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São Fidélis
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São Fidélis | |
|---|---|
| Hino | |
| Gentílico | fidelense |
![]() | |
| Coordenadas: 21° 38′ 45″ S, 41° 44′ 49″ O | |
| País | Brasil |
| Unidade federativa | Rio de Janeiro |
| Municípios limítrofes | Cambuci, Campos dos Goytacazes, Cardoso Moreira, Italva, Itaocara, Santa Maria Madalena e São Sebastião do Alto |
| Distância até a capital | 326 km |
| Fundação | 27 de setembro de 1781 (244 anos) |
| Emancipação | 3 de dezembro de 1870 (155 anos) |
| Governo | |
| • Prefeito(a) | José William Ribeiro de Oliveira (PL, 2025–2028) |
| Área | |
| • Total [1] | 1 028,095 km² |
| Altitude | 26 m |
| População | |
| • Total (Censo IBGE/2024[2]) | 42 212 hab. |
| Densidade | 41,1 hab./km² |
| Clima | tropical (Aw) |
| Fuso horário | Hora de Brasília (UTC−3) |
| IDH (PNUD/2010[3]) | 0,691 — médio |
| • Posição | RJ: 66º |
| PIB (IBGE/2008[4]) | R$ 743 748,523 mil |
| • Per capita (IBGE/2008[4]) | R$ 19 810,58 |
| Sítio | saofidelis.rj.gov.br (Prefeitura) |
São Fidélis é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro.
Localiza-se na Microrregião de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, tendo uma área de 1 028,095 km², dividida em cinco distritos.
São Fidélis, que retira o seu nome ao mártir Fidélis de Sigmaringa, também é conhecida como "Cidade Poema" devido às belezas naturais e ao seu grande número de poetas.
Terra de inúmeros grupos de imigrantes, muitas de suas famílias possuem origem sírio-libanesa, portuguesa, alemã, italianas, dentre outros grupos.
Sua economia é baseada no cultivo da cana-de-açúcar e na agropecuária (gado de corte e pecuária leiteira).
Na agricultura, São Fidélis se caracteriza pela policultura, sendo suas principais culturas a de cana-de-açúcar, arroz, milho, tomate, banana, algodão e goiaba.
Apresenta, ainda, potencial para fruticultura, olericultura, floricultura e silvicultura. Sua economia possui representação também em outros setores, como indústria, comércio, cooperativas e pesca.
É banhada pelo Rio Paraíba do Sul e por dois importantes afluentes: Rio Dois Rios e Rio do Colégio. Seu acesso principal se dá pela rodovia RJ-158, que liga a cidade a Campos dos Goytacazes.
O município também é cortado por uma ferrovia, a Linha Campos a Miracema da antiga Estrada de Ferro Leopoldina, que liga a cidade aos municípios de Campos dos Goytacazes e Santo Antônio de Pádua.
Desde 1996, a linha está concedida à Ferrovia Centro Atlântica (FCA) para o transporte de cargas.[5]
História
A história de São Fidélis está intimamente relacionada ao estabelecimento de uma aldeia de indígenas guarulhos, coroados e puris, por dois missionários capuchinhos italianos, Pe. Frei Ângelo de Lucca e Pe. Frei Vitório de Cambiasca, às margens do Paraíba do Sul, no norte da então Província do Rio de Janeiro. A chegada desses missionários àquela região data de 1781, quando do governo do vice-rei Dom Luiz de Vasconcellos e Souza, tendo os capuchinhos sido direcionados por um agrupamento de indígenas já cristianizados ao território que hoje é a cidade de São Fidélis para alí estabelecerem uma aldeia e gozarem da proteção do governo colonial. A aldeia foi de fato estabelecida, num território não muito distante de algumas poucas fazendas que já existiam naquela região, então habitadas por colonos e escravizados. Em 1782 já há notícias de uma capela provisória erguida pelos missionários capuchinhos para dar assistência religiosa à população. O orago escolhido foi São Fidélis de Sigmaringa, frei capuchinho e proto-mártir da Congregação da Propagação da Fé, e dessa forma a região outrora conhecida como Gamboa foi rebatizada em homenagem ao santo padroeiro.[6]
Em 1783 os missionários iniciaram a construção de um outro templo em substituição à capela provisória, que já começava a ruir em razão da utilização de materiais precários para compor sua estrutura. A obra foi concluída naquele mesmo ano e, para além de um espaço maior para a realização dos serviços religiosos, o edifício passou a contar também com um hospício anexo, onde passaram a residir os padres fundadores. Também contou o empreendimento missionário dos capuchinhos com o apoio dos fazendeiros locais, que lhe dispensaram os mais variados tipos de recursos e de mão-de-obra (escrava e livre) para a rápida conclusão das obras. Em 1785 houve a inauguração e a benção episcopal à nova igreja, também ela uma “igreja provisória” e anterior à atual, na qual estiveram presentes não apenas o próprio bispo diocesano Dom José Joaquim Justiniano Mascarenhas Castelo Branco, mas também o vigário da Vila de São Salvador (atual município de Campos dos Goytacazes) e o vigário da Vara. Encerrava-se assim a “primeira etapa” da construção de São Fidélis e de seu templo, conforme atesta o historiador frei Jacinto Palazzolo[7].
Ao final do século XVIII se iniciou a construção de um novo templo, dessa vez de forma definitiva, de modo a demonstrar a solidez do aldeamento missionário. O projeto dessa nova igreja foi feito pelo próprio frei Vitório de Cambiasca, novamente com o apoio dos habitantes da aldeia e dos fazendeiros locais. A licença do vice-rei para a construção da nova igreja, porém, só viria em 1797, quando de fato se iniciaram as obras que dariam forma ao atual templo do Santuário da Igreja Matriz de São Fidélis. Ao contrário da “igreja velha”, construída muito próxima às margens do Rio Paraíba do Sul, a “igreja nova” seria erguida mais ao centro daquela malha que começava a se urbanizar.
A eventual concessão de recursos governamentais acelerou o processo de construção da nova igreja, cuja pedra fundamental foi benzida e lançada no ano de 1799. As obras continuaram pelos anos seguintes e, em 1806, entrou na fase que o historiador Jacinto Palazzolo classificou como a “mais difícil”: a construção da cúpula e o erguimento da cruz de ferro em seu topo. Sucos e extratos de ervas da flora local foram utilizados para compor as pinturas sacras nas paredes do edifício que estava se desenvolvendo. Em 1808, estando a igreja quase pronta, a região viu eclodir, de forma concomitante, uma epidemia e uma crise econômica decorrente da baixa do preço do açúcar. Em virtude dessas dificuldades, a inauguração do novo templo acabou sendo adiada para o ano seguinte. Inicialmente, contavam os freis com a presença do próprio bispo para proceder com a inauguração da nova igreja, o que acabou não ocorrendo, e a inauguração se deu às vésperas do dia do padroeiro, em 23 de abril de 1809. Outras intervenções menores continuaram a ser feitas no edifício, agora já funcional, ao longo dos anos seguintes, e o templo foi assumindo aos poucos a estrutura que tem hoje.
Aos finais do ano de 1812, já estando a igreja erguida e plenamente funcional, a aldeia de São Fidélis recebeu a visita de Dom José Caetano Coutinho, bispo do Rio de Janeiro. Impressionando-se com o progresso do aldeamento e em reconhecimento ao trabalho realizado pelos capuchinhos naquela localidade, autorizou o prelado a elevação do templo, então uma simples capela, à condição de capela curada, recaindo o título de capelão curado ao frei Vitório de Cambiasca. Assegurava-se assim à igreja de São Fidélis a classificação de “quase paróquia”, o que significava um passo a mais em direção à autonomia civil e religiosa. Outro importante passo dado pelos missionários capuchinhos, na pessoa do frei Vitório, foi tomar oficialmente posse das terras que constituíam a aldeia de São Fidélis e agregá-las ao patrimônio da capela curada. Com esse feito, os aldeões puderam arrendar o terreno para a construção ou regularização de suas moradias, ao mesmo tempo em que se preveniam que possíveis arrendatários estrangeiros viessem a reivindicar a posse daquelas terras num momento futuro.
Alguns anos depois da elevação do templo à condição de capela curada, a aldeia de São Fidélis foi brevemente visitada pelo príncipe germânico Maximiliano de Wied-Neuwied, que registrou em seu diário de viagem uma série de impressões sobre a localidade, seus habitantes e o papel dos capuchinhos na organização daquele espaço[8]. O diário do príncipe Maximiliano é, ainda hoje, uma das principais fontes históricas sobre a história de São Fidélis durante o período colonial.
Em 1847, sete anos após a elevação da Igreja Matriz à dignidade paroquial, São Fidélis se preparava para recepcionar o mais ilustre convidado que já recebera: o próprio imperador Dom Pedro II. O monarca se hospedou na residência de João Manoel de Souza, fazendeiro rico e futuro Barão de Vila-Flor. Supõe-se que naquele momento o fazendeiro teria solicitado a elevação da aldeia à condição de vila, ao que o imperador consentiu. Embora não seja possível comprovar essa solicitação, fato é que São Fidélis recebeu sua emancipação de Campos apenas três anos depois da visita do Imperador, ascendendo à condição de vila por meio da Lei nº 503 de 19 de abril de 1850. A nova vila, que compreendia também os atuais territórios dos municípios de Santo Antônio de Pádua e de Itaocara (antiga Aldeia da Pedra), foi instalada em 1855, após serem cumpridas as exigências de construção da Câmara Municipal e da Cadeia Pública. Em 1870, observando o novo potencial econômico que afluía ao Norte Fluminense, o governo emitiu o Decreto nº 1533, elevando a Vila de São Fidélis ao status de Cidade[9].
A década de 1870 inaugurou um período áureo para São Fidélis, marcado pela estabilidade política e pelo notável avanço do progresso, sobretudo econômico, que se disseminava também por outros municípios do Norte Fluminense. O avanço econômico de São Fidélis se consolidou por ter servido o município de ponto de escoamento de mercadorias que circulavam por outras cidades da região. A infraestrutura local também avançou muito durante esse período, tendo as estradas de ferro aprofundado a integração regional. Em 1872 foi realizada a primeira viagem de trem entre São Fidélis e Cambuci; e quatro anos mais tarde a estrada de ferro já havia se estendido até Miracema. Os fios telegráficos foram outra marca do avanço do progresso em São Fidélis, embora tal tecnologia somente tenha chegado ao município no período republicano[10].
Geografia
Etnias
| Cor/Raça | Percentagem |
|---|---|
| Branca | 61,22% |
| Parda | 28,41% |
| Preta | 9,79% |
| Amarela | 0,57% |
| Indígena | 0,01% |
- Clima
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1973 a 2003, a menor temperatura registrada em São Fidélis foi de 5,6 °C em 29 de junho de 1974,[11] e a maior atingiu 42,5 °C em 8 de janeiro de 1995.[12]
Nos períodos de 1973 a 1979 e 2002 a 2003, o maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 90,5 milímetros (mm) em 14 de agosto de 1976.[13] Janeiro de 1979, com 336,6 mm, foi o mês de maior precipitação.[14]
| Dados climatológicos para São Fidélis | |||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Mês | Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez | Ano |
| Temperatura máxima recorde (°C) | 42,5 | 40,5 | 40,2 | 38,4 | 36,2 | 35,5 | 36 | 38,8 | 38,8 | 39,5 | 40 | 39,8 | 42,5 |
| Temperatura máxima média (°C) | 33,5 | 34,6 | 33,6 | 32,1 | 29,9 | 28,8 | 28,3 | 29,3 | 29,3 | 30,5 | 31,3 | 32,2 | 31,1 |
| Temperatura mínima média (°C) | 22,2 | 22,3 | 21,8 | 20,3 | 17,9 | 16 | 15,2 | 15,6 | 18,1 | 19,7 | 20,9 | 21,6 | 19,4 |
| Temperatura mínima recorde (°C) | 15,5 | 17 | 14,1 | 12,6 | 5,8 | 5,6 | 7,2 | 8,6 | 10,2 | 11,6 | 11,2 | 15,8 | 5,6 |
| Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[15] recordes de temperatura: 01/03/1973 a 30/06/2003)[11][12] | |||||||||||||
Subdivisões
A cidade está dividida em cinco distritos:
- São Fidélis (sede)
- Ipuca
- Pureza
- Colônia
- Cambiasca
Turismo
Cachoeira do Oriente
Com área total de aproximadamente 70 m e altura de 10 m, destacam-se no atrativo três saltos, intercalados por pequenos patamares em rochas.
Seu entorno é formado de encostas rochosas, com vegetação de alto e médio porte, além de típica vegetação cactácea e grande concentração de bromélias.
Com águas claras, transparentes e mornas, apresenta ótimas possibilidades para banhos em seus escorregas, duchas e piscinas naturais.
São várias piscinas, com a maior delas situada entre 2 saltos da cachoeira, cuja profundidade atinge, em alguns trechos, mais de 3 metros.
À margem esquerda, junto a esta piscina, se destaca uma rocha com suave inclinação, que é usada como um "escorrega" natural.
O salto do meio forma a maior queda do atrativo, com altura aproximada de 4 metros.
Registra-se na área a presença de uma praia, acima da formação da cachoeira, que também se identifica como excelente local para banhos.
Cachoeira do Recreio
Com altura aproximada de 70 metros e largura de 10 metros, forma-se junto ao topo de um moro da Serra do Recreio.
Com dois saltos principais, um deles com mais de 60 metros, possui águas límpidas, claras e frias.
Logo após os saltos, há várias piscinas naturais propícias a banhos, situadas entre densa vegetação e que estendem por uma extensão de 200 metros.
Seu entorno é composto pelo recorte da Serra do Recreio, com vegetação de alto e médio porte próximo ao seu cume, e rasteira junto às bases dos morros.
Percorrendo mais 1,2 km pela estrada que liga os municípios de São Fidélis a Santa Maria Madalena, em leito natural, chega-se ao topo do morro, nascente da cachoeira.
Do local, descortina-se bela paisagem que abrange todo o vale, onde correm o Córrego do Recreio e o Rio do Colégio, além de se avistar o belo recorte da Serra de Itacolomi.
Cachoeira Pedra d'água
Grande lajeado, em declive, com aproximadamente 15 metros de largura e 40 metros de extensão.
Encontra-se com trechos represados por pequenas muretas de pedra, que formam três piscinas, além de pequenas barragens.
Suas águas são muito claras, transparentes e mornas.
Próximo ao atrativo destaca-se, entre vegetação existente um frondoso ficus que sombreia parte da área do atrativo.
Flora Endêmica

A orquídea Cattleya × fidelensis possui relevância histórica e botânica para o município de São Fidélis. O táxon foi descoberto em 1940 pelo orquidófilo e funcionário dos Correios Júlio Lacourt Sodré, durante coletas realizadas na região da Serra do Imbé, área integrante do domínio da Mata Atlântica.[11] O epíteto específico fidelensis faz referência direta ao município.
Inicialmente descrita por Guido Pabst, em 1967, sob o nome Laelia fidelensis, a planta foi posteriormente reavaliada por diferentes autores ao longo das décadas, recebendo classificações em vários gêneros então utilizados para espécies brasileiras de Laelia.[12] Estudos filogenéticos mais recentes, incluindo a revisão de Cássio van den Berg (2008), consolidaram o táxon no gênero Cattleya e indicaram tratar-se de um notohíbrido natural historicamente associado às espécies Cattleya bicalhoi e Cattleya perrinii.[12]
O exemplar coletado em 1940 é o único registro silvestre conhecido, e não houve confirmações posteriores de novas populações em habitat natural. A planta que atualmente se encontra em São Fidélis corresponde ao próprio indivíduo histórico coletado por Júlio Lacourt Sodré, mantido em cultivo contínuo desde então.[13] Esse exemplar original, preservado pela família do descobridor e por orquidófilos locais, reforça o vínculo do táxon com a história do município e seu valor como patrimônio botânico cultural.
Fidelenses notáveis

- Alexandre Mury - Artista Plástico
- Antônio Roberto Fernandes - Poeta
- Barrerito - Cantor
- Parrerito - Cantor (irmão de Barrerito)
- Elson do Forrogode - Cantor e Compositor
- Fernando Arêas Rifan - Bispo Católico
- Jaime de Almeida - Jogador do Flamengo e da Seleção Brasileira e Treinador de Futebol
- Heitor Collet - Político Brasileiro, foi Governador do Rio de Janeiro
- José Richa - Político Brasileiro, foi Governador do Paraná
- Nuno de Assis - Político Brasileiro
- Oscar Pereira da Silva - Pintor Brasileiro
- Rubens Rangel - Político Brasileiro
- Sebastião da Cunha de Azeredo Coutinho - Escravista e Fazendeiro, Barão de Azeredo Coutinho.
- Waldir Vieira - Radialista e Locutor
Ver também
Referências
- ↑ IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. Cópia arquivada em 19 de outubro de 2019
- ↑ «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010. Cópia arquivada em 14 de julho de 2011
- ↑ «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008. Cópia arquivada em 7 de agosto de 2016
- 1 2 «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010. Cópia arquivada em 12 de agosto de 2017
- ↑ «São Fidelis -- Estações Ferroviárias do Estado do Rio de Janeiro». www.estacoesferroviarias.com.br. Consultado em 4 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 3 de dezembro de 2025
- ↑ Garcias, Murilo Rosa (1 de janeiro de 2023). «Um Judeu Maçom na Pregação Protestante: a trajetória de Salomão Ginsburg no Norte Fluminense (1890-1899)»
- ↑ PALAZZOLO, Jacinto (1963). Editora da Universidade de São Paulo. fundada pelos missionários capuchinhos frei
Ângelo de Lucca e frei Vitório de Cambiasca (1781-1963). Rio de Janeiro: Convento dos Padres
Capuchinhos line feed character character in
|subtítulo=at position 44 (ajuda); line feed character character in|editora=at position 20 (ajuda) - ↑ WIED, Maximiliano (1989). Viagem ao Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo
- ↑ BALBI, Aloysio (2009). São Fidélis. a história consagrada. Rio de Janeiro: Minister
- ↑ Garcias, Murilo Rosa (1 de janeiro de 2023). «Um Judeu Maçom na Pregação Protestante: a trajetória de Salomão Ginsburg no Norte Fluminense (1890-1899)»
- 1 2 «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (°C) - São Fidélis». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de julho de 2018
- 1 2 «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (°C) - São Fidélis». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de julho de 2018
- ↑ «BDMEP - série histórica - dados diários - precipitação (mm) - São Fidélis». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de julho de 2018
- ↑ «BDMEP - série histórica - dados mensais - precipitação total (mm) - São Fidélis». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de julho de 2018
- ↑ «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de julho de 2018
Ligações externas
- Página da Prefeitura Municipal
- Cattleya fidelensis (Artigo na Wikipédia)





