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Patricídio
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Patricídio (ou homicídio paterno) é o ato de matar o próprio pai. A palavra patricídio deriva do latim pater (pai) e do sufixo -cida (cortador ou assassino). O patricídio é uma subforma de parricídio, que é definido como o ato de matar um parente próximo.[1] Em muitas culturas e religiões, o patricídio era considerado um dos piores pecados. Por exemplo, segundo Cícero, na República Romana era o único crime que levava um civil à pena de morte.[2]
Estatísticas contemporâneas
Nos Estados Unidos, entre 1980 e 2010, os pais eram mais propensos do que as mães a serem mortos pelos filhos. Os filhos adolescentes (dezesseis a dezenove anos) eram os autores mais frequentes nos homicídios parentais.[3]
Referências
- ↑ «Definition of PATRICIDE». www.merriam-webster.com (em inglês). Consultado em 12 de março de 2017. Cópia arquivada em 26 de fevereiro de 2026
- ↑ «How and Why the Romans Executed People». Owlcation.com. Consultado em 9 de dezembro de 2021
- 1 2 3 Cooper, Alexia D.; Smith, Erica L. (16 de novembro de 2011). Homicide Trends in the United States, 1980–2008 (Relatório). Bureau of Justice Statistics. pp. 21–22. NCJ 236018. Cópia arquivada em 30 de março de 2018.
Fathers were more likely than mothers to be killed by their children; Teenage sons (16 to 19 years-old) were most often the perpetrators in parental killings (figures 32a and 32b)
