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Football Club de Nantes
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| Nome | Football Club de Nantes | ||
| Alcunhas | Les Canaries (Os Canários) La Maison Jaune (A Casa Amarela) Les Jaunes et Verts (Os Verdes e Amarelos) | ||
| Mascote | Riri (Canário) | ||
| Principal rival | Bordeaux Saint-Étienne Rennes | ||
| Fundação | 21 de abril de 1943 (83 anos) | ||
| Estádio | Stade de la Beaujoire | ||
| Capacidade | 35,322 | ||
| Localização | Nantes, Loire-Atlântico, França | ||
| Presidente | Waldemar Kita | ||
| Treinador(a) | Michel Der Zakarian | ||
| Patrocinador(a) | Synergie | ||
| Material (d)esportivo | Macron | ||
| Competição | Ligue 2 | ||
| Website | fcnantes | ||
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O Football Club de Nantes, de 1992 até 2007 chamado de Football Club Nantes Atlantique, FC Nantes ou simplesmente Nantes, é um clube de futebol francês sediado em Nantes. Fundado em 1943,[1] é um dos clubes mais tradicionais do país e atualmente disputa a Ligue 2 em decorrência do seu descenso em 2026. Manda os seus jogos no Stade de la Beaujoire, com 35 322 lugares. O clube é também conhecido como "Os Canários" e apelidado de La Maison Jaune (A Casa Amarela), sendo as suas cores uma homenagem direta à escuderia de cavalos de corrida do seu cofundador Jean Le Guillou, inspiradas especificamente na vestimenta do jóquei do cavalo campeão Ali Pacha.[2] As suas maiores conquistas são os oito títulos do Campeonato Francês e os quatro da Copa da França, além de três Supercopas da França e uma Copa da Liga Francesa na sua antiga fórmula, sendo o quarto maior campeão do campeonato nacional.
História
Fundação sob a Ocupação (1943)
Em 1943,[1] Marcel Saupin, dirigente de um clube pequeno de Nantes, propôs uma fusão entre todos os clubes da cidade para trazer sucesso ao esporte local. A fundação formalizou-se em 21 de abril de 1943, resultando deste esforço estratégico de unificação liderado pelo construtor Jean Le Guillou e pelo industrial metalúrgico Marcel Saupin.[2] O nascimento da equipe ocorreu sob a égide do Regime de Vichy e a presença das forças de ocupação do Terceiro Reich na Segunda Guerra Mundial. Sob as diretrizes desportivas do governo colaboracionista, a centralização de agremiações servia como mecanismo de controle ideológico do Estado sobre a juventude, com o intuito de mitigar a evasão de rapazes em direção aos maquis (grupos de guerrilha da Resistência) ou ao Serviço de Trabalho Obrigatório (STO).[3]
O comitê unificador fundiu cinco entidades locais de perfis sociológicos e ideológicos distintos:[2]
- Saint-Pierre de Nantes: Clube de matriz católica que serviu de espinha dorsal técnica, liderado por Marcel Braud, o primeiro presidente da nova agremiação.
- La Mellinet: Entidade presidida por Saupin, que trouxe sólida base administrativa.
- Stade Nantais Université Club (SNUC): Associação académica de tradição no rugby.
- AC Batignolles: Agremiação operária da indústria metalúrgica local.
- ASO Nantaise: Clube laico e de base amplamente popular.
Com o término da Segunda Guerra Mundial, que paralisou as competições nacionais da França, a agremiação ingressou na segunda divisão do país, obtendo um digno 5.º lugar na sua temporada de estreia.[4] No fim da década de 1950, o clube evitou escândalos de corrupção: na temporada de 1959–1960, o guarda-redes Lehel Somlay revelou uma tentativa de suborno arquitetada por intermediários do Red Star, mantendo a integridade desportiva dos Canários.[5]
A Revolução de José Arribas e o "Jeu à la nantaise" (1960–1976)
Embora as expectativas fossem grandes, o clube permaneceu na divisão por dezoito anos, até que, com o vicecampeonato em 1962/63, conseguiu acesso à elite do futebol nacional. O paradigma mudou de forma estrutural a partir de 1960: afundado em dificuldades financeiras, o presidente Jean Clerfeuille tomou a decisão de contratar José Arribas — ex-refugiado da Guerra Civil Espanhola. Arribas mudou a ontologia tática do Nantes com o princípio de que "a bola corre mais que o homem", contornando o défice físico do elenco através da inteligência espacial e do raciocínio técnico.[6]
Logo nas três primeiras temporadas na elite, sagrou-se bicampeão francês, passando a ser amplamente reconhecido. Na campanha de 1965–1966, o ataque mostrou-se avassalador, impulsionado pelo avançado Philippe Gondet, que estipulou o recorde francês de 36 golos em uma única edição de 38 jogos.[2] O sucesso continuou, com mais quatro títulos nacionais e um da Copa da França, além de uma Copa da Liga Francesa. Em vinte anos, o Nantes tornou-se o segundo maior campeão do país, junto ao Stade de Reims.[4]
Essa essência técnica transformou-se em uma doutrina consagrada pela imprensa como o jeu à la nantaise. Arribas quebrou os dogmas da época ao priorizar os passes curtos e rápidos, as associações triangulares dinâmicas, a defesa em zona estrita e uma linha coordenada focada em forçar a armadilha do fora de jogo.[6]
A Era de Ouro e as Inovações Coletivas (1976–2001)
O estilo coletivista evoluiu nas décadas seguintes para esquemas mais verticalizados, capitaneados por figuras como o médio Henri Michel e o defesa líbero Maxime Bossis. Em 1994/95, após onze anos sem um título, o maior jejum de sua história desde o acesso à Ligue 1, conquistou o seu sétimo certame nacional sob os ensinamentos de Jean-Claude Suaudeau ("Coco"), com uma marca histórica: uma invencibilidade de 32 partidas consecutivas na elite.[2] O segredo residia na "Pedagogia Integrada" de treinos realizados na "Fossa" (La Fosse) em La Jonelière, um campo murado e claustrofóbico que forçava os atletas ao limite do processamento mental e de toques na bola em alta velocidade sob extrema pressão espacial.[6]
No cenário continental, a equipa alcançou as meias-finais da Taça dos Clubes Vencedores de Taças em 1980 e realizou a sua campanha mais célebre na Liga dos Campeões da UEFA de 1995–1996, na qual atingiu as meias-finais contra a Juventus; após ser derrotada no jogo de ida em Turim (partida condicionada pela expulsão precoce de Bruno Carotti), venceu no Stade de la Beaujoire por 3 a 2, caindo de pé no saldo agregado.[5]
Este período virtuoso antecederia mais uma época vitoriosa em sua trajetória, quando foi bicampeão consecutivo da Copa da França em 1998/99 e 1999/00,[7] e conquistou seu oitavo título da Ligue 1 no ano seguinte.[8] O ano de 2001 representou a apoteose estatística desse modelo; sob a direção de Raynald Denoueix, os atletas do FC Nantes atingiram a marca de utilizar, em média, apenas 1,49 toques por ação coletiva em campo, solidificando a identidade histórica máxima do clube.[6]
A Era Kita: Instabilidade, Crise Financeira e o Descenso (2007–Presente)
Para se ter ideia da tradição do FC Nantes no Campeonato Francês, o clube ficou abaixo da 10.º posição, de 1963 até 2000, apenas quatro vezes.[8] Porém, nos anos 2000, com a mercantilização do futebol moderno a forçar a venda agressiva dos talentos da base, o rendimento decaiu; com campanhas irregulares, foi rebaixado pela primeira vez em sua história em 2006/07, encerrando 44 anos consecutivos na elite. Retornou no ano seguinte apenas para sucumbir mais uma vez, em 2008/09. Na temporada seguinte, não conseguiu acesso e disputou, em 2010/11, novamente a segunda divisão francesa. Na temporada 2012/13 garantiu acesso para a primeira divisão, ficando em terceiro lugar.
Em agosto de 2007, a instituição foi adquirida pelo empresário franco-polonês Waldemar Kita por 10 milhões de euros.[5] A administração de Kita — apelidada criticamente pela oposição e por cronistas como o "Kita Circus" — gerou profunda insatisfação devido ao seu modelo de gestão centralizador, assinalado por 23 trocas de treinadores ao longo de 19 anos. Em oposição a esta política comercial, grupos ultras da Tribune Loire, liderados pela Brigade Loire, realizam protestos constantes nas bancadas exigindo a destituição da família diretiva.[9]
Em janeiro de 2019, o clube sofreu o trauma da perda do avançado argentino Emiliano Sala, falecido num acidente aéreo no Canal da Mancha durante a sua transferência para o Cardiff City. Após anos de litígio jurídico, o Tribunal Arbitral do Esporte (CAS) confirmou a plena validade dos trâmites da transferência, rejeitando uma posterior ação de indemnização de 100 milhões de libras movida pelo clube galês contra o Nantes.[10] Em campo, o clube obteve uma grande redenção moderna ao conquistar a Copa da França em 2022, batendo o Nice sob o comando do técnico e antigo jogador Antoine Kombouaré.
No entanto, o sucesso desportivo não estancou a crise financeira subjacente. Em abril de 2026, as auditorias oficiais da Direção Nacional de Controle de Gestão (DNCG) expuseram uma dívida acumulada superior a 52 milhões de euros, obrigando a direção a realizar vendas emergenciais de ativos vitais como Moses Simon, Pedro Chirivella e Douglas Augusto, gerando cerca de 15 milhões de euros para equilibrar o balanço.[11][12] Esse enfraquecimento técnico cobrou o seu preço: em maio de 2026, com uma derrota por 1 a 0 frente ao RC Lens, o Nantes teve o seu rebaixamento para a Ligue 2 matematicamente selado, finalizando um ciclo de 13 temporadas na primeira divisão.[13] O FCN encerrou o certame na 17.ª posição com apenas 23 pontos, após uma campanha calamitosa que viu a rotatividade dos técnicos Luís Castro e Ahmed Kantari, terminando sob a gestão emergencial de Vahid Halilhodžić.[13][14] Visando a reconstrução na segunda divisão, Michel Der Zakarian reassumiu o comando técnico da equipa.[13]
Estádios e Centro de Formação
Stade Marcel-Saupin
Inaugurado como Stade Malakoff e situado nas proximidades do rio Loire, o Stade Marcel-Saupin foi a casa do FC Nantes até 1984. O recinto histórico foi o cenário de um recorde absoluto do futebol francês: entre 16 de maio de 1976 e 7 de abril de 1981, os Canários estabeleceram uma marca de 92 partidas consecutivas de invencibilidade em casa em jogos do campeonato nacional, terminando apenas com um revés perante o Auxerre.[5]
Stade de la Beaujoire
Inaugurado em 1984 para albergar o Campeonato Europeu de Futebol, o Stade de la Beaujoire - Louis Fonteneau passou por uma remodelação estética para o Campeonato do Mundo de 1998, com a remoção completa das vedações das bancadas, otimizando a segurança e o conforto para 35 322 espectadores.[2] Em 2019, o polémico projeto imobiliário e comercial privado batizado de YelloPark, que previa a demolição e substituição do estádio, foi definitivamente cancelado após forte oposição de associações de adeptos e instâncias municipais.[9]
La Jonelière
Fundado em 1978 nas margens do Erdre e denominado Centro Desportivo José-Arribas, o complexo de La Jonelière é internacionalmente aclamado pela excelência do seu centro de formação. Utilizando a doutrina de jogo unificada desde as categorias de base até à equipa profissional, o centro moldou e projetou atletas de classe mundial, com destaque para o trio de campeões do mundo pela Seleção Francesa em 1998: Didier Deschamps, Marcel Desailly e Christian Karembeu.[2]
Cultura, Adeptos e Rivalidades
A maior rivalidade do clube manifesta-se no Derby de la Bretagne disputado contra o Stade Rennais FC. A animosidade estrapola o âmbito desportivo e remonta a decisões geopolíticas de 1941, quando o decreto do Regime de Vichy separou administrativamente a cidade de Nantes e o departamento de Loire-Atlantique da região oficial da Bretanha — uma fratura territorial que alimenta provocações recíprocas até aos dias de hoje, evidenciada em abril de 2026 quando os adeptos do Rennes exibiram faixas com os dizeres "Rennes na Europa, Nantes na Ligue 2".[14]
A atmosfera no Stade de la Beaujoire é impulsionada pela Tribune Loire, setor onde se concentra a Brigade Loire (fundada em 1999). O grupo destaca-se pela sua total independência financeira e administrativa em relação à direção, servindo como uma voz de resistência cívica ativa contra a mercantilização da agremiação e a gestão da família Kita.[14]
Futebol Feminino
Criada oficialmente em 2012 para integrar a estrutura desportiva da região de Loire-Atlantique, a seção feminina do FC Nantes progrediu gradualmente nas divisões amadoras até consolidar o seu estatuto profissional. Com investimentos estruturados na ordem de um milhão de euros, a equipa garantiu a sua promoção histórica à elite nacional francesa (Première Ligue), mandando os seus jogos oficiais no relvado do Stade Marcel-Saupin e passando a ser comandada pelo técnico Pierre-Alain Picard a partir de junho de 2026.[5]
Números aposentados
Nota: Bandeiras indicam equipe nacional, conforme definido pelas regras de elegibilidade da FIFA. Os jogadores podem ter mais de uma nacionalidade não-FIFA.
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Futebolistas famosos
Loïc Amisse
Sylvain Armand
Jean-Kévin Augustin
William Ayache
Bruno Baronchelli
Jean-Paul Bertrand-Demanes
Bernard Blanchet
Ludovic Blas
Maxime Bossis
Vincent Bracigliano
Robert Budzynski
Eric Carrière
Frédéric Da Rocha
Marcel Desailly
Didier Deschamps
Jean-Michel Ferri
Nicolas Gillet
Philippe Gondet
Jocelyn Gourvennec
Christian Karembeu
Antoine Kombouaré
Mickaël Landreau
Yvon Le Roux
Patrice Loko
Claude Makélélé
Henri Michel
Olivier Monterrubio
Jean-Claude Osman
Nicolas Ouédec
Nicolas Pallois
Dimitri Payet
Éric Pécout
Reynald Pedros
Gilles Rampillon
Patrice Rio
Omar Sahnoun
Nicolas Savinaud
Jean-Claude Suaudeau
Jérémy Toulalan
José Touré
Thierry Tusseau
Valentin Rongier
Jordan Veretout
Stéphane Ziani
Djamel Abdoun
Ángel Bargas
Jorge Burruchaga
Mauro Cetto
Néstor Fabbri
Ángel Marcos
Oscar Muller
Julio Olarticoechea
Emiliano Sala
Victor Trossero
Michel Der Zakarian
Franky Vercauteren
Diego Carlos
Douglas Augusto
Andrei Girotto
Vahid Halilhodžić
Salomon Olembé
Japhet N'Doram
Oswaldo Vizcarrondo
Mario Yepes
Erich Maas
Noureddine Naybet
Jaouad Zairi
Samson Siasia
Moses Simon
Robert Gadocha
Roman Kosecki
Viorel Moldovan
Claudiu Keșerü
Mo Johnston
Filip Đorđević
Pedro Chirivella
Marama Vahirua
Imed Mhedhebi
Adel Sellimi
Alejandro Bedoya
Treinadores
Aimé Nuic (1943–46)
Antoine Raab (1946–49)
Antoine Gorius (1949–51)
Émile Veinante (1951–55)
Antoine Raab (1955–1956)
Stanislas Staho (1956)
Ludwig Dupal (1956–59)
Karel Michlowsky (1959–60)
José Arribas (1960–76)
Jean Vincent (1976–82)
Jean-Claude Suaudeau (1982–1988)
Miroslav Blažević (1988–91)
Raynald Denoueix (1997–2001)
Ángel Marcos (2001–2003)
Loïc Amisse (2003–2005)
Serge Le Dizet (2005–2006)
Georges Eo (2006–2007)
Michel Der Zakarian e
Japhet N'Doram (2007)
Michel Der Zakarian (2007–2008)
Christian Larièpe (2008, interino)
Élie Baup (2008–2009)
Gernot Rohr (2009)
Jean-Marc Furlan (2009–2010)
Baptiste Gentili (2010–2011)
Philippe Anziani (2011)
Landry Chauvin (2011–2012)
Michel Der Zakarian (2012–2016)
René Girard (2016)
Sérgio Conceição (2016–2017)
Claudio Ranieri (2017–2018)
Miguel Cardoso (2018)
Vahid Halilhodžić (2018–2019)
Christian Gourcuff (2019–2020)
Raymond Domenech (2020–2021)
Antoine Kombouaré (2021–2023)
Pierre Aristouy (2023)
Jocelyn Gourvennec (2023–2024)
Antoine Kombouaré (2024–2025)
Luís Castro (2025)
Ahmed Kantari (2026)
Vahid Halilhodžić (2026)
Michel Der Zakarian (2026–)
Títulos
| NACIONAIS | |||
|---|---|---|---|
| Troféu | Competição | Títulos | Temporadas |
| Campeonato Francês | 8 | 1964-65, 1965-66, 1972-73, 1976-77, 1979-80, 1982-83, 1994-95 e 2000-01 | |
| Copa da França | 4 | 1978-79, 1998-99, 1999-00 e 2021-22 | |
| Copa da Liga Francesa | 1 | 1964-65 | |
| Supercopa da França | 3 | 1965, 1999 e 2000 | |
Outras conquistas no futebol
| CONTINENTAIS | |||
|---|---|---|---|
| Troféu | Competição | Títulos | Temporadas |
| Copa dos Alpes | 1 | 1982 | |
Referências
- 1 2 Gendre, Adrien; Dréno, Marine; Boyer, Julie; Thomas, Caroline; Michel, Guillaume (16 de janeiro de 2023). «Cholesteatoma Masquerading as Recurrent Langerhans Cell Histiocytosis». The Journal of International Advanced Otology (1): 70–73. ISSN 2148-3817. doi:10.5152/iao.2023.22716. Consultado em 9 de abril de 2025
- 1 2 3 4 5 6 7 CHAUMIER, Denis. La légende du FC Nantes. Paris: Hugo Sport, 2017. ISBN 978-2755635836.
- ↑ OURY, Louis. Pesquisa sobre a instrumentalização do esporte sob o regime colaboracionista de Vichy. Nantes: Arquivo Histórico de Nantes, 2018.
- 1 2 «Club - L'histoire du FC Nantes». FR (em francês). Consultado em 9 de abril de 2025
- 1 2 3 4 5 DE HOΫM DE MARIEN, Gauthier. FC Nantes - 80 ans de légende. Paris: Hugo Sport, 2022. ISBN 978-2755694537.
- 1 2 3 4 OLLIVIER, Daniel; TOUMELIN, Jean-René. Le jeu à la nantaise. Paris: Solar, 2022. ISBN 978-2263179112.
- ↑ Calais Racing Union: The amateur team that went to Coupe de France final, Phil Dawkes, BBC Sport, 7 May 2020
- 1 2 «National». www.fff.fr. Consultado em 9 de abril de 2025
- 1 2 ENTWISTLE, Luke. With 'incompetence at every level', Nantes are staring down the barrel at relegation. The Guardian, 27 abr. 2026. Acesso em: 22 jun. 2026.
- ↑ r/PremierLeague. Cardiff City lose £100mil compensation claim against French side Nantes over death of Emiliano Sala. Reddit, 2026. Acesso em: 22 jun. 2026.
- ↑ GERMAIN-PELCAT, Athys. La DNCG a dressé le bilan des clubs de Ligue 1 et le FC Nantes s'en sort à peine. Tribune Nantaise, 8 abr. 2026. Acesso em: 22 jun. 2026.
- ↑ JOURNAL NANTES SPORT. Après un passage réussi « haut la main » devant la DNCG, où en sont les finances du FC Nantes. JNS, 2026. Acesso em: 22 jun. 2026.
- 1 2 3 BESOCCER. Nantes suffer first relegation to Ligue 2 in 13 years. BeSoccer, maio de 2026. Acesso em: 22 jun. 2026.
- 1 2 3 OUEST-FRANCE; HIT WEST; PRESSE OCÉAN. FC Nantes. BILAN d'une saison calamiteuse. Podcast Sans Contrôle, maio de 2026. Acesso em: 22 jun. 2026.
- ↑ «Nantes retire No 9 shirt in honour of Emiliano Sala». BBC Sport. 8 de fevereiro de 2019
