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Festival Internacional de Quadrinhos
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| Festival Internacional de Quadrinhos | |
|---|---|
| Gênero | Histórias em quadrinhos |
| Local | Belo Horizonte, Minas Gerais |
| Período | Bienal |
| Primeira edição | 1999 |
| Realização | Prefeitura de Belo Horizonte Fundação Municipal de Cultura |
| Página oficial | portalbelohorizonte.com.br/fiq |
O Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte, conhecido como FIQ BH, é um festival de histórias em quadrinhos realizado em Belo Horizonte, em Minas Gerais. Criado em 1999, reúne feira de publicações, exposições, debates, oficinas, lançamentos, sessões de autógrafos e atividades voltadas à criação e ao mercado de quadrinhos.[1] A Lei municipal nº 11.059, de 17 de julho de 2017, determinou sua realização bienal pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio do órgão municipal responsável pela cultura.[2]
O FIQ sucedeu a Bienal Internacional de Quadrinhos, realizada no Rio de Janeiro em 1991 e 1993. A terceira edição da Bienal ocorreu em Belo Horizonte em 1997, como parte das comemorações do centenário da capital mineira.[3] Dois anos depois, foi realizada a primeira edição do FIQ.
História

Antecedentes
A Bienal Internacional de Quadrinhos teve suas duas primeiras edições no Rio de Janeiro, em 1991 e 1993. Depois de quatro anos sem ser realizada, a Bienal mudou-se para Belo Horizonte em 1997. A terceira edição abriu em 16 de outubro, com a Serraria Souza Pinto como um dos espaços principais, e integrou as comemorações dos cem anos da cidade.[3]
Depois da experiência de 1997, a Prefeitura de Belo Horizonte criou o Festival Internacional de Quadrinhos. Roberto Ribeiro, da Casa 21, assumiu a curadoria da primeira edição, e a Casa 21 participou da criação do novo festival.[1]
1º FIQ, 1999
A primeira edição foi realizada de 1 a 5 de dezembro de 1999. A maior parte das atividades ocorreu no Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais, com exposições também em outros espaços de Belo Horizonte. Angeli foi o artista homenageado e recebeu uma retrospectiva com trabalhos originais. A França foi o país em foco, com exposições e a presença de artistas franceses, entre eles François Boucq e Philippe Vuillemin.[4]
Miguelanxo Prado, Mauricio de Sousa, Lourenço Mutarelli e Laerte estiveram entre os participantes. A programação teve debates, exposições, oficinas e lançamentos, e recebeu cerca de cinco mil pessoas.[1]
2º FIQ, 2001
O segundo FIQ foi realizado de 10 a 14 de outubro de 2001 na Matriz, no Terminal Turístico JK, na avenida Olegário Maciel. A programação reuniu oficinas, feira de quadrinhos, exposições, debates, lançamentos, filmes e apresentações musicais. O ingresso custava cinco reais e dava direito a uma revista.[5]
Jô Oliveira foi o artista homenageado e a Argentina foi o país homenageado.[6] Entre os convidados estrangeiros estavam José Muñoz, Carlos Nine, Jano e Miguelanxo Prado. Participaram também André Diniz, Marcello Gaú, Eloar Guazzelli e outros autores brasileiros.[5]
Entre os lançamentos estavam Mendelévio, de João Marcos, a nona edição da revista Graffitti, Saino a Percurá, de Lélis, e uma nova edição de A Guerra do Reino Divino, de Jô Oliveira. A programação audiovisual exibiu os curtas A Flor do Caos e Selenita Acusa!, de Luiz Nazário.[5]
3º FIQ, 2003
A terceira edição foi realizada de 24 a 28 de setembro de 2003 na Casa do Conde de Santa Marinha. O mineiro Mozart Couto foi o homenageado, assinou o cartaz e recebeu uma exposição retrospectiva de trabalhos iniciados em 1979.[7]
Entre os convidados estrangeiros estavam Sergio Toppi, Lorenzo Mattotti, David Lloyd, Kyle Baker e Jacques de Loustal. Do Brasil participaram Chantal, Angeli, Allan Sieber, Adão Iturrusgarai, Fábio Zimbres e Ota.[1] A edição também realizou a primeira Maratona de Quadrinhos, voltada a estudantes e educadores da rede municipal.[8]
4º FIQ, 2005
A quarta edição ocorreu de 5 a 9 de outubro de 2005, novamente na Casa do Conde. Lourenço Mutarelli foi o principal homenageado e recebeu uma exposição com 110 trabalhos originais.[9]
O colecionador Antônio Roque Gobbo, fundador da Gibiteca Municipal, e o quadrinista Lacarmélio Alfeo de Araújo, criador de Celton, receberam outras homenagens. A programação teve encontro de animadores, sessões de RPG e avaliações de portfólio. Gary Panter, Gianfranco Manfredi e Frédéric Boilet estiveram entre os convidados estrangeiros. Fábio Moon, Gabriel Bá, LOR e João Marcos estiveram entre os brasileiros.[1]
5º FIQ, 2007
A quinta edição foi realizada de 16 a 21 de outubro de 2007 na Serraria Souza Pinto, que já havia recebido atividades da Bienal de 1997. O Japão foi o país homenageado. A programação dedicada aos quadrinhos japoneses teve as exposições Nouvelle Mangá e Dreamland.[10]
Júlio Shimamoto foi o artista homenageado e desenhou o cartaz da edição.[11] Entre os convidados estrangeiros estavam Eduardo Risso, Domingos Mandrafina, Carlos Sampayo, Juan Sáenz Valiente, Pascal Rabaté, Benoît Sokal, Giancarlo Berardi, Eddie Berganza e Kan Takahama. Roberto Ribeiro dividiu a curadoria com Afonso Andrade.[1]
6º FIQ, 2009
A sexta edição ocorreu de 6 a 12 de outubro de 2009, com atividades no Palácio das Artes e no Parque Municipal Américo Renné Giannetti. O festival integrou o Ano da França no Brasil, e a França foi o país homenageado.[12]
Renato Canini recebeu uma exposição dedicada à sua obra. Ciça Fittipaldi recebeu outra mostra, e William Salvador, morto em 2008, foi lembrado pela organização.[12] Entre os convidados estavam Teresa Valero, Reinhard Kleist, Cizo, Liniers, Ben Templesmith, Becky Cloonan, Craig Thompson, Zhang Bin e Guy Delisle. O público foi estimado em 75 mil pessoas.[13]
A edição recebeu no ano seguinte o Troféu HQ Mix na categoria "Evento".[14]
7º FIQ, 2011
A sétima edição foi realizada de 9 a 13 de novembro de 2011 na Serraria Souza Pinto e recebeu 148 mil visitantes. Mauricio de Sousa foi o homenageado. A Coreia do Sul teve uma programação própria, com a participação de Park Sang-sun e Cheon Kye-young.[1]
Entre os outros convidados estrangeiros estavam Olivier Martin, Cyril Pedrosa, Kelly Sue DeConnick, Matt Fraction, Jill Thompson, Bill Sienkiewicz e Horacio Altuna. Ana Luiza Koehler, Adriana Melo, Marilda Castanha, Ricardo Tokumoto, Jean Galvão, Vitor Cafaggi, Mateus Santolouco, Piero Bagnariol, Eloar Guazzelli e Gualberto Costa estiveram entre os brasileiros.[1]
A edição criou um espaço de mesas individuais para artistas independentes, em formato semelhante aos artist alleys de convenções de quadrinhos. Uma edição especial da revista Graffiti foi criada, impressa, encadernada e distribuída dentro da Serraria durante o festival.[1]
8º FIQ, 2013
A oitava edição ocorreu de 13 a 17 de novembro de 2013 na Serraria Souza Pinto. Laerte Coutinho foi a homenageada e recebeu uma exposição multimídia com curadoria de Rafael Coutinho.[13]
A edição estreou a Rodada de Negócios, organizada com o Sebrae. Cerca de 200 quadrinistas apresentaram projetos e portfólios a editoras e agentes. Eduardo Risso, Salvador Sanz, George Pérez, Ivo Milazzo e Jérémie Nsingi estiveram entre os convidados estrangeiros.[13]
9º FIQ, 2015
A nona edição foi realizada de 11 a 15 de novembro de 2015 na Serraria Souza Pinto. Antônio Cedraz foi o homenageado. O festival recebeu o projeto "Leitura para todos", de Marguerite Abouet, e a feira gráfica Faísca.[13]
O espaço de artistas independentes passou das 34 mesas da edição de 2011 para 123. Gail Simone, Jen Wang, Howard Chaykin, Amy Chu, Jeff Smith, Babs Tarr, Cameron Stewart, Birgit Weyhe e Marguerite Abouet estiveram entre os convidados estrangeiros. A curadoria foi de Daniel Werneck e Ana Luiza Koehler.[13]
10º FIQ, 2018
A décima edição estava prevista inicialmente para 2017, mas foi transferida para o primeiro semestre de 2018.[15] Foi realizada de 30 de maio a 3 de junho na Serraria Souza Pinto e no Centro de Referência da Juventude.[1]

Érica Awano, desenhista de Holy Avenger, foi a homenageada. Dave McKean, Anne-Charlotte Gauthier, Claudia Ahlering, Flore Balthazar, Mario Alberti, Zerocalcare, Troche e PowerPaola estiveram entre os convidados estrangeiros. Daniel Werneck, Ana Luiza Koehler, Fabiano Azevedo e Carol Rossetti formaram a curadoria.[1]
FIQ em Casa, 2020
A 11ª edição presencial foi cancelada em 2020 por causa da pandemia de COVID-19. Em seu lugar, a organização criou o FIQ em Casa, uma programação especial pela internet.[1]
Foram realizadas 12 transmissões com conversas entre quadrinistas, animadores e editores. Participaram Paulo Moreira, Aline Lemos, Carol Ito, Cristiano Seixas, Eduardo Damasceno, Germana Viana, André Dias e Janaina de Luna. Os áudios das entrevistas foram disponibilizados como podcasts. Sete vídeos com oito quadrinistas foram publicados no Instagram e no IGTV do festival. A curadoria foi de Aline Lemos, Rebeca Prado, Vitor Cafaggi e Erick Ricco, com coordenação de Afonso Andrade e Gabriel Nascimento.[1]
11º FIQ, 2022
O FIQ retornou ao formato presencial de 3 a 7 de agosto de 2022, no Minascentro, em parceria com o Instituto Lumiar. A edição teve entrada gratuita e o tema "Quadrinhos e o mundo do trabalho". Marcelo D'Salete foi o homenageado, e Amma e Lucas Ed. assinaram a curadoria.[16]
Mais de 40 mil pessoas passaram pelo evento. A feira reuniu 321 artistas em 176 mesas.[13] A edição recebeu o Troféu HQ Mix de 2023 na categoria "Evento".[14]
12º FIQ, 2024
A 12ª edição foi realizada de 22 a 26 de maio de 2024 no Minascentro, em parceria com o Instituto Periférico. O tema foi "Onde cabem os quadrinhos?".[17] Ana Luiza Koehler e Evandro Alves foram os artistas homenageados.[18]

Mais de 400 artistas participaram dos cinco dias de programação, que recebeu cerca de 45 mil pessoas. Foram montadas 266 mesas de artistas, e a programação teve 93 convidados do Brasil e do exterior.[14]
Em dezembro de 2025, a edição recebeu o Troféu HQMIX 2025 na categoria "Evento". Foi a oitava vitória do FIQ nessa categoria, depois das premiações de 2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014 e 2023.[14]
13º FIQ, 2026
Em 24 de janeiro de 2026, a Fundação Municipal de Cultura publicou um chamamento para selecionar uma organização da sociedade civil para trabalhar na 13ª e na 14ª edições do FIQ. O processo foi homologado em julho de 2026, e o termo de colaboração foi assinado no mesmo mês.[19]
A 13ª edição está marcada para 4 a 8 de novembro de 2026, no Minascentro, em parceria com o Instituto Periférico. A programação será gratuita e terá debates, palestras, oficinas, feira de quadrinhos, lançamentos, mostra de filmes, exposições e rodadas de negócios.[20]
O mesmo chamamento abrange a 14ª edição. O edital prevê sua pré-produção em 2027 e realização em maio de 2028.[21]
Datas e homenageados
O FIQ recebeu o Troféu HQ Mix na categoria "Evento" em 2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2023 e 2025.[14]
| Nº | Data | Local | Homenagem | País em foco | Troféu HQ Mix "Evento" |
Ref. |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 1–5 de dezembro de 1999 | Centro Cultural da UFMG | Angeli | – | [4] | |
| 2 | 10–14 de outubro de 2001 | Matriz, Terminal Turístico JK | Jô Oliveira | – | [5] | |
| 3 | 24–28 de setembro de 2003 | Casa do Conde | Mozart Couto | 2004 | [7] | |
| 4 | 5–9 de outubro de 2005 | Casa do Conde | Lourenço Mutarelli | 2006 | [9] | |
| 5 | 16–21 de outubro de 2007 | Serraria Souza Pinto | Júlio Shimamoto | 2008 | [10] | |
| 6 | 6–12 de outubro de 2009 | Palácio das Artes e Parque Municipal | Renato Canini | 2010 | [12] | |
| 7 | 9–13 de novembro de 2011 | Serraria Souza Pinto | Mauricio de Sousa | 2012 | [1] | |
| 8 | 13–17 de novembro de 2013 | Serraria Souza Pinto | Laerte Coutinho | – | 2014 | [13] |
| 9 | 11–15 de novembro de 2015 | Serraria Souza Pinto | Antônio Cedraz | – | – | [13] |
| 10 | 30 de maio–3 de junho de 2018 | Serraria Souza Pinto e Centro de Referência da Juventude | Érica Awano | – | – | [1] |
| 11 | 3–7 de agosto de 2022 | Minascentro | Marcelo D'Salete | – | 2023 | [16] |
| 12 | 22–26 de maio de 2024 | Minascentro | Ana Luiza Koehler e Evandro Alves | – | 2025 | [17][14] |
| 13 | 4–8 de novembro de 2026 | Minascentro | – | – | – | [20] |
Ver também
- Bienal Internacional de Quadrinhos, evento precursor do FIQ
- Rio Comicon, festival de histórias em quadrinhos realizado no Rio de Janeiro
- Bienal de Quadrinhos de Curitiba, evento anteriormente chamado Gibicon
- Troféu HQ Mix de melhor evento, categoria vencida pelo FIQ em oito ocasiões
Referências
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 «FIQ - Memória». Portal Oficial de Belo Horizonte. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 16 de novembro de 2025
- ↑ «Normas oficializam Campanha do Teatro e da Dança e Festival de Quadrinhos». Câmara Municipal de Belo Horizonte. 20 de julho de 2017. Consultado em 9 de agosto de 2026
- 1 2 SANTIAGO, Carlos Henrique (16 de outubro de 1997). «Bienal de HQ retorna após quatro anos». Folha de S.Paulo. Consultado em 9 de agosto de 2026
- 1 2 «BH tem o 1º Festival Internacional de Quadrinhos». Diário do Grande ABC. 30 de novembro de 1999. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2024
- 1 2 3 4 «2º Festival Internacional de Quadrinho». Omelete. 9 de outubro de 2001. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2024
- ↑ «FIQ - Escolas». Prefeitura de Belo Horizonte. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 30 de agosto de 2004
- 1 2 MARTINS, Jotapê (5 de setembro de 2003). «3º Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte». Omelete. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2025
- ↑ GUSMAN, Sidney (14 de agosto de 2003). «FIQ: entre vários acertos e alguns erros, o maior evento de quadrinhos do Brasil - Parte 1». Universo HQ. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 20 de junho de 2025
- 1 2 AGUIAR, José (30 de setembro de 2005). «Vem aí o 4º FIQ - Festival Internacional de Quadrinhos». Omelete. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2024
- 1 2 HESSEL, Marcelo (11 de outubro de 2007). «BH recebe a partir de terça o 5º Festival Internacional de Quadrinhos». Omelete. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2024
- ↑ GUSMAN, Sidney (5 de julho de 2007). «FIQ, de Belo Horizonte, já tem nove convidados internacionais confirmados». Universo HQ. Consultado em 9 de agosto de 2026
- 1 2 3 «6ª edição do FIQ, em Belo Horizonte, homenageia os quadrinhos da França». UOL. 6 de outubro de 2009. Consultado em 9 de agosto de 2026
- 1 2 3 4 5 6 7 8 «Memória Festivais - FIQ». Portal Oficial de Belo Horizonte. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 11 de março de 2026
- 1 2 3 4 5 6 «FIQ BH 2024 é eleito o melhor evento do Brasil na 37ª edição do Troféu HQMIX». Prefeitura de Belo Horizonte. 12 de dezembro de 2025. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 11 de janeiro de 2026
- ↑ NALIATO, Samir (10 de julho de 2017). «FIQ é adiado para 2018». Universo HQ. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 28 de maio de 2025
- 1 2 «O FIQ 2022». Portal Oficial de Belo Horizonte. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2026
- 1 2 «O FIQ BH - 2024». Portal Oficial de Belo Horizonte. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 12 de abril de 2026
- ↑ «Abertura Oficial». Portal Oficial de Belo Horizonte. 22 de maio de 2024. Consultado em 9 de agosto de 2026
- ↑ «FMC - Chamamento Público nº 002/2026 - 13ª e 14ª edições do Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte - FIQ BH - Termo de Colaboração». Prefeitura de Belo Horizonte. 24 de janeiro de 2026. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2026
- 1 2 «FIQ - 2026 - Inscrições». Portal Oficial de Belo Horizonte. Consultado em 9 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 11 de março de 2026
- ↑ «Edital de Chamamento Público FMC nº 002/2026» (PDF). Prefeitura de Belo Horizonte. 24 de janeiro de 2026. Consultado em 9 de agosto de 2026
