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Banco de imagens
Texto da Wikipédia (pt), licença CC BY-SA. O BETARUBI mostra o verbete inteiro nesta página — a leitura não continua fora do site.

Bancos de imagens são serviços onde é possível obter imagens ou fotografias prontas para uso em trabalhos da área de design, publicidade e propaganda.[1]
O conceito foi criado nos anos 90, e até hoje é muito usado por revistas, jornais, e por designers que precisam de imagens; porém é criticado por alguns profissionais, que consideram as imagens prontas "sem criatividade" e "sem personalidade".[2]
Serviços
Alguns desses serviços são royalty-free, ou seja, as fotos obtidas (tanto por compra quanto por download, nos serviços grátis) podem ser usadas diversas vezes. Outros requerem o pagamento de uma taxa cada vez que a imagem é usada, e há um limite de usos para a imagem.
Clientes
São clientes tradicionais dos bancos de imagens, as editoras, agências de publicidade, departamentos de marketing e comunicação de empresas, jornais, revistas, empresas de web design e artistas gráficos, que usam fotografia de stock para suprir as necessidades dos seus trabalhos criativos. Hoje por conta da internet, micro empresários, profissionais liberais, membros de redes sociais virtuais e pessoas físicas surgem como novos clientes que atraem atenção dos contribuidores e distribuidores.
Referências
- ↑ R. Peres, Michael (2007). «The Focal Encyclopedia of Photography: Digital Imaging, Theory and Applications, History, and Science». Taylor & Francis. ISBN 9780240807409. Consultado em 14 de março de 2016 page 351
- ↑ Eric A. Taub, "When Are Photos Like Penny Stocks? When They Sell" Arquivado em 2021-02-25 no Wayback Machine, New York Times, 5 de junho de 2007
Ligações externas
- Miller, Claire Cain (7 de setembro de 2017). «From Sex Object to Gritty Woman: The Evolution of Women in Stock Photos». The New York Times. ISSN 0362-4331. Consultado em 25 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 26 de setembro de 2017
