Shania, Backstreet, Britney, Emimen And Janet Top All Time Sellers» (em inglês). Music Industry News Network
- 1 2 «RPM Top 100 Albums» (em inglês). RPM. 20 de novembro de 1995. Consultado em 11 de março de 2020. Arquivado do original em 9 de janeiro de 2015
- ↑ «RPM Top 100 Albums» (PDF). RPM (em inglês). 3 de junho de 1996. p. 9. ISSN 0315-5994. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 «RPM Top 100 Albums (CDs & Cassettes) of 1995». RPM (em inglês). Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 «Top 100 Albums of 1996». RPM (em inglês). 17 de julho de 2013. Consultado em 22 de junho de 2020
- 1 2 «Hits of the World (Canada)» (PDF) (em inglês). Billboard. 10 de fevereiro de 1996. p. 52. ISSN 0006-2510. Consultado em 31 de março de 2020. Arquivado do original (PDF) em 1 de fevereiro de 2020
- 1 2 «Certificações (Canadá) (álbum) – Madonna – Something to Remember» (em inglês). Music Canada. Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 United Press International (20 de janeiro de 1996). «Discos populares en Latinoamérica» (em espanhol). Miami: El Siglo de Torreón. p. 29. Consultado em 31 de março de 2020. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020
- 1 2 «Certificações (Argentina) (álbum) – Madonna – Something to Remember» (em espanhol). Cámara Argentina de Productores de Fonogramas y Videogramas. Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 «CDs/Os mais vendidos». Jornal do Brasil. 12 de dezembro de 1995. p. 4. Consultado em 31 de março de 2020. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020
- 1 2 «Certificações (Brasil) (álbum) – Madonna – Something to Remember». Pro-Música Brasil. Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 «Lances & Apostas». CartaCapital. 1997. p. 54. Arquivado do original em 17 de fevereiro de 2020.
no país Something To Remember 350 mil cópias
- 1 2 «Hits of the World (Chile)» (PDF) (em inglês). Billboard. 24 de fevereiro de 1996. p. 45. ISSN 0006-2510. Consultado em 31 de março de 2020. Arquivado do original (PDF) em 1 de fevereiro de 2020
- ↑ «European Top 100 Albums» (PDF). Music & Media (em inglês). 25 de novembro de 1995. p. 19. OCLC 29800226. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 «Hits of the World» (PDF). Billboard (em inglês). 108 (10). Nielsen Company (Prometheus Global Media). 9 de março de 1996. p. 51. ISSN 0006-2510. Consultado em 11 de março de 2020. Arquivado do original (PDF) em 1 de fevereiro de 2020
- ↑ Dahmen, Ramon (2 de março de 1996). «Breakin' & Entering» (PDF). Music & Media (em inglês). p. 19. OCLC 29800226. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Dahmen, Ramon (2 de março de 1996). «Breakin' & Entering» (PDF). Music & Media (em inglês). p. 19. OCLC 29800226. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «European Top 100 Albums» (PDF). Music & Media (em inglês). 1 de junho de 1996. p. 14. OCLC 29800226. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 «Year End Sales Charts – European Top 100 Albums 1996» (PDF). Music & Media (em inglês). 31 de dezembro de 1996. p. 12. Consultado em 22 de junho de 2020
- 1 2 «IFPI Platinum Europe Awards - 1997» (em inglês). Federação Internacional da Indústria Fonográfica. Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 «Eesti Top 10 (Kassetid ja CD-d)» (em espanhol). Sõnumileht. 17 de janeiro de 1996. p. 17. Consultado em 31 de março de 2020. Arquivado do original (PDF) em 1 de fevereiro de 2020
- 1 2 «Madonna – Something to Remember (IFPI Finlândia)» (em inglês). IFPI Finlândia. Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 «Top National Sellers (Italy)» (PDF) (em inglês). Music & Media. 6 de janeiro de 1996. p. 11. OCLC 29800226. Consultado em 31 de março de 2020. Arquivado do original (PDF) em 1 de fevereiro de 2020
- ↑ «Madonna: In Attesa Di Un Figlio, E' Prima In Classifica». Adnkronos (em italiano). 18 de dezembro de 1995. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Venegoni, Marinella (4 de janeiro de 1996). «L'hit parade canta italiano > L'Italia continua a cantare». La Stampa (em italiano). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Dezzani, Mark (14 de junho de 1997). «Italy > In The News» (PDF). Billboard (em inglês). p. 57. ISSN 0006-2510. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 «Musica: Eros Ramazzotti Trionfa Nelle Vendite del '96» (em italiano). 8 de Janeiro de 1997. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020
- ↑ Pennanen, 2021, p. 156
- 1 2 «Kulta- ja platinalevyt – Madonna – Something to Remember» (em finlandês). Musiikkituottajat. IFPI Finlândia. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Kaikkien aikojen myydyimmät Ulkomaiset albumit». Federación Internacional de la Industria Fonográfica (em inglês). 2013. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 «Hits of the World». Billboard (em inglês). Nielsen Company (Prometheus Global Media). p. 57. Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 «Album Top 40 slágerlista (1996. 02. 05. - 1996. 02. 11.)» (em húngaro). Magyar Hanglemezkiadók Szövetsége. Consultado em 11 de março de 2020. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020
- 1 2 «Certificações (Alemanha) (álbum) – Madonna – Something to Remember» (em alemão). Bundesverband Musikindustrie. Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 «Hits of the World» (PDF). Billboard (em inglês). 108 (8). 24 de fevereiro de 1996. p. 18. ISSN 0006-2510. Consultado em 11 de março de 2020. Arquivado do original (PDF) em 1 de fevereiro de 2020
- 1 2 «Madonna – Something to Remember (Sverigetopplistan)» (em inglês). Sverigetopplistan. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Official Albums Charton 12/11/1995: 11 November 1995 - 17 November 1995». Official Charts Company (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «New Entries: Albums» (PDF). Hit Music! (em inglês) (162). 18 de novembro de 1995. p. 16. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 3 4 5 «Madonna – Something to Remember (Official Charts Company)» (em inglês). UK Albums Chart. The Official Charts Company. Consultado em 11 de março de 2020. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2020
- ↑ «1995 Albums» (PDF). Hit Music! (em inglês). 13 de janeiro de 1996. p. 13. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «Top Albums 1996» (PDF). Hit Music! (em inglês). 11 de janeiro de 1997. p. 18. Consultado em 22 de junho de 2020
- ↑ «New Entries: Singles» (PDF). Hit Music! (em inglês). 23 de março de 1996. p. 12. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 «Certificações (Reino Unido) (álbum) – Madonna – Something to Remember» (em inglês). British Phonographic Industry. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ Myers, Justin (8 de junho de 2019). «Madonna's Official biggest selling albums». Official Charts Company (em inglês). Consultado em 22 de junho de 2020
- ↑ Ryan, Gavin (28 de agosto de 2022). «Australian Album Chart: Madonna 'Finally Enough Love' Debuts At No 1». Noise11 (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 «ARIA Charts – End Of Year Charts – Top 100 Albums 1995». Australian Recording Industry Association (em inglês). Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 «Top 100 Album-Jahrescharts». GfK Entertainment (em alemão). Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 «ARIA Charts – Accreditations – 1999 Albums» (em inglês). Australian Recording Industry Association. Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 Scapolo, Dean (2007). The Complete New Zealand Music Charts 1966–2006 (em inglês) Illustrado ed. [S.l.]: Maurienne House
- 1 2 «Top 10 Albums of the Week (For week ending Nov 10, 1995)» (em inglês). The Straits Times. 18 de novembro de 1995. p. 20. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «Top 10 Albums of the Week (For week ending Jan 12)». The Straits Times (em inglês). 20 de janeiro de 1996. p. 14. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 3 4 5 «Madonna – Something to Remember (Oricon)» (em japonês). Oricon. Arquivado do original em 11 de março de 2020
- 1 2 «1996年 アルバム年間TOP100» (em japonês). Consultado em 11 de março de 2020
- 1 2 «אלבומים ומכירות בארץ». LaIsha (em hebraico). 13 de agosto de 2001. p. 55. Consultado em 22 de junho de 2020
- 1 2 «Music Divas & Rock Band». Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020
- ↑ Buckley, 2003, pp. 627-628
- 1 2 «Music News & Views > Arista Builds Up For 'Exhale' Debut» (PDF). Radio & Records (em inglês). 24 de novembro de 1995. p. 29. ISSN 0277-4860. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «'Material girl' de volta». Jornal do Brasil. 23 de janeiro de 1996. p. 50. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Arnaud, Henry (novembro de 1995). «24 Heures Avec Madonna». Max (em francês). França. p. 46-51
- ↑ «Sex with Madonna! The Exclusive NME Interview». NME (em inglês). 2 de dezembro de 1995. pp. 10–12. ISSN 0028-6362
- 1 2 Guccione Jr., Bob. «Live to Tell». Spin (em inglês). p. 94. ISSN 0886-3032. Consultado em 22 de janeiro de 2026 Parâmetro desconhecido
|janeiro=ignorado (ajuda) - ↑ «Top of the Pops Archive - 02/11/1995». Top of the Pops Archive (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «New Entries: Singles» (PDF). Hit Music! (em inglês). 4 de novembro de 1995. p. 15. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «TOTP Archive - Madonna». Top of the Pops Archive (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «Madonna: Catholicism had a good effect on me». Sun Journal (em inglês). 22 de novembro de 1995. p. 8. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Web, Dan (14 de dezembro de 1995). «Madonna To The Nation: 'I'm No Sexual Obsessive'». The Spokesman-Review (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2026
- 1 2 Boone, Brian (23 de março de 2011). «Greatest Un-Hits: Madonna's "I Want You" (1995)» (em inglês). Popdose. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «Discography > I Want You» (em inglês). Sitio oficial de Massive Attack. Consultado em 31 de março de 2020
- 1 2 Andrews 2022, p. 102
- ↑ Cinquemani, Sal; González, Ed (30 de junho de 2003). «The 100 Greatest Music Videos of All Time» (em inglês). Slant Magazine. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ Myers, Justin (11 de outubro de 2017). «Cancelled! Singles that were scrapped at the last minute» (em inglês). Official Charts Company. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ Gillen, Marilyn A. (21 de outubro de 1995). «New Warner Web Site Targets Programmers» (PDF) (em inglês). Billboard. p. 6. ISSN 0006-2510. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «Hi! Remember me?» (em inglês). Sarasota Herald-Tribune. 17 de outubro de 1995. p. 116. Consultado em 31 de março de 2020
- 1 2 «Madonna - You'll See (Song)» (em inglês). Australian Charts. Hung Medien. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «RPM Top 100 Hit Tracks» (PDF) (em inglês). RPM. 15 de janeiro de 1996. p. 6. ISSN 0033-7064. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «The Hot 100: The Week of December 16, 1995» (em inglês). Billboard. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ Bronson, Fred (9 de dezembro de 1995). «Chart Beat > Take a (High) Bow» (PDF) (em inglês). Billboard. p. 94. ISSN 0006-2510. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ Bronson, Fred (13 de janeiro de 1996). «Chart Beat > Ten to One» (PDF) (em inglês). Billboard. p. 82. ISSN 0006-2510. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ Whitburn 2003, p. n11
- ↑ Madonna (1995). «Verás» (notas do single promocional en CD). México; Venezuela: Maverick, Warner Music. PCD 954; SN-374-C
- ↑ «Discos populares en Latinoamérica» (em inglês). Miami: El Siglo de Torreón. 16 de março de 1996. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ Caulfield, Keith (16 de agosto de 2022). «Madonna's 40 Biggest Billboard Hits» (em inglês). Billboard. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «You'll see [1995]» (em espanhol). Los 40. 9 de fevereiro de 2008. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «Madonna.com > Discography > Oh Father» (em espanhol). Sitio oficial de Madonna. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ Jones, Alan (23 de dezembro de 1995). «Talking Music» (PDF) (em espanhol). Music Week. p. 49. ISSN 0265-1548. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ Madonna (1995). Oh Father (notas do single em CD). Europa: Maverick, Warner Bros. Records. 9362-43636-2; WO326CD
- ↑ «Madonna - Oh Father (Song)» (em espanhol). Finnish Charts. Hung Medien. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «Top National Sellers» (PDF) (em espanhol). Music & Media. 24 de fevereiro de 1996. p. 18. OCLC 29800226. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «The Irish Charts - Search Results - Oh Father» (em inglês). Irish Charts. Irish Recorded Music Association. Consultado em 31 de março de 2020
- 1 2 «Madonna - One More Chance (Song)» (em espanhol). Australian Charts. Hung Medien. Consultado em 31 de março de 2020
- 1 2 «Madonna - One More Chance (Song)» (em inglês). Finnish Charts. Hung Medien. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «Big names set to boost spring sales» (PDF) (em inglês). Music Week. 24 de fevereiro de 1996. p. 4. ISSN 0265-1548. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «One More Chance» (em inglês). Madonna.com. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «Top National Sellers» (PDF) (em inglês). Music & Media. 13 de abril de 1996. p. 25. OCLC 29800226. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «CHR/Pop > Selected New Releases» (PDF) (em espanhol). Radio & Records. 15 de março de 1996. p. 65. ISSN 0277-4860. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «CHR/Rhythmic > Selected New Releases» (PDF) (em inglês). Radio & Records. 15 de março de 1996. p. 73. ISSN 0277-4860. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «RPM Top 100 Hit Tracks» (PDF) (em inglês). RPM. 24 de junho de 1996. p. 6. ISSN 0033-7064. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ «Madonna - Love Don't Live Here Anymore (Remix) (Song)» (em inglês). Australian Charts. Hung Medien. Consultado em 31 de março de 2020
- 1 2 Wm. Steven, Humphrey (14 de outubro de 2015). «The Best Videos of Madonna and Jean-Baptiste Mondino» (em inglês). Portland Mercury. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ Funes, Mercedes (20 de janeiro de 2022). «Madonna en Argentina: supo que estaba embarazada, vivió un amor apasionado y se sintió poseída por Evita» (em espanhol). Infobae. Consultado em 31 de março de 2020
- ↑ Díaz Marenghi, Pablo (26 de junho de 2022). «Confitería del Molino: pasado y presente de un símbolo urbano porteño» (em espanhol). Tiempo Argentino. Consultado em 31 de março de 2020
- 1 2 «Something to Remember». Amazon.com (em inglês). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «CD Madonna – Something to Remember». Submarino.com.br (em inglês). Consultado em 2 de março de 2020
- ↑ «Madonna – Something to Remember (Ultratop 50)» (em inglês). Ultratop 50. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Madonna – Something to Remember (Ultratop 40)» (em inglês). Ultratop 40. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Official Scottish Albums Chart: 11 November 1995 - 17 November 1995» (em inglês). The Official Charts Company. Consultado em 11 de março de 2020. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020
- 1 2 «Hits of the World (Spain; Ireland)» (PDF) (em inglês). Music & Media. 2 de dezembro de 1995. p. 13. OCLC 29800226. Consultado em 31 de março de 2020. Arquivado do original (PDF) em 1 de fevereiro de 2020
- ↑ «Madonna – Something to Remember (Syndicat National de l'Édition Phonographique)» (em inglês). Syndicat National de l'Édition Phonographique. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Madonna – Something to Remember (VG-lista)» (em inglês). VG-lista. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Madonna – Something to Remember (MegaCharts)» (em inglês). MegaCharts. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Madonna – Something to Remember (Schweizer Hitparade)» (em inglês). Schweizer Hitparade. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Jaaroverzichten 1995». Ultratop. Hung Medien (em neerlandês). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Rapports annuels 1995». Ultratop. Hung Medien (em francês). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Gli album più venduti del 1995». Hit Parade Italia (em italiano). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «End of Year Album Chart Top 100 - 1995». UK Albums Chart. Official Charts Company (em inglês). Consultado em 22 de junho de 2020
- ↑ «ARIA Charts – End Of Year Charts – Top 100 Albums 1996». Australian Recording Industry Association (em inglês). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Jahreshitparade 1996». Ö3 Austria Top 40. Hung Medien (em alemão). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Jaaroverzichten – Album 1996». MegaCharts 100. Hung Medien (em alemão). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «End of Year Album Chart Top 100 - 1996». UK Albums Chart. Official Charts Company (em inglês). Consultado em 22 de junho de 2020
- ↑ «Schweizer Jahreshitparade 1996». Swiss Music Charts. Hung Medien (em alemão). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Schweizer Hitparade 1996». Schweizer Hitparade (em alemão). Consultado em 22 de junho de 2020
- ↑ «Certificações (Áustria) (álbum) – Madonna – Something to Remember» (em alemão). IFPI Áustria. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Ultratop − Goud en Platina – albums 1996» (em inglês). Ultratop. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ Salaverri 2005, p. 941
- ↑ «Certificações (França) (álbum) – Madonna – Something to Remember» (em francês). Syndicat National de l'Édition Phonographique. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Certificações (México) (álbum) – Madonna – Something to Remember» (em espanhol). Digite Madonna na caixa sob o cabeçalho da coluna ARTISTA e Something to Remember na caixa sob TÍTULO. Asociación Mexicana de Productores de Fonogramas y Videogramas. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Certificações (Países Baixos) (álbum) – Madonna – Something to Remember» (em neerlandês). Digite Music na caixa "Artiest of titel". Nederlandse Vereniging van Producenten en Importeurs van beeld- en geluidsdragers. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Certificações (Polônia) (álbum) – Madonna – Something to Remember» (em polaco). Związek Producentów Audio Video. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Guld- och Platinacertifikat − 1987−1998» (PDF) (em sueco). IFPI Suécia. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Certificações (Suíça) (álbum) – Madonna – Something to Remember» (em inglês). IFPI Suíça. Hung Medien. Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «El reinado de Madonna a través de sus discos». Univision (em espanhol). p. 11. Consultado em 18 de março de 2010. Arquivado do original em 17 de fevereiro de 2020
- ↑ «Something to Remember (CD)». Amazon.com (em francês). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Something to Remember (Cassette)». Amazon.com (em francês). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Something to Remember (CD)». Amazon.com (em alemão). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Something to Remember (Cassette)». Amazon.com (em alemão). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Something to Remember (CD)». Amazon.com (em italiano). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Something to Remember (CD)». Amazon.com (em inglês). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Something to Remember (Cassette)». Amazon.com (em inglês). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Something to Remember (Vinyl LP)». Amazon.com (em alemão). Consultado em 11 de março de 2020
- ↑ «Something to Remember (Vinyl)». Amazon.com (em inglês). Consultado em 11 de março de 2020
Bibliografia
- Em espanhol
- Barneda, Sandra (2016). «Hablarán de nosotras: Diecisiete mujeres poderosas que pecaron para ser libres». Aguilar. ISBN 978-84-03-50374-8
- Falconi, Francesco (2017). «Loco por Madonna. La Reina del Pop». Babelcube Inc. ISBN 978-1507177952
- González, Ana Marta (2009). «Ficción e identidad: Ensayos de cultura postmoderna». Ediciones Rialp. ISBN 978-84-321-3728-0
- Salaverri, Fernando (2005). «Sólo éxitos: año a año, 1959-2002» 1.ª ed. Iberautor Promociones Culturales, SRL. ISBN 84-8048-639-2
- Viñuela, Eduardo (2018). «Bitch She's Madonna: La reina del pop en la cultura contemporánea». Dos Bigotes. ISBN 978-84-947963-3-3
- En francês
- Pennanen, Timo (2021). «Sisältää hitin» (PDF). Otava. ISBN 978-952-7460-01-6
- Em Inglês
- Andrews, Marc (2022). «Madonna Song by Song». Fonthill Media LLC. ISBN 978-1-78155-844-7
- Bego, Mark (2000). «Madonna: Blonde Ambition». Cooper Square Press. ISBN 0-8154-1051-4
- Buckley, Peter (2003). «The Rough Guide to Rock: The Definitive Guide to More than 1200 Artists and Bands» 3.ª ed. Rough Guides. ISBN 1-85828-457-0
- Cross, Mary (2007). «Madonna: A Biography». Greenwood Press. ISBN 978-0-313-33811-3
- Easlea, Daryl; Fiegel, Eddi (2012). «Madonna: Blond Ambition». Backbeat Books. ISBN 978-1-61713-034-2
- Faith, Karlene (1997). «Madonna, Bawdy & Soul». University of Toronto Press. ISBN 0-8020-4208-2
- Foster, David (2008). «Hitman: Forty Years Making Music, Topping Charts & Winning Grammys». Pocket Books. ISBN 978-1-4391-0306-7
- Fouz-Hernández, Santiago; Jarman-Ivens, Freya (2004). «Madonna's Drowned Worlds». Ashgate Publishing. ISBN 0-7546-3372-1
- Holt, Julia (1998). «Madonna». Hodder & Stoughton. ISBN 0-340-71150-7
- Koopmans, Andy (2003). «Madonna». Lucent Books. ISBN 1-59018-138-7
- LaGumina, Salvatore J.; Cavaioli, Frank J.; Primeggia, Salvatore; Varacalli, Joseph A. (2003). «The Italian American Experience: An Encyclopedia». Routledge. ISBN 0-8153-0713-6
- Larkin, Colin (2007). «The Encyclopedia of Popular Music» 5.ª ed. Editorial Omnibus. ISBN 978-1-84609-856-7
- Morgan, Michelle (2015). «Madonna». Running Press Book Publishers. ISBN 978-0-7624-5621-5
- O'Dair, Barbara (1997). «Trouble Girls: The Rolling Stone Book of Women in Rock». Random House. ISBN 0-679-76874-2
- Parish, James Robert; Pitts, Michael R. (2003). «Hollywood Songsters: Garland to O'Connor» 2.ª ed. Routledge. 2. ISBN 9780415943338
- Rooksby, Rikky (2004). «The Complete Guide to the Music of Madonna». Omnibus Press. ISBN 0-7119-9883-3
- Taraborrelli, J. Randy (2002). «Madonna: An Intimate Biography of an Icon at Sixty». Sidgwick & Jackson. ISBN 978-1-5098-4279-7
- Vejlgaard, Henrik (2012). «Style Eruptions: How 6 Different Groups of Trendsetters Make Trends Happen». Confetti Publishing. ISBN 978-1-939235-03-9
- Victor, Barbara (2001). «Goddess». Cliff Street Books. ISBN 0-06-019930-X
- Wasserstein, Stephen; Freeland, David (2004). «Baker's Biographical Dictionary of Popular Musicians Since 1990». Schirmer. 2. ISBN 0-02-865799-3
- Whitburn, Joel (2003). «Joel Whitburn's Top Pop Singles, 1955-2002». Record Research. ISBN 0-89820-155-1
