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Genival É de Morte
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| Genival é de Morte | |
|---|---|
| Brasil 1956 • pb • 95 min | |
| Género | comédia |
| Direção | Aloísio T. de Carvalho |
| Roteiro | Daniel Rocha e Ronaldo Lupo |
| História | Daniel Rocha |
| Elenco | Ronaldo Lupo Zé Trindade Humberto Catalano |
| Música | Ronaldo Lupo |
| Cinematografia | Antônio Gonçalves |
| Edição | Rafael Justo Valverde |
| Distribuição | Distribuidora de Filmes Sino Ltda. / Ubayara Filmes |
| Lançamento |
|
| Idioma | português |
Genival é de Morte é um filme brasileiro de 1956, do gênero Comédia, dirigido por Aloísio T. de Carvalho, a partir de argumento e roteiro de Daniel Rocha e Ronaldo Lupo, baseado em história de Daniel Rocha. Foi uma produção da Flama Filmes. [2]
Contou com Adelaide Chiozzo, Carlos Matos e o Ballet Adamo nas atrações musicais.[2]
Sinopse
Genival (Ronaldo Lupo) é um homem elegante e conquistador que tem o hábito de se envolver com mulheres comprometidas. Sua confiança começa a ser abalada quando ele se apaixona por uma jovem que acredita ser esposa de um amigo próximo. Determinado a conquistá-la, ele não percebe que está sendo atraído para uma situação cuidadosamente planejada pela moça, dando origem a uma série de equívocos e situações cômicas. [2]
Elenco
| Intérprete | Personagem |
|---|---|
| Ronaldo Lupo | Genival |
| Zé Trindade | Zé |
| Humberto Catalano | Mário |
| Tereza Raquel | Mocinha |
| Afonso Stuart | |
| Ítala Ferreira | |
| Grijó Sobrinho | |
| Léa Coutinho | |
| Perpétuo Silva | |
| Wilza Carla | |
| Batista Rodrigues | |
| Oswaldo Elias | Lutador de box |
| Tony Jr. | |
| Vicente Marcheli | |
| Vera Regina | |
| Zé Praxedes | |
| De Carmbola | |
| Maria Helena | |
| Preá | |
| Sidália Salles | |
| Walter Moreno | |
| Antônio Carlos Pires |
Produção
Em 1955, durante as gravações do filme, um incêndio destruiu completamente os estúdios da Sacra Filmes, no bairro São Cristóvão, obrigando a produção a transferir as filmagens para outro estúdio.[3]
O prejuízo para a produção foi estimado em CR$ 800 mil, valor expressivo para a época. O incêndio destruiu todos os cenários e mobiliários utilizados nas filmagens, incluindo uma pintura de José Pancetti que havia sido emprestada para compor um dos cenários do filme.[4]
Referências
- ↑ «Estreia de Genival É de Morte». Cine Repórter. 6 de maio de 1956. Consultado em 9 de junho de 2026
- 1 2 3 «FILMOGRAFIA - Genival É de Morte». Cinemateca Brasileira. Consultado em 13 de junho de 2026. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2026
- ↑ «Destruídos pelo fogo o estúdio da Sacra Filmes!». Cine Repórter. 1 de outubro de 1955. Consultado em 9 de junho de 2026
- ↑ «"Genival É de Morte" destruído pelo fogo». Diário Carioca. 1955. Consultado em 9 de junho de 2026
