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Dia dos Namorados
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| Dia dos Namorados | |
|---|---|
Cartão comemorativo do Dia de São Valentim, publicado em 1883 nos Estados Unidos. | |
| Nome oficial | Dia de São Valentim |
| Celebrado por | Vários países |
| Tipo | Religioso Cristão e Cultural |
| Data | 14 de fevereiro 12 de junho (Brasil) |
| Significado | Dia da festa de São Valentim, a celebração do amor e do carinho |
| Tradições | Entrega de cartões e presentes, namoro, serviços religiosos e novenas |
| Frequência | Anual |
O Dia dos Namorados, também conhecido em diversos países como Dia de São Valentim, é uma celebração anual comemorada a 14 de fevereiro que assinala a união amorosa, o romance e o afeto entre casais. Com origens na Igreja Católica como uma festividade litúrgica dedicada ao martírio de São Valentim durante o Império Romano, a data começou a ser associada ao amor romântico por volta do século XIV, influenciada pela obra do poeta inglês Geoffrey Chaucer[1][2] e por tradições populares posteriores. Ao longo do tempo, a efeméride evoluiu para uma importante celebração cultural, religiosa e comercial de natureza laica, estendendo-se em algumas regiões à demonstração de amizade e carinho partilhado[3]. É tradicionalmente marcada pela troca de mensagens, cartões, flores (como rosas vermelhas) e presentes simbólicos, como chocolates e caixas de bombons.[4][5][6][7][8][9] No Brasil, a celebração ocorre a 12 de junho, tendo sido instituída por motivos comerciais na véspera do Dia de Santo António, conhecido popularmente como o santo casamenteiro, em detrimento do tradicional São Valentim.[10]
Os três santos de nome Valentim festejados a 14 de fevereiro
Pelo menos três santos diferentes chamados Valentim, todos eles mártires, são festejados a 14 de fevereiro.[11] A sua festividade foi fixada nesta data por decreto do Papa Gelásio I, em 495. Estes santos são mencionados nos primeiros martirológios:
- Valentim de Roma, um presbítero que sofreu o martírio em Roma na segunda metade do século III e que foi sepultado na Via Flaminia;
- Valentim de Terni, um monge ou bispo, martirizado na mesma época e decapitado no mesmo local;
- Valentim da Récia, monge girovago e pregador do século V.
Segundo o Martirológio Romano de 1705, os dois primeiros Valentins seriam, na verdade, a mesma pessoa, apresentada sob as suas duas funções sucessivas.[12][13] O seu culto propagou-se ao longo da Via Flaminia, de Terni a Roma e até à Récia (Baviera), região que recebeu as suas relíquias. Isto explica a razão pela qual se veneram três figuras diferentes sob o nome de São Valentim, embora os estudos hagiográficos apontem para a possibilidade de estes representarem apenas dois indivíduos distintos (caso se confirme a identidade comum dos dois primeiros).[14]
No Brasil
O Dia dos Namorados foi criado pelo publicitário João Doria, que buscava uma data comemorativa para fomentar o comércio no mês de junho — considerado um mês com poucas vendas a época —,[15] sendo comemorada no dia 12 de junho por ser véspera do 13 de junho, Dia de Santo Antônio, santo português com tradição de casamenteiro.[16][17]
Doria trouxe a ideia do exterior e apresentou-a aos comerciantes paulistas, iniciando em junho de 1949 uma campanha com o lema "não é só com beijos que se prova o amor".[18] A ideia se expandiu pelo Brasil, amparada pela correlação com o Dia de São Valentim — que nos países do hemisfério norte, ocorre em 14 de fevereiro e é utilizada para incentivar a troca de presentes entre o casal apaixonado.
História
Possíveis origens antigas
A "Festa" (em latim: in natali, lit. "no aniversário") de São Valentim teve origem na Cristandade e tem sido assinalada pela Igreja Ocidental em honra de um dos mártires cristãos de nome Valentim, conforme registado no Sacramentário Gelasiano do século VIII.[19][20] Na Roma Antiga, as Lupercais eram celebradas entre 13 e 15 de fevereiro em honra de Pan e Juno, deuses pagãos do amor, do casamento e da fertilidade. Tratava-se de um rito ligado à purificação e à saúde, tendo apenas uma ligeira ligação à fertilidade (como parte da saúde) e nenhuma ao amor. Não há conhecimento de que a celebração de São Valentim tivesse quaisquer conotações românticas até à poesia de Chaucer sobre o "Dia de São Valentim" no século XIV, cerca de setecentos anos após o período em que se crê que as Lupercais tenham deixado de ser celebradas.[21][19]
As Lupercais eram um festival local da cidade de Roma. O festival mais geral de Juno Februa, que significa "Juno, a purificadora" ou "a casta Juno", era celebrado a 13 e 14 de fevereiro. Embora o artigo sobre o Papa Gelásio I (492–496) na Catholic Encyclopedia afirme que este aboliu as Lupercais, o teólogo e pastor metodista Bruce Forbes escreveu que "nenhuma prova" foi demonstrada para interligar o Dia de São Valentim aos ritos do antigo festival romano de purificação das Lupercais, apesar das alegações em contrário de muitos autores.[notes 1][22][23][24]
Alguns investigadores teorizaram que Gelásio I substituiu as Lupercais pela celebração da Purificação da Bem-Aventurada Virgem Maria e alegam uma ligação às conotações de amor romântico do século XIV, mas não existe qualquer indício histórico de que o papa alguma vez tenha tido essa intenção.[notes 2][24][25] Além disso, as datas não coincidem porque, na época de Gelásio I, a festa só era celebrada em Jerusalém, ocorrendo a 14 de fevereiro apenas porque Jerusalém fixava a Natividade de Jesus (o Natal) a 6 de janeiro.[notes 3] Embora fosse designada como "Purificação da Bem-Aventurada Virgem Maria", também versava sobre a apresentação de Jesus no templo.[26] A Purificação da Bem-Aventurada Virgem Maria de Jerusalém a 14 de fevereiro tornou-se a Apresentação de Jesus no Templo a 2 de fevereiro quando foi introduzida em Roma e noutros locais no século VI, já depois do tempo de Gelásio I.[26]
Embora seja por vezes repetido de forma acrítica por fontes modernas que os homens ou rapazes tiravam nomes de mulheres ou raparigas de um jarro para formarem casais durante as Lupercais, não existem provas antigas de qualquer tipo de sistema de lotaria ou sorteio que unisse casais para fins sexuais. As primeiras descrições desta lotaria fictícia surgiram no século XV em relação ao Dia de São Valentim, tendo a ligação às Lupercais sido afirmada pela primeira vez em obras antiquárias do século XVIII, como as de Alban Butler (The Lives of the Fathers, Martyrs, and Other Principal Saints, 1756–1759) e de Francis Douce.[27] Estas fontes modernas alegavam que as fictícias Lupercais estavam na origem da prática de enviar cartões de namorados (valentines).
A prática de enviar cartões de namorados teve origem na Idade Média, sem qualquer ligação às Lupercais, com os rapazes a sortearem o nome de raparigas de forma aleatória. Este costume foi combatido pelos sacerdotes, por exemplo por São Francisco de Sales por volta de 1600, aparentemente substituindo-o por um costume religioso em que as raparigas sorteavam nomes de apóstolos a partir do altar. Contudo, este costume religioso está registado logo no século XIII na vida de Santa Isabel da Hungria, pelo que poderá ter uma origem diferente.[22]
O Parliament of Fowls de Chaucer

A primeira associação registada do Dia de São Valentim ao amor romântico terá ocorrido, segundo se crê, na obra Parliament of Fowls (1382) de Geoffrey Chaucer, uma visão onírica que retrata um parlamento onde as aves se reúnem para escolher os seus pares.[21] Em honra do primeiro aniversário do noivado do rei Ricardo II de Inglaterra, de quinze anos, com Ana da Boémia, também de quinze anos,[28] Chaucer escreveu (em Inglês médio):
"For this was on seynt Valentynes day
Whan every foul cometh there to chese his make
Of every kynde that men thynke may
And that so huge a noyse gan they make
That erthe, and eyr, and tre, and every lake
So ful was, that unethe was there space
For me to stonde, so ful was al the place."[29][30]
Em português moderno:
"Pois isto foi no Dia de São Valentim,
Quando todas as aves ali vêm para escolher o seu par,
De todas as espécies que o homem possa imaginar;
E começaram a fazer um clamor tão tremendo
Que a terra, o ar, as árvores e todos os lagos
Ficaram tão cheios que mal havia espaço
Para eu me manter de pé — de tal modo o lugar estava repleto."
Os leitores têm assumido de forma acrítica que Chaucer se referia ao 14 de fevereiro como o Dia de São Valentim. Henry Ansgar Kelly observou que Chaucer poderia ter em mente o dia festivo de São Valentim de Génova, um dos primeiros bispos de Génova que morreu por volta de 307 d.C.; esta data era provavelmente celebrada a 3 de maio.[28][31][32] O tratado que estipulava o casamento de Ricardo II e Ana, que serve de mote ao poema, foi assinado a 2 de maio de 1381.[33]
Jack B. Oruch salienta que a data em que a primavera começa mudou desde a época de Chaucer devido à precessão axial e à introdução do Calendário gregoriano, que se deu apenas em 1582. No Calendário juliano, em uso no tempo de Chaucer, o 14 de fevereiro corresponderia à data que hoje chamamos 23 de fevereiro, uma altura em que algumas aves já começaram a acasalar e a fazer ninhos em Inglaterra.[21]
O Parliament of Fowls de Chaucer faz referência a uma tradição supostamente estabelecida, mas não existe qualquer registo de tal tradição antes de Chaucer. A derivação especulativa de costumes sentimentais a partir de um passado distante começou com os antiquários do século XVIII, nomeadamente Alban Butler, autor de Butler's Lives of Saints, e tem sido perpetuada até por académicos modernos de renome. Mais especificamente, "a ideia de que as tradições do Dia de São Valentim perpetuaram as das Lupercais romanas foi aceite de forma acrítica e repetida, sob várias formas, até ao presente".[22][34]
Existem outros três autores que compuseram poemas sobre o acasalamento de aves no Dia de São Valentim por volta dos mesmos anos: Oton de Grandson, da Saboia, John Gower, de Inglaterra, e um cavaleiro chamado Pardo, de Valência. Chaucer terá muito provavelmente precedido todos eles; porém, devido à dificuldade em datar obras medievais, ainda não se sabe qual dos quatro poderá ter influenciado os restantes.[35]
Corte do amor
A descrição mais antiga do 14 de fevereiro como uma celebração anual do amor surge na Carta da Corte do Amor. A carta, alegadamente emitida por Carlos VI de França em Mantes-la-Jolie no ano de 1400, descreve festividades sumptuosas nas quais participariam vários membros da corte real, incluindo um banquete, competições de poesia e cantigas de amor, justas e dança.[36] No decorrer destas festividades, as damas presentes ouviam e deliberavam sobre disputas entre namorados.[37] Não existe qualquer outro registo desta corte e nenhum dos indivíduos nomeados na carta estava presente em Mantes, à exceção da rainha consorte de Carlos, Isabel da Baviera, que poderá muito bem ter imaginado tudo isto enquanto aguardava pelo fim de um surto de peste.[36]
Poesia de São Valentim
O cartão ou poema de namorados (valentine, em inglês) mais antigo que sobreviveu até aos nossos dias é um rondeau do século XV, escrito por Carlos, Duque de Orleães para a sua esposa, o qual começa da seguinte forma:
Je suis desja d'amour tanné
Ma tres doulce Valentinée..."
Charles d'Orléans, Rondeau VI, linhas 1–2
Na altura, o duque encontrava-se preso na Torre de Londres, após ter sido capturado na Batalha de Agincourt, em 1415.[38]
Os registos mais antigos que restam de poemas de namorados em língua inglesa parecem ser os que constam nas Paston Letters, escritos em 1477 por Margery Brews para o seu futuro marido, John Paston, tratando-o por "meu muito bem-amado Valentim" (*"my right well-beloved Valentine"*).[39]
O Dia de São Valentim é mencionado com mágoa pela personagem Ofélia na obra Hamlet (1600–1601) de William Shakespeare:
"To-morrow is Saint Valentine's day,
All in the morning betime,
And I a maid at your window,
To be your Valentine.
Then up he rose, and donn'd his clothes,
And dupp'd the chamber-door;
Let in the maid, that out a maid
Never departed more."— William Shakespeare, Hamlet, Ato IV, Cena 5

John Donne utilizou a lenda do casamento das aves como ponto de partida para o seu epitalâmio, celebrando o casamento de Isabel, filha de Jaime I de Inglaterra, com Frederico V, Eleitor Palatino, no Dia de São Valentim:
All the Ayre is thy Diocese<br />And all the chirping Queristers<br />And other birds ar thy parishioners<br />Thou marryest every yeare<br />The Lyrick Lark, and the graue whispering Doue,<br />The Sparrow that neglects his life for loue,<br />The houshold bird with the redd stomacher<br />Thou makst the Blackbird speede as soone,<br />As doth the Goldfinch, or the Halcyon<br />The Husband Cock lookes out and soone is spedd<br />And meets his wife, which brings her feather-bed.<br />This day more cheerfully than ever shine<br />This day which might inflame thy selfe old Valentine.\""},"2":{"wt":"John Donne"},"3":{"wt":"''Epithalamion Vpon Frederick Count Palatine and the Lady Elizabeth marryed on St. Valentines day''"}},"i":0}}]}'/>"Hayle Bishop Valentine whose day this is
All the Ayre is thy Diocese
And all the chirping Queristers
And other birds ar thy parishioners
Thou marryest every yeare
The Lyrick Lark, and the graue whispering Doue,
The Sparrow that neglects his life for loue,
The houshold bird with the redd stomacher
Thou makst the Blackbird speede as soone,
As doth the Goldfinch, or the Halcyon
The Husband Cock lookes out and soone is spedd
And meets his wife, which brings her feather-bed.
This day more cheerfully than ever shine
This day which might inflame thy selfe old Valentine."— John Donne, Epithalamion Vpon Frederick Count Palatine and the Lady Elizabeth marryed on St. Valentines day
O verso "As rosas são vermelhas" ecoa convenções que remontam ao poema épico The Faerie Queene (1590) de Edmund Spenser:
"She bath'd with roses red, and violets blew,
And all the sweetest flowres [sic], that in the forrest grew."[40]
O cliché moderno dos poemas para o Dia de São Valentim pode ser encontrado em Gammer Gurton's Garland (1784), uma coleção de cantigas infantis inglesas publicada em Londres por Joseph Johnson:
"The rose is red, the violet's blue,
The honey's sweet, and so are you.
Thou art my love and I am thine;
I drew thee to my Valentine:
The lot was cast and then I drew,
And Fortune said it shou'd be you."[41][42]
Notas
- ↑ Por exemplo, uma fonte afirma incorretamente que "o Papa Gelásio I baralhou as coisas no século V ao combinar o Dia de São Valentim com as Lupercais para expulsar os rituais pagãos." Seipel, Arnie, The Dark Origins Of Valentine's Day Arquivado em 2016-04-27 no Wayback Machine, National Public Radio, 13 de fevereiro de 2011
- ↑ Ansgar, 1976, pp. 60–61. A substituição das Lupercais pela celebração de São Valentim foi sugerida pelos investigadores Kellog e Cox. Ansgar afirma: "É pouco credível, portanto, que o Papa Gelásio pudesse ter introduzido a festa da Purificação para contrariar as Lupercais e, de facto, os registos históricos do seu pontificado não dão qualquer pista de tal ação."
- ↑ Ansgar, 1976, pp. 60–61. Esta festa é celebrada 40 dias após a Natividade. Em Jerusalém, a Natividade era celebrada a 6 de janeiro, e esta festa a 14 de fevereiro. Porém, no Ocidente e mesmo em locais do Oriente como Antioquia e Alexandria, a Natividade era celebrada a 25 de dezembro, e esta Purificação não era celebrada. Quando esta festa foi introduzida em Roma, foi colocada diretamente a 2 de fevereiro. Por essa altura, Jerusalém adotou a data da Natividade de 25 de dezembro e mudou a Purificação para 2 de fevereiro.
Ver também
Referências
- ↑ «O dia de São Valentim nem sempre foi dedicado ao amor». www.nationalgeographic.pt. Cópia arquivada em 21 de fevereiro de 2024
- ↑ «Quem foi São Valentim?». euronews. 13 de fevereiro de 2017. Consultado em 13 de junho de 2026. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2025
- ↑ «¿Por qué el 14 de febrero es considerado el Día del Amor?». Prensa Libre (em espanhol). 10 de fevereiro de 2026. Consultado em 13 de junho de 2026. Cópia arquivada em 6 de junho de 2026
- ↑ «The History of Valentine's Day» (em inglês). History.com, A&E Television Networks. Consultado em 22 de fevereiro de 2010. Arquivado do original em 7 de fevereiro de 2010
- ↑ «History of Valentine's Day» (em inglês). Christianity Today International. Consultado em 22 de fevereiro de 2010. Arquivado do original em 15 de fevereiro de 2001
- ↑ «Then Again Maybe Don't Be My Valentine» (em inglês). Ted Olsen. Consultado em 22 de fevereiro de 2010
- ↑ «How Valentine's Day works» (em inglês). HowStuffWorks. Consultado em 22 de fevereiro de 2010
- ↑ Butler, Alban (1981). Butler's Lives of the saints. Internet Archive. [S.l.]: London : Burns & Oates. ISBN 978-0-86012-112-1. Consultado em 23 de janeiro de 2026
- ↑ nsierra (13 de fevereiro de 2025). «Día de San Valentín: ¿Cuál es su origen y por qué se celebra el 14 de febrero?». PlayGround (em espanhol). Consultado em 23 de janeiro de 2026
- ↑ «Dia dos Namorados: por que a data é comemorada em 12 de junho no Brasil?». BBC News Brasil. 12 de junho de 2023. Consultado em 13 de junho de 2026. Cópia arquivada em 8 de junho de 2026
- ↑ «Catholic Encyclopedia: St. Valentine». newadvent.org. Catholic Encyclopedia (em inglês). Consultado em 14 de fevereiro de 2016.
- ↑ Abbé Claude Chastelain (1 de janeiro de 1705). Le Martyrologe romain traduit en français… Tome contenant janvier et février (em francês). [S.l.: s.n.] pp. 644–645. Consultado em 14 de fevereiro de 2016
- ↑ «Mais qui était (vraiment) saint Valentin ? - Catholicisme - La Vie». lavie.fr. Consultado em 14 de fevereiro de 2016
- ↑ Jacques Baudoin (2006). Grand livre des saints. culte et iconographie en Occident. [S.l.]: Éditions Créer. 475 páginas.
- ↑ MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO DO SUL CAMPUS DO PANTANAL BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO repositorio.ufms.br - pdf
- ↑ Luiz Alberto Py e Eduardo Yabusaki. «História do Dia dos Namorados e o significado da data». UOL Vya Estelar. Consultado em 12 de junho de 2015. Arquivado do original em 15 de junho de 2015
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- ↑ Motomura, Marina. «Como surgiram os feriados comerciais, como o Dia das Mães?». Mundo Estranho. Consultado em 12 de junho de 2019. Cópia arquivada em 21 de junho de 2022
- 1 2 Alison Chapman. Patrons and Patron Saints in Early Modern English Literature. Routledge. pg. 122.
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XVI Kal. Mart. in natali Valentini, Vitalis, et Feliculae. '14 February on the feast of Valentinus, Vitalis, and Felicula.' [*Valentinus, bishop of Terni (Interamna) and martyr of Rome, S00434; *Vitalis and Felicula, martyrs of Spoleto, *S01917] Three Prayers listed
- 1 2 3 Oruch, Jack B., "St. Valentine, Chaucer, and Spring in February Arquivado em 2016-06-21 no Wayback Machine", Speculum, 56 (1981): 534–65. O levantamento literário de Oruch não encontrou qualquer associação entre São Valentim e o romance antes de Chaucer. O autor conclui que Chaucer é, provavelmente, "o criador original do mito neste caso." Colfa.utsa.edu Arquivado em 2016-04-16 no Wayback Machine
- 1 2 3 Ansgar, 1986, pp. 58–63 Arquivado em 2016-10-01 no Wayback Machine
- ↑ Michael Matthew Kaylor (2006). Secreted Desires: The Major Uranians: Hopkins, Pater and Wilde electronic ed. [S.l.]: Masaryk University Press. p. nota de rodapé 2 na página 235. ISBN 80-210-4126-9
- 1 2 Forbes, Bruce David (27 de outubro de 2015). America's Favorite Holidays: Candid Histories (em inglês). [S.l.]: University of California Press. p. 54. ISBN 9780520284422 Verifique
|isbn=(ajuda).There is no indication in suppressing the Lupercalia, Gelasius put anything else in its place. Much later, in the 1500s, a Cardinal Baronius speculated that Gelasius converted the Lupercalia into the Feast of the Purification of the Virgin (or Candlemas), changing one purification ceremony into another, and many noted authors have repeated this claim. Recent scholarship has refuted Baronius's assertion...there is no evidence that Gelasius advocated a celebration of Valentine's Day as a replacement for the Lupercalia. ... The letter by Gelasius to Andromachus criticizing the Lupercalia contains no reference to Valentine, or Valentine's Day, or any replacement observance.
- ↑ Jack B. Oruch, "St. Valentine, Chaucer, and Spring in February" Speculum 56.3 (julho de 1981:534–565)
- 1 2 Ansgar, 1976, pp. 60–61.
- ↑ Oruch, Jack B. (1981). «St. Valentine, Chaucer, and Spring in February». Speculum. 56 (3): 534–565. ISSN 0038-7134. JSTOR 2847741. doi:10.2307/2847741.
The idea that Valentine's Day customs perpetuated those of the Roman Lupercalia has been accepted uncritically and repeated, in various forms, up to the present. Most of those who offer this now traditional explanation cite no sources... Butler's ideas were prompted, in all probability, by a confused knowledge [or ...] wishful or pious fantasy.
- 1 2 Meg Sullivan (1 de fevereiro de 2001). «Henry Ansgar Kelly, Valentine's Day». UCLA Spotlight. Cópia arquivada em 3 de abril de 2017
- ↑ The Complete Works of Chaucer, ed. F.N. Robinson, Oxford University Press, London, p. 366, linhas 309-315.
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- ↑ Kelly, Henry Ansgar, Chaucer and the Cult of Saint Valentine (Brill Academic Publishers, 1997), ISBN 90-04-07849-5. Capítulo 6 The Genoese St. Valentine, p. 80–83.
- ↑ «Take heart, Valentine's every other week». Independent Online. 9 de fevereiro de 2001. Consultado em 14 de fevereiro de 2012. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2009.
Kelly dá o dia do santo do Valentim genovês como 3 de maio e também afirma que o noivado de Ricardo foi anunciado neste dia.
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- ↑ Oruch 1981:539.
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- ↑ Gammer Gurton's Garland (Londres, 1784) in I. Opie and P. Opie, The Oxford Dictionary of Nursery Rhymes (Oxford University Press, 1951, 2.ª ed., 1997), p. 375.
- ↑ Gammer Gurton's Garland Arquivado em 2023-03-24 no Wayback Machine, versão original de 1810. Também a versão de 1810 reimpressa em 1866 Arquivado em 2016-04-10 no Wayback Machine que utiliza uma gramática mais moderna como "should" em vez de "shou'd".

