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Sofia da Grécia
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| Sofia | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Rainha Emérita da Espanha | |||||
Sofia em 2018 | |||||
| Rainha Consorte da Espanha | |||||
| Reinado | 22 de novembro de 1975 a 19 de junho de 2014 | ||||
| Predecessora | Vitória Eugênia de Battenberg | ||||
| Sucessora | Letizia Ortiz Rocasolano | ||||
| Dados pessoais | |||||
| Nascimento | 2 de novembro de 1938 (87 anos) Atenas, Grécia | ||||
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| Marido | Juan Carlos da Espanha | ||||
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| Casa | Eslésvico-Holsácia-Sonderburgo-Glücksburgo (nascimento) Bourbon (casamento) | ||||
| Pai | Paulo da Grécia | ||||
| Mãe | Frederica de Hanôver | ||||
| Religião | Catolicismo (anteriormente Ortodoxa Grega) | ||||
| Assinatura | |||||
Sofia da Grécia[a] (nome completo em grego: Σοφία Μαργαρίτα Βικτωρία Φρειδερίκη, Sofìa Margarìta Viktōrìa Friderìkī; Atenas, 2 de novembro de 1938) foi Rainha Consorte da Espanha de 1975 até a abdicação do marido, o rei Juan Carlos, em 2014. É mãe do atual Rei Filipe VI.
Nascida princesa da Grécia e da Dinamarca, Sofia é filha do rei Paulo da Grécia. Durante a Segunda Guerra Mundial, ela e sua família foram obrigadas a deixar o país e viver no exílio. Passou parte da infância na África do Sul e no Egito, retornando à Grécia em 1946. Concluiu seus estudos secundários em um internato na Alemanha e, posteriormente, regressou ao seu país de origem, onde se dedicou aos estudos de puericultura, música e arqueologia.
Em 1962, casou-se com o então infante Juan Carlos da Espanha e converteu-se da Ortodoxia Grega ao Catolicismo. Após o casamento, mudou-se para a Espanha durante a ditadura de Francisco Franco. Em 1969, seu marido foi designado por Franco como herdeiro do regime, recebendo o título de Príncipe da Espanha. Com a morte de Franco, em 1975, Juan Carlos ascendeu ao trono, tornando Sofia rainha. Após a abdicação do rei, em 2014, e sua posterior saída do país, Sofia permaneceu na Espanha. Desde então, detém o título de "Rainha Emérita" e continua a desempenhar funções institucionais e cerimoniais como integrante da família real espanhola.
Biografia
Primeiros anos

Sofia nasceu em 2 de novembro de 1938, no Palácio de Psychikó, próximo a Atenas, residência de seus pais, o Príncipe Paulo, posteriormente rei Paulo da Grécia, e Frederica de Hanôver.[1][2] Seu nascimento foi celebrado pela população grega e motivou uma comemoração nacional, além da concessão de uma anistia geral.[3] Sua mãe desejava chamá-la de Olga,[4] mas, diante da preferência popular pelo nome Sofia, este acabou sendo escolhido em homenagem à sua avó paterna, Sofia da Prússia, esposa do Rei Constantino I, seguindo a tradição da família real grega.[2][3]
Foi batizada em 9 de janeiro de 1939, no Palácio Real de Atenas, pelo Arcebispo de Atenas e de toda Grécia. A cerimônia, de caráter simples, reuniu familiares próximos, entre eles o Rei Jorge II, os o Duque e a Duquesa de Brunsvique, avós maternos da princesa, e diversos parentes da família real. Os embaixadores do Reino Unido e da Itália representaram duas de suas madrinhas, a Princesa Elizabeth, posteriormente rainha Elizabeth II do Reino Unido,[5] e a rainha Helena da Itália, que não puderam comparecer.[6] Entre seus padrinhos também estavam o Rei Jorge II, a rainha Alexandrina da Dinamarca e a Princesa Irene.[5][6]
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Grécia foi invadida inicialmente pela Itália e, posteriormente, pela Alemanha Nazista, obrigando a família real a deixar o país. Em 22 de abril de 1941, poucos dias antes da entrada das tropas alemãs em Atenas, Sofia, sua mãe Frederica e seu irmão Constantino, posteriormente rei Constantino II da Grécia, deixaram a capital. A família viveu sucessivamente em Creta, África do Sul[2] – onde nasceu sua irmã mais nova, Irene, em 1942[7][6] – e no Egito. Seu pai, o então Príncipe Paulo, permaneceu entre o Reino Unido e o Egito durante esse período.[2]
Educação

Durante o exílio da família real grega, Sofia frequentou o Colégio Feminino El-Nasr, em Alexandria, no Egito.[8] Em 1 de setembro de 1946, um plebiscito realizado na Grécia decidiu pela restauração de seu tio, o Rei Jorge II, ao trono. Com isso, seus pais, o Príncipe Paulo e a Princesa Frederica, passaram a ocupar a posição de herdeiros da Coroa grega. Em 1 de abril de 1947, após a morte de Jorge II, Paulo ascendeu ao trono como rei dos Helenos, tornando Sofia filha do soberano reinante.[3][7]
Aos 14 anos de idade, Sofia foi enviada pelos pais à Alemanha para prosseguir seus estudos na Escola Schloss Salem, instituição administrada por seu tio materno, o príncipe Jorge Guilherme de Hanôver.[3] Após retornar à Grécia, estudou puericultura, música e arqueologia,[3][9] além de realizar estágio em uma enfermaria de Atenas.[7] Posteriormente, frequentou o Fitzwilliam College, da Universidade de Cambridge.[8]
Como filha do rei, Sofia participou regularmente de cerimônias oficiais e envolveu-se em atividades beneficentes, assumindo também algumas responsabilidades representativas da família real.[7] Em 1960, integrou como suplente a equipe grega de vela nos Jogos Olímpicos de Verão.[9][10] Poliglota, Sofia dominava diversos idiomas, entre eles alemão, inglês, italiano, castelhano e grego.[9]
Casamento

Em 1954, Sofia participou do Cruzeiro dos Reis, organizado por sua mãe no Mar Mediterrâneo, ocasião em que conheceu o infante Juan Carlos da Espanha.[6][9] Na época, ambos eram adolescentes e não demonstraram interesse romântico um pelo outro. Juan Carlos, então com quinze anos, mostrava-se mais interessado em sua prima Maria Gabriela de Saboia, com quem mantinha um relacionamento próximo. Também circulavam comentários de que Sofia tinha mais afinidades com o príncipe herdeiro Haroldo da Noruega do que com seu futuro marido.[11]
O romance com Juan Carlos só começou anos depois, em junho de 1961, quando se reencontraram no casamento de Eduardo, Duque de Kent, em Londres.[12] O namoro culminou no noivado do casal, anunciado em 13 de setembro de 1961, em Lausana, na Suíça, onde morava a rainha Vitória Eugênia de Battenberg, avó de Juan Carlos. Segundo Sofia, ele atirou a caixinha que continha seu anel para o ar e disse: "Sofia, pegue". Para a imprensa Juan Carlos disse depois que havia amado a princesa desde o primeiro momento em que a viu. "É uma das poucas mulheres que conheço que é capaz de levar a coroa real com toda dignidade", declarou.[12]
O casamento foi celebrado em 14 de maio de 1962, em Atenas. O evento reuniu cerca de 143 príncipes e princesas pertencentes a 27 casas soberanas ou anteriormente soberanas da Europa. Foram realizadas quatro cerimônias: uma católica romana, na Catedral de São Dinis; uma ortodoxa grega, na Catedral Metropolitana de Atenas; e duas cerimônias civis, uma de acordo com a legislação espanhola e outra segundo a legislação grega, ambas realizadas na sala do trono do Palácio Real.[12][13]

Após o casamento, o casal estabeleceu residência no Palácio da Zarzuela, nos arredores de Madrid. Sofia dedicou-se à adaptação à cultura e às tradições espanholas[3] e concentrou-se principalmente na criação dos três filhos do casal: Elena (nascida em 1963), Cristina (nascida em 1965) e Filipe (nascido em 1968). As filhas foram matriculadas no Colégio Santa María del Camino, enquanto Felipe estudou no Colégio Santa María de los Rosales, ambos em Madrid. Sofia acompanhou de perto a educação dos filhos e procurou garantir que eles não recebessem tratamento privilegiado.[3]
Rainha Consorte da Espanha

Juan Carlos tornou-se Príncipe da Espanha em 1969 e foi proclamado Rei da Espanha como Juan Carlos I em 1975, após a morte do general Francisco Franco, que governava o país desde 1939. O casal optou por não residir no Palácio Real de Madrid, utilizado principalmente para cerimônias oficiais e parcialmente aberto à visitação pública, escolhendo em seu lugar o mais discreto Palácio da Zarzuela como residência oficial. Em contraste com as tradições monárquicas da época, não estabeleceram uma corte formal, e a Rainha Sofia não contou com damas de companhia, o que a distinguia de outras soberanas europeias.[14] Durante os primeiros anos do reinado, Juan Carlos desempenhou um papel fundamental na transição democrática da Espanha, contando com o apoio discreto de sua esposa.[15]
Sofia dedicou grande parte de sua atuação pública a causas sociais, à pesquisa científica e à promoção de iniciativas de interesse público. Desde 1977, preside a Fundação Rainha Sofia, por meio da qual desenvolve projetos relacionados à imigração, educação, assistência social e proteção ambiental. Também foi presidente honorária da Fundação de Ajuda contra a Dependência de Drogas até 2015, quando transferiu essa função para a Rainha Letizia.[16] Em reconhecimento ao seu trabalho em prol da convivência, da harmonia social e dos valores democráticos, recebeu, em 2013, o Prêmio Convivência, concedido pela Fundação Professor Manuel Broseta.[17]
A partir de 1992, a imprensa espanhola e internacional passou a divulgar com frequência informações sobre as dificuldades conjugais enfrentadas pelo casal real.[18] Ao longo dos anos, Juan Carlos, frequentemente descrito pela mídia como "mulherengo",[19] foi alvo de rumores e especulações sobre relacionamentos extraconjugais, inicialmente com a decoradora catalã Marta Gayà[20] e, posteriormente, com maior destaque, com a empresária alemã Corinna Larsen. Apesar da repercussão desses episódios, Sofia manteve uma postura discreta diante das controvérsias e, ao final do reinado do marido, era considerada uma das integrantes mais populares da família real.[21]
Rainha Emérita

Enfraquecido por diversos escândalos, o Rei Juan Carlos abdicou em 18 de junho de 2014 em favor de seu filho, Filipe VI.[22][23] Com a ascensão do novo monarca, Sofia passou a ser conhecida como "Rainha Emérita", mantendo o tratamento de Majestade.[24] Desde a abdicação do marido, ela tem concentrado suas atividades em ações filantrópicas[25] e divide seu tempo entre o Palácio da Zarzuela e, durante os meses de verão, o Palácio de Marivent, em Palma de Maiorca.[26][27]
Em abril de 2018, a divulgação de um vídeo mostrando um desentendimento entre Sofia e sua nora, a Rainha Letizia, após a missa de Páscoa na Catedral de Palma, gerou ampla repercussão. O episódio alimentou especulações sobre uma suposta rivalidade entre as duas, rumores que circulavam desde 2008.[28] Diante do desgaste da imagem da monarquia espanhola, ambas passaram a demonstrar publicamente uma convivência mais harmoniosa nos anos seguintes.[29]
Em agosto de 2020, enquanto era alvo de suspeitas de corrupção e de investigações conduzidas pelo Supremo Tribunal da Espanha, Juan Carlos deixou a Espanha e se estabeleceu nos Emirados Árabes Unidos.[30][31] Sofia, por sua vez, permaneceu residindo no país.[32][33]
A década de 2020 também foi marcada por dificuldades familiares e pela perda de pessoas próximas à emérita. Após a morte de seu irmão, o ex-rei Constantino II da Grécia, Sofia enfrentou o divórcio de sua filha, a Infanta Cristina, de Iñaki Urdangarin, em 2023.[34] Nos anos seguintes, também sofreu com as mortes de seu primo e confidente, o príncipe Miguel da Grécia, em 2024,[35] de sua amiga próxima Tatiana Radziwill, em dezembro de 2025,[36] e, um mês depois, de sua irmã Irene da Grécia, cuja saúde vinha se deteriorando há vários anos.[37][38][39] Em abril de 2024, aos 85 anos, Sofia foi brevemente hospitalizada.[40]
Ligações com a Grécia

Sofia encontrava-se na Grécia durante o golpe militar de 1967, que levou à instauração da ditadura dos coronéis. Como consequência dos acontecimentos políticos que se seguiram, seu irmão, o Rei Constantino II, perdeu seus privilégios reais, teve seus bens confiscados pelo Estado e foi obrigado a deixar o país com a família.[8]
Com exceção de uma breve visita para participar do funeral de sua mãe, em 1981, Sofia não retornou à Grécia após a proclamação da república até 1998, quando realizou uma visita oficial ao país ao lado do marido, a convite do presidente Konstantinos Stephanopoulos.[41] Por razões diplomáticas, a rainha da Espanha manteve-se afastada das ações movidas perante o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos por seu irmão Constantino, sua irmã Irene e sua tia Catarina contra o Estado grego, relacionadas à restituição de propriedades pertencentes à antiga família real.[42] Nos anos seguintes, especialmente após a autorização para o retorno de Constantino à Grécia, Sofia passou a visitar regularmente seu país natal. Tornou-se presença frequente nas celebrações da Páscoa Ortodoxa, participando anualmente das festividades religiosas ao lado de seus familiares.[43][44][45]
Em 10 de janeiro de 2023, o ex-rei Constantino II faleceu em Atenas, cercado por membros de sua família.[46] Sofia permaneceu na Grécia por vários dias após sua morte, acompanhando os sobrinhos e colaborando nos preparativos para o funeral. Antes da cerimônia, visitou o Cemitério Real de Tatoi, local de sepultamento de seus pais e onde seu irmão também seria enterrado.[47] A cerimônia contou com a presença de quase todos os integrantes da família real espanhola, com exceção da Princesa Leonor e da Infanta Sofia.[48]
Ver também
Honras

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SM o rei João Carlos Família real estendida Filhos da falecida Duquesa de Badajoz:
SAR a Duquesa de Sória e Hernani
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- Nacionais (Espanha)
- Estrangeiras
Tailândia, Ordem da Casa Real de Chakri[52]
Países Baixos, Ordem do Leão dos Países Baixos[53]
Dinamarca, Ordem Real do Elefante[54]
Noruega, Ordem de Santo Olavo
Suécia, Ordem do Serafim[55]
Bélgica, Ordem de Leopoldo[56]
Brasil, Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul[57]
França, Ordem da Legião de Honra[58]
Alemanha, Ordem de Mérito da República Federal da Alemanha[59]
Grécia, Ordem de São Olga e da Santa Sofia
Islândia, Ordem do Falcão[60]
Portugal, Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo[61]
Portugal, Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique[61]
Portugal, Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada[61]
Descendência
| Imagem | Nome | Nascimento | Morte | Notas |
|---|---|---|---|---|
| Elena | 20 de dezembro de 1963 | Duquesa de Lugo. Casou-se com Jaime de Marichalar em 1995 (divorciada em 2010), com descendência. | ||
| Cristina | 13 de junho de 1965 | Ex-Duquesa de Palma de Maiorca. Casou-se com Iñaki Urdangarin em 1997 (divorciada em 2022), com descendência. | ||
| Filipe VI | 30 de janeiro de 1968 | Rei da Espanha desde 2014. Casou-se com Letizia Ortiz Rocasolano em 2005, com descendência. |
Ancestrais
Notas e referências
Notas
- ↑ Sofia pertence à Casa de Eslésvico-Holsácia-Sonderburgo-Glücksburgo, ao nascer foi registada sem sobrenomes, porque o título real funcionava como tal, seguindo o costume da casa real grega (que tem origem dinamarquesa, sendo que a família real dinamarquesa também nunca adotou sobrenomes). Vale frisar que este costume, no ponto de vista dos gregos, tem origem estrangeira (pois os últimos monarcas do Império Bizantino usavam sobrenomes). Ao chegar à Espanha, ela precisava de sobrenomes e, por isso, adotou o nome de seu título grego: princesa 'da Grécia, sendo este o sobrenome que aparece em seu passaporte e nos registros espanhóis.
Referências
- ↑ Meyer-Stabey 1992, pp. 105-106
- 1 2 3 4 Meyer-Stabey 1992, p. 185
- 1 2 3 4 5 6 7 «Todo sobre la Reina Sofía : su matrimonio con el emérito, sus hijos, sus nietos». lecturas.com (em espanhol). Consultado em 8 de maio de 2021
- ↑ Varga 2015, p. 38
- 1 2 Varga 2015, p. 39
- 1 2 3 4 «70 cumpleaños de S.M. la Reina Doña Sofía». Su Grecia natal. abc.es (em espanhol). Consultado em 1 de maio de 2021
- 1 2 3 4 Meyer-Stabey 1992, p. 106
- 1 2 3 Christophe Vachaudez (22 de novembro de 2019). «Sofia d'Espagne : never complain, never explain». eventail.be (em francês). Consultado em 10 de maio de 2021
- 1 2 3 4 «La discrète reine Sofia, clé de voûte du règne de Juan Carlos». lepoint.fr (em francês). 18 de junho de 2014. Consultado em 9 de maio de 2021
- ↑ Christophe Vachaudez (4 de agosto de 2016). «Quand les têtes couronnées remportent des médailles aux JO». madame.lefigaro.fr (em francês). Consultado em 9 de maio de 2021
- ↑ Esther Buitekant (7 de setembro de 2020). «Juan Carlos et Sophie d'Espagne : un mariage arrangé». gala.fr (em francês). Consultado em 31 de outubro de 2020
- 1 2 3 «La boda de Juan Carlos y Sofía: un vestido de ensueño, la tiara prusiana y tres veces 'Sí, quiero'». Vanity Fair (em espanhol). 13 de maio de 2020. Consultado em 26 de setembro de 2020
- ↑ «Reina Sofía». www.bekia.es (em espanhol). Consultado em 25 de setembro de 2020
- ↑ Meyer-Stabey 1992, pp. 217-219
- ↑ Meyer-Stabey 1992, pp. 186-187
- ↑ Dominique Bonnet (30 de setembro de 2015). «Letizia et Sofia d'Espagne». un passage de relais tout en sourire. parismatch.com (em francês). Consultado em 2 de agosto de 2021
- ↑ «La Fundación Broseta entrega el Premio Convivencia a S.M. la Reina Doña Sofía». elperiodic.com (em espanhol). 15 de janeiro de 2013. Consultado em 2 de agosto de 2021
- ↑ Debray 2013, pp. 360-361
- ↑ Debray 2013, pp. 365, 385
- ↑ Debray 2013, p. 361
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- ↑ «Real Decreto 1116/2024, de 29 de octubre, por el que se concede el Collar de la Insigne Orden del Toisón de Oro a Su Majestad la Reina Doña Sofía de Grecia». Boletín oficial del Estado (em espanhol). 29 de outubro de 2024. Consultado em 9 de janeiro de 2025
- ↑ «Decreto 1192/1962, de 10 de mayo, por el que se concede la Gran Cruz de la Real y Muy Distinguida Orden de Carlos III a Su Alteza Real la Princesa Sofía de Grecia» (PDF). Boletín oficial del Estado (em espanhol). 10 de maio de 1962. Consultado em 18 de janeiro de 2013
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- ↑ «Visita de Estado de los Reyes de España a Tailandia»
- ↑ «Group Photo»
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- ↑ «Noblesse et Royautés»
- ↑ «State visit in Belgium in 2000 - Belga Pictures»
- ↑ «Foro Dinastías State visit of Brazil in Spain, 16 May 1991»
- ↑ «Photo»
- ↑ «Foro Dinastías, State visit of Germany in Spain,1989»
- ↑ «Icelandese Presidency Website»
- 1 2 3 http://www.ordens.presidencia.pt/
- ↑ «Ancestors of Princess Sofía of Greece and Denmark, Queen consort of Spain». MyOrigins. Consultado em 2 de junho de 2026
- Este artigo foi inicialmente traduzido, total ou parcialmente, do artigo da Wikipédia em francês cujo título é «Sophie de Grèce (1938)».
Ligações externas
- Casa Real da Espanha
- Página sobre a Fundação Rainha Sofia no site da Família Real
- Site oficial da Fundação Rainha Sofia
| Sofia da Grécia Casa de Eslésvico-Holsácia-Sonderburgo-Glücksburgo Ramo da Casa de Oldemburgo 2 de novembro de 1938 | ||
|---|---|---|
| Precedida por Vitória Eugênia de Battenberg |
Rainha Consorte da Espanha 22 de novembro de 1975 – 19 de junho de 2014 |
Sucedida por Letizia Ortiz Rocasolano |
| Título criado | Princesa da Espanha 22 de julho de 1969 – 22 de novembro de 1975 |
Vacante |



