Saúde
Carlos Cruz
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| Carlos Cruz | |
|---|---|
| Nascimento | Carlos Pereira Cruz 24 de março de 1942 (84 anos) Torres Novas |
| Cidadania | Portugal |
| Ocupação | apresentador de televisão |
Carlos Pereira Cruz (Torres Novas, Parceiros de São João, 24 de março de 1942), ex-locutor, jornalista, escritor e produtor de rádio e televisão português.
Um dos mais reconhecidos profissionais de televisão de sempre — chegou a ser chamado de "Senhor Televisão" ou de "Senhor Quinto Canal"[1] —, Carlos Cruz foi locutor de rádio e apresentador de programas, de informação e de entretenimento na televisão, destacando-se igualmente como produtor de programas, a partir dos anos 1990. De resto, também chegou a exercer funções de diretor de informação, de diretor de programas e de diretor-coordenador da RTP1.[1] A sua carreira foi abruptamente interrompida quando o seu nome surgiu como suspeito de práticas de abuso sexual de menores no mediático Processo Casa Pia, no âmbito do qual acabaria por ser condenado e cumprir pena.[2]
Biografia
1942-1956
Carlos Cruz nasceu em Parceiros de São João, no concelho de Torres Novas, numa casa sem água canalizada, eletricidade ou instalações sanitárias, serviços então inexistentes nos meios rurais do país, no ano de 1942.[1]
Os seus pais eram proprietários agrícolas. Quando Carlos Cruz nasceu, os dois filhos mais velhos já eram adultos e os outros três tinham já 16, 11 e oito anos.
Aos seis anos, foi viver para Angola com a família.[1]
Dois dos irmãos mais velhos tinham partido para a antiga colónia, em busca de uma vida melhor, e, embora contando já 59 anos de idade, o pai decidiu para lá partir também, levando a família, corria o ano de 1948.[1]
Em Luanda, instalaram-se numa casa de outra família, no chamado Musseque Lixeira, bairro de odor nauseabundo; mais tarde, foram para uma vivenda acabada de construir no Bairro de São Paulo, na fronteira entre o asfalto e o musseque.[3]
Em Angola Carlos Cruz desenvolveu o seu percurso escolar — a instrução primária no Colégio Padre António Vieira e o ensino secundário no Liceu Nacional Salvador Correia.[3]
1956-1961
No ano de 1956, Carlos Cruz tem a sua primeira experiência na rádio, tendo apenas 14 anos de idade, num programa semanal da Mocidade Portuguesa, chamado A Voz da Mocidade.[3]
Na sequência dessa experiência, pedirá ao padre José Maria Pereira, seu professor de Religião e Moral no liceu e diretor da recém-fundada Rádio Ecclesia — Emissora Católica de Angola, para que este o deixasse acompanhar ao vivo o relato de um jogo de futebol que, naquele ano, se realizaria entre a selecção militar portuguesa e a seleção angolana.
Lograda a entrada, Carlos Cruz seria sentado ao lado a Rui Romano, famoso radialista da época e encarregado de relatar o jogo. A certa altura, o adolescente seria confrontado com uma situação inesperada — confundindo Carlos Cruz com outra pessoa, Romano passa-lhe o microfone, anunciando que seria aquele a continuar o relato.[3]
Carlos Cruz não desfez o engano e, apesar do caráter insólito da experiência, demonstraria com a mesma deter a capacidade necessária para a função. Pouco depois, era convidado a colaborar como relatador de jogos de futebol na mesma Emissora. Mais tarde, tornava-se igualmente produtor de programas desportivos, na mesma rádio e no Rádio Clube de Angola.
De resto, ainda chegaria a fazer a reportagem de uma viagem promocional da Força Aérea a Angola, chefiada por Kaúlza de Arriaga, onde pode conhecer e trabalhar ao lado de Artur Agostinho; o veterano locutor viria a converter-se num dos seus mestres, já em Portugal.[3]
Em setembro de 1959, após fazer o exame de admissão ao Instituto Superior Técnico, Carlos Cruz iniciou a viagem de regresso à então metrópole, a bordo do navio Vera Cruz.[3]
O pai havia falecido recentemente e a mãe, viúva, também decidira regressar à terra natal, Parceiros de São João.[1]
Embora admitido na universidade, a ambição do jovem não passava por vir a ser engenheiro — no ano seguinte, em 1960, fazendo valer-se da sua experiência aos microfones em Angola, Carlos Cruz conseguiria ingressar na Emissora Nacional.
O jovem passaria então a conciliar a chamada "parte geral" do curso de Engenharia com o trabalho de relatador desportivo na rádio pública. Não o faria, contudo, por muito tempo — no ano seguinte, uma reprovação em Matemáticas Gerais, que considerou injusta, fá-lo-ia abandonar os estudos, em 1961.[1]
1962-1967
No ano de 1962 abre um concurso para a RTP e o jovem apresenta-se como candidato. Uma vez selecionado, estreia-se, nessa sequência, como apresentador de televisão, continuando na área do desporto — apresenta, primeiro, o TV Motor, dedicado aos desportos motorizados, e, logo a seguir, o Tele Desporto, de caráter genérico.
Já em 1965 surge na apresentação do Telejornal, ao sábado, ao domingo e, pontualmente, mais duas vezes por semana — fora já chamado a cumprir o serviço militar, sendo colocado em Santarém, como oficial miliciano.[1]
No ano seguinte, 1966, concebe apresenta o programa de atualidade musical Discorama.[3]
1968-1979
Regressa à rádio, desta vez na Renascença, em 1968, com um programa que alcança algum êxito, o PBX. Na mesma estação, apresentaria o Tempo Zip, em 1970.
Três anos depois, em 1973, Carlos Cruz encontra-se entre os fundadores do Serviço de Noticiários da emissora católica.
De novo na televisão, Carlos Cruz integra, em 1969, o painel de um dos mais inovadores e marcantes talk-shows portugueses de sempre, o Zip-Zip. Ao lado de Raúl Solnado e Fialho Gouveia entrevistará a diversas personalidades portuguesas, incluindo artistas cujo trabalho se via ameaçado pela censura, o que evidencia o programa como uma manifestação do período de abertura política da Primavera Marcelista. O programa seria um enorme de popularidade e consolidou o percurso de Carlos Cruz na televisão.
Logo após o 25 de abril de 1974, Carlos Cruz é nomeado pelo Governo para conselheiro de imprensa da Missão Portuguesa junto das Organização das Nações Unidas, função que desempenha durante quatro anos, entre 1975 e 1979. Foi no âmbito da sua função que coordenou, mais tarde, a "Operação Pirâmide", uma gigantesca ação humanitária que, em dezembro de 1978, permitiu recolher uma astronómica quantia em donativos e bens: 130 mil contos.
Apesar do trabalho nas Nações Unidas, continua ligado à RTP: em 1975, esteve envolvido na cobertura das Eleições para a Assembleia Constituinte Portuguesa; e, entre 1976 e 1977, desempenhou o cargo de diretor de programas da RTP1. É nessa qualidade que negoceia a compra, para Portugal, da novela Gabriela, Cravo e Canela, adaptação do romance de Jorge Amado — a primeira telenovela a ser emitida em Portugal e um êxito comercial absoluto.
1980-1989
No início da década de 1980, na companhia de Raul Solnado e Fialho Gouveia, seus parceiros no Zip-Zip, apresenta o programa musical E o Resto São Cantigas, que, apesar de não ter atingido o êxito do anterior programa apresentado pela tripla, conseguiu fazer algum sucesso.
Na mesma altura, na Rádio Comercial, foi autor e apresentador dos bem-sucedidos Pão Com Manteiga, o icónico programa das manhãs de domingo da estação, e Duplex. Dirigiu, igualmente, em 1982, a revista Mais.
Em 1984, foi o grande responsável por trazer de Espanha o arrojado concurso 1,2,3, que se tornou um enorme sucesso de audiências. Carlos Cruz apresentou as três primeiras edições do concurso (até 1986), cimentando a sua popularidade junto dos grandes públicos, que já lhe chamavam "Senhor Televisão". Também em 1984, estreia-se como ator no filme Vidas de António da Cunha Telles.
Entre 1986 e 1987, apresenta um formato inovador na RTP2, A Quinta do Dois, cujo cenário adotava um ambiente radiofónico. Entre conversas, músicas e momentos de humor, é neste programa que é criada a inesquecível personagem "Zé da Viúva", que marcou a carreira do ator que a desempenhava, Carlos Cunha. No programa, Carlos Cruz recebeu diversos convidados internacionais, como é o caso de Fafá de Belém ou Tina Turner.
No final da década, produz o musical Enfim Sós, onde aparecem nomes como Dulce Pontes e a cantora Dora, por exemplo.
1990-1999
Em 1990, funda a CCA — Carlos Cruz Audiovisual, Lda., entre outras empresas, uma das grandes responsáveis pela pela produção televisiva em português. Nos primeiros anos, produziu cerca de onze programas semanais para a RTP1, como A Roda da Sorte, Isto… só Vídeo, Marina, Marina, Nós os Ricos, entre outros.
Ainda em 1990, apresenta a primeira edição do famoso concurso O Preço Certo, nas noites da RTP1.
Em 1991, assume a condução de um novo programa de entrevistas, num registo intimista, designado Carlos Cruz Quarta-Feira. O programa esteve no ar durante oito anos. Por esse programa passam variadas personalidades da vida pública portuguesa, da politica — ficaria celebre a entrevista a Alvaro Cunhal, por exemplo — literatura, artes plásticas e performativas, desporto, medicina, etc. [4]
Pelo meio, em 1993, é o responsável pela criação do Ideias com História, um formato ousado, que lhe valeu uma ameaça de morte de radicais islâmicos, depois de, numa edição do programa, ter caricaturado Maomé.[3]
Em 1993, sofre com um cancro nas cordas vocais e, no ano seguinte, foi submetido a uma delicada cirurgia de peito aberto. No entanto, os momentos delicados da sua vida não o impedem de continuar a trabalhar: logo em setembro de 1994, estreia o Zona +,[5] o seu novo programa de variedades.
No início do ano de 1996, é convidado para ocupar o cargo de Diretor de Antena da TVI. É o responsável por algumas mudanças significativas na estação, tornando-a mais comercial. Chega mesmo a apresentar um programa de curta duração no canal, com o seu nome próprio, mas, no final do ano, acaba por regressar à estação que o viu nascer profissionalmente, a RTP. Em 1998, apresenta a emissão de inauguração da Expo98 e, no mesmo ano, faz parte do júri do concurso Assalto à Televisão, ao lado de Júlio Isidro e Ana Bola.[6] No mesmo ano, resgata o Carlos Cruz Quarta-Feira para uma segunda temporada de entrevistas.
Às portas do milénio, traz para Portugal o sucesso internacional Quem Quer Ser Milionário?, que apresenta, entre janeiro e junho de 2000, no horário nobre da RTP1. Este concurso, apesar de não ter sido um sucesso estrondoso de audiências, evidenciou-se como uma aposta ganha para a estação pública.
2000-2003
Em julho de 2000, deixa a RTP, onde trabalhou durante quase quarenta anos, e muda-se para a SIC. Na estação de Pinto Balsemão, apresentou inicialmente o concurso A Febre do Dinheiro, entre setembro e dezembro de 2000, a grande aposta para defrontar o recém-estreado Big Brother, na TVI.
Em 2001, destacou-se na apresentação da primeira temporada do "late-night show" Noites Marcianas. No ano seguinte, apresenta mais dois programas, com relativo sucesso: o concurso Linha da Sorte, nas noites de sábado e Fora de Série, um programa de variedades.
Já envolvido no Processo Casa Pia, apresenta a primeira edição do programa de informação sensacionalista Escândalos e Boatos, antes de rescindir contrato com a SIC, por mútuo acordo, a 30 de janeiro de 2003. Em vista estava um regresso à RTP, a casa-mãe, mas, por força das vicissitudes, tal acabou por nunca se concretizar.[7]
Antes disso, foi ainda o rosto da campanha institucional para a realização do Campeonato Europeu de Futebol de 2004, em Portugal, e presidiu à Comissão Executiva da Candidatura Portuguesa. A 9 de junho de 2000, recebeu, das mãos de Jorge Sampaio, o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.[8]
2011-presente
Em outubro de 2011, depois de vários anos afastado dos ecrãs, foi anunciado, através de uma entrevista à revista Pública, o seu regresso à televisão, como apresentador de um programa num futuro canal de cabo, a HouseTV, um projeto dirigido por Carlos Noivo, ainda embrionário.[9] O projeto do canal acabou por não se concretizar e, desta forma, Carlos Cruz não pôde regressar à televisão.
A 29 de janeiro de 2014, foi confirmado que, em virtude de ter sido condenado a uma pena superior a 3 anos de prisão efetiva, Carlos Cruz iria perder a condecoração de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique que lhe tinha sido atribuída pelo Presidente Jorge Sampaio a 9 de Junho de 2000.[10] A informação foi confirmada por Manuela Ferreira Leite, presidente do Conselho das Ordens Nacionais. A Lei das Ordens Honoríficas Portuguesas prevê a expulsão de membros que "tenham sido condenados pela prática de crime doloso com pena de prisão superior a três anos". A expulsão é automática, não tendo os condecorados direito a defesa.[11]
Em janeiro de 2018, foi noticiado que Carlos Cruz estava hospitalizado por causa de cancro do fígado.[12] Desde 2021, escreve críticas sobre televisão para o refundado jornal Tal & Qual,[13] que regressou às bancas nesse mesmo ano.
Processo Casa Pia
A sua carreira televisiva foi interrompida no âmbito do Processo Casa Pia. O seu nome surgiu no processo em novembro de 2002, quando o escândalo rebentou. Foi detido preventivamente a 1 de fevereiro de 2003, por suspeita da prática de abuso sexual de menores. A 4 de maio de 2004, passou a cumprir um regime de prisão domiciliária. Na fase de julgamento, o Ministério Público acusou-o de quatro crimes.[14] A 3 de setembro de 2010, depois da leitura da decisão, foi considerado culpado, por um tribunal de primeira instância, de três crimes de abuso sexual de menores, tendo sido condenado a sete anos de prisão efetiva.[15]
Desde o início do processo que Carlos Cruz se declarou totalmente inocente dos crimes que lhe foram imputados, afirmando ter sido "vítima de uma monstruosidade jurídica", por ter sido acusado e condenado unicamente com base numa muito discutível "ressonância da verdade" de testemunhos de credibilidade altamente duvidosa.[16] A 25 de março de 2013, Carlos Cruz foi absolvido dos crimes na casa de Elvas de que era acusado, por falta de provas.[17] Esgotados os recursos que apresentou nos tribunais portugueses, a 2 de abril de 2013, apresentou-se no Estabelecimento Prisional da Carregueira, para cumprir o resto da pena de seis anos de prisão a que foi condenado.[18] Saiu em liberdade condicional a 7 de julho de 2016.[19]
Em junho de 2018, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem deu razão ao recurso de Carlos Cruz, mas só no ponto em que diz que o Estado Português violou os seus direitos de defesa por o Tribunal da Relação de Lisboa ter recusado a admissão de novas provas submetidas pela sua defesa aquando da apreciação do recurso, o qual viria a ser rejeitado.[20]
A defesa de Carlos Cruz apresentou um recurso extraordinário de revisão junto do Supremo Tribunal de Justiça com vista à revisão da pena (já cumprida) e à repetição do julgamento do processo Casa Pia. A 2 de dezembro de 2021, o Supremo Tribunal rejeitou o recurso.[21]
Vida pessoal
Nas suas memórias, Uma Vida, Carlos Cruz relatou que aos 14 anos de idade, a viver em Angola, num atrevimento adolescente, seduziu com sucesso uma mulher adulta, cliente do estabelecimento comercial dos pais.[1]
Além de inúmeros relacionamentos com várias mulheres,[3] Carlos Cruz foi casado três vezes.[3]
Casou a primeira vez com Lisete Barbieri Figueiredo; a segunda, com Marluce Revorêdo, conhecida como ex-manequim e produtora de moda e de eventos, de quem teve a sua primeira filha, Marta Cruz; a terceira, com Raquel Rocheta, relações públicas no setor hoteleiro, do qual nasceu a sua segunda filha, Mariana.
A filha Marta é igualmente uma figura pública, conhecida pelos seus trabalhos na área da moda, quando jovem e, mais recentemente, enquanto participante nos chamados reallity-shows de famosos — teve a sua primeira experiência em A Quinta e, a seguir, entrou no Big Brother Verão.[22]
Noah Cruz, um dos dois filhos de Marta Cruz, iniciou a transição de género feminino para masculino com 18 anos; enquanto Yasmin, com 12 anos, assumiu-se como lésbica.[23] Em declarações públicas — entrevista à TVI, em 7 de agosto de 2025, por exemplo —, o jovem declarou ter-se reencontrado com a mudança de género e que o apoio incondicional da mãe e da família foi determinante para o seu bem-estar e aceitação.[23] Enquanto Yasmin, o jovem participara no talent show The Voice Kids, após o que gravou o single Para Quem Não Sabe Amar.[3]
Marta Cruz é igualmente mãe de Kyara (ou Khiara), filha da sua relação com o ex-futebolista de praia angolano João Victor Saraiva, conhecido como Madjer.[24] Outras relações publicamente assumidas pela antiga modelo incluem o ex-futebolista, avançado do Atlético CP, Gonçalo Quinaz, com quem coincidiu em A Quinta;[25] o cantor Jey V;[26] José Gouveia, responsável de comunicação de um grupo de restauração, que foi igualmente presidente da Associação Nacional de Discotecas e é, atualmente, comentador do programa de atualidade social na CMTV, Noite das Estrelas.[27]
Livros publicados
- P.B.X.: textos de programa (coautor) (1969)
- Pão com Manteiga (coautor). Lisboa: Agência Portuguesa de Revistas, 1981; Cruz Quebrada: Oficina do Livro, 2007.
- Preso 374 (Oficina do Livro, 2004)[28]
- Inocente para Além de Qualquer Dúvida (Vogais, 2012)
- Uma vida (Albatroz, 2016)
Referências
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Ruela, Rosa; Moreira, André (16 de março de 2016). «Carlos Cruz: A vida que nunca contei». Visão. Consultado em 12 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 23 de julho de 2019
- ↑ «Carlos Cruz foi punido por um crime. Vai pagar por dois». pdf.leitor.expresso.pt. Consultado em 17 de maio de 2026
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Araújo, António (18 de fevereiro de 2024). «Carlos Cruz: As duas vidas». Diário de Notícias. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2026
- ↑ RTP Arquivo
- ↑ «Zona +». RTP Arquivos. Consultado em 30 de março de 2024. Cópia arquivada em 18 de maio de 2026
- ↑ Portugal. «Assalto à Televisão». RTP. Consultado em 30 de março de 2024. Cópia arquivada em 30 de março de 2024
- ↑ «Carlos Cruz: 'A minha carreira não acabou'». Diário de Notícias. 20 de abril de 2007. Consultado em 30 de março de 2024. Arquivado do original em 30 de março de 2024
- ↑ «Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Carlos Cruz (TV e Rádio)". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 29 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 21 de abril de 2026
- ↑ «Carlos Cruz regressa à televisão». Jornal Público. 7 de outubro de 2011. Consultado em 12 de Outubro de 2011. Arquivado do original em 11 de dezembro de 2011
- ↑ Miguel, Santos (29 de Janeiro de 2015). «Oficial: Carlos Cruz e Jorge Ritto perderam condecorações do Estado português». Observador. Consultado em 29 de Janeiro de 2015. Cópia arquivada em 14 de dezembro de 2024
- ↑ «Carlos Cruz e Jorge Ritto perdem condecorações»
- ↑ «Carlos Cruz hospitalizado em Lisboa». Jornal Público. 14 de janeiro de 2018. Consultado em 28 de Janeiro de 2018. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2025
- ↑ Oliveira Marques, Rui (7 de julho de 2021). «CARLOS CRUZ VAI TER COLUNA SOBRE TELEVISÃO NO NOVO TAL & QUAL». Meios & Publicidade. Consultado em 21 de abril de 2023. Arquivado do original em 26 de abril de 2023
- ↑ «Quatro crimes contra Cruz». Correio da manhã
- ↑ «Carlos Cruz condenado a sete anos de prisão». Jornal Público. 3 de setembro de 2010. Consultado em 12 de agosto de 2026. Arquivado do original em 2 de setembro de 2012
- ↑ «Carlos Cruz diz-se "vítima de uma monstruosidade jurídica"». Jornal Público. 3 de setembro de 2010. Consultado em 12 de agosto de 2026. Arquivado do original em 6 de março de 2012
- ↑ «Carlos Cruz absolvido no caso da casa de Elvas». Caras. 25 de março de 2013. Consultado em 12 de agosto de 2026. Arquivado do original em 17 de novembro de 2018
- ↑ «Carlos Cruz entregou-se esta manhã na prisão da Carregueira». Jornal Público. Consultado em 28 de Janeiro de 2018. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
- ↑ «Carlos Cruz sai da cadeia e fica em liberdade condicional». Jornal Público. Consultado em 28 de Janeiro de 2018. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2025
- ↑ Dinis, Rita (26 de junho de 2018). «Casa Pia. Carlos Cruz vence recurso no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem». Observador. Consultado em 12 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2023
- ↑ «Supremo Tribunal de Justiça rejeita recurso apresentado pela defesa de Carlos Cruz». Correio da Manhã. 2 de dezembro de 2021
- ↑ «Marta Cruz revela em exclusivo o que o pai, Carlos Cruz, revelou ao saber que ia entrar no Big Brother Verão». TVI. 7 de julho de 2025. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 7 de julho de 2025
- 1 2 «É filho de uma figura conhecida e assumiu-se homossexual com apenas 12 anos». TVI. 7 de agosto de 2025. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 16 de maio de 2026
- ↑ «A reação de Madjer e Marta Cruz depois da filha ser rejeitada no 'The Voice'». TV Guia. Consultado em 17 de maio de 2026
- ↑ Catarino, Miguel (1 de julho de 2025). «Gonçalo Quinaz revela detalhes de relação anterior com Marta Cruz e assume: "Tenho uma favorita…"». Hiper Fm | Agarra a tua música!. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2025
- ↑ «Conheça o novo namorado de Marta Cruz - Cumplicidade e beijos na noite de Lisboa». Revista Nova Gente. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 12 de fevereiro de 2018
- ↑ «Marta Cruz vive paixão com empresário da noite». Revista Flash. 27 de junho de 2018. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 18 de maio de 2026
- ↑ «Cruz, Carlos, 1942». PORBASE. Consultado em 22 de setembro de 2010. Arquivado do original em 13 de julho de 2018
Ligações externas
- Carlos Cruz no IMDb
- «O Mirante». Cópia arquivada em 7 de junho de 2015
- «Livros da autoria de Carlos Cruz»
- «Processo Carlos Cruz». Cópia arquivada em 27 de outubro de 2011
| Precedido por Lurdes Norberto |
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Sucedido por Henrique Mendes e Ana Maria Lucas |
| Precedido por Henrique Mendes e Ana Maria Lucas |
Apresentadores do Festival RTP da Canção 1972 (com Alice Cruz) |
Sucedido por Alice Cruz e Artur Agostinho |
| Precedido por Carlos Mendes, Sofia Morais e Herman José |
Apresentadores do Festival RTP da Canção 1996 (com Isabel Angelino) |
Sucedido por Isabel Angelino (semi-finais) Cristina Caras Lindas e António Sala (final) |
