Saúde
Mangueira (Rio de Janeiro)
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Mangueira | |
|---|---|
Bairro | |
| Unidade federativa | |
| Município | Rio de Janeiro |
| Criado em | 11 de maio de 1852 |
| Área | |
| • Total | 79,81 ha (em 2003) |
| População | |
| • Total | 18,247 (em 2022)[1] hab. |
| • IDH | 0,800[2](em 2000) |
| Domicílios | 7.123 (em 2022) |
| Limites | Benfica, São Cristóvão, Maracanã, Vila Isabel e São Francisco Xavier[3] |
| Subprefeitura | Centro e Centro Histórico |
Mangueira é um bairro da Zona Norte do município do Rio de Janeiro.[4] Está situada na Área de Planejamento 1 do município.[5] É administrada pela subprefeitura do Centro e Centro Histórico e integra a Região Administrativa VII — São Cristóvão, formada pelos bairros de São Cristóvão, Benfica, Mangueira e Vasco da Gama. Seu principal atrativo é a escola de samba Estação Primeira de Mangueira, além da proximidade com a Quinta da Boa Vista.
Faz limite com Bairro Imperial de São Cristóvão e Benfica; além de Maracanã, Vila Isabel e São Francisco Xavier na Zona Norte[3]. Seu IDH, no ano 2000, era de 0,800, o 94º melhor do município do Rio de Janeiro, sendo analisado junto com o bairro de São Francisco Xavier.[2]
História
O bairro surgiu a partir de algumas construções precárias nos fundos do Palácio Imperial da Quinta da Boa Vista. Os primeiros habitantes do território foram pessoas negras escravizadas que atuavam na residência oficial da Família Imperial Brasileira, denominados como "escravos da nação", tinham como residência oficial a Fazenda Imperial de Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade e ergueram alguns casebres por volta de 1850. Desde 11 de maio de 1852, quando se inaugurou nas proximidades da Quinta da Boa Vista o primeiro telégrafo aéreo do Brasil, a elevação vizinha da Quinta era conhecida como Morro do Telégrafo. A Estrada de Ferro Central do Brasil batizou de Mangueira a estação de trem inaugurada em 1889 de Estação de Mangueira.
A elevação ao lado da linha férrea também começou a ser chamada de Mangueira, enquanto o antigo nome de Telégrafos permaneceu para identificar apenas uma parte do morro. Atualmente, Telégrafos, Pindura Saia, Santo Antônio, Chalé, Faria, Buraco Quente, Curva da Cobra, Candelária e outros são pequenos núcleos populacionais que formam o complexo do Morro de Mangueira.
O Visconde de Niterói, que recebeu o morro de presente do Imperador D. Pedro II já era falecido quando os primeiros moradores instalaram os seus barracões, e outros, mais espertos, construíam moradias para alugar, como foi o caso do português Tomás Martins, padrinho do futuro compositor e poeta Carlos Cachaça, que aos oito anos de idade vivia no morro, e aponta o padrinho como o verdadeiro fundador do Morro de Mangueira, por ter sido o primeiro a explorá-lo como local de moradia. Aos dez anos, Carlos Cachaça tinha a incumbência de assinar os recibos dos aluguéis, já que o português Tomás Martins era analfabeto.
Em 1908, a prefeitura carioca decidiu reformar a Quinta da Boa Vista e, para isso, demoliu dezenas de casinhas ali construídas por soldados que serviam no 9° Regimento de Cavalaria. Com a permissão de carregar os restos da demolição para onde bem entendessem, os militares escolheram instalar-se no Morro de Mangueira. Outro fato que serviu para aumentar a população da área foi o incêndio que, em 1916, destruiu inúmeros casebres do Morro de Santo Antônio, no centro da cidade. Surgia assim em Mangueira uma comunidade de gente pobre, constituída quase que na totalidade por negros, filhos e netos de escravos, inteiramente identificada com as manifestações culturais e religiosas que caracterizavam esse segmento social e racial.
Do Natal ao Dia de Reis, em 6 de janeiro, conjuntos de pastores e pastorinhas percorriam o morro entoando as suas cantorias. Os católicos construíram uma capela a Nossa Senhora da Glória, que passou a ser a padroeira do morro. O Candomblé e a Umbanda tinham muitos adeptos, e alguns casebres serviam de templos, sendo o principal deles o de Tia Fé, (Benedita de Oliveira), uma mineira (segundo Carlos Cachaça) ou baiana (segundo o neto Sinhozinho, presidente da Estação Primeira na década de 70), que trajava diariamente de baiana, e em cuja casa realizavam-se as grandes festas de Mangueira. Em 1935, houve uma tentativa de descendentes do Visconde de Niterói de despejar os moradores do morro, mas estes foram socorridos pelo prefeito Pedro Ernesto.
Uma nova tentativa, em 1964, feita por um português de sobrenome Pinheiro, que dizia ter adquirido os bens da família Saião Lobato, esbarrou num decreto do governador Carlos Lacerda, desapropriando todo o Morro de Mangueira.
Em 1910, Tia Fé cria o rancho carnavalesco Pérolas do Egito. Entre blocos, ranchos e cordões, outras agremiações surgem depois, tais como Guerreiros da Montanha, Trunfos da Mangueira e Príncipe das Matas. Em 1926, a Mangueira já era um reduto de sambistas, representados no concurso na casa de Zé Espinguela, em 1929, pelo então bloco Estação Primeira. A partir daí sua história se confunde com a história do Carnaval, e de sua mais popular agremiação carnavalesca, a Estação Primeira.
Formado por grandes sambistas do Bloco dos Arengueiros, tais como Cartola, Carlos Cachaça, Zé Espinguela e Saturnino Gonçalves, entre outros, estes abandonaram a ideia deste bloco para em 1928 criar o Estação Primeira, que mais tarde se tornaria a atual escola de samba.
Também existiu na década de 30 a escola Unidos de Mangueira, porém não durou muitos anos.
Com o crescimento do mundo do samba, a Estação Primeira de Mangueira trouxe melhorias e um certo prestígio a comunidade, obtendo apoio governamental e de empresas para oferecer cursos e opções de esportes e lazer à população local. A identidade do morro e da escola com o tempo se misturaram, a ponto de a Supervia ter pintado a bandeira verde e rosa da agremiação na estação de trem. Em 03 de Novembro de 2011 a comunidade passou a ser atendida pela 18° Unidade de Polícia Pacificadora.
A área da antiga comunidade Metrô-Mangueira (Favela do Esqueleto) também foi objeto de intervenções urbanísticas ligadas à implantação do Polo Automotivo da Mangueira, previsto para funcionar na Avenida Radial Oeste. Em 2013, a Prefeitura do Rio autorizou a urbanização de uma área de 21 mil metros quadrados, com previsão de unidades comerciais, área de lazer, ciclovia, pista de skate, bicicletários, estacionamento e plantio de árvores.[6] O projeto foi associado à remoção da comunidade Metrô-Mangueira: segundo O Dia, 637 residências foram removidas para dar lugar ao empreendimento, com reassentamento de moradores em condomínios do programa Minha Casa, Minha Vida no mesmo bairro.[6] Em 2017, O Globo registrou que a comunidade havia sido quase totalmente removida e que as obras do polo, inicialmente previstas para entrega em julho de 2015, estavam paradas e sem previsão de retomada.[7] Em 2020, a Prefeitura inaugurou um polo automotivo ao lado do Viaduto da Mangueira, com 23 boxes, sistemas de esgoto e drenagem e investimento informado de R$ 2 milhões.[8] Em 2021, o Diário do Rio noticiou a entrega de um complexo de lojas para comerciantes da comunidade Metrô-Mangueira, informando que a Associação de Moradores da Mangueira ficaria responsável pela administração do Polo Automotivo, formado por 22 lojas com estacionamento.[9]
Reconhecimento como Quilombo Urbano
Em estudo publicado em 2021 na Revista Magistro, Glaucia Regina S. Santos e Anna Paula Soares Lemos caracterizaram o Morro da Mangueira como um lugar marcado por tradições, modos de vida próprios, singularidade histórica, cultural e ambiental e vínculos de pertencimento de seus moradores.[10]
Em outubro de 2025, o portal Terra noticiou que a Agência Facilitadora para Investimentos Culturais (África), sediada no Morro do Telégrafo, na Mangueira, protocolou junto à Fundação Cultural Palmares pedido para que a Mangueira fosse reconhecida como Quilombo Urbano. Segundo a reportagem, o pedido se fundamenta na origem da comunidade no século XIX, associada à presença de pessoas negras ligadas ao Palácio Imperial, e em elementos históricos e culturais de resistência negra no território. A publicação também informou que, conforme o Censo 2022 do IBGE, cerca de 80% da população do bairro se autodeclara negra.[11]
A dimensão afro-brasileira da Mangueira também foi tematizada no carnaval de 2025, quando a Estação Primeira de Mangueira apresentou o enredo "À Flor da Terra – No Rio da Negritude entre Dores e Paixões". Segundo O Dia, o desfile buscou contar a história do Rio de Janeiro pela tradição dos povos bantos, destacando sua chegada escravizada à cidade e a permanência de sua cultura em práticas, linguagens e sociabilidades cariocas.[12] A própria agremiação registrou o samba-enredo de 2025 com referências à resistência quilombola, à Pequena África, ao Cais do Valongo e à presença banta na formação cultural do Rio de Janeiro.[13]
Delimitação geográfica
Delimitação do bairro Mangueira, Código 011, segundo o Decreto número 5.280 de 23 de agosto de 1985.
"Do entroncamento da Rua Abdon Milanez com a Rua Ana Néri; por esta (excluída, excluindo a Praça Guilherme Guinle), atravessando a Rua Visconde de Niterói, até o Ramal Leopoldina RFFSA; pelo leito deste (incluindo o trecho da Rua Santos Melo sobre a Estrada de Ferro e o Viaduto da Mangueira); e pelo Ramal Principal da RFFSA, passando pela Estação de Mangueira (incluída, incluindo a passarela ao lado da Estação) até a Avenida Bartolomeu de Gusmão; por esta (incluída) e pelos limites das áreas sob jurisdição Militar e da Quinta da Boa Vista, ao final da Rua Sinimbu (excluída); daí, em linha reta perpendicular à Rua Sinimbu, até a Rua São Luiz Gonzaga; por esta (excluída) até a Rua Chantecler, por esta (excluída) até seu final, e daí, até o final da Rua Vigário Morato; por esta (excluída) até a Rua Abdon Milanez; por esta (excluída) ao ponto de partida."
| Bairros do Rio de Janeiro |
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Condições socioeconômicas e segurança pública
Embora a Mangueira tenha registrado, no ano 2000, IDH-M de 0,800, calculado em conjunto com o bairro de São Francisco Xavier, indicadores mais recentes apontam a permanência de importantes desigualdades socioeconômicas no território.[2] Segundo o Instituto Pereira Passos, no Índice de Progresso Social dos bairros do Rio de Janeiro, a Mangueira ocupava a 136.ª posição entre 159 bairros analisados, com nota geral de 58,48. O levantamento indicava renda per capita de R$ 518,00, com base no Censo de 2010, e desempenho desigual entre as três dimensões do índice: 78,57 em Necessidades Humanas Básicas, 49,13 em Fundamentos do Bem-Estar e 47,73 em Oportunidades.[14]
O IPS é um indicador sintético de desenvolvimento social que, segundo o Instituto Pereira Passos, não utiliza diretamente indicadores econômicos, mas mede resultados sociais e ambientais a partir de componentes como nutrição e cuidados médicos básicos, água e saneamento, moradia, segurança pessoal, educação básica, acesso à informação, saúde e bem-estar, meio ambiente, direitos individuais, liberdades individuais, tolerância e inclusão e educação superior.[15] Entre os indicadores considerados pelo índice estão pessoas vivendo em favelas não urbanizadas, adensamento habitacional excessivo, taxa de homicídios, roubos de rua, homicídios por ação policial, violência contra a mulher, homicídios de jovens negros, vulnerabilidade familiar, transferência de renda e acesso à educação superior.[15]
A realidade urbana da Mangueira é marcada pela presença de áreas de favela e assentamentos populares historicamente vinculados ao Morro da Mangueira, como Telégrafo, Buraco Quente, Chalé, Pindura Saia, Santo Antônio, Candelária, Curva da Cobra e Vila Miséria. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística passou a tratar oficialmente esses territórios como “favelas e comunidades urbanas” no Censo de 2022, categoria voltada à identificação de áreas populares com padrões específicos de ocupação, infraestrutura urbana e acesso a serviços públicos.[16]
O bairro também aparece em registros jornalísticos e levantamentos sobre violência armada no Rio de Janeiro. Em fevereiro de 1994, a Folha de S.Paulo noticiou uma guerra entre quadrilhas rivais no Morro da Mangueira, com quatorze mortos em poucos dias.[17][18] Em 2011, antes da implantação da Unidade de Polícia Pacificadora da Mangueira/Tuiuti, o Morro da Mangueira foi ocupado por cerca de 750 agentes das polícias Civil e Militar, com apoio de fuzileiros navais e veículos blindados da Marinha, em operação associada à política de pacificação adotada pelo governo estadual no período que antecedeu a Copa do Mundo FIFA de 2014 e os Jogos Olímpicos de Verão de 2016.[19]
A UPP Mangueira/Tuiuti foi inaugurada em novembro de 2011 como a 18.ª Unidade de Polícia Pacificadora do estado, com previsão de atuação de 403 policiais militares e atendimento a cerca de 20 mil pessoas na região, incluindo o Morro do Telégrafo, Candelária, Vila Miséria, Bartolomeu Gusmão, Morro do Tuiuti, Marechal Jardim e Parque Mineiros.[20][21]
Estudos sobre segurança pública no Rio de Janeiro indicam que o controle territorial armado por facções do tráfico de drogas e milícias constitui uma variável relevante para a compreensão das políticas urbanas na Região Metropolitana. O Mapa Histórico dos Grupos Armados, elaborado pelo Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense em parceria com o Instituto Fogo Cruzado, registra a expansão e a disputa de grupos armados no Grande Rio desde 2006 e aponta que esses grupos submetem moradores de diversos territórios a arbitrariedades e à exposição a confrontos armados decorrentes de disputas entre grupos rivais e operações policiais.[22][23]
Museus
No bairro de Mangueira, localizam-se diversos equipamentos culturais voltados à preservação e à difusão da história do samba e da Estação Primeira de Mangueira.
Museu do Samba Inaugurado em 2001, com o nome de Centro Cultural Cartola, foi rebatizado em 2008 como Museu do Samba, por ocasião do registro dos sambas de terreiro, sambas-enredo e sambas-exaltação como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)[24]. A instituição atua na salvaguarda da memória do samba e no desenvolvimento de atividades educativas e culturais[25].
Centro de Memória da Mangueira
Localizado no Palácio do Samba, sede da Estação Primeira de Mangueira, o Centro de Memória reúne acervo aberto à visitação, incluindo um pequeno museu e a sala de troféus da agremiação. Entre as peças expostas, destaca-se o troféu conquistado no Supercampeonato de 1984.[26]
Museu a Céu Aberto de Mangueira[27] Inaugurado em 2023, por iniciativa da Vice-Presidência Financeira da Estação Primeira de Mangueira, consiste em um percurso expositivo pela comunidade, com monumentos e placas indicativas que narram a história do samba, da escola e de seus principais personagens[28].
Museu Escola Ciep Nação Mangueirense O Ciep Nação Mangueirense mantém uma ampla exposição dedicada aos principais compositores da Estação Primeira de Mangueira, além de duas mostras permanentes elaboradas pelos alunos: uma sobre a trajetória de mulheres mangueirenses que marcaram a história e outra voltada à religiosidade afro-brasileira.
Televisão e cinema
Foi cenário para o quinto episódio da série As Cariocas, A Internauta da Mangueira. Esta foi escrita por Euclydes Marinho e dirigida por Daniel Filho. A série foi exibida pela Rede Globo a partir de 19 de outubro de 2010, às terças-Feiras às 23h.
O filme O Assalto ao Trem Pagador, de 1962, teve parte de suas cenas filmadas no morro, sendo este o núcleo do personagem Tião Medonho e seus comparsas.
E também foi locação pras gravações da Telenovela Guerra sem Fim, da extinta Rede Manchete
Ver também
Referências
- ↑
- 1 2 3 Tabela 1172 - Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH), por ordem de IDH, segundo os bairros ou grupo de bairros - 2000
- 1 2 Bairros do Rio
- ↑ [(https://rioandlearn.com/pt-br/zona-norte-rio-de-janeiro/) «Zona Norte Rio de Janeiro - A Dica do Dia, Rio & Learn»] Verifique valor
|url=(ajuda). Rio & Learn. 25 de janeiro de 2017. Consultado em 29 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 5 de abril de 2025 - ↑ [(https://www.rio.rj.gov.br/documents/91362/4760583/ANEXO+I+-+%C3%81reas+de+Planejamento.pdf) «Áreas de Planejamento»] Verifique valor
|url=(ajuda) (PDF). Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Consultado em 9 de julho de 2026 - 1 2 Araújo, Adriano (28 de setembro de 2013). «Polo automotivo da Mangueira terá área de lazer e bicicletário». O Dia. Consultado em 8 de julho de 2026. Cópia arquivada em 5 de abril de 2025
- ↑ «Obras do Polo Automotivo da Mangueira não têm previsão para recomeçar». O Globo. 4 de julho de 2017. Consultado em 8 de julho de 2026. Cópia arquivada em 6 de julho de 2017
- ↑ «Prefeitura do Rio inaugura pólo automotivo na Mangueira». R7. Balanço Geral RJ. 10 de agosto de 2020. Consultado em 8 de julho de 2026
- ↑ Lucena, Felipe (24 de abril de 2021). «Comerciantes da comunidade Metrô-Mangueira ganham complexo de lojas para abrigar um polo automotivo». Diário do Rio. Consultado em 8 de julho de 2026. Cópia arquivada em 17 de setembro de 2021
- ↑ Santos, Glaucia Regina S.; Lemos, Anna Paula Soares (2021). «Morro da Mangueira: o lugar de Cartola». Revista Magistro. 1 (23): 102–114. Consultado em 8 de julho de 2026
- ↑ Zibordi, Marcos (21 de outubro de 2025). «Morro da Mangueira busca reconhecimento histórico como quilombo urbano no RJ». Terra. Visão do Corre. Consultado em 8 de julho de 2026
- ↑ Siston, Rachel (17 de fevereiro de 2025). «Mangueira faz ponte entre passado, presente e futuro ao contar o Rio pelos Bantus». O Dia. Consultado em 8 de julho de 2026. Cópia arquivada em 21 de abril de 2025
- ↑ «Samba-Enredo 2025». Estação Primeira de Mangueira. Consultado em 8 de julho de 2026. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2025
- ↑ «IPSBairros - 2022». Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro / Instituto Pereira Passos. Consultado em 9 de julho de 2026
- 1 2 «Regiões Administrativas e Bairros no Rio de Janeiro — Índice de Progresso Social 2022» (PDF). Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos. Julho de 2023. Consultado em 9 de julho de 2026
- ↑ Censo Demográfico 2022: favelas e comunidades urbanas: resultados do universo (PDF). Rio de Janeiro: IBGE. 2024. Consultado em 9 de julho de 2026
- ↑ «Guerra do tráfico mata 7 na Mangueira». Folha de S.Paulo. 18 de fevereiro de 1994. Consultado em 9 de julho de 2026
- ↑ Lima, Roni (22 de fevereiro de 1994). «Tráfico na Mangueira mata mais sete». Folha de S.Paulo. Consultado em 9 de julho de 2026
- ↑ «Polícia do Rio ocupa o Morro da Mangueira». Gazeta do Povo. Agência Estado. 19 de junho de 2011. Consultado em 9 de julho de 2026
- ↑ «Governador inaugura UPP Mangueira e afirma que a Defensoria do Rio é a melhor do Brasil». Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro. 7 de novembro de 2011. Consultado em 9 de julho de 2026
- ↑ «Complexo da Mangueira recebe 18ª Unidade de Polícia Pacificadora». Olhar Direto. Agência Brasil. 3 de novembro de 2011. Consultado em 9 de julho de 2026
- ↑ «Relatório – GENI/UFF e Fogo Cruzado: Mapa Histórico dos Grupos Armados no Rio de Janeiro». Determinantes Sociais da Saúde / Fiocruz. 13 de setembro de 2022. Consultado em 9 de julho de 2026
- ↑ «Mapa histórico dos grupos armados». Instituto Fogo Cruzado. Consultado em 9 de julho de 2026
- ↑ IPHA, IPHAN (10 de outubro de 2007). «Samba do Rio de Janeiro é Patrimônio Cultural do Brasil». http://portal.iphan.gov.br/. Consultado em 15 de agosto de 2025
- ↑ Samba, Museu. «Museu do Samba». museudosamba.org.br. Consultado em 15 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 8 de março de 2026
- ↑ UFRJ, LUDENS. «ORGANIZAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DO CENTRO DE MEMÓRIA VERDE E ROSA». ludens.museunacional.ufrj.br. Consultado em 15 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 28 de setembro de 2024
- ↑ VEJA, Revista (8 de agosto de 2023). «Museu a Céu Aberto transforma Mangueira em polo de preservação cultural». vejario.abril.com.br. Consultado em 15 de agosto de 2025
- ↑ O Museu do Samba foi uma iniciativa da Vice-presidência Financeira, que realizou a sua execução através do Edital Não Deixe o Samba Morrer 2, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro, o projeto teve a coordenação do historiador Pablo Brandão.

