Saúde
Dirceu Borboleta
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| Dirceu Borboleta | |
|---|---|
| Informações gerais | |
| Primeira aparição | O Bem-Amado (telenovela) |
| Última aparição | El Bienamado |
| Criado(a) por | Dias Gomes |
| Interpretado(a) por | Emiliano Queiróz Matheus Nachtergale Diego de Erice |
| Informações pessoais | |
| Nome completo | Dirceu Pena |
| Origem | Sucupira, Bahia |
| Língua original | português |
| Residência | Sucupira, Bahia |
| Características físicas | |
| Raça | Pardo |
| Espécie | Humano |
| Sexo | Masculino |
| Cor do cabelo | Castanho |
| Família e relacionamentos | |
| Progenitores | Florzinha (mãe) |
| Cônjuge | Dulcinéia Cajazeira |
| Filhos | 1 (Josemar) |
| Informações profissionais | |
| Ocupação | secretário telegrafista |
| Especialidade | Caçar borboletas |
| Aliados | Odorico Paraguaçu Dorotéia Cajazeira Dulcinéia Cajazeira Judicéia Cajazeira |
| Conexões | Anita Medrado (colega de trabalho no telégrafo) |
Dirceu Pena, mais conhecido como Dirceu Borboleta (No México: Dirceo Retana) é um personagem fictício criado por Dias Gomes. Interpretado por Emiliano Queiróz, ficou conhecido nacionalmente em 1973 na novela O Bem-Amado.
Biografia
Filho de Dona Florzinha (Suzy Arruda), é um homem tímido, gago, desastrado, com um modo estranho de andar e um jeito nervoso de retorcer as mãos e mexer os joelhos, alterna ataques de ira com momentos de mansidão[1]. Seu hobby é caçar e colecionar borboletas para estudar-las.
Era secretário particular do prefeito Odorico Paraguaçu (Paulo Gracindo), a quem era fiel, e sempre cumpria suas missões.[1] Também trabalhava como telegrafista com a ajuda de Anita Medrado (Dilma Lóes).
Um dia, Dirceu estava caçando borboletas com Dulcinéia Cajazeira (Dorinha Duval) quando começou a chover e eles ficaram escondidos se protegendo da chuva até o dia seguinte. Isso fez Odorico e as Irmãs Cajazeiras se convencerem de que Dirceu e Dulcinéia deveriam se casar para manter suas honras.[2]
Dias depois, Dulcinéia fica grávida e Dirceu acha que quebrou o voto de castidade por conta do sonambulismo e é apresentado como o pai do bebê Josemar, que na verdade era filho de Odorico.[2][3]
Meses depois, Dirceu a mando de Odorico grava as confissões feitas na igreja do Vigário (Rogério Fróes) para tentar descobrir quem havia roubado o corpo de Demerval Barbeiro (Nanai). O Vigário descobre o plano e Dirceu é demitido por Odorico. Após o ocorrido, Dirceu resolve ouvir a confissão de Dulcinéia que tinha um pecado mortal. Ao ouvir a confissão, Dirceu descobre que Josemar não era seu filho e sim de Odorico. Dirceu ficou transtornado e foi até a casa das Irmãs Cajazeiras. Ao entrar, Dirceu encontrou Dulcinéia e a enforcou até a morte.[3] Dirceu foi preso, mas teve a companhia da sua mãe que sempre o visitava na cadeia.
Escolinha do Professor Raimundo
Em 1992, o personagem voltou como aluno da Escolinha do Professor Raimundo em um especial, mas acabou virando personagem fixo na temporada de 1994.[4]
Legado
Dirceu é considerado um ícone para a representação distorcida a que a ciência ecológica vem sendo sujeitada, desde que ela ganhou destaque crescente no cenário das grandes questões ambientais. A primeira linha de ataque dos negacionistas de ciência é desqualificar cientistas inconvenientes. A ecologia está mais sujeita a isto, porque ecólogos não se enquadram no estereótipo do cientista de jaleco ao microscópio, rodeado de frascos em que borbulham líquidos coloridos ou por painéis com luzes piscantes. Além da mera desqualificação de outros cientistas, ecólogos são escrachados como naturebas, abraçadores de árvores, ativistas de uma ingênua e retrógrada volta à natureza. Em suma, nem são considerados cientistas.[5]
Referências
- 1 2 «Personagens». memoriaglobo. 19 de janeiro de 2023. Consultado em 10 de fevereiro de 2026
- 1 2 «Trama Principal». memoriaglobo. 11 de maio de 2022. Consultado em 10 de fevereiro de 2026
- 1 2 «Trama Principal». memoriaglobo. 29 de outubro de 2021. Consultado em 10 de fevereiro de 2026
- ↑ «Curiosidades». memoriaglobo. 29 de outubro de 2021. Consultado em 10 de fevereiro de 2026
- ↑ Lewinsohn, Thomas (8 de julho de 2020). «Difamação, negacionismo e a volta do Dirceu Borboleta». ((o))eco. Consultado em 10 de fevereiro de 2026
