Saúde
Escrita protossinaítica
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| Escrita protossinaítica | |
|---|---|
| Tipo | Abjad |
| Línguas | Línguas semíticas |
Período de tempo | 1400 a.C. a 1050 a.C. |
Sistemas-pais | Hieróglifos
|
Sistemas-filhos | fenício, paleo-hebraica, Alfabeto arábico meridional e Alfabeto arábico setentrional |
O alfabeto protossinaítico, também chamado alfabeto protocananeu, é um dos alfabetos mais antigos conhecidos. Esse é, através de derivações e modificações sucessivas, a origem da genealogia da maior parte dos alfabetos usados hoje.
Esse é um alfabeto linear a não ser confundido com as escritas Linear A ou Linear B. Em oposição à escrita cuneiforme, apresenta somente 23 símbolos distintos pictográficos, o que indicaria não se tratar de um silabário. Teria se derivado dos hieróglifos, pois mais da metade dos caracteres pode ser relacionada com correspondentes protótipos egípcios. Alguns pesquisadores acreditam que não se trataria de um silabário degenerado, onde cada símbolo representaria uma consoante seguida de uma vogal qualquer e, assim, seria de fato um abjad. Os caracteres de letras únicas dos egípcios parecem ter influenciado muito no alfabeto proto-sinaítico.
Origens
Ignora-se quem e onde teria criado esse primitivo alfabeto. Acredita-se que se trate de uma adaptação da escrita egípcia antiga criada para transliterar essa escrita para os muitos operários que falavam uma ou mais línguas semíticas e trabalhavam no Sinai que era uma posse do Egito Antigo. Essa escrita deve ter surgido por volta do final Império Médio ou durante o Segundo Período Intermediário que se seguiu. As inscrições mais antigas datam de cerca 1700 anos a.C., embora valie-se que já existissem desde 1900 a.C. Foram encontrados no sítio arqueológico de Serabit el-Khadim, no Sinai, e por toda essa região, muitos objetos cobertos por tais inscrições. Foi o egiptólogo inglês Alan Gardiner que, em 1916, decifrou essa escrita. Chama-se geralmente da proto-sinaítica também todas escritas não decifradas mais antigas datando da metade da Idade do Bronze (entre 2000 e 1525 a.C.) e proto-cananéias aquelas do fim da Idade do Bronze (1525 e 1200 a.), escritas em línguas semíticas.
A origem egípcia dessa escrita é corroborada por outro índice, o chamado princípio acrofônico, sendo confirmada por um grande número de símbolos. Verificou-se que esses símbolos podem estar ligados a símbolos egípcios dos quais seriam originários. Caso tomarem-se os nomes semíticos de cada símbolo, constata-se que seu valor fonético corresponde ao som inicial da palavra semita (isso é a dita“acrofonia”). Isso é explicado supondo que quem desenvolveu tal alfabeto seriam falantes semitas que conheciam bem o significado dos hieróglifos.
Como exemplo, o pictograma que representa uma casa e que era chamada *bēt em semita, deriva do símbolo hieroglífico pela mesma palavra, utilizada para transcrição do fonema /b/.
A comparação com o alfabeto fenício, ulterior, mostra que este último deriva do alfabeto linear proto-cananeu, bem como do sul-arábico que não segue a ordem alfabética tradicional das línguas levantinas, o que já atestado pelo comparação com o alfabeto ugarítico.
Desenvolvimento
As letras do primeiro sistema de escrita utilizado para as línguas semíticas foram derivadas dos hieróglifos egípcios. No século XIX, a teoria da origem egípcia competia com outras teorias de que a escrita fenícia se desenvolveu a partir do cuneiforme acádio, dos hieróglifos cretenses, do silabário cipriota e dos hieróglifos anatólios.[1] Posteriormente, as inscrições protossinaíticas foram estudadas por Alan Gardiner, que identificou a palavra "Senhora" ocorrendo várias vezes nas inscrições, e também tentou decifrar outras palavras. Nas décadas de 1950 e 1960, William Albright publicou interpretações do protossinaítico como a chave para mostrar a derivação do alfabeto cananeu a partir do hierático.[2]
De acordo com a "teoria do alfabeto", o proto-alfabeto semítico antigo refletido nas inscrições protossinaíticas teria dado origem tanto à escrita antiga da Arábia do Sul quanto ao alfabeto protocananeu na época do Colapso da Idade do Bronze Final (1200–1150 a.C.).[3]
Por exemplo, o hieróglifo para pr "casa" (um retângulo parcialmente aberto ao longo de um lado, "O1" na lista de signos de Gardiner) foi adotado para escrever o semítico /b/, a partir da primeira consoante de baytu, a palavra semítica para "casa".[4][5]
Uma fase de transição entre o protocananeu e o fenício antigo (1000–800 a.C.) foi proposta por autores como Werner Pichler como a origem da escrita líbio-berbere usada entre os antigos líbios (ou seja, proto-berberes) – citando semelhanças comuns tanto com o protocananeu propriamente dito quanto com os seus descendentes do norte da Arábia antiga.[6]
Inscrições
As inscrições do Sinai são mais conhecidas pelas Inscrições protossinaíticas de Serabit el-Khadim, que consistem em graffiti esculpidos e textos votivos provenientes de uma montanha no Sinai chamada Serabit el-Khadim e do seu templo dedicado à deusa egípcia Hathor (ḥwt-ḥr). A montanha continha minas de turquesa que foram visitadas por expedições repetidas ao longo de 800 anos. Muitos dos trabalhadores e funcionários eram originários do Delta do Nilo e incluíam um grande número de povos semitas (ou seja, falantes de uma forma inicial do semítico do noroeste, ancestral das línguas cananeias do Bronze Tardio) que tinham permissão para se estabelecer no delta oriental.[4]
A maioria das cerca de quarenta inscrições foi encontrada entre inscrições hieráticas e hieroglíficas muito mais numerosas, gravadas em rochas perto e dentro das minas de turquesa e ao longo dos caminhos que levavam ao templo.[7]
A data das inscrições é geralmente situada no século XVII ou XVI a.C.[8] Uma visão alternativa data a maioria das inscrições do reinado de Amenemate III ou do seu sucessor, por volta de 1800 a.C.[9] Foi sugerido que o período de datação inclui o reinado do faraó Sesóstris III.[10]
Quatro inscrições foram encontradas no templo, em duas pequenas estátuas humanas e em ambos os lados de uma pequena esfinge de pedra. São feitas de forma grosseira, sugerindo que os trabalhadores que as fizeram eram analfabetos, exceto no que diz respeito a esta escrita.
Inscrições de Uádi el-Hol

As duas inscrições de Uádi el-Hol (em árabe: وادي الهول Wādī al-Hawl 'Desfiladeiro do Terror') foram esculpidas nas paredes rochosas de uma antiga estrada militar e comercial no deserto elevado, ligando Tebas e Abidos, no coração do Egito letrado. Foram datadas entre 1900 e 1800 a.C.[11] Encontram-se num uádi na curva de Qena do Nilo, aproximadamente em 25° 57′ N, 32° 25′ L, entre dezenas de inscrições hieráticas e hieroglíficas.[12] As inscrições rupestres no vale parecem mostrar os exemplos mais antigos de escrita alfabética fonética descobertos até à data.[4]
As inscrições são graficamente muito semelhantes às inscrições de Serabit, mas mostram uma maior influência hieroglífica, como um glifo para um homem que aparentemente não era lido alfabeticamente:[4] O primeiro destes (h1) é uma figura de celebração [Gardiner A28], enquanto o segundo (h2) é o de uma criança [Gardiner A17] ou de dança [Gardiner A32]. Se for o último caso, h1 e h2 podem ser variantes gráficas (como dois hieróglifos usados para escrever a palavra cananeia hillul "jubilação", correspondendo a הלל hallel ou hillel em hebraico) em vez de consoantes diferentes.
Brian Colless publicou uma tradução do texto, na qual alguns dos sinais são tratados como logogramas (representando uma palavra inteira, não apenas uma consoante) ou rebuses:
- [Vertical] mšt r h ʿnt ygš ʾl
- [Vertical] Excelente banquete (mšt r[ʾš]) da celebração (h[illul]) de ʿAnat (ʿnt). [Ele] providenciará (ygš) ʾEl (ʾl)
- [Horizontal] rb wn mn h ngṯ h ʾ p mẖ r
- [Horizontal] abundância (rb) de vinho (wn) [e] víveres (mn) para a celebração (h[illul]). Nós sacrificaremos (ngṯ) a ela (h) um boi (ʾ[lp]) e (p) um vitelo gordo (mẖ r[ʾš])."
Aqui, ʾaleph, cujo glifo representa a cabeça de um boi, é um logograma usado para representar a palavra "boi" (*ʾalp), he, cujo glifo representa um homem em celebração, é um logograma para as palavras "celebração" (*hillul) e "ela/dela" (hiʾ), e resh, cujo glifo representa a cabeça de um homem, é um logograma para a palavra "máximo/maior" (*raʾš). Esta interpretação enquadra-se no padrão de algumas das inscrições egípcias circundantes, com celebrações para a deusa Hathor envolvendo embriaguez.[13]
Outras inscrições possíveis
Escavações arqueológicas no sítio de Umm el-Marra revelaram quatro cilindros de barro inscritos datados de ca. 2300 a.C., cujas incisões foram hipotetizadas como sendo escrita semítica alfabética antiga, o que os tornaria os exemplos mais antigos desse tipo.[14][15]
Em 2009, Stephanie Dalley publicou várias tabuletas da Coleção Schøyen datadas da época da Primeira dinastia do País do Mar, quatro das quais foram identificadas como exemplos de inscrições alfabéticas antigas.[16] Outros exemplos prováveis de inscrições alfabéticas antigas incluem um óstraco de uma tumba no oeste de Tebas e um caco inscrito de Lachish, ambos datados do século XV a.C.[17][18][19]
Em 2010, Stefan Wimmer publicou uma inscrição descoberta no Vale de Timna que ele também identificou como escrita protossinaítica, embora também tenha notado que a sua autenticidade não é certa.[20]
Características
Esse abjad apresentava pictogramas para 23 sons consoantes, o sentido de escrita era variável.[21]
Tabela de símbolos
Abaixo está uma tabela sinóptica mostrando os sinais protossinaíticos selecionados e as correspondências propostas com as letras fenícias e os hieróglifos egípcios. A inscrição de origem de cada glifo está indicada entre parênteses. Um repertório completo das formas de letras atualmente conhecidas pode ser encontrado nas páginas 8 e 9 aqui: https://www.unicode.org/L2/L2019/19299-revisiting-proto-sinaitic.pdf. Também são mostrados os valores sonoros reconstruídos e os nomes.[22]
| Possível hieróglifo ancestral | Serabit El-Khadim[23][24][25] | Uádi El-Hol[26] | Timna[20][26] | Valor AFI | Nome reconstruído | Fenício/Paleo-hebraico | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| — | /ʔ/ | ʾalp "boi"[25][27] | ||||||||
(346) |
— | — | /b/ | bayt "casa"[25] | ||||||
| — | — | |||||||||
| — | — | /g/ | gaml "bastão de arremesso"[27] | |||||||
(367) |
— | — | /d/ | dalt "porta"[25] | ||||||
(346) |
— | — | dag "peixe"[27] | |||||||
(354) |
— | — | /h/ | haw "homem chamando"[27]/ hll "jubilar"[25] | ||||||
| — | — | |||||||||
| — | /w/ | waw "gancho"[25] | ||||||||
| — | /z/ or /ð/ | zayn "arma"[20] ou ḏayp "sobrancelha"[25] | ||||||||
(362) |
— | — | /ħ/ | ḥaṣir "mansão"[25] | ||||||
(349) |
/x/ | ḫayt "fio"[25] | ||||||||
| — | — | /tˤ/ | ṭab "bom"[25] | |||||||
| — | /j/ | yad "mão"[25] | ||||||||
(363) |
— | /k/ | kap "palma"[25][27] | |||||||
(358) (348) |
/l/ | lamd "aguilhada"[25][27] | ||||||||
(354) |
/m/ | maym "água"[25] | ||||||||
| — | /n/ | naḥš "serpente"[27][25] | ||||||||
| — | — | — | /s/ | samk "suporte"[25][27] | ||||||
| /ʕ/ | ʿayn "olho"[27][25] | |||||||||
(346) |
— | — | /p/ | pay "boca"[25] | ||||||
| — | — | |||||||||
| — | piʾt "canto"[27] | |||||||||
(356) |
— | — | /sˤ/ | ṣad "planta"[27] | ||||||
| — | — | /kˤ/ ou /q/ | qup "macaco"[27][30] | |||||||
| — | — | — | qaw "corda, linha"[25] | |||||||
(352) |
/r/ | raʾš "cabeça"[25][27] | ||||||||
| — | /ʃ/ | šamš "sol"[25][28] | ||||||||
(357) |
— | — | ||||||||
(357)
|
— | /t͡θ/ | ṯad "peito"[25][d] | |||||||
| — | /t/ | taw "marca"[25][27][d] |
Notas
- 1 2 O nome de 𓆛 pode ser reconstruído como "dagg" (ugarítico, hebraico), "nūn" (aramaico, acádio, fenício?), ou "samk" (árabe, árabe do sul antigo?). No entanto, o desenvolvimento do protossinaítico no Sinai e no Egito torna-o parte das línguas semíticas do noroeste, onde "dagg" e "nūn" eram usados. Quando 𓉿 e 𓆛 são encontrados na mesma inscrição, ou se pensa que são o mesmo alofone, ou que são interpretados erroneamente como 𓉗 ou Samekh, respetivamente.[carece de fontes]
- 1 2 3 4 5 6 7 Várias fusões sonoras podem ter ocorrido na época da língua fenícia, incluindo a fusão de /ð/ em /z/, a fusão de /x/ em /ħ/, a fusão de /ɣ/ em /ʕ/ e a fusão de /θ/ em /ʃ/.[carece de fontes]
- ↑ Os cananeus parecem ter substituído o glifo 𓄤 por um que se assemelha a uma roda de fiar (ṭayt) 𓊖.
- 1 2 Não há hieróglifo para Waw/gancho, e não há correspondências gráficas fortes para os hieróglifos: Ziqq/grilhão (𓍿), Taw/marca (𓏴) e Ṯad/peitos (𓂑𓂑). Colless sugere que estas letras podem ter derivado independentemente fora do Egito.[33] Outros interpretaram Ziqq, Waw e Ṯad como provenientes de hieróglifos reinterpretados, um lingote de cobre (𓈔),[23] uma maça (𓌉),[2] e Aa32 (𓐮),[24] respetivamente.
Referências
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- 1 2 Albright 1966.
- ↑ Healey, John F. (1990). The Early Alphabet. [S.l.]: University of California Press. p. 18. ISBN 978-0-520-07309-8
- 1 2 3 4 Goldwasser, Orly (Abril de 2010). «How the Alphabet Was Born from Hieroglyphs». Washington, DC: Biblical Archaeology Society. Biblical Archaeology Review. 36 (1). ISSN 0098-9444. Consultado em 6 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 30 de junho de 2016
- ↑ Isto contrasta fortemente com a história da adoção do alfabeto fenício na Idade do Ferro (onde ʾālep deu origem à letra grega alpha, ou seja, o termo semítico para "boi" não foi traduzido e foi adotado simplesmente como o nome da letra).
- ↑ Picker, Werner (2007). Origin and development of the Libyco-Berber (em inglês). Köln: Rüdiger Koppel Verlag. ISBN 978-3-89645-394-5. Consultado em 16 de abril de 2022
- ↑ Simons 2011, p. 16: "O corpus protossinaítico consiste em aproximadamente quarenta inscrições e fragmentos, a grande maioria dos quais foi encontrada em Serabit el-Khadim".
- ↑ Wilson-Wright, Aren Max. “Sinai 357: A Northwest Semitic Votive Inscription to Teššob.” Journal of the American Oriental Society, vol. 136, no. 2, 2016, pp. 247–63 doi:10.7817/jameroriesoci.136.2.247
- ↑ (Goldwasser 2010): "O alfabeto foi inventado desta forma por cananeus em Serabit na Idade do Bronze Média, em meados do século XIX a.C., provavelmente durante o reinado de Amenemhet III da XII Dinastia."
- ↑ Parker, Hope, "The Proto-Sinaitic inscriptions at Serabit El-Khadim in their archaeological context : date and function", Ägypten und Levante/Egypt and the Levant 32, pp. 269-311, 2022
- ↑ «Discovery of Egyptian Inscriptions Indicates an Earlier Date for Origin of the Alphabet». archive.nytimes.com
- ↑ Baker, Dorie (13 de dezembro de 1999). «Finding sheds new light on the alphabet's origins». Yale Bulletin and Calendar
- ↑ (Colless 2010, p. 91). Nota: O 'y' aparece no artigo de Colless p. 95, mas não na imagem do traço do Wikimedia Commons inscr1.jpg
- ↑ Schwartz, Glenn M. (2021). «Non-cuneiform writing at third-millennium Umm El-Marra, Syria: evidence of an Early Alphabetic tradition?». Fabrizio Serra. Pasiphae. XV (15): 255–266. doi:10.19272/202133301018
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- 1 2 3 4 Wimmer, Stefan Jakob (1 de janeiro de 2010). «A Proto-Sinaitic Inscription in Timna/Israel: New Evidence on the Emergence of the Alphabet». Journal of Ancient Egyptian Interconnections. 2 (2). ISSN 1944-2815. doi:10.2458/azu_jaei_v02i2_wimmer

- ↑ [Omniglot - Proto-Sinaítico http://www.omniglot.com/writing/protosinaitic]
- ↑ Ver também: Simons (2011), tudo, naturalmente, correspondendo tanto ao paleo-hebraico quanto ao hebraico pós-exílico.
- Figura Três: "Gráfico de todas as letras protocananeias iniciais com comparação aos sinais protossinaíticos" (p. 39),
- Figura Quatro: "Seleção representativa de letras protocananeias posteriores com comparação aos sinais protocananeios iniciais e protossinaíticos" (p. 40).
- 1 2 Cross, F. M. (1980) Newly Found Inscriptions in Old Canaanite and Early Phoenician Scripts. Bulletin of the American Schools of Oriental Research, 238, 1–20. doi:10.2307/1356511
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 Simons 2011, p. 38, fig. 2.
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 Colless 2010, p. 96, fig. 5.
- 1 2 Colless 2010.
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 Albright 1966, fig. 1.
- 1 2 3 4 Darnell, John Coleman; Lundberg, Marilyn J. (26 de novembro de 2015). «Two Early Alphabetic Inscriptions from the Wadi el-Hôl: New Evidence for the Origin of the Alphabet from the Western Desert of Egypt». C. Dobbs-Allsopp, P.K. McCarter, M.J. Lundberg, and B. Zuckerman, Co-authors, with the Assistance of C. Manassa Darnell, in Annual of the American Schools of Oriental Research 59 (2005): 63-124
- ↑ Albright 1966, p. 21, fig. 5.
- 1 2 Pandey, Anshuman (30 de julho de 2019). «Revisiting the Encoding of Proto Sinaitic in Unicode» (PDF). Unicode.org
- 1 2 Colless 2010, p. 90.
- 1 2 Wilson-Wright, Aren Max (2016). «Sinai 357: A Northwest Semitic Votive Inscription to Teššob»
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Bibliografia
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Ligações externas
- «Escrita proto-sinaítica em "Omniglot.com"» (em inglês). Consultado em 21 de julho de 2022
- «Proto-sinaítico em "ancientscripts.com"» (em inglês). Consultado em 21 de julho de 2022 [ligação inativa]
- «Hebraico proto-sinaítico - "apocalypse"» (em inglês). Consultado em 21 de julho de 2022
