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Américo Perrella
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Américo Perrella | |
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Da esquerda para a direita: Américo Perrella, Antônio Simões (prefeito de Ribeirão Pires), Paulo Maluf (secretário de transportes do estado) e o governador Laudo Natel, 1972. Arquivo Público do Estado de São Paulo | |
| 7.º Prefeito de Mauá | |
| Período | 1.º de fevereiro de 1970 até 31 de janeiro de 1973 |
| Vice-prefeito | Leonel Damo |
| Antecessor(a) | Élio Bernardi |
| Sucessor(a) | Amaury Fioravanti |
| 4.º Vice-prefeito de Mauá | |
| Período | 1.º de janeiro de 1967 até 31 de janeiro de 1970 |
| Prefeito | Élio Bernardi |
| Antecessor(a) | José Mauro Lacava |
| Sucessor(a) | Leonel Damo |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Américo Perrella |
| Nascimento | 20 de março de 1916 São Bernardo do Campo, SP, Brasil |
| Morte | 31 de janeiro de 1996 (79 anos) Mauá, SP, Brasil |
| Nacionalidade | brasileiro italiano |
| Progenitores | Mãe: Clorinda Ciampitti Perrela Pai: Emigdio Perrela |
| Esposa | Nathércia Ferreira Perrella |
| Partido | ARENA (1966-1979) |
| Religião | católica romana |
| Profissão | Contador |
Américo Perrella, (São Bernardo do Campo, 20 de março de 1916 - Mauá, 31 de janeiro de 1996) foi um político brasileiro.[1]
Biografia
Américo Perrella, filho de imigrantes italianos, nasceu no Natal de 1915, em Pilar, então um bairro de São Bernardo do Campo.[2] Seu registro oficial, no entanto, aponta seu nascimento para 20 de março de 1916. Teve mais dez irmãos. Sua família era dona de uma olaria. Aluno com boas notas e elogiado pelos professores, foi campeão mauaense de Tênis de Mesa. Durante sua juventude, onde hoje está o Parque Boa Esperança,[3] havia um enorme lago, o chamado Tanque da Paulista, formado pelas águas então limpas do Rio Tamanduateí, usado pela Fábrica de Louças Paulista. O Tanque da Paulista foi aterrado pela Prefeitura no governo de Ennio Brancalion.[4]
Trabalhou nas Indústrias Reunidas Matarazzo, trabalhou em olaria, foi sócio em armazém e montou uma das primeiras padarias da cidade. Casou-se com Nathércia Ferreira em 25 de maio de 1940, tendo duas filhas: Ana Maria e Maria Elêna.
Política
Américo era engajado, e se envolveu em várias atividades sociais no distrito e futuro município. Participou da Comissão Emancipacionista por achar que o local sofria descaso da Prefeitura de Santo André, recebia poucos recursos e atenção e a única solução seria se tornar um município. Sua luta foi vitoriosa e, em 1954, os habitantes votaram em Plebiscito, decidindo pela emancipação.[5]
Já durante a Ditadura Militar Brasileira, Américo entrou para a ARENA, o partido de apoio ao regime. Acabou concorrendo, ainda que de mau grado, à Vice-Prefeito na chapa encabeçada por Élio Bernardi, em 1966. Ambos foram eleitos. Américo cumpriu seu mandato de 1967 a 1970[5].
Concorreu a Prefeito de Mauá, como candidato da situação (ARENA), em 1969. Foi eleito junto com Leonel Damo, seu candidato a vice-prefeito, com 7161 votos, concorrendo com outros quatro candidatos, todos do MDB, obtendo eles as seguintes votações: Amaury Fioravanti, 2455 votos; José Mauro Lacava, com 2068 votos; e Anselmo Walendy com 1061 votos. Nessa época, o período de mandato do prefeito em Mauá não estava em acordo com o do resto dos municípios. Assim, concorreu e governou por um mandato de apenas três anos, que objetivava acertar o calendário municipal com o das outras prefeituras. Cumpriu seu mandato até 31 de janeiro de 1973[5]. Acabou não elegendo seu sucessor, Élio Bernardi, o qual foi derrotado em 1972 por Amaury Fioravanti do MDB, quebrando a longa sequência de prefeitos aliados ao Regime Ditatorial.[6]
Foi ainda tesoureiro da Santa Casa de Misericórdia de Mauá[5].
Faleceu em 31 de janeiro de 1996. A rua onde construiu sua casa e viveu até o fim da vida, foi rebatizada como Rua Prefeito Américo Perrella.
Referências
| Precedido por José Mauro Lacava |
Prefeito de Mauá 1970 - 1973 |
Sucedido por Amaury Fioravanti |

