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Transplante capilar
Texto da Wikipédia (pt), licença CC BY-SA. O BETARUBI mostra o verbete inteiro nesta página — a leitura não continua fora do site.
Transplante ou implante capilar é uma técnica cirúrgica que consiste em remover cabelo de uma área doadora do paciente e transplantá-los para um local sem cabelos, inserindo fio por fio, mantendo preservadas as raízes. A duração desta cirurgia é aproximadamente de três a cinco horas e é realizada por meio de anestesia local.[1] É utilizada em tratamentos de alopecia e calvície.[2][3] A técnica é realizada com cabelos da própria pessoa, não existindo transplante entre duas pessoas.[4]
A naturalidade do resultado final depende da forma como os fios são implantados. As unidades mais finas e delicadas devem ficar na linha de frente, bem próximas umas das outras e respeitando a direção natural de crescimento dos fios.
Cirurgia
esta seção contém uma lista de referências no fim do texto, mas as suas fontes não são claras porque não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (janeiro de 2021) |
No centro cirúrgico, uma faixa de couro cabeludo é retirada das partes posterior e lateral da cabeça, onde os fios são mais resistentes e não caem com o passar do tempo. Essas regiões são fechadas, resultando em uma fina cicatriz coberta pelo cabelo é dividida por uma equipe especializada em finas unidades foliculares, contendo de um a quatro fios de cabelo cada. Simultaneamente ao preparo, outro grupo de médicos[5] assistentes, juntamente com o cirurgião, implanta as unidades foliculares na área calva em pequenas incisões que não resultam em cicatrizes. Todo procedimento é feito com anestesia local associada a uma leve sedação e dura cerca de 5 horas. O paciente vai para casa no mesmo dia e pode retornar às suas atividades normais em até 2 dias. Os resultados são extremamente satisfatórios, definitivos e naturais.
Terapias clínicas e combinadas
Além das técnicas cirúrgicas, abordagens clínicas têm sido utilizadas para modular a alopecia androgenética (AGA) e complementar o manejo da perda capilar. Estudos recentes descrevem a associação de minoxidil, finasterida, fatores de crescimento e ativos tróficos, como biotina e D-pantenol, com o objetivo de prolongar a fase anágena, reduzir o processo de miniaturização folicular e favorecer o microambiente dérmico.
Uma revisão integrativa publicada em 2025 avaliou tanto a administração tópica quanto a intradérmica desses compostos, destacando que processos de microinfusão com dermógrafo capilar podem aumentar a biodisponibilidade local, otimizar a resposta tecidual e favorecer a densidade capilar, configurando alternativa complementar ou precedente ao transplante capilar.[6]
Ver também
Referências
- ↑ KEDE, Maria Paulina Villarejo. Guia de beleza e juventude para homens e mulheres. Rio de Janeiro: Senac Rio, 2005
- ↑ SBCD. «Cuidado com seus cabelos». Consultado em 1 de julho de 2010
- ↑ LOPES, Antonio Carlos. Diagnóstico e tratamento. vol.2. Barueri: Manole, 2006
- ↑ LEITE JR., Ademir Carvalho. E o outono para meus cabelos. Histórias de mulheres que enfrentam queda capilar Mg Editores.
- ↑ Cirurgião referência no mundo. «Thiago Bianco».
- ↑ Abdalla, L. S. O.; Alecrim, J. S.; Ferreira de Souza, M. P. F. (2025). Terapia Combinada no Tratamento Tópico da Alopecia Androgenética: Revisão Integrativa sobre Minoxidil, Finasterida, Fatores de Crescimento e os Fundamentos Científicos do Protocolo Vittahair. DOI:10.22533/at.ed.632132504111.
