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Adjuvilo
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| Adjuvilo | ||
|---|---|---|
| Pronúncia: | [ adʒuˈvilo ] | |
| Outros nomes: | "Ido simplifié"; "Ido mis au point" | |
| Criado por: | Claudius Colas | |
| Data: | 1910 | |
| Emprego e uso: | Língua auxiliar internacional | |
| Região: | ||
| Falantes: | Desconhecido | |
| Família: | Esperanto Ido Adjuvilo | |
| Escrita: | Alfabeto latino (26 letras + 3 dígrafos) | |
| Estatuto oficial | ||
| Língua oficial de: | nenhum | |
| Regulado por: | nenhum | |
| Códigos de língua | ||
| IETF: | art-x-adjuvilo | |
Adjuvilo (pronúncia adʒuˈvilo) é uma língua construída classificada como esperantido — isto é, um projeto linguístico derivado do Esperanto —, mais especificamente uma reforma do Ido. Foi concebida com o objetivo de simplificar ainda mais o Ido, eliminando o acusativo morfológico, adotando o plural em -s para substantivos e adjetivos, e abolindo a voz passiva sintética em favor de uma construção analítica.[1] A língua foi publicada em 1.º de agosto de 1910 em Paris pelo esperantista francês Claudius Colas (1884–1914), sob o pseudônimo "Profesoro V. Esperema".[1]
No panfleto, Colas apresenta o Adjuvilo como uma proposta prática e urgente de adoção, afirmando que "alguns dias de estudo e exercício" seriam suficientes para falar a língua com fluência, e que sua superioridade era ao mesmo tempo teórica e prática.[1]:p. 25 Ele chegou a anunciar a publicação de uma gramática completa e um livro de exercícios para o outono de 1910 (outubro a novembro), obras que nunca chegaram a ser publicadas..[1]:p. 21
Apesar da intenção declarada de uso efetivo, o Adjuvilo não chegou a reunir uma comunidade de falantes até o advento da Internet, que despertou o interesse de um pequeno número de entusiastas.[2][3][4][5]
Adjuvilo é citado em estudos de interlinguística como um exemplo de tentativa de reforma radical dentro do movimento das línguas auxiliares internacionais no período anterior à Primeira Guerra Mundial.[6]:p. 156
História
Antecedentes: a Délégation e a cisão Esperanto–Ido
O movimento em favor de uma língua auxiliar internacional ganhou impulso no final do século XIX com a publicação do Esperanto por L. L. Zamenhof em 1887.[6]:p. 107 Em 1901, os filósofos Louis Couturat e Léopold Leau fundaram a Délégation pour l'Adoption d'une Langue Auxiliaire Internationale (DAL), que em outubro de 1907 reuniu uma comissão em Paris para avaliar os projetos existentes. A comissão rejeitou o Esperanto sem reformas e recomendou um projeto anônimo apresentado sob o pseudônimo "Ido", mais tarde revelado como obra de Louis de Beaufront, que havia trabalhado em conjunto com Couturat.[6]:p. 145–150 Esse fato desencadeou uma cisão no movimento esperantista. Segundo a estimativa do historiador Ulrich Lins, cerca de 20% dos principais promotores do Esperanto e apenas 3% a 4% dos esperantistas comuns aderiram ao Ido.[7]
A nova língua, publicada sob o nome de Ido, passou a ser divulgada pela revista Progreso, fundada por Couturat em 1908.[8] Nos anos seguintes, surgiram diversas propostas de reforma do próprio Ido, publicadas nas páginas de Progreso.[1]
Publicação do Adjuvilo
Em 1.º de agosto de 1910, Claudius Colas — que era na época redator da revista católica esperantista Espero Katolika — assinou a introdução do panfleto L'Adjuvilo : Langue auxiliaire internationale basée sur le maximum d'internationalité, de simplicité et d'harmonie. Système Ido mis au point, editado pela Librairie Internationale Gamber, em Paris.[1] O autor usou o pseudônimo "Profesoro V. Esperema", mas a autoria de Colas é incontestada.[9]
No prefácio, Colas critica duramente Couturat e de Beaufront por terem ficado "a meio caminho" na aplicação dos princípios de simplificação e internacionalidade, argumentando que o Ido mantinha complicações desnecessárias, como a voz passiva sintética e as exceções ao acento tônico.[1]:p. 1–10 O projeto do Adjuvilo, ao contrário, propunha uma reforma mais radical, eliminando o acusativo, adotando o plural em -s em vez de -i, e abolindo por completo a flexão verbal de pessoa e número.[1]:p. 21–28 O próprio Colas encerra a introdução com a afirmação de que "cedo ou tarde, a forma do Adjuvilo se imporá ao Ido — isso é certo".[1]:p. iv
Apesar do tom polêmico, a proposta dirigia-se diretamente aos idistas, convidando-os a comparar imparcialmente as duas gramáticas. No mesmo ano de 1910, Colas cofundou a Internacia Katolika Unuiĝo Esperantista (IKUE), o que mostra que ele se mantinha ativo tanto no movimento esperantista quanto nos debates sobre reformas linguísticas.[9]
Teoria da "sabotagem" do movimento idista
Entre comentadores do movimento das línguas auxiliares, é frequentemente aventada a hipótese de que Colas, sendo um esperantista convicto, teria criado o Adjuvilo com o intuito de semear a discórdia no movimento idista, que na época vivia um período de crescimento.[10] Essa interpretação, no entanto, não encontra respaldo em fontes primárias — o próprio Colas, no panfleto, apresenta o Adjuvilo como uma reforma genuína e urgente do Ido, destinada ao uso efetivo, e não como um projeto de sabotagem.[1]
Claudius Colas
Claudius Colas (Saint‑Huruge, 29 de novembro de 1884 — Batalha do Marne, 11 de setembro de 1914) foi um esperantista francês, redator da revista Espero Katolika (1908–1911) e cofundador da IKUE em 1910.[9][11] Morreu aos 29 anos durante a Primeira Batalha do Marne, na Primeira Guerra Mundial, vítima de um ferimento de tiro na cabeça.[9] Além do Adjuvilo, Colas publicou contos em Esperanto, como "Kristnasko" (Natal) e "Epizodo de milito" (1911).[12][13][14]
Características linguísticas
Fonologia e ortografia
O Adjuvilo utiliza as 26 letras do alfabeto latino básico (idêntico ao inglês) e três dígrafos: ch [tʃ], qu [kw]~[kv] e sh [ʃ]. O Ido tinha quatro dígrafos (incluindo gu), que Colas eliminou.[1]:p. 21
As vogais são cinco: /a, e~ɛ, i, o~ɔ, u/, com as médias podendo ser abertas ou fechadas conforme a preferência do falante. As consoantes são /m, n, p, b, t, d, k, ɡ, t͡s, t͡ʃ, f, v, s, z, ʃ, ʒ, h, l, ɾ/, às quais se somam as semivogais /j, w/. Os ditongos /au, eu/ ocorrem apenas em raízes, não através de afixos.
O acento tônico recai sempre na penúltima sílaba, sem exceções — ao contrário do Ido, que mantinha exceções em palavras terminadas em -ar, -ir, -or e -al.[1]:p. 25
Morfologia nominal
- Artigo definido': la (singular) e las (plural); permite elisão como l antes de vogal ou consoante. Não há artigo indefinido.[1]:p. 22
- Substantivos: terminam em -o no singular e acrescentam -s no plural (ex.: la lando / las landos). O Ido usava -i para o plural.[1]:p. 23
- Adjetivos: terminam em -a e concordam em número com o substantivo, recebendo -s no plural (ex.: un bona viro, belas juvenilos). No Ido, os adjetivos eram invariáveis.[1]:p. 24
- Gênero: não há gênero gramatical; o feminino é formado pelo sufixo -in (filio / filiino).[1]:p. 22
- Casos: o genitivo e o dativo são expressos pelas preposições de e a, respectivamente. O acusativo morfológico (presente no Esperanto e mantido no Ido em contextos de inversão) foi completamente abolido.[1]:p. 24
Pronomes
| Função | Singular | Plural |
|---|---|---|
| Pessoais | me, tu/vu, il, el, it, lo | nos, vos, ilos, elos, itos, los |
| Possessivos | mea, tua, ila, ela | nosas, vosas, ilosas, elosas |
| Reflexivo | su / sua (3.ª pessoa) | |
O pronome vu é usado como forma de cortesia. O reflexivo su/sua só se aplica à terceira pessoa e refere-se ao sujeito da oração.[1]:p. 25–26
Verbos
Os verbos do Adjuvilo não flexionam por pessoa nem por número. Os tempos e modos são marcados por sufixos invariáveis:[1]:p. 26–27
| Tempo/modo | Sufixo | Exemplo |
|---|---|---|
| Infinitivo | -i (forma esperantista) | vidi |
| Presente | -an | me vidan |
| Pretérito | -in | me vidin |
| Futuro | -on | me vidon |
| Condicional | -un | me vidun |
| Imperativo | -en | viden! |
Os particípios ativos são -ant (presente), -int (passado) e -ont (futuro); os particípios passivos são -at, -it e -ot. A voz passiva é sempre analítica, formada pelo verbo auxiliar estar seguido do particípio passivo:
- Me estan vidita — "sou visto / fui visto"
- Me estin vidita — "tinha sido visto"
- Me eston vidita — "terei sido visto"
Essa construção substitui a voz passiva sintética do Ido (que usava o sufixo -es-), que Colas considerava uma complicação desnecessária.[1]:p. 24
Léxico
Colas manteve em grande parte o vocabulário do Ido, mas introduziu algumas modificações morfofonológicas e, em certos casos, restaurou formas esperantistas. Exemplos documentados no panfleto:[1]:p. 28–29
| Português | Ido | Adjuvilo |
|---|---|---|
| pássaro | ucelo | avio |
| galo / galinha | hano / hanino | galo / galino |
| dia | dio | dago |
| deus | deo | dio |
| sol | suno | sulo |
| algum | kelka | alguna |
| cena | ceno | sceno |
| que (comparativo) | kam | quam |
| cinco | kin | quin |
| nove | non | nov |
| quando | kande | quande |
| porquê | pro quo | quare |
| partícula interrogativa | kad | num |
| de (genitivo) | di | de |
| pron. neutro 3.ª p. | ol | it / lo |
Desenvolvimentos contemporâneos (gramática de 2011)
Dentro do pequeno círculo de entusiastas que mantiveram interesse no Adjuvilo no início do século XXI, foram propostas algumas expansões e sistematizações que não constam do panfleto original de Colas. A principal delas é a Gramatiko de Adjuvilo primitiva e per Adjuvilo, compilada em 2011 por Aleshandre Shavyer Kasanova Domingo e disponibilizada nos grupos do Yahoo! Groups, na lista de discussão AUXLANG (Brown University) e no periódico eletrônico Posta Mundi.[5] Embora o autor afirme descrever apenas o Adjuvilo "primitivo", o documento introduz vários elementos novos ou mais detalhados, explicitamente apresentados como sugestões para um "Adjuvilo moderno". Entre as principais expansões estão:
| Elemento | Descrição | Exemplo |
|---|---|---|
| Dígrafo gu (reintrodução) | Colas havia eliminado o dígrafo gu do Ido (substituindo-o por g simples), mas a gramática de 2011 o restabelece, tratando gu como g+w (semivogal).[5]: | guano (gua-no), gumo (gu-mo) |
| Sufixo -ac | Indica produção natural ou secreção.[5]: | floraci (florescer), sangaci (sangrar) |
| Sufixo -el | Indica fragmento.[5]: | sablonelo (fragmento de grão de areia), vitrelo (caco de vidro) |
| Sufixo -ik | Indica proveniência ou resultado.[5]: | infantikajo (coisa de criança) |
| Sufixos -esk e -isk | Indicam transformação ativa e passiva, respectivamente.[5]: | malyuneski (envelhecer), troviski (ser encontrado) |
| Sistematização do aspecto verbal | Embora Colas mencionasse particípios, a gramática de 2011 detalha combinações do verbo auxiliar estar com particípios para expressar aspecto perfectivo/imperfectivo.[5]: | me estan rigardinta (eu tenho olhado), me estan rigardata (eu estou sendo olhado) |
| Expansão vocabular | Vocabulário de cerca de 700 palavras, incluindo neologismos como damzelo (jovem), kutilo (talher) e sulo (sol – já presente em Colas, mas reafirmado).[5]: | damzelo, kutilo, sulo |
| Produção de textos originais | Pela primeira vez desde 1910, surgem textos novos escritos em Adjuvilo, incluindo traduções de poemas de Heinrich Heine e Erich Fried, letras da banda The Cure, e contos originais do próprio compilador.[5]: | La severa profesoro e la existeso de Dio, La tantrismo de Nasrudino |
A gramática de 2011 não tem qualquer caráter oficial e nunca foi endossada por qualquer organização; seus autores declararam explicitamente que o Adjuvilo "moderno" deveria ser decidido pelos usuários, e que o documento era um "ponto de partida" aberto a correções e expansões.[5]: Essas propostas, portanto, refletem tentativas isoladas de revitalização dentro de um nicho muito restrito de entusiastas, não constituindo uma evolução consensual da língua.
Comparação com o Ido primitivo
A tabela seguinte, baseada no capítulo III do panfleto de Colas, resume as principais diferenças entre o Adjuvilo e o Ido de 1907:[1]:p. 21–30
| Característica | Ido primitivo (1907) | Adjuvilo (1910) |
|---|---|---|
| Alfabeto | 28 letras (com w) | 26 letras (sem w ativo) |
| Dígrafos | 4 (sh, ch, qu, gu) | 3 (ch, qu, sh) |
| Acento tônico | Penúltima, com exceções (-ar/-ir/-or/-al) | Sempre na penúltima |
| Plural do substantivo | -i | -s |
| Plural do adjetivo | invariável | concorda em -s |
| Artigo definido | la (invariável) | la / las |
| Acusativo | -n em ordens invertidas | abolido |
| Infinitivo | -ar | -i (forma esperantista) |
| Número de infinitivos | três (-ar, -ir, -or) | forma única |
| Voz passiva | sintética (-es-) | analítica (estar + particípio) |
| Possessivos | mea, tua, lua, nia, via, lia (irregulares) | regulares (pessoal + -a/-as) |
| Partícula interrogativa | kad | num |
Recepção e legado
O Adjuvilo não chegou a ser adotado por qualquer comunidade de falantes e nunca saiu do papel, apesar da intenção declarada de seu autor de que a língua fosse usada efetivamente. No entanto, o projeto foi comentado por alguns interlinguistas da época. O matemático Giuseppe Peano, em sua revista Discussiones (junho de 1910), qualificou o Adjuvilo como "um grande progresso sobre o Ido".[1]:p. 37 O linguista Mario Pei, em One Language for the World (1958), descreve o Adjuvilo como uma das várias tentativas de "aperfeiçoar" o Ido, citando uma frase de exemplo do projeto.[15]
O estudioso Albert Léon Guérard, em sua A Short History of the International Language Movement (1922), lista o Adjuvilo entre os projetos de língua auxiliar que examinou rapidamente, datando-o erroneamente de 1906 no apêndice.[6]:
Embora sem continuidade prática, o Adjuvilo é por vezes citado em estudos de interlinguística como um exemplo da "mania reformista" que afetou o movimento idista nos seus primeiros anos.[10] Na comunidade conlanger, o projeto desperta interesse sobretudo pela sua proposta de simplificação radical do Ido e pela controversa hipótese de ter sido concebido para sabotar o movimento idista.
Interesse contemporâneo
Apesar de nunca ter reunido uma comunidade organizada, o Adjuvilo despertou ocasional interesse de entusiastas de línguas planejadas no final do século XX e início do século XXI. Entre 1999 e 2011 existiu um grupo de discussão no extinto Yahoo! Groups dedicado ao Adjuvilo, que chegou a reunir cerca de 30 membros e onde eram trocados materiais e mensagens no próprio idioma.[2] O grupo disponibilizava em sua área de arquivos uma gramática compilada por um entusiasta sob o pseudônimo de Aleshandre Shavyer Kasanova Domingo, intitulada Gramatiko de Adjuvilo primitiva e per Adjuvilo, que sistematizava e estendia ligeiramente as regras originais de Colas.[5]
Entre setembro e novembro de 2011, o usuário "valodnieks" (identificado como Thomas, também ligado ao periódico eletrônico Posta Mundi) manteve o blog Adjuvilo na plataforma Blogger.[4] No blog, foram publicadas traduções de obras literárias para o Adjuvilo, incluindo os poemas "Lorelei" e "Yunulino" (Mädchen) de Heinrich Heine, "Quo" (Was) de Erich Fried, além de contos como "Nievolino" (Schneewittchen, os Irmãos Grimm) e as lendas "Artistinos de la morto" e "Falado sen fino". O blog também disponibilizou um vocabulário de 655 palavras extraído diretamente dos textos originais de Claudius Colas.[4] O site foi posteriormente removido, permanecendo acessível apenas através do Wayback Machine.
Em data posterior, um grupo público no Facebook foi criado com o mesmo propósito, contando com cerca de 13 membros e atividade esporádica entre 2016 e 2020.[3] O panfleto original de Colas foi traduzido integralmente para o esperanto por Roy McCoy e publicado no Wikisource, tornando o material acessível a um público mais amplo de entusiastas de línguas planejadas.[16]
Essas manifestações, embora de pequena escala, demonstram que o Adjuvilo mantém um nicho de interesse entre conlangers e estudiosos de línguas auxiliares, mais de um século após sua criação.
Exemplos de uso
Pai Nosso
O panfleto original de Colas apresenta a seguinte versão do Pai Nosso em Adjuvilo.[1]:p. 27 Segue as versões em português e Ido.
| Português[17] | Ido | Adjuvilo[1]:p. 27 |
|---|---|---|
| Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. Amém. | Patro nia, qua esas en la cielo, tua nomo santigesez; tua regno advenez; tua volo facesez quale en la cielo tale anke sur la tero. Donez a ni cadie l'omnadiala pano, e pardonez a ni nia ofensi, quale anke ni pardonas a nia ofensanti, e ne duktez ni aden la tento, ma liberigez ni del malajo. Amen. | Patro nosa, qua estan en cielos, santa esten tua nomo; advenen tua regno; esten tua volo, quale en cielos, tale anke sur la tero; nosa panon omnadaga donen a nos hodie; nosas ofendos pardonen a nos, quale nos pardonan a tias quas ofendin a nos, e ne lasen nos fali en tento, ma liberifen nos de malbono. Amen. |
Frase citada por Mario Pei
Mario Pei, em One Language for the World (1958, p. 167), fornece a seguinte frase de exemplo:[15]
Un ex meas amikos, qua habitan en Paris kun sua familio, havan multas infantos; quin filios e tri filiinos.
- Tradução: "Um dos meus amigos, que vive em Paris com a sua família, tem muitos filhos: cinco filhos e três filhas."
Códigos
O Adjuvilo não possui código ISO 639-3 atribuído. O identificador BCP 47 privado registrado no ConLang Code Registry para a língua é art-x-adjuvilo.[18]
Ver também
Referências
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 Colas, Claudius (1910). «L'Adjuvilo : Langue auxiliaire internationale basée sur le maximum d'internationalité, de simplicité et d'harmonie. Système Ido mis au point» (em francês). Wikisource em francês. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 17 de dezembro de 2024
- 1 2 «adjuvilo». Yahoo! Groups. 2011. Consultado em 17 de maio de 2026
- 1 2 «Adjuvilo». Facebook. Consultado em 17 de maio de 2026
- 1 2 3 valodnieks (2011). «Adjuvilo». Consultado em 17 de maio de 2026
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Domingo, Aleshandre Shavyer Kasanova (2011). «Gramatiko de Adjuvilo primitiva e per Adjuvilo». Posta Mundi. Consultado em 17 de maio de 2026
- 1 2 3 4 Guérard, Albert Léon (1922). A Short History of the International Language Movement (em inglês). Londres: T. Fisher Unwin. Consultado em 17 de maio de 2026
- ↑ Lapenna, Ivo; Lins, Ulrich; Carlevaro, Tazio (1974). Esperanto en perspektivo: Faktoj kaj analizoj pri la internacia lingvo (PDF) (em esperanto). Londres / Roterdã: Universala Esperanto-Asocio / Centro de Esploro kaj Dokumentado pri la Monda Lingvo-Problemo. p. 424. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 9 de dezembro de 2025
- ↑ «Louis Couturat». Encyclopædia Britannica (em inglês). Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 16 de maio de 2025
- 1 2 3 4 Delcourt, M.; Amouroux, J. (1976). «Claudius Colas pioniro de la katolika Esperanto-movado». Espero Katolika (em esperanto) (2, 3, 4). Consultado em 17 de maio de 2026. Arquivado do original em 11 de setembro de 2022
- 1 2 Blanke, Detlev (1985). Internationale Plansprachen: Eine Einführung (em alemão). Berlim: Akademie Verlag. p. 112
- ↑ «International Union of Catholic Esperantists» (em inglês). Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida (Vaticano). Consultado em 17 de maio de 2026.
IKUE was instituted at the Institut Catholique in Paris, France, by a group of Catholic Esperantists that had been set up in connection with the magazine Espero Katolika, founded in 1903. They included Fr Austin Richardson, Claudius Colas and Gustave Gautherot.
- ↑ «Aŭtoro:Claudius Colas» (em esperanto). Wikisource em esperanto. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 16 de março de 2026
- ↑ «Kristnasko - Nouvelle. (Épisode de la guerre future)» (em francês). Unuiĝo Franca por Esperanto – Biblioteko Hippolyte Sebert. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 21 de maio de 2025
- ↑ «Epizodo de milito» (PDF) (em esperanto). Wikisource. Consultado em 17 de maio de 2026
- 1 2 Pei, Mario (1958). One Language for the World and How To Achieve It (em inglês). Nova Iorque: Devin-Adair. p. 167
- ↑ Colas, Claudius. «Adjuvilo» (em esperanto). Traduzido por McCoy, Roy. Wikisource em esperanto. Consultado em 17 de maio de 2026
- ↑ «Oração do Pai Nosso». Bíblia On. Consultado em 17 de maio de 2026
- ↑ «ConLang Code Registry» (em inglês). Kreative Korporation. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 30 de abril de 2026
Ligações externas
- L'Adjuvilo no Wikimedia Commons — digitalização completa do panfleto de 1910
- L'Adjuvilo no Wikisource em francês — transcrição integral do panfleto
- Adjuvilo no Wikisource em esperanto — tradução do panfleto por Roy McCoy
- Página arquivada do grupo Yahoo! Groups dedicado ao Adjuvilo (1999–2011)
- Blog Adjuvilo — arquivo do blog mantido por "valodnieks" (Thomas) em 2011
- Gramatiko de Adjuvilo primitiva e per Adjuvilo — gramática de entusiasta compilada em 2011 (arquivo RTF)
- Publicação original na lista de discussão AUXLANG da Brown University (outubro de 2011)

