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Agrippino Grieco
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| Agrippino Grieco | |
|---|---|
| Nascimento | |
| Morte | |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Ocupação | crítico literário e ensaísta |
Agrippino Grieco (Paraíba do Sul, 15 de outubro de 1888 – Rio de Janeiro, 25 de agosto de 1973) foi um crítico literário e ensaísta brasileiro.
Biografia

Grieco nasceu no interior do estado do Rio de Janeiro, filho dos imigrantes italianos Pasquale Grieco e Rosa Maria Coviello, provenientes da Basilicata.[3] Foi educado em sua cidade, que possuía uma biblioteca e o acessibilizou às literaturas brasileira e portuguesa, como a de Camilo Castelo Branco e Olavo Bilac.
Colaborou em O Jornal, Revista ABC e Hoje. Voraz leitor, chegou a ter uma biblioteca particular com um acervo de mais de 50 mil volumes, que foi vendido à Universidade de Brasília após sua morte.[4][2] Morador durante muitos anos da rua Aristides Caires, no Méier, era frequentador assíduo da Biblioteca Nacional. Há, na cidade do Rio de Janeiro, uma biblioteca pública municipal no Engenho Novo e uma praça no Méier nomeados em sua homenagem.[5][2]
Foi um dos fundadores, ao lado de Gastão Cruls, da Editora Ariel, no Rio de Janeiro, que esteve em atividade entre 1930 e 1939, e foi o responsável pela revista Boletim de Ariel, a principal revista literária da época.[6]
Agrippino Grieco era ligado por parentesco de afinidade ao cineasta Arnaldo Jabor, sendo seu filho primogênito, Donatello Grieco, casado com a tia paterna de Jabor.[7]
Bibliografia
- Amigos e inimigos do Brasil. Capa de Luís Jardim. Rio de Janeiro, José Olympio, 1954, 320 p. (Obras completas, 9).
- Ânforas, Rio de Janeiro, Typ. de G. Morais. 1910, 175 p.
- Caçadores de símbolos (estudos literários) Rio de Janeiro, Liv. Leite Ribeiro, 1923. 348 p.
- Carcaças gloriosas. 2. ed. rev. Capa de Luís Jardim. Rio de Janeiro, J. Olympio, 1956. 212 p. (Obras completas, 7).
- Estrangeiros. Rio de Janeiro, Ariel [1935?]. 448 p.
- Estrangeiros. 2. ed. rev. Capa de Luís Jardim. Rio de Janeiro, J. Olympio, 1947. 296 p. (Obras completas, 5).
- Evolução da poesia brasileira. Rio de Janeiro, Ariel [19321 279 p.
- Evolução da poesia brasileira. 2. ed. Rio de Janeiro, Liv. H. Antunes [1944]? 248 p.
- Evolução da prosa brasileira. Rio de Janeiro, Ariel [1933], 376 p.
- Evolução da prosa brasileira. 2. ed. rev. Capa de Luís Jardim. Rio de Janeiro, J. Olympio, 1947. 287 p. (Obras completas, 3).
- Fetiches e fantoches. Rio [de Janeiro] Liv. Schettino. [1922?]. 197 p.
- Gente nova do Brasil – veteranos – alguns mortos. Rio de Janeiro, J. Olympio, 1935. 520 p.
- Gente nova 'do Brasil. Veteranos – Alguns mortos. 2. ed. rev. Rio de Janeiro. J. Olympio, 1948. 312 p. (Obras completas, 6).
- Machado de Assis. Rio de Janeiro, J. Olympio, 1959. xii, 317 p.
- Machado de Assis. 2. ed. rev. Rio de Janeiro, Conquista, 1960. 367 p.
- Pérolas... Rio de Janeiro, Brasil ed. [1937] 210 p.
- Poetas e prosadores do Brasil. [Capa de Infante do Carmo] Lisboa, Ed. "Livros do Brasil" [19...] 314 p. (Coleção Livros do Brasil [72])
- Recordações de um mundo perdido. Rio de Janeiro, J. Olympio, 1955. 336 p. (Obras completas, 8).
- São Francisco de Assis e a poesia cristã. Rio de Janeiro, Ariel, [1934?]. 244 p.
- São Francisco de Assis e a poesia cristã. 2. ed. rev. Capa de Luís Jardim. Rio de Janeiro, J. Olympio, 1950. 208 p. (Obras completas, 4).
- São Francisco de Assis e a poesia cristã. [Capa de Infante do Carmo] Lisboa, Ed. "Livros do Brasil" [19...] 269 p. (Coleção Livros do Brasil [63]).
- O Sol dos mortos... Rio de Janeiro, J. Olympio, 1957. 264 p. (Obras completas, 11).
- Vivos e mortos. 2. ed. rev. Rio de Janeiro, Liv. J. Olympio, 1947. 192 p. (Obras completas, 1).
- Zeros à esquerda. Capa de Luís Jardim. Rio de Janeiro, J. Olympio, 1947. 282 p. (Obras completas, 10).[8]
Ver também
Referências
- ↑ «Sem monitoramento eficaz, bustos e estátuas sofrem com furtos de peças e vandalismo». O Globo. 2 de fevereiro de 2019. Consultado em 25 de julho de 2026. Cópia arquivada em 2 de julho de 2026
- 1 2 3 Castro, Ruy (25 de fevereiro de 2018). «Louco por Agrippino». Folha de S.Paulo. Consultado em 25 de julho de 2026. Cópia arquivada em 25 de julho de 2026
- ↑ Cultural, Instituto Itaú. «Agripino Grieco». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 1 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
- ↑ «Universidade Federal de Campina Grande — Só Biografias». Consultado em 30 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 11 de junho de 2008
- ↑ «Biblioteca Popular Municipal Agripino Grieco». Secretaria Municipal de Cultura - Prefeitura do Rio de Janeiro. Consultado em 30 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 11 de novembro de 2011
- ↑ Hallewell,1985, p. 346
- ↑ Arnaldo Jabor. «Agrippino Grieco atacou burros e pavões». 20 de agosto de 1996. Consultado em 15 de fevereiro de 2022
- ↑ Biblioteca Nacional, Agripino Grieco 1988-1968, Exposição comemorativa do 80o aniversário de nascimento, “Obras de Agrippino Grieco”, Catálogo acessado na Biblioteca Nacional Digital.
Referências bibliográficas
- HALLEWELL, Laurence (1985). O livro no Brasil: sua história (coleção Coroa Vermelha, Estudos Brasileiros, v. 6). São Paulo: EdUSP. [S.l.: s.n.] ISBN 85-85008-24-5
