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Santista Têxtil
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| Santista Têxtil | |
|---|---|
| Razão social | Santista Têxtil Ltda. |
| Empresa de capital fechado | |
| Atividade | Indústria têxtil |
| Fundação | 29 de outubro de 1929 |
| Sede | São Paulo, SP, Brasil |
| Proprietário(s) | GBPK Holdings |
| Pessoas-chave | Gilberto Stocche (CEO) |
| Produtos | Jeans e denim |
| Website | santistasa |
Santista Têxtil é uma empresa brasileira dedicada à indústria têxtil. Ela produz principalmente a confecção de jeans e denim. Atualmente a empresa pertence à GBPK Holdings desde 2020. Teve sua parte da produção de produtos de cama, mesa e banho licenciados pela empresa Coteminas desde 2001.[1]
História
Fundada no dia 29 de outubro de 1929 com o nome de Fábrica de Tecidos Tatuapé, no bairro homônimo da zona leste de São Paulo. A empresa, desde a sua fundação fabricava sacos de farinha para o Moinho Santista, controlado pelo grupo argentino Bunge y Born.
Em 1994, se uniu com a empresa do ramo calçadista São Paulo Alpargatas, empresa do grupo Camargo Corrêa e conhecida também por fabricar a famosa marca de chinelos Havaianas para formar uma nova empresa do ramo têxtil e calçadista.[2] Em 2003, a Camargo Corrêa anunciou a aquisição do controle total da Santista.
Em 1995, a empresa fez suas aquisições fora do Brasil: em 1995 compra a Grafa da Argentina e em 1999 compra a Machasa do Chile.
Em 2006, faz a união com a espanhola Tavex, maior fabricante de tecidos e de denim do sul da Europa.[3] Em 2007, as duas empresas adquiriram duas fábricas no México. Em 2008, a matriz da Santista no Brasil mudou de nome e transferiu sua sede para a Espanha.
Em 2015, voltou a se chamar de Santista Têxtil e vendeu as suas unidades no México e na Europa, passando a se focar na concentrações de suas operações no Brasil e na América Latina.
Em 2016, a empresa encerra suas fábricas no Nordeste.[4]
Em 2018, a Mover (antiga Camargo Corrêa) vende a Santista para o grupo mexicano Siete Leguas.[5] Dois anos depois, a empresa volta a ter o controle nacional após ser vendido pelo grupo envolvido na Operação Lava Jato, mas dessa vez para a GBPK Holdings.[6]
Referências
- ↑ «Empresas já tinham parceria desde 2001». Folha de S.Paulo. 12 de outubro de 2005. Consultado em 7 de abril de 2026
- ↑ «Alpargatas e Santista se unem para ganhar mercado». Folha de S.Paulo. 28 de janeiro de 1994. Consultado em 7 de abril de 2026
- ↑ «Santista se transforma na maior fábrica mundial de jeans». Estadão. 7 de março de 2006. Consultado em 7 de abril de 2026
- ↑ «Fábrica da Santista encerra atividades em Paulista». Diário de Pernambuco. 8 de julho de 2016. Consultado em 7 de abril de 2026
- ↑ Oliveira, Filipe (24 de outubro de 2018). «Mexicana Siete Leguas assina acordo para compra da Santista do setor têxtil». Folha de S.Paulo. Consultado em 7 de abril de 2026
- ↑ Mattos, Adriana; Malta, Cynthia (7 de dezembro de 2020). «Siete Leguas desiste e Santista Têxtil volta a ter donos brasileiros». Valor Econômico. Consultado em 7 de abril de 2026
