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Evanescence (álbum)
Texto da Wikipédia (pt), licença CC BY-SA. O BETARUBI mostra o verbete inteiro nesta página — a leitura não continua fora do site.
| Evanescence | ||||
|---|---|---|---|---|
| Álbum de estúdio de | ||||
| Lançamento | 11 de outubro de 2011 | |||
| Gravação | Abril a junho de 2011; Blackbird Studios Nashville, Tennessee | |||
| Gêneros | ||||
| Duração | 47:15 (original) 61:12 (deluxe) | |||
| Idioma | (em inglês) | |||
| Gravadora | Wind-up Records | |||
| Produção | Nick Raskulinecz | |||
| Cronologia de Evanescence | ||||
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| Singles de Evanescence | ||||
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Evanescence é o terceiro álbum de estúdio da banda de metal alternativo americana Evanescence. Foi lançado em 11 de outubro de 2011 através da gravadora Wind-up Records. A banda iniciou o processo de composição do álbum em junho de 2009. O lançamento foi alterado várias vezes; em 22 de fevereiro de 2010, entraram em estúdio com o produtor Steve Lillywhite,[1][2] porém decidiram parar de gravar, afirmando que Lillywhite "não era a pessoa certa".[3] Durante esse tempo, o álbum foi agendado para agosto ou setembro de 2010,[4] porém a vocalista Amy Lee anunciou que o Evanescence deixou o estúdio para gravar um novo material. Em 11 de abril de 2011, a banda voltou ao estúdio com um novo produtor, Nick Raskulinecz.
Durante uma entrevista, Lee citou: Björk, Depeche Mode, Massive Attack, MGMT, CSS e Portishead como influências no disco.[1][5] As canções contêm elementos de rock gótico, nu metal, metal alternativo e hard rock, bem como novos elementos de electro. Após o seu lançamento, o álbum recebeu críticas positivas, elogiando os novos elementos musicais e vocais de Lee. No entanto, alguns críticos citaram que o álbum tinha um conteúdo semelhante dos seus antecessores.
O álbum estreou no número um na parada Billboard 200 com 127.000 cópias comercializadas.[6] Também estreou no número um em quatro outras diferentes tabelas da Billboard, incluindo: "álbuns de rock", "álbuns digitais", "álbuns alternativos", e os "álbuns gráficos de hard rock". Tornou-se sucesso mundial também foi sucesso mundial, aparecendo em diversas paradas de mais de vinte países. A banda promoveu algumas canções online em vários sites, aparecendo também em diversos programas televisivos. Em 2011, embarcaram na terceira turnê mundial do álbum, juntamente com The Pretty Reckless e Fair to Midland.
O primeiro single do álbum, "What You Want", foi lançado em 9 de agosto de 2011. "My Heart Is Broken", o segundo single, foi lançado em 11 de novembro de 2011. "Lost in Paradise" foi lançado internacionalmente em 25 de maio de 2012. "The Other Side" foi lançado oficialmente como single promocional em 11 de junho de 2012 nas rádios americanas.
Antecedentes
Após terminar a turnê de The Open Door em 2007, Amy Lee não sabia o que fazer em seguida, se seguiria uma carreira solo ou trabalharia em trilhas sonoras.[5][1] Em 2008, declarou que havia composto músicas solo com influência folk e celta que ela "não categorizaria como Evanescence" e que nem todas elas eram "tristes".[7] Também disse que não sabia a finalidade das novas composições.[8] Após compor uma música com influência eletrônica com o seu amigo e programador Will "Science" Hunt, isso a inspirou a abordar um som mais eletrônico no próximo álbum do Evanescence.[5][1] A dupla passou todo o ano de 2009 compondo juntos em Nova Iorque e no Texas, elaborando diversas programações eletrônicas já gravadas que fariam parte do novo disco.[1] Ela ressaltou que nenhum material composto em 2008 faria parte do novo trabalho, pois estava em "outra fase" na época.[5]
Comparando com a composição do álbum anterior, Amy disse que "da última vez, eu tinha muito peso nas costas, mas agora estou me divertindo com a música".[1] Ela comentou que ter composto com Will "Science" Hunt a fez perceber que estava compondo um álbum do Evanescence, dado que a princípio ela não tinha certeza se seguiria uma carreira solo.[1][5] Após os dois colaborarem no cover de "Sally's Song" para Nightmare Revisited (2008), eles decidiram compor uma música autoral para ver se tinham química, chamada "Hi-Lo", ainda um título provisório, com uma pegada electro-pop, "sem instrumentos orgânicos".[5]
Em junho de 2009, Amy anunciou no site oficial da banda que ela estava trabalhando em um novo álbum do Evanescence, se mostrando extremamente animada com o novo material.[9] Em agosto do mesmo ano, ela deu mais atualizações do andamento do novo álbum, dizendo que a composição durante o verão andava bem com o seu amigo Will e o guitarrista Terry Balsamo.[10]
Em novembro de 2009, a banda fez dois shows exclusivos em Nova Iorque e em São Paulo, Brasil, o que deu confiança à Amy de que os fãs da banda continuavam fiéis.[11] Em entrevistas para os canais de notícias brasileiros, ela indicou que o som do novo disco estava "um pouco mais eletrônico, com várias batidas e programação e menos guitarras".[12]
O produtor Steve Lillywhite ligou aleatoriamente para a gravadora da banda, Wind-up Records, interessado em trabalhar com Amy Lee.[5] Os dois saíram para almoçar juntos, e Amy mostrou a ele as demos do álbum, e ele ficou interessado em produzir o trabalho.[5]
Gravações e conceito
A banda começou a escrever novas músicas em junho de 2009 com a intenção de lançar um novo álbum no ano seguinte.[9] O lançamento do álbum foi adiado após as primeiras sessões de gravações.
Sessão com Steve Lillywhite (2010)
Inicialmente, o lançamento estava previsto para o Outono de 2010 quando a banda foi para o estúdio com o produtor Steve Lillywhite em 22 de fevereiro do mesmo ano em um estúdio em Nova Iorque.[1][5][11] A banda planejava lançar um single no verão e anunciar uma turnê em seguida.[11]
Durante o processo de gravação com Lillywhite, com a coprodução de Will "Science" Hunt, Amy comentou que a música seria uma mistura de "agressão sarcástica" no que dizia respeito às letras e teria uma influência eletrônica distinta que foi inspirada por artistas como Björk, Massive Attack, Nine Inch Nails, CSS, La Roux e Portishead.[1][5] O álbum deveria conter um "arco-íris de sons" assim como o disco anterior, The Open Door, com algumas músicas "incrivelmente pesadas e outras completamente despojadas".[5] O trabalho tinha "sons distorcidos, modificados e invertidos".[5] A banda também queria "misturar sons sintéticos e atmosféricos e encontrar uma maneira de borrar a linha entre orgânicos e sintéticos",[5] descrevendo o álbum como "extremamente rítmico. Portanto, há muita programação fundida com bateria ao vivo".[1] Amy comentou que industrial era uma palavra melhor para descrever o som do disco.
A banda estava gravando cerca de 16 músicas e "ainda trabalhando e... terminando a composição aqui e ali. Algumas delas não estão terminadas no que diz respeito a letras ou composição, mas sinto que estão quase lá".[11] Algumas músicas, admite Amy, eram composições para projetos de filmes em potencial que não foram usadas.[11] Ela comentou que estavam alugando vários instrumentos de percussão, como o taiko japonês, e incorporaria a harpa nas novas canções.[1][5][11]
Sei que parece estranho dizer isso, mas eu não estaria aqui no estúdio fazendo outro álbum se não achasse que seria melhor do que qualquer coisa que eu já tenha feito. Sinto que tanto já aconteceu. Não sei onde começar para tentar descrever [o novo álbum]... porque é tanta coisa de uma vez só. Estou extremamente animada. Não seria um álbum do Evanescence se não soasse de alguma forma como Evanescence. Sinto que a nossa banda sempre teve programação e influência de Björk, Depeche Mode, Massive Attack e essas coisas. Não é que estejamos fazendo um álbum como o deles; é que agora isso está desempenhando um papel maior no som do Evanescence. Essas pequenas nuances e alusões vêm de maneiras que são legais.
— Amy Lee em entrevista à Billboard em março de 2010[11]
Amy comentou que o produtor Lillywhite "não é o tipo de produtor que sai durante o dia e depois volta para ver o que estamos fazendo. Ele faz parte da equipe, é uma parte importante da equipe".[1] O compositor David Campbell estava escalado para ficar encarregado pelos arranjos de cordas no disco.[1] Will "Science" Hunt estava encarregado pela bateria no álbum, mas Amy não descartava a aparição do baterista Will Hunt na turnê, já que ela declarou que "vamos ter dois bateristas na próxima turnê. Basicamente, Coisa 1 e Coisa 2 — vamos ter que bolar algum jeito de saber quem é quem".[11]
O baterista do The Roots, Questlove, fez uma participação especial na bateria da música "You Got a Lot to Learn", porém não entrou para o álbum.[13] Durante o mês de março, Amy postou dois vídeos curtos em sua conta do Twitter para mostrar o andamento das gravações.[14][15]
Em abril de 2010, Amy Lee postou no fã-clube oficial, EvClub, anunciando que a banda não estava mais no estúdio, e que saíram para "trabalhar mais nas músicas" e "colocar a cabeça no espírito criativo certo".[16] Em junho, Amy declarou que a sua gravadora passava por "momentos difíceis", o que poderia adiar o lançamento do novo disco.[17] A banda gravou no MSR Studios, em Nova Iorque, de fevereiro a abril de 2010.[18]
Quando a banda parou de trabalhar com Lillywhite, o produtor comentou que tinha orgulho do álbum que ele produzira e revelou que a gravadora da banda rejeitou o material gravado pois acharam que "não soava como Evanescence".[19] O material gravado com Lillywhite não pôde ser utilizado no produto final devido a questões contratuais.[20]
Sessão com Nick Raskulinecz (2011)
Durante esse tempo fora do estúdio, o futuro da banda e do álbum estava incerto, porém a banda se reuniu para retrabalhar as músicas existentes e compor um novo material. Amy comentou que as músicas das gravações iniciais "não estavam soando bem" quando o resto da banda entrou em estúdio para gravá-las.[3] Ela declarou que Lillywhite não era "a pessoa certa", acrescentando que "estávamos em uma fase experimental, testando diversas abordagens novas para ver o que se encaixava. Compus grande parte do material sem a banda e, quando tentamos unir esses dois universos, não deu certo".[3] Ela disse que algumas das músicas descartadas gravadas com Lillywhite não "eram adequadas para o Evanescence" e que poderiam ser lançadas em um projeto solo ou "talvez outra coisa" no futuro.[21][22] Embora essas músicas tenham sido descartadas, ela declarou que ainda "acreditava nelas".[23]
Em abril de 2011, a banda retomou as gravações do álbum com 19 músicas, desta vez com a ajuda do produtor Nick Raskulinecz[3][24] em Nashville, e o finalizaram em junho de 2011.[25] Amy declarou que "compor com a banda e trabalhar com um produtor de heavy rock transformou o projeto em um disco mais voltado para o rock", ainda incorporando os elementos eletrônicos, como sintetizadores e o pedal Moog Taurus.[3] Os arranjos de cordas, compostos por David Campbell, foram o último elemento a ser gravado, em uma sessão de gravação de dois dias no Avatar Studios, em Nova Iorque.[26]
Amy Lee revelou que o título do disco é apenas Evanescence pois pela primeira vez um disco do Evanescence foi composto com a participação de todos os integrantes e não apenas por ela e mais um colaborador.[25]
Em 2015, Amy lançou um cover de "Baby Did a Bad, Bad Thing", de Chris Izaak, que ela gravou em 2009 para a primeira versão do álbum. Ela revelou que a sua gravadora rejeitou o material gravado com Lillywhite em 2010 e que lhe "disseram que nenhuma daquelas músicas nas quais eu havia colocado meu coração durante um ano, de forma alguma, era boa o suficiente". Ela disse que usou a sua frustração ao ser forçada a começar de novo para compor o que ela chamou de "o álbum mais pesado do Evanescence". Somente três músicas das sessões com Lillywhite foram retrabalhadas no álbum lançado em 2011: "Made of Stone", "Swimming Home" e "Secret Door". Ela acrescentou que está em posse dessas gravações incompletas e danificadas e "planeja terminar algumas, refazer outras, e provavelmente guardar algumas para mim".[27]
Aquele álbum foi a primeira vez que vi algo em que estava trabalhando ser totalmente arruinado. A gravadora mudou de opinião durante um processo de gravação frustrante e me disseram que nenhuma daquelas músicas, nas quais eu havia colocado o meu coração durante um ano, de forma alguma, era boa o suficiente- hora de recomeçar. Fiquei arrasada e furiosa. Eu estava determinada a assumir a situação e usei isso para seguir em frente. Aquilo acabou me deixando com raiva o suficiente para compor o álbum mais pesado do Evanescence – o qual amo – e acabamos usando 3 músicas do projeto original, mas eu ainda estava me sentindo insatisfeita com o que eu carinhosamente me referia como meu “álbum arruinado”. Acreditei, quase sempre sozinha, nesse pequeno punhado de gravações inacabadas e danificadas durante 5 anos- e pela primeira vez, estou com a posse delas.
Título do álbum
Lee foi destaque na capa da revista Kerrang! de 22 de junho de 2011. Durante a entrevista com a revista, ela revelou que o título do novo álbum é Evanescence.[28] Mais tarde, 23 de junho de 2011, ela teve uma entrevista com a MTV News, no qual ela revelou a sua inspiração para o título do álbum:[29]
"É sobre a banda; é mais de um álbum da banda. Mas eu comecei a pensar sobre isso, e é também que este disco inteiro e o conteúdo lírico e um monte de coisas que é sobre mim, é sobre voltar a se apaixonar com essa coisa, com o Evanescence, com o que eu mais sou obcecada por uma década, mais do que isso"
Música
Estilo da música e inspiração
| Mais solto. Este álbum não é tão brilhante ou apertado. É mais instintivo. É grande no ritmo e há algumas verdadeiras habilidades musicais que estamos muito orgulhosos. Todo mundo conhece o nosso som, mas isso é apenas uma base e nós dançamos em cima disso! Ainda é muito pesado e dark, mas estamos nos divertindo com isso." | ||
—Amy Lee sobre o som do álbum.[25] | ||
Sobre o tema do álbum, Lee disse, "Eu sou inspirada pela natureza. O oceano tem sido um tema. Falência tem se tornado pouco de um tema, sem necessariamente oferecer uma solução".[3] Em uma entrevista com a Kerrang!, Lee disse que é inspirada pela vida, adicionando: "A música é sobre mim [e] os meus relacionamentos; a música e as letras se tornaram mais agressivas do que antes também".[28] Ela descreveu a música como épica, grande, bonita, dark e feliz.
Nas sessões iniciais do álbum em 2010, Lee disse que os temas do álbum giravam em torno de "mundos desconhecidos, abismo do oceano, vida dentro dos sonhos, força, separação, amor e mentirosos."[30] Em relação ao som, seria inspirado em música eletrônica e programação eletrônica, com influências de Massive Attack, Portishead, Depeche Mode, CSS e Björk.[1] O intuito da banda era misturar instrumentos sintéticos com orgânicos e criar um som "maior que a vida".[1] O produtor das primeiras sessões, Steve Lillywhite, descreveu o álbum como uma "mistura interessante de sons eletrônicos"[19] e uma "ótima mistura de instrumentos reais e sintetizadores".[31]
Em relação à mudança de estilo musical nas sessões iniciais, Lee comentou que se tratava mais de um retorno às origens estéticas. "Estou simplesmente em um momento em que sei quem sou. Desta vez, não estou tentando provar nada. Da última vez, eu carregava um grande peso nos ombros. Desta vez, estou apenas me divertindo com a música".[1] Segundo ela, a mudança estilística foi fruto de ouvir sons novos em 2010, declarando que "tem algo muito legal acontecendo na música agora. Existem bandas com um som que parece de outra época — é tipo música nostálgica dos anos 80, com sintetizadores analógicos e Moogs. Eu adoro. Tenho escutado muito La Roux".[5]
Em 11 de julho, a MTV News liberou uma entrevista com Lee, na qual uma prévia de "What You Want" podia ser ouvida, além da confirmação de que a música é o novo single. Lee ainda disse: "É sobre liberdade - é definitivamente um tema constante no álbum - porém, é como o Evanescence e eu, meu relacionamento com a música e com os fãs e vindo a isso de 'Isso é o que me propus a fazer... Eu quero fazer isso!'. E quando diz, 'lembre-se de quem você realmente é', é exatamente tudo o que você poderia supor que significa."[32]
Lee disse à Billboard e Rolling Stone que o novo álbum foi influenciado por Björk, Depeche Mode, Massive Attack, MGMT e Portishead.[1][5][33] Ela adiciona, "Eu lembro da primeira vez que ouvi MGMT, o primeiro álbum deles - eu amei. E, na verdade, comecei a ficar inspirada, naquela época, por sintetizadores e coisas assim. Eu sempre amei Portishead, Massive Attack, essas coisas eletrônicas. [...] Um pouco dessas coisas estão no álbum. Mas eu acho que quando eu finalmente encontrei o ponto ideal para combinar as duas coisas, combinando o Evanescence com esses elementos."[33]
Conteúdo lírico
Em uma entrevista à revista Spin, Amy Lee disse que escreveu algumas músicas na harpa, incluindo as baladas "Secret Door" e "My Heart is Broken". Outra música, "Oceans", "começa com um sintetizador, grande baixo e vocal, a banda entra em cena", disse Lee. “É grande e viçosa. Nós temos tido muita diversão tocando essa especialmente".[3] Em 18 de junho de 2011, Amy Lee enviou um vídeo da música "Secret Door" em seu Twitter.[34] Em uma entrevista à MTV News, Lee disse que 16 músicas estavam prontas, mas nem todas elas iriam entrar no álbum.[29] Contudo, duas versões do álbum foram lançadasː uma versão deluxe com 16 faixas e uma padrão com 12 faixas.[35]
Durante as primeiras sessões do álbum em 2010, Amy disse que as letras eram "uma versão mais verdadeira de mim mesma", acrescentando que "estou falando de coisas que eu teria medo de dizer antes. Estou mais confiante e mais à vontade."[5] Ela acrescentou que as músicas dessas sessões falavam sobre o que ela estava passando na época. Havia momentos de: "Ei, já superei e estou bem", e outros com um sarcasmo bem-humorado, dizendo que "nem tudo é a coisa mais dramática do mundo".[5]
Lee comentou que os temas principais do álbum eramː "Superar o medo e a luta por liberdade, amor, perda, mudança, sobrevivência sem amargura, eternidade, o oceano e vida dentro de sonhos".[36]
Lançamento
Em outubro de 2011, o álbum alcançou o topo das paradas da Billboard 200 ao vender pelo menos 127.000 cópias em sua primeira semana de vendas, de acordo com a Nielsen SoundScan. Com isso, este álbum se tornou o segundo trabalho do Evanescence a alcançar a primeira posição nesta parada.
Faixas
| Versão padrão | ||||
|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Compositor(es) | Duração | |
| 1. | "What You Want" | Lee, Balsamo, McCord | 3:41 | |
| 2. | "Made of Stone" | Lee, Balsamo, McCord, Hunt, McLawhorn | 3:33 | |
| 3. | "The Change" | Lee, Balsamo, McCord, Hunt, McLawhorn | 3:42 | |
| 4. | "My Heart Is Broken" | Lee, Balsamo, McCord, Hunt, Zach Williams | 4:29 | |
| 5. | "The Other Side" | Lee, Balsamo, McCord, Hunt | 4:05 | |
| 6. | "Erase This" | Lee, Balsamo, McCord, McLawhorn | 3:55 | |
| 7. | "Lost in Paradise" | Lee | 4:42 | |
| 8. | "Sick" | Lee, Balsamo, McCord, Hunt | 3:30 | |
| 9. | "End of the Dream" | Lee, Balsamo, McCord, Hunt | 3:49 | |
| 10. | "Oceans" | Lee, Balsamo, McCord | 3:49 | |
| 11. | "Never Go Back" | Lee, Balsamo, McCord | 4:27 | |
| 12. | "Swimming Home" | Lee, Hunt | 3:43 | |
| Duração total: | 47:15 | |||
| Faixas bônus da versão deluxe | ||||
|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Compositor(es) | Duração | |
| 13. | "New Way to Bleed" | Lee, Balsamo | 3:46 | |
| 14. | "Say You Will" | Lee, Balsamo, McCord | 3:43 | |
| 15. | "Disappear" | Lee, Balsamo, McCord, McLawhorn | 3:07 | |
| 16. | "Secret Door" | Lee, Hunt | 3:53 | |
| Faixas bônus da versão japonesa | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Compositor(es) | Produtor | Duração | |
| 13. | "The Last Song I'm Wasting on You" (Aparição original da b-side de "Lithium") | Lee | Dave Fortman | 4:07 | |
| Faixas bônus da versão iTunes | ||||
|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Compositor(es) | Duração | |
| 17. | "What You Want" (Remix de Elder Jepson) | Lee, Balsamo, McCord | 3:18 | |
| Versão deluxe em DVD | |||
|---|---|---|---|
| N.º | Título | Duração | |
| 1. | "What You Want" (Videoclipe oficial) | 3:41 | |
| 2. | "Making the What You Want Music Video – Day 1" | 6:43 | |
| 3. | "Making the What You Want Music Video – Day 2" | 10:05 | |
| 4. | "Behind the Scenes – In the Studio" | 8:25 | |
| 5. | "Behind the Scenes at the Photoshoot" | 3:03 | |
| 6. | "On the Songs" | 8:41 | |
Paradas musicais
Créditos
- Amy Lee - vocais, piano, teclados, harpa
- Terry Balsamo - guitarrra
- Will B. Hunt - programação adicional (faixa 12)
- Will Hunt - bateria
- Tim McCord - baixo
- Troy McLawhorn - guitarra rítmica
- Steve Lillywhite - produtor (sessões descartadas de 2010)
- Nick Raskulinecz - produtor
- David Campbell - arranjos de cordas
- Chris Vienna - programação e teclados adicionais
Referências
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Ligações externas
- «Página oficial» (em inglês)
- «Evanescence no Discogs» (em inglês)
- «Álbum no iTunes» (em inglês)
