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Dueré
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Dueré | |
|---|---|
| Hino | |
| Gentílico | duerense |
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| Coordenadas: 11° 20′ 38″ S, 49° 16′ 15″ O | |
| País | Brasil |
| Unidade federativa | Tocantins |
| Região metropolitana | Gurupi[1] |
| Municípios limítrofes | Gurupi, Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão, Aliança do Tocantins, Cariri do Tocantins, Crixás do Tocantins, Santa Rita do Tocantins |
| Distância até a capital | 218 km |
| Fundação | 1958 (68 anos) |
| Governo | |
| • Prefeito(a) | Valdeni Carvalho (PSD, 2021–2024) |
| Área | |
| • Total [2] | 3 424,836 km² |
| Altitude | 235 m |
| População | |
| • Total (est. IBGE/2017[3]) | 4 727 hab. |
| Densidade | 1,4 hab./km² |
| Clima | Não disponível |
| Fuso horário | Hora de Brasília (UTC−3) |
| IDH (PNUD/2000 [4]) | 0,701 — alto |
| PIB (IBGE/2008[5]) | R$ 61 084,357 mil |
| • Per capita (IBGE/2008[5]) | R$ 13 230,31 |
Dueré é um município brasileiro do estado do Tocantins. Localiza-se a uma latitude 11º20'38" sul e a uma longitude 49º16'14" oeste, estando a uma altitude de 235 metros. Sua população estimada em 2004 era de 4.649 habitantes. Possui uma área de 3465,8 km².
História
Dueré teve origem nas explorações de garimpeiros na região, no final da década de 1940. Leopoldino da Fonseca, conhecido como Tenente Fonseca, Constâncio Rodrigues de Barros e Hermínio Gomes de Almeida foram os primeiros a se estabelecer no local, partindo do então povoado de Chapada (posteriormente denominado Cristalândia), situado mais ao norte.[6]
A área era habitada por indígenas avá-canoeiros, xavantes, carajás e javaés, que inicialmente ofereceram resistência ao processo de colonização. Entretanto, em razão do grande número de garimpeiros que se instalaram na região, o confronto acabou sendo infrutífero e substituído pela convivência pacífica, embora os povos originários não tenham aderido às atividades de mineração.[6]
Nos anos seguintes, mudaram-se para o local, que já apresentava características de povoado, os sargentos Acilon, Benjamim Figueredo, Emílio Figueredo, Francisco Veras Figueredo, João Castro, Joaquim Pereira de Carvalho, Juarez Moreira e Olímpio José Limeira. Eles identificaram novas jazidas e abriram os garimpos denominados Fio Azul e Monchão, o que intensificou a chegada de novos habitantes.[6]
Em 1953, o povoado foi elevado à categoria de distrito, passando a receber o topônimo Dueré. A emancipação ocorreu em 14 de novembro de 1958,[7] com a instalação do município em 29 de janeiro de 1959.[6]
Referências
- ↑ Tocantins (2026). «Lei Complementar n.º 172, de 11 de fevereiro de 2026: Institui as Regiões Metropolitanas de Palmas, Araguaína e Gurupi, dispõe sobre sua organização e funcionamento, e adota outras providências.» (pdf). Estado do Tocantins. Diário Oficial do Estado do Tocantins (6 998): 1. Consultado em 12 de fevereiro de 2026. Cópia arquivada (pdf) em 12 de fevereiro de 2026
- ↑ IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010
- ↑ «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010
- ↑ «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008
- 1 2 «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010
- 1 2 3 4 IBGE (2023). «História de Dueré». IBGE Cidades. Consultado em 5 de março de 2026. Cópia arquivada em 5 de março de 2026
- ↑ Estado de Goiás, Lei nº 2.119, de 14 de novembro de 1958. Cria o município de Duerê, e dá outras providências. Diário Oficial do Estado de Goiás, Goiânia, 28 de dezembro de 1958.


