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Succession (30 Rock)
Texto da Wikipédia (pt), licença CC BY-SA. O BETARUBI mostra o verbete inteiro nesta página — a leitura não continua fora do site.
| "Succession" | |
|---|---|
| 13.º episódio da 2.ª temporada de 30 Rock | |
Esquerda-direita: Liz Lemon (Tina Fey) sendo aprentada por Jack Donaghy a Don Geiss nos estúdios do TGS. | |
| Informação geral | |
| Direção | Gail Mancuso |
| Escrito por | |
| Cinematografia | Vanja Černjul |
| Edição |
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| Cód. de produção | 213 |
| Exibição original | 24 de Abril de 2008 |
| Convidados | |
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| Episódios da 2.ª temporada | |
| 30 Rock (2.ª temporada) Lista de episódios | |
"Succession" é o 13.° episódio da segunda temporada da série de televisão de comédia de situação norte-americana 30 Rock, e o 34.° da série em geral. Foi escrito por Andrew Guest e John Riggi e realizado por Gail Mancuso, tendo sido originalmente transmitido pela NBC a 24 de Abril de 2008. O episódio conta com participações especiais de Will Arnett, Rip Torn, Chris Parnell, Marceline Hugot e Brian Stack. Produzido após a interrupção provocada pela greve do Writers Guild of America de 2007–2008, marcou a estreia de Guest como argumentista creditado da série e é frequentemente citado pelos seus responsáveis como um dos episódios que melhor exemplifica a abordagem narrativa de 30 Rock, articulando múltiplas linhas narrativas através de uma estrutura convergente e recorrendo a conceitos como o vale da estranheza para fins humorísticos.
No episódio, Jack Donaghy (interpretado por Alec Baldwin) acredita estar prestes a suceder a Don Geiss (Torn) na presidência da General Electric (GE), enquanto Liz Lemon (Tina Fey) se vê inesperadamente envolvida nas intrigas da administração da empresa. Em paralelo, Tracy Jordan (Tracy Morgan) procura conquistar o respeito do filho ao dedicar-se obsessivamente ao desenvolvimento de um jogo de vídeo pornográfico, despertando a inveja de Frank Rossitano (Judah Friedlander). A narrativa combina sátira empresarial com numerosas referências culturais, incluindo alusões recorrentes à franquia Star Wars, sendo particularmente conhecida pela extensa paródia de Amadeus (1984), que recria elementos da obra de Miloš Forman através da utilização de música de Wolfgang Amadeus Mozart e de paralelismos entre as suas personagens e figuras históricas associadas ao compositor.
Na sua transmissão original, "Succession" foi acompanhado por 5,52 milhões de telespectadores nos Estados Unidos, alcançando uma classificação de 2,8 entre os adultos dos 18 aos 49 anos de idade, segundo os dados da Nielsen Ratings. A receção crítica foi amplamente positiva, com os críticos a destacarem a escrita, o desempenho do elenco e a integração de várias linhas narrativas, sobretudo o conflito corporativo em torno da sucessão de Don Geiss, a transformação de Liz no mundo executivo e a paródia de Amadeus. A presença de personagens secundárias como o Dr. Spaceman foi igualmente valorizada, embora alguns comentários tenham apontado reservas quanto à complexidade de certas personagens e a alguns aspetos da progressão narrativa. No geral, o episódio foi considerado uma mistura bem-sucedida de comédia e continuidade narrativa, com vários críticos a reconhecerem a sua capacidade de equilibrar momentos de humor intenso com avanços significativos na história.
Ao longo dos anos, "Succession" foi sucessivamente reavaliado pela crítica, figurando em listas dos melhores episódios de 30 Rock elaboradas por publicações como a Paste e sendo recordado pela IndieWire como um dos momentos mais memoráveis da série. A sua influência foi igualmente reconhecida em análises retrospetivas que estabeleceram paralelos entre a história da sucessão empresarial retratada no episódio e a série dramática Succession (2018–2023). Pelo seu trabalho no guião do episódio, Guest e Riggi venceram o prémio de Melhor Comédia Episódica na 61.ª edição dos Prémios da Associação de Argumentistas Norte-americanos (WGA).
Produção

"Succession" é o 13.º episódio da segunda temporada de 30 Rock.[1][2] O argumento foi escrito por Andrew Guest e John Riggi, este último também co-produtor da temporada, enquanto a realização esteve a cargo de Gail Mancuso.[3] Assim, assinalou a estreia de Guest como argumentista creditado da série,[4] na sequência de um acordo estabelecido com o produtor executivo Robert Carlock antes do início da temporada, através do qual lhe foi garantida a oportunidade de escrever um episódio apesar da forte concorrência interna entre os membros da equipa de guionistas. Segundo Guest, a decisão revelou-se particularmente significativa devido à greve do Writers Guild of America de 2007–2008, que interrompeu a produção televisiva norte-americana e fez com que o episódio quase não chegasse a ser produzido.[5] Por seu turno, "Succession" constituiu o quinto guião de Riggi e a terceira realização de Mancuso em 30 Rock.[6][7]
As filmagens decorreram a 19 de Março de 2008 nos Estúdios Silvercup, em Long Island City, Nova Iorque, complexo que servia habitualmente como principal base de produção da série.[8][9] Embora Jane Krakowski, Katrina Bowden, Keith Powell e Lonny Ross surgissem creditados nos genéricos finais, os respetivos intérpretes de Jenna Maroney, Cerie Xerox, James "Toofer" Spurlock e Josh Girard não participaram efetivamente no episódio.[10][11]
A narrativa representa um dos momentos decisivos do arco dramático que opõe Jack Donaghy e Devon Banks, interpretado pelo ator convidado Will Arnett, pela sucessão de Don Geiss na liderança da General Electric. Ao longo da segunda temporada, a rivalidade entre ambas as personagens evoluíra progressivamente de uma competição profissional para um confronto estratégico pela presidência da empresa, sendo "Succession" o episódio que altera de forma mais significativa esse equilíbrio. Esta marcou a terceira de nove participações de Arnett no seriado.[12][5] Segundo Guest, o facto de lhe ter sido atribuída precisamente esta história constituiu uma oportunidade invulgar, uma vez que, devido ao encurtamento da temporada provocado pela greve, acabou por escrever um dos episódios narrativamente mais importantes da série. O guião foi desenvolvido em estreita colaboração com Carlock, que, de acordo com o próprio Guest, o integrou plenamente no processo de construção da história e das sucessivas reescritas, permitindo-lhe participar nas reuniões criativas normalmente reservadas aos argumentistas mais experientes. Guest descreveu essa experiência como determinante para o início da sua carreira enquanto escritor de televisão.[5][4]
Um dos aspetos estruturais mais destacados do episódio reside na forma como articula as diferentes linhas narrativas. Em vez de recorrer ao desfecho sentimental tradicional das sitcoms, no qual as personagens resolvem os seus conflitos através de reconciliações emocionais, os argumentistas optaram por fazer convergir os enredos principais e secundários num único clímax narrativo. Guest explicou que a equipa designou internamente esta técnica como dovetailing, consistindo em fazer com que as histórias A, B e C se cruzassem de forma orgânica, permitindo que uma influenciasse tematicamente a outra sem obrigar as personagens a retirarem qualquer lição moral. Segundo o argumentista, esta abordagem inspirou-se parcialmente na estrutura narrativa utilizada em Seinfeld, privilegiando a coerência estrutural e a acumulação de humor em detrimento do desenvolvimento emocional convencional.[13]
A linha narrativa secundária protagonizada por Tracy Jordan exemplifica particularmente esta filosofia criativa. Embora se inicie como aparentemente sentimental, a premissa em torno dele transforma-se rapidamente numa sátira absurda quando canaliza o seu génio criativo para o desenvolvimento de um jogo de vídeo pornográfico. Carlock recordou que chegou a advertir a esposa de que a aparente história familiar acabaria por evoluir para uma paródia elaborada da adaptação cinematográfica de Amadeus (1979), precisamente porque esse tipo de inversão de expectativas constituía um dos princípios humorísticos fundamentais de 30 Rock. Riggi resumiu a filosofia da série afirmando que o objetivo consistia frequentemente em levar o público a acreditar que assistiria a um momento emotivo, apenas para subverter essa expectativa imediatamente através de uma reviravolta cómica.[5]

Toda esta narrativa constitui uma extensa homenagem a Amadeus, filme realizado por Miloš Forman, estabelecendo um paralelismo entre Wolfgang Amadeus Mozart e Tracy Jordan, enquanto Frank Rossitano assume o papel equivalente ao de Antonio Salieri, consumido simultaneamente pela admiração e pelo ressentimento perante um talento aparentemente inexplicável. Guest revelou que reviu propositadamente Amadeus durante o desenvolvimento do episódio para assegurar que as referências reproduziam fielmente a estrutura dramática da obra original. Segundo o argumentista, a ideia surgiu durante uma sessão de desenvolvimento da história, quando vários membros da equipa começaram espontaneamente a evocar cenas e temas musicais do filme, levando progressivamente à decisão de construir toda a narrativa em torno dessa analogia. Entre as referências encontram-se a utilização de música de Mozart, incluindo o Confutatis do Requiem em ré menor, K. 626, a encenação melodramática da criatividade de Tracy, o figurino usado pelo Dr. Leo Spaceman e a própria música que acompanha o colapso de Don Geiss.[5]
Riggi explicou posteriormente que o humor da sequência não dependia necessariamente de o público reconhecer todas as referências cinematográficas, mas antes da forma obsessiva como as personagens levavam uma situação completamente absurda a um nível de solenidade reservado a grandes tragédias históricas ou artísticas. Segundo Mike Roe, em The 30 Rock Book (2021), essa abordagem tornou-se uma das características distintivas de 30 Rock, cuja escrita recorria frequentemente a referências culturais extremamente específicas sem interromper o ritmo cómico para as explicar, confiando antes na sucessão contínua de piadas para manter o envolvimento dos espectadores independentemente do seu conhecimento prévio.[5]
O episódio inclui igualmente uma breve discussão sobre o conceito do vale da estranheza, teoria proposta pelo roboticista japonês Masahiro Mori segundo a qual figuras artificiais excessivamente semelhantes aos seres humanos tendem a provocar desconforto psicológico. Frank utiliza esse conceito para argumentar que um jogo de vídeo pornográfico seria tecnologicamente inviável, uma vez que personagens demasiado realistas acabariam por parecer perturbadoras em vez de atraentes, ilustrando a explicação com o tradicional gráfico da curva do vale da estranheza, convenientemente disponível na sua secretária. Embora a premissa humorística de que ninguém teria anteriormente concebido um jogo de vídeo pornográfico fosse factualmente incorreta, a explicação sobre o fenómeno refletia o consenso então predominante relativamente às limitações do realismo gráfico nos jogos de vídeo da década de 2000, período no qual a evolução da computação gráfica ainda colocava frequentemente personagens digitais numa zona intermédia entre o artificial e o humano.[5]
Outra personagem que regressa em "Succession" é Kathy Geiss, interpretada por Marceline Hugot. Inicialmente apresentada apenas como uma piada visual, ao surgir distraidamente a comer flores enquanto Devon flerta com um florista, Kathy revela-se no final como a inesperada nova presidente da GE. Hugot afirmou que procurou interpretar a personagem como alguém genuinamente feliz e completamente alheia ao ridículo da situação, comparando-a ao touro Ferdinando pela sua inocência perante o mundo que a rodeia. Riggi confirmou, por sua vez, que a atriz comeu efetivamente flores durante as filmagens, tendo a produção verificado previamente que todas eram próprias para consumo. O plano original previa que a cena final incluísse um dos membros da linhagem fictícia Habsburgo introduzida em "Black Tie", episódio da primeira temporada, mas uma vaga de gripe durante as filmagens, que afetou inclusivamente a atriz inicialmente escalada, obrigou à reformulação da sequência.[5]
Chris Parnell regressou igualmente como o Dr. Spaceman, naquela que constituiu a sua sétima participação especial em 30 Rock. O episódio reforça a caracterização recorrente da personagem como um médico completamente incompetente: ao tentar assistir Don, administra uma injeção falsa, recusa aplicar uma injeção diretamente no coração alegando incorretamente que todos os seres humanos possuem esse órgão em localizações diferentes e demonstra não saber sequer como contactar os serviços de emergência, sequência que prolonga a sátira da série às figuras de autoridade aparentemente qualificadas, mas profundamente ineptas.[14][5]
A sequência na qual Liz tenta abraçar Jack e este rejeita o gesto por o considerar "demasiado étnico" nasceu, segundo a argumentista Tami Sagher, de um episódio real ocorrido entre a própria e Carlock. Sagher recordou que, durante uma leitura do guião, se riu tanto de uma improvisação de Tracy Morgan que acabou por agarrar involuntariamente o joelho de Carlock, gesto que este considerou desconfortável. Meses depois, após o fim da greve dos argumentistas, Carlock voltou a estranhar um abraço espontâneo entre Sagher e uma colega do departamento artístico, levando ambos a discutir as diferenças culturais na demonstração física de afeto. O incidente acabou por ser transformado diretamente em material humorístico para "Succession".[5]
Outra curiosidade associada ao período de produção prende-se com Donald Glover, então argumentista de 30 Rock. A sequência do episódio na qual Tracy grita para que todos se acalmem no seu camarim a um grupo de pessoas que, na verdade, estavam calmas foi inspirada em um momento no qual o intérprete Tracy Morgan, nos bastidores de 30 Rock, gritou para Glover — que estava perfeitamente calmo — se acalmar. Por sua vez, enquanto o episódio estava a ser desenvolvido, Glover realizava audições para integrar o elenco do Saturday Night Live.[5]
Enredo
Don Geiss (Rip Torn) desloca-se ao escritório de Jack Donaghy (Alec Baldwin) para o informar, em segredo, de que este será o sucessor dele na presidência da GE. Apesar de manifestar inicialmente os sintomas da sua diabetes, Don deixa claro que Jack herdará o cargo, embora exija que a decisão seja apresentada ao conselho de administração e que Jack encontre primeiro um substituto para a sua posição atual. Enquanto isso, o futuro genro de Don, Devon Banks (Will Arnett) trata de escolher arranjos florais com Kathy Geiss (Marceline Hugot), aproveitando o momento para flertar com um funcionário masculino da loja. Entretanto, depois de descarregar a sua frustração em Frank Rossitano (Judah Friedlander) por ter descarregado um vírus que apagou todo o material de trabalho acumulado enquanto os argumentistas do TGS pernoitavam no escritório, Liz Lemon (Tina Fey) cruza-se com Devon no elevador e, sem se aperceber, revela um segredo de Jack. Então, num combate de astúcia ainda no interior do elevador, ela beija-o contra o desejo dele e ameaça expor as gravações de segurança caso ele revele algo sobre Jack, forçando-o a fugir envergonhado. Mais tarde, impressionado com esta demonstração de lealdade e astúcia, Jack promove Liz ao cargo de diretora da Televisão da Costa Leste e Programação de Micro-ondas da GE. Inicialmente relutante, Liz aceita a posição ao ver o salário e rapidamente demonstra valor num almoço de negócios ao rejeitar um novo e dispendioso botão de micro-ondas em favor do modelo clássico, poupando milhões à empresa e ganhando a confiança corporativa, ao ponto de celebrar num estado de "embriaguez empresarial".[10]
Mais tarde, durante a festa de despedida de solteiro de Devon organizada no palco do TGS, Don chega e pede a Liz que lhe traga uma sobremesa. Contudo, Liz eventualmente se esquece disto. Consequentemente, devido a uma quebra severa de açúcar no sangue e à falta de alimentos, Don desmaia e entra num coma diabético profundo sem que ninguém dê conta de imediato. Paralelamente, Jack tenta consolar um Devon solitário e aconselha-o a cancelar o casamento com Kathy. Em resposta, Devon revela com malícia que já sabe que Jack é o sucessor escolhido por Don. Logo depois, Liz descobre Don inconsciente e, em pânico, Jack chama o Dr. Leo Spaceman (Chris Parnell), que chega apressadamente para prestar assistência médica de emergência, embora sem sucesso inicial devido à ineficácia dos seus tratamentos. Quando vários membros da administração aparecem, Jack tenta assumir o controlo da situação e explicar a condição de Geiss, mas alguns elementos do conselho questionam as suas intenções. Devon aproveita a oportunidade para negar ter conhecimento da escolha de Jack como sucessor, impedindo que a decisão seja confirmada.
No dia seguinte, Jack informa Liz de que o incidente com Don prejudicou a sua posição, mas continuava confiante de que o conselho respeitará a vontade do presidente da GE. Devon surge, contudo, com novas informações: após uma reunião de emergência realizada durante a noite, o conselho decidiu nomear Kathy para substituir o pai, garantindo uma transição considerada mais estável. Devon explica que assumirá o papel de conselheiro de Kathy devido ao noivado entre ambos e ocupa também o escritório de Jack. O episódio termina com Jack a perder temporariamente a sucessão que esperava alcançar, enquanto Devon consolida a sua posição dentro da empresa.[10]
Ao mesmo tempo, Tracy Jordan (Tracy Morgan) apercebe-se de que o seu filho, Tracy Jr., teve vergonha dele no Dia de Levar o Pai à Escola, optando por não o informar acerca do evento. Decidido a alcançar o respeito familiar através de um feito monumental, Tracy tem uma epifania para criar um jogo de vídeo pornográfico revolucionário. Com a ajuda relutante de Kenneth Parcell (Jack McBrayer) e Dot Com Slattery (Kevin Brown), e desafiando o ceticismo de Frank Rossitano (Judah Friedlander) em relação ao fenómeno do Vale da Estranheza, Tracy dedica-se intensamente ao projeto, acabando por surpreender os colegas com o seu génio criativo e deixando Frank profundamente invejoso.[10]
Referências culturais

O episódio inclui também uma das referências recorrentes de 30 Rock à franquia Star Wars. A série estabeleceu desde o episódio piloto uma relação humorística com a space opera norte-americana, sobretudo através da caracterização de Liz como uma fã dedicada da saga. A personagem já havia revelado ter visto os filmes inúmeras vezes com Pete, ter utilizado uma fantasia de Princesa Leia durante vários Dia das Bruxas consecutivos e ter recorrido à personagem para tentar evitar convocatórias para júris em Chicago e Nova Iorque. Tina Fey explicou posteriormente que as referências surgiram de forma espontânea durante a produção da série, tornando-se uma característica deliberada depois de a equipa reconhecer a frequência com que a saga aparecia nos guiões. Robert Carlock, produtor executivo e argumentista, foi identificado como um dos principais responsáveis por consolidar esse padrão intertextual.[15][16][17][18] Em "Succession", quando Tracy pede uma explicação do gráfico do vale da estranheza, Frank fá-lo no contexto de uma referência a Star Wars, remetendo a menções a R2-D2 e C-3PO e Han Solo, a quem Tracy descreveu como alguém que "age como se não se importasse, mas se importa".[11]
A narrativa inclui igualmente uma alusão a Terminator 2: Judgment Day (1991), quando Devon coloca o braço entre as portas do elevador para impedir que estas se fechem, numa reprodução de uma situação associada ao filme. Além disso, Frank menciona Tom Hanks gerado por computação gráfica em The Polar Express (2004), filme realizado por Robert Zemeckis, cuja utilização de captura de movimento e criação de personagens digitais esteve associada ao debate sobre o vale da estranheza, conceito relacionado com a reação de desconforto perante representações artificiais de aparência excessivamente humana.[19][20][21]
Ao comparar a sua determinação com o génio de Mozart, Tracy provoca uma resposta de Frank que evoca Antonio Salieri, compositor contemporâneo de Mozart que ficou associado à ideia de rivalidade artística através de representações ficcionais comoAmadeus, e a adaptação cinematográfica.[22][11] No mesmo segmento, a personagem menciona figuras que acredita estarem ligadas à exploração comercial da sexualidade e da cultura de massas, incluindo Walt Disney e Larry Flynt.[22] O excerto é acompanhado por música de Mozart, nomeadamente o Requiem em Ré menor e a Sinfonia n.º 25 em Sol menor. O episódio utiliza também "E-Pro" (2005), do músico norte-americano Beck, em contraste com as referências a Mozart.[23][24]
Jack descreve o conselho de administração da GE como um conjunto de seguidores leais de Don Geiss, comparando-o a uma sessão de autógrafos de Al Franken,[25][22] antigo argumentista e membro do elenco do SNL que mais tarde iniciou uma carreira política.[26] Outra piada relacionada com Geiss envolve o Sistema de Reserva Federal dos Estados Unidos, quando a personagem sugere que a escolha de um sucessor de confiança afastaria automaticamente essa instituição. Além disso, ele compara o charme e a vivacidade de Liz ao de Leona Helmsley quando era jovem.[27] Helmsley era uma empresária norte-americana que, após alegações de falta de pagamento feitas por prestadores de serviços contratados para renovar a sua residência em Connecticut, foi investigada e condenada por evasão fiscal federal e outros crimes em 1989.[28] Jack revela a Devon que sabia que este surgiria após ter sido anunciada a escolha de Clay Aiken para o elenco do musical Spamalot.[25][22] Mais tarde, Devon compara a sua derrota na sucessão da GE a uma decisão injusta na quarta temporada de Project Runway, afirmando que Christian Siriano venceu apesar de Rami Kashou ser, na sua opinião, o melhor designer.[29][30]
Liz afirma que Frank se parece com "Gene Simmons depois de ter relações com um Basset Hound",[25][22] enquanto Tracy utiliza a expressão "Eureka", mas esta se revela ser uma amiga sua.[27][25] O Dr. Spaceman, por sua vez, confunde os números de telefone 411 e 911 e, ao tentar procurar um serviço relacionado com "reparação de diabetes".[27][31] Depois de Tracy expressar o desejo de realizar algo que levasse os seus filhos a respeitá-lo, sugerindo possibilidades como tornar-se senador ou feiticeiro, Grizz sugere, em alternativa, que Tracy poderia abrir uma escola em África, como Oprah Winfrey fez.[22] Em uma cena, Liz é vista a comer Cheetos enquanto lê sobre a vida de gorilas na selva.[22][32]
Transmissão e repercussão
Nos Estados Unidos, "Succession" foi transmitido pela primeira vez na noite de 24 de Abril de 2008 pela NBC, como o 34.º episódio de 30 Rock.[2] A transmissão ocorreu no contexto de uma alteração na programação da NBC, que colocou 30 Rock no horário anteriormente ocupado por The Office, enquanto Scrubs passava a ser exibida no horário de 30 Rock. A mudança foi anunciada pela emissora poucos dias antes da emissão do episódio e teve como objetivo concluir as temporadas de ambas as séries em novos horários de exibição, em parte devido às baixas audiências registadas por Scrubs ao longo da sua sétima temporada.[33][34]
O episódio incorporou também elementos de product placement associados à estratégia corporativa da NBC, incluindo a presença de publicidade do filme Baby Mama (2008), co-estrelado por Tina Fey, exibida no ecrã durante a transmissão. Este recurso foi interpretado como parte da utilização recorrente de colocação de produtos e de sinergias empresariais dentro de 30 Rock.[5]
Audiência
De acordo com os dados de audiência medidos pela Nielsen Ratings, "Succession" foi visto por uma média de 5,52 milhões de telespectadores nos Estados Unidos durante a sua transmissão original. No grupo demográfico dos adultos entre os 18 e os 49 anos de idade, o episódio registou uma classificação de 2,8 e um share de 7. A classificação corresponde à percentagem da população total desse grupo etário que assistiu à emissão, enquanto o share representa a percentagem de telespectadores desse mesmo grupo que estava a ver televisão no momento da transmissão e que acompanhou o episódio. Em termos de desempenho nessa demografia, isto representa uma redução face ao programa antecedente no mesmo horário, Scrubs, embora tenha apresentado uma melhoria relativamente ao desempenho do ano anterior, quando 30 Rock era transmitida às 21h00.[35]
Não obstante, "Succession" igualou a classificação mais elevada no grupo dos 18 aos 49 anos alcançada pela série nas suas últimas sete transmissões inéditas, desde 15 de Novembro de 2007, quando "Somebody to Love" foi transmitido. A emissora indicou ainda que o episódio classificou-se em primeiro lugar no seu horário entre os homens dos 18 aos 34 anos. Comparativamente à emissão correspondente da temporada anterior, transmitida a 26 de Abril de 2007, o episódio registou um aumento de 17% tanto na classificação dos adultos entre os 18 e os 49 anos, passando de 2,4 para 2,8, como na audiência total, passando de 4,7 milhões para 5,5 milhões de telespectadores.[36]
No conjunto da programação das principais redes generalistas norte-americanas durante essa semana, 30 Rock ocupou a 61.ª posição na classificação dos programas de horário nobre mais vistos nos Estados Unidos.[37]
Análises da crítica
| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| A.V. Club | A[38] |
| IGN | 8,0/10[39] |
| Television Without Pity | B+[40][41] |

A receção crítica para "Succession" foi geralmente positiva, com vários críticos a elogiarem a combinação entre as múltiplas linhas narrativas, o humor dos diálogos e o desempenho do elenco. Escrevendo para o A.V. Club, Nathan Rabin descreveu o episódio como uma demonstração do potencial cómico da série, salientando a presença do Dr. Spaceman, cuja participação considerou particularmente eficaz. O crítico apreciou também a abordagem centrada em manobras empresariais e conflitos internos da NBC, comparando o episódio a uma "ópera cómica" ou a um melodrama corporativo acelerado. Rabin elogiou a evolução de Liz no contexto empresarial, considerando convincente a sua adaptação a uma postura mais agressiva no mundo executivo, e destacou ainda a interpretação de Tracy Morgan e a presença de Will Arnett, Chris Parnell e Brian Stack. No seu balanço final, classificou o episódio como "bem escrito", "bem interpretado" e "inteligente", atribuindo-lhe a nota A.[38]
Seguindo uma linha semelhante, Alan Sepinwall, do The Star-Ledger, considerou o episódio "fabuloso", destacando-o como uma oportunidade para Tina Fey demonstrar as suas capacidades como atriz, bem como pela utilização da paródia de Amadeus e pela participação do Dr. Spaceman. O crítico elogiou a forma como o episódio explorou a transformação de Liz ao entrar no mundo empresarial, enaltecendo os elementos associados ao poder corporativo, como os salários, o comportamento dos executivos e a linguagem empresarial. Sepinwall também destacou a relação cómica entre Tracy e Frank, apontando a combinação entre referências culturais elevadas e humor absurdo como um dos pontos forte. Apesar dos elogios, observou que a personagem de Devon continuava pouco complexa, considerando-a demasiado dependente de uma única característica.[42][43] Similarmente, na sua perspetiva para a Entertainment Weekly, Kate Ward descreveu "Succession" como uma produção de grande dimensão, destacando os seus temas de ambição, traição e inovação, bem como as participações de Arnett, Rip Torn e Chris Parnell. Ela vangloriou o desempenho do elenco e considerou que os vários elementos do episódio — inclusive a paródia de Amadeus e a criação do jogo — funcionaram de forma eficaz. Ward salientou ainda a transformação de Liz no contexto empresarial, elogiando a personagem enquanto executiva e demonstrando interesse pelo desenvolvimento futuro do conflito entre Jack e Devon.[44][45]
Robert Canning, do portal IGN, considerou que o episódio representou um início promissor para uma possível continuidade narrativa, observando que 30 Rock funcionava particularmente bem quando desenvolvia histórias ao longo de vários episódios. O redator elogiou o conflito entre Jack e Devon, bem como a entrada de Liz no universo executivo, que considerou uma das partes mais cómicas do episódio. Ele reconheceu ainda o teor humorístico elevado da teoria do "Uncanny Valley", assim como a intervenção final do Dr. Spaceman, expressando que "Succession" combinou uma narrativa sólida com numerosos momentos humorísticos.[39] Bob Sassone, da coluna TV Squad, salientou o episódio pela sua estrutura próxima de uma novela de horário nobre e o avanço significativo de uma das principais tramas da série. Ele demonstrou bastante apreço pela reviravolta final envolvendo Kathy Geiss, sentindo que permitiu ao episódio impulsionar uma das narrativas centrais da série. Ainda assim, colocou algumas questões sobre a lógica de certos acontecimentos, nomeadamente a decisão de Jack em promover Liz e a possibilidade de existirem outras formas de contrariar os planos de Devon.[25]
Matt Webb Mitovich, da TV Guide, observou que o episódio se revelou mais divertido numa segunda visualização e destacou a quantidade de piadas presentes. O crítico enalteceu particularmente a interpretação de Arnett e a transformação de Liz em executiva.[22] Michael Neal, do blogue Television Without Pity, vangloriou sobretudo a participação de Parnell, incluindo a sua entrada em cena com uma capa, e elogiou a dinâmica entre Tracy e Frank, especialmente a teoria sobre o "Uncanny Valley", assim como a reação de Frank à criação de Tracy.[40][41]
Reconhecimento
A receção crítica de "Succession" revelou uma valorização crescente ao longo dos anos, com críticos e publicações diferentes a destacarem tanto a sua construção narrativa como a capacidade de combinar sátira corporativa, paródia cinematográfica e desenvolvimento das personagens, consolidando progressivamente o seu estatuto como um dos momentos mais marcantes da série.[11][46][27] Uma avaliação mais conservadora surgiu na publicação académica Penn State CommRadio, na qual o colunista Jack Freiser colocou o episódio no 84.º lugar de um ranking global de episódios de 30 Rock, reconhecendo a sua qualidade geral, mas considerando o desfecho particularmente frustrante, sobretudo devido à reviravolta relacionada com a sucessão empresarial de Don.[47] Em contrapartida, uma apreciação mais favorável foi apresentada pelo blogue Film School Rejects, no qual Jacob Trussell posicionou o episódio no 57.º lugar da sua lista integral. O analista valorizou sobretudo a forma como o episódio transforma a estrutura de Amadeus numa paródia absurda, substituindo o confronto entre génio artístico e inveja pessoal por uma disputa pessoal. A crítica salientou ainda o aproveitamento cómico do Dr. Spaceman, cuja presença excêntrica se tornou um dos elementos memoráveis do episódio.[48]

Na mesma linha de reconhecimento, a reformulação da lista dos 100 melhores episódios televisivos do século XIX publicada pelo The Ringer colocou "Succession" em posições de maior destaque: inicialmente no 24.º lugar, em 2018, e posteriormente no 33.º lugar, após a revisão do ranking em 2025. A publicação destacou a transformação do Dr. Spaceman numa figura central do episódio, evidenciando a interpretação de Chris Parnell e momentos visuais como a entrada dramática com uma capa. O portal valorizou igualmente a popularização da expressão "business drunk", associada ao diálogo entre Jack e Liz, considerando-a um exemplo da capacidade da série para criar referências culturais duradouras.[49] Uma classificação próxima surgiu na lista dos melhores episódios de 30 Rock elaborada pela revista Paste, que atribuiu ao episódio o 25.º lugar. Chris Morgan realçou a combinação entre a evolução profissional de Liz, a dinâmica entre as personagens principais e a paródia de Amadeus. Para o crítico, estes elementos demonstram a capacidade da série de equilibrar ambição narrativa e humor surreal, mantendo a coerência interna das suas características mais distintivas.[50]
O episódio alcançou o 9.º lugar na seleção dos melhores episódios do seriado publicada pelo portal Vulture. O redator Matt Zoller Seitz descreveu-o como uma conjugação particularmente eficaz entre linhas narrativas prolongadas e uma sucessão de momentos cómicos independentes. A crítica vangloriou a forma como o episódio integra a disputa pelo cargo de direção da NBC com a extravagância da história paralela de Tracy.[51] Uma posição ainda mais elevada surgiu na lista dos dez melhores episódios da série publicada pelo The Christian Science Monitor, na qual "Succession" foi colocado no 7.º lugar. A análise destacou a importância da progressão da relação entre Jack e Liz, bem como a forma como o episódio explora a ambição profissional da protagonista ao mesmo tempo que mantém a sátira do universo empresarial televisivo. O crítico considerou que o episódio representa um exemplo particularmente conseguido da combinação entre desenvolvimento emocional e humor absurdo.[52] A Entertainment Weekly foi ainda mais generosa, incluindo-o no 4.º lugar entre os episódios essenciais de 30 Rock. A publicação sublinhou a transformação de Liz numa executiva e a sua mudança de atitude memorável perante o mundo corporativo, mas atribuiu especial destaque à interpretação de Tracy Morgan ao longo da paródia de Amadeus.[53]
Além dos rankings numerados, várias publicações incluíram "Succession" em listas de episódios essenciais da série, como o blogue Sports Alcohol, que o considerou uma das melhores demonstrações da segunda temporada de 30 Rock, salientando a forma como a interrupção provocada pela greve dos argumentistas acabou por reforçar o impacto das tramas relacionadas com Jack, Devon e a sucessão de Don Geiss.[54] A publicação That's Entertainment! colocou o episódio como o quinto melhor da temporada, realçando a utilização da sátira empresarial, a presença de Alec Baldwin como intérprete ideal para a figura de Jack e a forma como a narrativa combina humor absurdo com uma estrutura dramática cuidadosamente construída. O crítico destacou igualmente a participação de Parnell, cuja excentricidade da sua personagem contribuiu para alguns dos momentos mais reconhecíveis do episódio.[55] O blogue The Erstwhile Philistine incluiu "Succession" entre os seus episódios favoritos de 30 Rock, valorizando a ousadia da homenagem a Amadeus, a utilização de elementos musicais associados ao filme original e a capacidade da série para transformar uma referência cinematográfica prestigiada numa sequência deliberadamente absurda.[31] O portal IndieWire prestou um gesto similar, tecendo elogios à frase "Suck it, Monkeys! I'm going corporate", dita por Liz, por tornar o episódio inesquecível.[56]
Impacto e legado

No contexto da segunda temporada de 30 Rock, marcada por uma interrupção forçada devido à greve dos argumentistas de 2007–2008, "Succession" destaca-se de forma singular na historiografia crítica por consolidar o estatuto da produção como um dos vértices da comédia televisiva contemporânea, evidenciando uma maturidade narrativa e discursiva excecional.[57] Além disso, segundo diversos intervenientes na produção, "Succession" representa um dos episódios mais importantes da segunda temporada, não apenas pelo seu enredo redefinir temporariamente a luta pelo controlo da GE, mas também por condensar várias das características que viriam a definir a identidade criativa de 30 Rock: a utilização intensiva de referências culturais, a sobreposição de múltiplas linhas narrativas, a preferência por estruturas de comédia em detrimento da sentimentalidade convencional e a capacidade de transformar premissas aparentemente absurdas em histórias cuidadosamente construídas.[5]
Do ponto de vista técnico e dramatúrgico, a construção do episódio assenta numa estrutura enginhosa de enredos paralelos que convergem tematicamente. Na narrativa secundária, Frank assume involuntariamente a posição de um Salieri contemporâneo, consumido pela inveja face a Tracy. Esta dinâmica canaliza diretamente a estética trágica e operática de Amadeus, culminando esteticamente quando a entrada em cena do Dr. Spaceman é pontuada pelos acordes de Mozart. A crítica especializada tem apontado esta sequência como um triunfo de ritmo cómico e intertextualidade, na qual a performance cénica e a colisão de universos estilísticos díspares geram uma densidade pouco comum no formato sitcom.[58] Nina Starner, escrevendo para o portal /Film, sublinhou que a obra encerra "o melhor homágio ao filme Amadeus [...] alguma vez cometido ao cinema [ou à televisão]".[59]
A receção crítica e académica da obra tem conhecido leituras transversais, sendo notável a sua reavaliação diacrónica à luz de fenómenos televisivos posteriores. Em 2021, num ensaio publicado no The Chatner, Daniel M. Lavery propôs uma leitura retrospetiva e humorística na qual o episódio funcionaria como uma prefiguração conceptual da aclamada série dramática Succession (2018–2023). Lavery traçou paralelos estruturais e psicológicos entre o patriarcado empresarial de Jack e Logan Roy, personagem de Succession, além de sugerir correspondências tipológicas entre o ecossistema corporativo de 30 Rock e as dinâmicas de poder, manipulação e disfunção familiar exploradas pela obra da HBO, concluindo, de forma satírica, que o episódio funcionava como uma espécie de "profecia".[60]
Paralelamente, o impacto estrutural do episódio estende-se ao arco narrativo de longo prazo da série. O portal ScreenRant assinalou que "Succession" inaugurou a linha argumentativa em torno da sucessão de Don Geiss na liderança da GE, um eixo que catalisou a rivalidade entre Jack e Devon e aprofundou a complexidade psicológica do protagonista. Embora esta subtrama tenha acabado por sofrer desvios e por ficar formalmente sem resolução direta — fruto de contingências de produção, como a saída de Rip Torn do elenco e a posterior reestruturação corporativa com a introdução da Kabletown —, a crítica reconhece que o episódio exerceu um papel determinante na cristalização das dinâmicas de poder que sustentariam o desenvolvimento institucional e cómico de 30 Rock nas temporadas seguintes.[12]
Prémios e nomeações
No âmbito dos prémios da 61.ª cerimónia da Associação de Argumentistas Norte-americanos (WGA), Andrew Guest e John Riggi foram anunciados como os vencedores da categoria de Melhor Comédia Episódica pelo seu trabalho no guião do episódio. Esta foi a segunda nomeação consecutiva da série nesta categoria, após "Hard Ball" no ano anterior. Os episódios "Believe in the Stars" e "Cooter", respetivamente da terceira e segunda temporada, também estavam nomeados na categoria naquele ano.[61][62][63]
Referências
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Ligações externas
- "Succession (30 Rock)" (em inglês) no IMDb
- "Succession" (em inglês) no AppleTV
- "Succession" (em inglês) no Peacock
