BRZEN
Chiang Kai-shek
Texto da Wikipédia (pt), licença CC BY-SA. O BETARUBI mostra o verbete inteiro nesta página — a leitura não continua fora do site.
Chiang Kai-shek (chinês tradicional: 蔣介石, pinyin: Jiǎng Jièshí; 31 de outubro de 1887 – 5 de abril de 1975), nas Chinas conhecido frequentemente como Jiang Zhongzheng (chinês tradicional: 蔣中正, pinyin: Jiǎng Zhōngzhèng), foi um político, revolucionário e general chinês que liderou a República da China (ROC) de 1928 até sua morte em 1975. Seu governo esteve sediado na China continental até ser derrotado na Guerra Civil Chinesa pelo Partido Comunista da China (PCC) em 1949, após o que continuou liderando a República da China na ilha de Taiwan. Chiang foi líder do partido nacionalista Kuomintang (KMT) e comandante-chefe do Exército Nacional Revolucionário (NRA) de 1926 até sua morte, período no qual foi conhecido como Generalíssimo.
Nascido em Zhejiang, Chiang recebeu educação militar na China e no Japão e ingressou na organização Tongmenghui de Sun Yat-sen em 1908. Após a Revolução de 1911, foi membro fundador do KMT e diretor da Academia Militar de Whampoa a partir de 1924. Após a morte de Sun, em 1925, Chiang tornou-se líder do partido e comandante do NRA, liderando de 1926 a 1928 a Expedição do Norte, que reunificou nominalmente a China sob um governo nacionalista com sede em Nanquim. A primeira aliança KMT–PCC foi rompida em 1927 após o Massacre de Xangai, iniciando a Guerra Civil Chinesa. Chiang buscou modernizar e unificar a ROC durante a chamada Década de Nanquim, embora os conflitos com o PCC persistissem. Após a Invasão da Manchúria pelo Japão em 1931, seu governo procurou evitar a guerra ao mesmo tempo em que promovia reformas econômicas e sociais. Em 1936, Chiang foi sequestrado por seus generais no Incidente de Xi'an e forçado a formar uma segunda frente unida com o PCC contra os japoneses. Entre 1937 e 1945, liderou a China durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa, principalmente a partir da capital de guerra em Chongqing. Como líder de uma das principais potências aliadas, participou da Conferência do Cairo em 1943, onde foram discutidas as condições da rendição do Japão e a devolução de Taiwan à China, onde mais tarde suprimiu a Revolta de 28 de fevereiro em 1947.
Com o fim da Segunda Guerra Mundial, a guerra civil contra o PCC, liderado por Mao Tsé-Tung, foi retomada. Em 1949, o governo de Chiang foi derrotado e retirou-se para Taiwan, onde impôs a lei marcial e iniciou o período conhecido como Terror Branco, uma campanha de repressão política que durou até 1987 e 1992, respectivamente. A partir de 1948, foi reeleito cinco vezes pelo chamado Parlamento Eterno para mandatos de seis anos como Presidente da República da China, chefiando um estado de partido único de fato por 25 anos até sua morte. Chiang liderou reformas agrárias, impulsionou o crescimento econômico e enfrentou crises no Estreito de Taiwan em 1954–1955 e 1958. Foi considerado o legítimo representante da China pelas Nações Unidas até 1971, quando a representação chinesa foi transferida à República Popular da China.
Após sua morte em 1975, foi sucedido como líder do KMT por seu filho, Chiang Ching-kuo, que foi eleito presidente em mandatos subsequentes pelo mesmo parlamento a partir de 1978.
Chiang é uma figura controversa. Seus apoiadores o creditam pela unificação nacional, pelo fim do século de humilhação, pela liderança na resistência contra o Japão, pelo desenvolvimento econômico e pela promoção da cultura chinesa em contraste com a Revolução Cultural de Mao. Também é reconhecido por ter salvaguardado tesouros da Cidade Proibida durante as guerras com o Japão e o PCC, tendo eventualmente transferido os melhores exemplares para Taiwan, onde fundou o Museu do Palácio Nacional. Seus críticos, por outro lado, apontam sua conivência inicial com a ocupação japonesa da Manchúria, o alagamento do Rio Amarelo, seu governo marcado por fisiologismo e corrupção associada às quatro grandes famílias, e sua ditadura de direita tanto na China continental quanto em Taiwan.
Começo da vida
Chiang Jui-yüan nasceu em 31 de outubro de 1887 na província de Zhejiang, em uma família de comerciantes moderadamente rica. Sua infância foi marcada por uma educação tradicional confucionista, mas ele se interessou por estudos militares desde cedo. Após a morte de seu pai, quando tinha oito anos, Chiang foi enviado para o Japão, onde estudou ciência militar na academia militar Shimbu Gakko. Durante sua estadia no Japão, ele foi exposto a ideias revolucionárias e ativismo político, o que o levou a se envolver com o movimento de Sun Yat-sen, que tinha como objetivo derrubar a Dinastia Qing.[1] Ao retornar à China, Chiang se juntou à Aliança Revolucionária Chinesa (Tongmenghui) e rapidamente se tornou aliado de Sun Yat-sen, o líder do Partido Nacionalista (Kuomintang ou KMT). Ele lutou em várias campanhas militares durante a Revolução Xinhai de 1911, que resultou na queda da Dinastia Qing e no estabelecimento da República da China. Nos anos seguintes, Chiang continuou a crescer em destaque dentro do KMT, ganhando a confiança de Sun Yat-sen e participando de esforços para unificar a China, que estava fragmentada por senhores da guerra após a revolução.[1]
Em 1925, após a morte de Sun Yat-sen, Chiang foi nomeado comandante da Academia Militar de Whampoa, que ele ajudou a fundar para treinar oficiais leais à causa do KMT. Sua liderança na academia consolidou sua posição como uma figura militar chave no movimento nacionalista. No mesmo ano, ele lançou a Expedição do Norte, uma campanha militar destinada a reunificar a China sob o controle do KMT e eliminar facções de senhores da guerra. Sua ascensão ao comando militar nos anos 1920 marcou o início de sua consolidação de poder dentro do KMT, preparando o terreno para sua liderança nas décadas seguintes.[1]
Carreira e líder chinês
Chiang continuou a ver seu poder e influência crescer dentro do movimento Kuomintang (KMT), o Partido Nacionalista Chinês, como um grande aliado de Sun Yat-sen. Chiang se tornou o comandante da Academia Militar Whampoa e substituiu Sun como líder do KMT após o Golpe de Canton, em 1926. Após ter neutralizado a ala esquerdista do partido, Chiang liderou a Expedição do Norte, conquistando toda a China após derrotar o Governo de Beiyang e pacificado os Senhores da guerra da China.[2]
De 1928 a 1948, Chiang serviu como presidente e generalíssimo do Governo Nacional da República da China. Chiang era um nacionalista, promovendo a cultura tradicional chinesa no chamado "movimento nova vida". Incapaz de manter as boas relações que seu antecessor tinha com o Partido Comunista da China (PCC), Chiang tentou expurga-los do país através do massacre de Xangai de 1927 e depois reprimiu várias rebeliões, primeiro na região de Cantão e depois em outros territórios. Com o passar dos anos, seu governo foi ficando cada vez mais autoritário, embora perdesse apoio nas zonas rurais e ainda havia a crescente ameaça dos socialistas que, apesar das repressões, ganhavam apoiadores e atiçavam uma guerra civil contra o governo de Chiang Kai-shek.[3]
No começo da Segunda Guerra Sino-Japonesa, que mais tarde se tornou o teatro de operações da China na Segunda Guerra Mundial, o marechal Zhang Xueliang sequestrou Chiang e o obrigou a estabelecer a Segunda Frente Unida, com os Comunistas. Após a derrota dos japoneses, o plano americano (a "Missão Marshall"), tentou negociar um governo de coalizão, mas falhou. Em 1946, a Guerra Civil Chinesa recomeçou a todo o vapor, com as forças do Partido Comunista, lideradas por Mao Zedong, derrotando os exércitos do KMT e proclamando a República Popular da China em 1949. O governo de Chiang e o que sobrou de suas tropas recuaram para Taiwan, onde ele impôs lei marcial e perseguiu todos os socialistas, críticos e opositores do seu regime na ilha no que ficou conhecido como "Terror Branco". Após evacuar para Taiwan, o governo de Chiang e seus apoiadores continuaram a declarar sua intenção de, um dia, retomar a China dos comunistas. Chiang governaria Taiwan como presidente e Diretor-geral do Kuomintang até sua morte em outubro de 1975, um ano antes da morte de Mao. Chiang foi um dos chefes de estado não pertencentes à realeza que mais tempo serviu no século XX e o governante não pertencente à realeza que mais tempo serviu na China, tendo ocupado o cargo por 46 anos.[4][5]
Assim como Mao, Chiang Kai-shek é considerado uma figura controversa. Seus apoiadores o creditam por ter desempenhado um grande papel durante a vitória dos Aliados da Segunda Guerra Mundial e ter unificado a nação, sendo também um símbolo nacional e uma figura importante na resistência contra os japoneses, os soviéticos e os comunistas. Detratores e críticos o denunciam como um ditador, um autocrata autoritário que reprimiu e expurgou seus opositores a todo o custo, com prisões arbitrárias, torturas e assassinatos a todos que não apoiavam o Kuomintang e outros.[6]
Filosofia
O Kuomintang usou cerimônias religiosas tradicionais chinesas e promulgou o martírio. A ideologia do Kuomintang subserviu e promulgou a visão de que as almas dos mártires do Partido que morreram lutando pelo Kuomintang, pela revolução e pelo fundador do partido, Sun Yat-sen, foram enviadas para o céu. Chiang Kai-shek acreditava que esses mártires testemunharam eventos na Terra do céu após suas mortes.[7][8][9][10]
Ao contrário da ideologia tridemista original de Sun, que foi fortemente influenciada por teóricos iluministas ocidentais como Henry George, Abraham Lincoln, Bertrand Russell, e John Stuart Mill, a tradicional influência confucionista chinesa na ideologia de Chiang é muito mais forte. Chiang rejeitou as ideologias progressistas ocidentais do individualismo, do liberalismo e dos aspectos culturais do marxismo. Portanto, Chiang é geralmente mais cultural e socialmente conservador do que Sun Yat-sen. Jay Taylor descreveu Chiang Kai-shek como um nacionalista revolucionário e um "confucionista-jacobinista de esquerda".[11]
Quando a Expedição do Norte foi concluída, os generais do Kuomintang liderados por Chiang Kai-shek prestaram homenagem à alma de Sun no céu com uma cerimônia de sacrifício no Templo Xiangshan em Pequim em julho de 1928. Entre os generais do Kuomintang presentes estavam os generais muçulmanos Bai Chongxi e Ma Fuxiang.[12]
Chiang Kai-shek considerava os chineses Han e todas as minorias étnicas da China, as Cinco Raças Sob Uma União, como descendentes do Imperador Amarelo, o mítico fundador da nação chinesa, e pertencentes à Nação Chinesa Zhonghua Minzu. Ele introduziu isso na ideologia do Kuomintang, que foi propagada no sistema educacional da República da China.[13][14][15]
Chiang, como nacionalista chinês e confucionista, era contra a iconoclastia do Movimento Quarto de Maio. Motivado por seu senso de nacionalismo, ele via algumas ideias ocidentais como estrangeiras e acreditava que a grande introdução de ideias e literatura ocidentais, que o Movimento Quarto de Maio promoveu, não era benéfica para a China. Ele e Sun criticaram os intelectuais do Quarto de Maio por corromperem a moral da juventude chinesa.[16]
Chiang Kai-shek disse uma vez:
Se quando eu morrer, eu ainda for um ditador, certamente irei para o esquecimento de todos os ditadores. Se, por outro lado, eu conseguir estabelecer uma base verdadeiramente estável para um governo democrático, viverei para sempre em todas as casas da China.[17]
Percepção histórica

Para alguns, o legado de Chiang foi o de um herói nacional que alcançou a unificação como líder da Expedição do Norte e como líder contra a invasão japonesa, além de ter resistido sem grande ajuda externa, conclamando seus compatriotas a lutar até o "amargo fim", até a vitória final contra o Japão em 1945.[18] Ele também foi um defensor do anticomunismo durante os anos formativos da Liga Anticomunista Mundial. Durante a subsequente Guerra Fria, sua imagem construída pelo bloco liderado pelos Estados Unidos era a de um líder que conduziu a Taiwan-China e como um baluarte contra uma possível invasão comunista.
Outros o veem sob uma luz mais sombria. Chiang foi frequentemente percebido como "o homem que perdeu a China", criticado por suas fracas habilidades militares, como a emissão de ordens irrealistas e a insistência em travar batalhas invencíveis, levando à perda de suas melhores tropas.[19] O historiador Rudolph Rummel documentou que as decisões de Chiang levaram a milhões de mortes excedentes em calamidades como perseguições contra comunistas reais ou supostos, o recrutamento compulsório de soldados, o confisco de alimentos e a inundação das regiões a jusante do rio Amarelo durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa. Seu governo também foi acusado de corrupção e de aliar-se a criminosos conhecidos, como Du Yuesheng, para obter ganhos políticos e financeiros, e seus críticos frequentemente o acusam de fascismo. Em Taiwan, ele governou em regime ditatorial, aplicando severamente uma lei marcial. Alguns opositores afirmam que os esforços de Chiang para desenvolver a ilha tinham principalmente o objetivo de transformá-la em uma base militar a partir da qual seria possível recuperar a China continental, e que ele tinha pouca consideração pelo povo taiwanês.[20]
Diferentemente do filho de Chiang, Chiang Ching-kuo, que é respeitado em todo o espectro político, a imagem de Chiang Kai-shek é percebida de forma bastante negativa em Taiwan. Ele foi avaliado como o pior colocado em duas pesquisas de opinião sobre a percepção de ex-presidentes.[21][22] Sua popularidade em Taiwan é dividida segundo linhas políticas, com maior apoio no Kuomintang (KMT), mas ampla impopularidade entre eleitores do Partido Democrático Progressista (DPP) e entre aqueles que o responsabilizam pelas milhares de mortes durante o Incidente de 28 de Fevereiro e criticam seu governo ditatorial.[23]
Em contraste, sua imagem melhorou parcialmente na China continental. Ele havia sido retratado como um vilão e um "lacaio reacionário da burguesia" que lutou contra a "libertação" da China pelos comunistas, mas, desde os anos 2000, a mídia e a cultura popular passaram a retratá-lo de maneira menos negativa.[24] Por exemplo, muitos elogiaram o filme de 2009 patrocinado pelo Partido Comunista Chinês, The Founding of a Republic, por afastar-se da representação de Chiang como "mau" em oposição a Mao e enfatizar, em vez disso, que as contingências da guerra levaram os comunistas à vitória.[25] No contexto da Segunda Guerra Sino-Japonesa, aspectos da viagem de Chiang à Índia, ou de seu encontro com Roosevelt e Churchill no Cairo, podem ser vistos de forma positiva. A mudança também leva em conta o compromisso de Chiang com uma China unificada e sua posição contrária à independência de Taiwan.[26] A casa ancestral de Chiang em Fenghua, Zhejiang, tornou-se um museu e atração turística.[27] O historiador Rana Mitter observa que as exposições internas eram muito positivas em relação ao papel de Chiang durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa.[24][28]
Mitter observou ainda que, ironicamente, a China atual está mais próxima da visão de Chiang do que da de Mao, e escreveu: "Pode-se imaginar o fantasma de Chiang Kai-shek vagando pela China atual e assentindo em aprovação, enquanto o fantasma de Mao o segue, lamentando a destruição de sua visão".[29] Liang Shuming opinou que a "maior contribuição de Chiang Kai-shek foi tornar o PCC bem-sucedido. Se ele tivesse sido um pouco mais confiável, se seu caráter fosse um pouco melhor, o PCC não teria conseguido derrotá-lo".[30] Alguns historiadores chineses argumentam que os principais determinantes da derrota de Chiang não foram a corrupção nem a falta de apoio dos Estados Unidos, mas sua decisão de iniciar a guerra civil com 70% dos gastos do governo destinados às Forças Armadas, sua superestimação das forças nacionalistas equipadas com armas dos Estados Unidos e a perda de popularidade e de moral de seus soldados.[31] Outros historiadores argumentam que seu fracasso foi causado, em grande medida, por fatores externos fora do controle de Chiang. Eles incluem a recusa da administração Truman em apoiar Chiang por meio da retirada de ajuda, a imposição de um embargo de armas por George C. Marshall, a tentativa fracassada de distensão entre nacionalistas e comunistas, a pressão norte-americana por um governo de coalizão com o PCC e a ajuda e o apoio constantes da URSS ao PCC durante a guerra civil.[32][33][34][35]
Ver também
Referências
- 1 2 3 Loh, Pichon Pei (1971). The Early Chiang Kai-shek: A Study of His Personality and Politics, 1887–1924. [S.l.]: Columbia University Press – via Internet Archive
- ↑ Zarrow, Peter Gue (2005). China in War and Revolution, 1895–1949. [S.l.: s.n.] pp. 230–231
- ↑ «Chiang Kai-shek (1887-1975)». BBC. Consultado em 14 de abril de 2019
- ↑ Crozier, Brian. 2009. The Man Who Lost China. ISBN 0-684-14686-X
- ↑ Fenby, Jonathan. 2003. Generalissimo Chiang Kai-Shek and the China He Lost. The Free Press, ISBN 0-7432-3144-9
- ↑ Taylor, Jay. 2009. The Generalissimo: Chiang Kai-shek and the Struggle for Modern China. Belknap Press of Harvard University Press, Cambridge, Massachusetts ISBN 978-0-674-03338-2
- ↑ Chen, Jieru; Eastman, Lloyd E. (1993). Chiang Kai-shek's secret past: the memoir of his second wife, Chʻen Chieh-ju. [S.l.]: Westview Press. p. 236. ISBN 0-8133-1825-4. Consultado em 28 de junho de 2010
- ↑ Van de Ven 2003, p. 100.
- ↑ Chao, Linda; Myers, Ramon H. (1998). The first Chinese democracy: political life in the Republic of China on Taiwan. [S.l.]: Johns Hopkins University Press. p. 45. ISBN 0-8018-5650-7. Consultado em 28 de junho de 2010. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2017
- ↑ Chiang, Kai-shek (1946). President Chiang Kai-shek's selected speeches and messages, 1937–1945. [S.l.]: China Cultural Service. p. 137. OCLC 3376275. Consultado em 28 de junho de 2010. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2017
- ↑ «Microsoft Word - San-Min-Chu-I_FINAL.rtf» (PDF). Chinese.larouchepub.com. Consultado em 23 de julho de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 23 de novembro de 2018
- ↑ Lin, Hsiao-ting (2006). Tibet and Nationalist China's frontier: intrigues and ethnopolitics, 1928–49 (PDF). [S.l.]: UBC Press. p. 29. ISBN 0-7748-1301-6. Consultado em 28 de junho de 2010. Cópia arquivada (PDF) em 13 de maio de 2011
- ↑ Rubinstein, Murray A. (1994). The Other Taiwan: 1945 to the present. [S.l.]: M.E. Sharpe. p. 416. ISBN 1-56324-193-5. Consultado em 28 de junho de 2010. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2017
- ↑ Millward, James A. (2007). Eurasian crossroads: a history of Xinjiang. [S.l.]: Columbia University Press. p. 208. ISBN 978-0-231-13924-3. Consultado em 28 de junho de 2010. Cópia arquivada em 9 de janeiro de 2017
- ↑ Clyde, Paul Hibbert; Beers, Burton F. (1971). The Far East: a history of the Western impact and the Eastern response (1830–1970). [S.l.]: Prentice-Hall. p. 409. ISBN 9780133029765. Consultado em 28 de junho de 2010
- ↑ Chen, Joseph T. (1971). The May Fourth Movement in Shanghai: The Making of a Social Movement in Modern China. [S.l.]: Brill Archive. p. 13. Consultado em 28 de junho de 2010. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2017
- ↑ Zhang, Wei-Bin (2003). Taiwan's Modernization: Americanization and Modernizing Confucian Manifestations. [S.l.]: World Scientific, 2003. p. 177. ISBN 9814486132. Consultado em 23 de maio de 2021. Cópia arquivada em 23 de maio de 2021
- ↑ Bernstein, Richard (2014). China 1945: Mao's revolution and America's fateful choice First ed. New York: [s.n.] pp. 30–33. ISBN 978-0307595881
- ↑ Fenby, Jonathan. History of Modern China. [S.l.: s.n.] p. 279
- ↑ R.J.Rummel. «China's Bloody Century». Consultado em 4 de junho de 2017. Cópia arquivada em 7 de agosto de 2020
- ↑ «《遠見民調》「哪位總統對台灣貢獻最大」 他遙遙領先、第二名看不到車尾燈-風傳媒». 25 de outubro de 2019. Consultado em 29 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 3 de julho de 2022
- ↑ «只贏蔣介石.... 台灣民調歷任總統評價: 最親中馬英九倒數第二 | 台灣英文新聞 | 2020-08-24 18:07:00». 24 de agosto de 2020. Consultado em 29 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 31 de julho de 2022
- ↑ «Chiang Kai-shek's former homes are open to tourists». The Economist. 5 de outubro de 2017. Consultado em 7 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2017
- 1 2 Mitter, Rana (2013). China's Good War How World War II Is Shaping a New Nationalism. [S.l.]: Houghton Mifflin Harcourt. 9 páginas. ISBN 978-0544334502. Consultado em 18 de março de 2023. Cópia arquivada em 28 de maio de 2023
- ↑ Davis, Gloria; Davis, M.E. «Filmed Founding Myths». China Heritage Quarterly. Consultado em 12 de junho de 2021. Cópia arquivada em 14 de junho de 2023
- ↑ Bernstein, Richard (3 de setembro de 2015). «Assassinating Chiang Kai-shek». Foreign Policy. Consultado em 28 de maio de 2017. Cópia arquivada em 27 de maio de 2017
- ↑ Kilpatrick, Ryan (13 de janeiro de 2015). «'Retake the Mainland': Chiang Kai-shek bronze marches on Zhejiang hometown». That's China. Consultado em 28 de maio de 2017. Cópia arquivada em 10 de abril de 2017
- ↑ Rana Mitter, Forgotten Ally: China's World War II, 1937–1945, p.9, Sterling Publishing, 2009.
- ↑ Rana Mitter, Modern China: A Brief Insight, p.106, Sterling Publishing, 2009.
- ↑ Em uma entrevista relatada em "Has Man a Future?", p. 224
- ↑ «致命的自负 —国民党大陆溃败的原因再探». www.chinese-future.org. 13 de julho de 2021. Consultado em 20 de março de 2023. Cópia arquivada em 20 de março de 2023
- ↑ Taylor 2009, pp. 102–103.
- ↑ «Chiang's China». Worldif.economist.com. 1 de julho de 2015. Consultado em 20 de julho de 2022. Cópia arquivada em 19 de julho de 2022
- ↑ «China Without Tears: If Chiang Kai-Shek Hadn't Gambled in 1946». Uchronia.net. Consultado em 19 de julho de 2022. Cópia arquivada em 3 de outubro de 2022
- ↑ «Who Lost China?». Ewtn.com. Consultado em 27 de julho de 2022. Cópia arquivada em 23 de julho de 2022
Bibliografia
- Roberts, John A. G., History of China (título original), Palgrave MacMillan, 1999 (primeira edição), 2006 (segunda edição), ISBN 978-989-8285-39-3
Ligações externas
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Chiang Kai-shek
Media relacionados com Chiang Kai-shek no Wikimedia Commons
| Precedido por Wallis, Duquesa de Windsor |
Pessoa do Ano 1937 com Soong May-ling |
Sucedido por Adolf Hitler |
