BETA ZEN
Alberto Arons de Carvalho
Texto da Wikipédia (pt), licença CC BY-SA. O BETARUBI mostra o verbete inteiro nesta página — a leitura não continua fora do site.
| Alberto Arons de Carvalho | |
|---|---|
| Nascimento | 20 de setembro de 1949 (76 anos) Lisboa |
| Cidadania | Portugal |
| Alma mater | |
| Ocupação | jornalista, político |
| Empregador(a) | Universidade Nova de Lisboa |
| Cargo(s) | Deputado da Assembleia Constituinte de 1975 (1975–1975) |
Alberto Arons Braga de Carvalho (Lisboa, Santos-o-Velho, 20 de setembro de 1949) é um jornalista, professor universitário e político português.
Biografia
Filho do historiador Joaquim Barradas Braga de Carvalho (1920-1980) e de sua primeira mulher, a refugiada Ruth Arons (de origem Judaica Asquenaze). Arons de Carvalho é licenciado em Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, e doutor em Ciências da Comunicação, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Jornalista entre 1974 e 1976, começou como redator do República, dirigido por Raul Rêgo, onde estava quando surgiu o Caso República[1]. Em 1975, passou a integrar o jornal A Luta. Abandonou o jornalismo em 1976, quando foi eleito deputado à Assembleia da República. Em 1982, seria convidado para assistente na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, tendo sido docente nessa Faculdade numa primeira fase até 1995, ano em que passou a integrar o XIII e o XIV Governo Constitucional, e, depois de abandonar funções governativas, entre 2002 a 2018. Desde 2009, quando concluiu o doutoramento, até 2018 foi professor auxiliar da mesma Faculdade, função que acumulou, entre 2012 e 2018, com o cargo de vice-presidente do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). Desde 2018, é professor auxiliar da Universidade Autónoma de Lisboa. Entre 1987 e 1995 e entre 2002 e 2009, quando era docente na Universidade Nova e deputado, deu aulas sem receber qualquer vencimento na Universidade.
Candidato à Assembleia Nacional pela CDE em 1973, seria um dos fundadores do Partido Socialista, também em 1973. Foi dirigente do PS e o primeiro secretário coordenador da Juventude Socialista.
Foi deputado à Assembleia Constituinte (1975-1976) e, posteriormente, à Assembleia da República, durante várias legislaturas, na I e na II, de 1976 até 1983, e, novamente, nas V, VI, VII, VIII, IX e X, entre 1987 e 2009.[2][3]
Foi vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS (1994-1995) e membro dos XIII e XIV Governos Constitucionais, de António Guterres, como Secretário de Estado da Comunicação Social.
Foi membro do Conselho de Imprensa (1975 e 1985-1988).
É autor de Valerá a pena desmenti-los? (2002), A Liberdade de Informação e o Conselho de Imprensa (1986), A Censura e as Leis de Imprensa (1973) — reeditado sob o título A Censura à Imprensa na Época Marcelista (1999), "A RTP e o serviço público de televisão (2009), A Regulação da Comunicação Social (2022) —, e co-autor de Da Liberdade de Imprensa (1971), Legislação anotada da Comunicação Social (2005) e Direito da Comunicação Social (3.ª Ed. em 2012).
Família
Casou primeira vez em 1977 com Teresa Guterres (Lisboa, 22 de Dezembro de 1957), da qual não teve descendência e se divorciou, e casou segunda vez em 1987 com Maria da Nazaré de Sousa (Barreiro, Barreiro, 21 de Agosto de 1961), da qual tem um filho, Pedro de Sousa Arons "Piki" de Carvalho (Lisboa, Campo Grande, 14 de Agosto de 2001).
Referências
- ↑ «Jornal do Caso República (1975) [cópia digital, Hemeroteca Digital». hemerotecadigital.cm-lisboa.pt
- ↑ «Biografia». www.parlamento.pt. Consultado em 17 de setembro de 2024
- ↑ «| Cc | Arquivos». casacomum.org. Consultado em 17 de setembro de 2024
