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Aarão Reis
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Aarão Reis | |
|---|---|
Aarão Reis em selo postal emitido em 1953, no centenário de seu nascimento | |
| Deputado federal pelo Pará | |
| Período | 16 de junho a dezembro de 1911 2 de maio de 1927 a outubro de 1930 |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Aarão Leal de Carvalho Reis |
| Nascimento | 6 de maio de 1853 Belém, Pará, Império do Brasil |
| Morte | 11 de abril de 1936 (82 anos) Rio de Janeiro, Brasil |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Alma mater | Escola Central do Rio de Janeiro |
| Cônjuge | Mariana Furtado Reis |
| Filhos(as) | 7 |
| Profissão | engenheiro civil, urbanista, professor e empresário |
Aarão Leal de Carvalho Reis foi um engenheiro civil, urbanista, professor, empresário e político brasileiro. Nasceu em Belém, no Pará, em 6 de maio de 1853, e morreu no Rio de Janeiro, em 11 de abril de 1936. Em 1893, chefiou a comissão que comparou as localidades candidatas à nova capital de Minas Gerais. Depois que o Congresso Mineiro escolheu o antigo arraial de Curral del-Rei, Aarão assumiu a primeira fase da Comissão Construtora da Nova Capital e coordenou o trabalho que resultou no plano urbano de Belo Horizonte.[1][2][3]
Aarão não escolheu a atual localização de Belo Horizonte como sua primeira opção. No relatório final da comissão de 1893, preferiu Várzea do Marçal, planície nos arredores de São João del-Rei, atendida pela ferrovia e mais barata em seus cálculos. A decisão por Belo Horizonte coube ao Congresso Mineiro. Depois da votação, Aarão recebeu a tarefa de planejar a cidade no local escolhido. Em meio a divergências com o governo de Bias Fortes, pediu exoneração da Comissão Construtora. O pedido foi aceito em 20 de maio de 1895, e Francisco de Paula Bicalho assumiu a chefia dois dias depois.[4][1][1][5]
O plano foi aprovado em 15 de abril de 1895. A área urbana recebeu ruas dispostas em malha regular, atravessadas por avenidas diagonais e cercadas pela atual Avenida do Contorno. Fora desse perímetro ficavam as zonas suburbana e de sítios. As ruas centrais, as diagonais, as praças e os eixos traçados pela comissão formam boa parte do centro de Belo Horizonte. A cidade está entre as primeiras cidades brasileiras planejadas segundo os princípios urbanísticos do fim do século XIX.[6][7][8]
Ao longo da carreira, Aarão também foi diretor-geral dos Correios, diretor do Banco da República do Brasil, diretor da Estrada de Ferro Central do Brasil e diretor do Lloyd Brasileiro. Criou empresas industriais e de fornecimento de energia no estado do Rio de Janeiro. Na política, representou o Pará na Câmara dos Deputados durante parte de 1911 e de 1927 a 1930.[9][2] Aarão é o patrono da cadeira 1 da Academia Nacional de Engenharia.[10]
Formação e primeiros trabalhos
Aarão nasceu em Belém, filho de Fábio Alexandrino de Carvalho Reis e Anna Rosa Leal de Carvalho Reis. Seu pai trabalhava como inspetor da alfândega na cidade e ocupou outros cargos na administração do Império. Em 1869, Aarão matriculou-se na Escola Central do Rio de Janeiro, transformada em Escola Politécnica em 1874. Concluiu o curso de engenheiro geógrafo em 1872 e o de engenheiro civil em 1874, quando recebeu também o grau de bacharel em Ciências Físicas e Matemáticas. Começou a dar aulas de matemática antes de terminar a graduação e trabalhou depois como professor da Escola Politécnica.[1][2]

Em 1873, entrou na administração pública como praticante da diretoria responsável pelas obras da Alfândega do Rio de Janeiro. Dois anos depois, passou a fiscalizar a construção do novo matadouro de Santa Cruz. Quando o contrato da obra foi rescindido, integrou em 1879 uma comissão presidida pelo engenheiro Cristiano Benedito Ottoni, que examinou os serviços concluídos e calculou o que ainda precisava ser feito. Aarão organizou depois a Companhia Ferro-Carril de Caxambi e trabalhou como engenheiro-gerente na construção da linha, na preparação dos regulamentos e no início da operação.[1]
Na década de 1880, Aarão trabalhou com ferrovias, telégrafos e obras hidráulicas. Entre 1881 e 1885, chefiou o serviço telegráfico da Estrada de Ferro D. Pedro II. Em 1885, participou dos trabalhos do Açude do Cedro, em Quixadá, no Ceará. Ainda no período imperial, aderiu ao republicanismo e adotou ideias positivistas. Depois da Proclamação da República, tornou-se engenheiro-chefe da Estrada de Ferro de Pernambuco. Em 1890, assumiu a direção-geral da Secretaria de Agricultura, Indústria, Viação e Obras Públicas e trabalhou com os ministros Demétrio Ribeiro, Francisco Glicério e Quintino Bocaiúva. Entre 1891 e 1892, chefiou a área técnica da Companhia Ferro-Carril da Tijuca e presidiu a Companhia Geral de Melhoramentos no Maranhão.[1][9][11]
A nova capital de Minas Gerais
Estudo das localidades
A transferência da capital mineira já era discutida antes da República. A Constituição estadual de 1891 fixou a mudança. Ouro Preto tinha pouco espaço para crescer, e os republicanos favoráveis à transferência viam a antiga capital como uma cidade do Império. O governo mineiro escolheu cinco localidades para os levantamentos técnicos: Barbacena, Juiz de Fora, Paraúna, Várzea do Marçal, planície nos arredores de São João del-Rei onde se formou o bairro Colônia do Marçal, e Belo Horizonte, nome que o antigo Curral del-Rei havia recebido em 1890.[4][1][5]
O presidente estadual Afonso Pena entregou os trabalhos a Aarão. A comissão mediu o terreno, examinou as fontes de água e calculou as condições de saneamento, transporte e construção de cada localidade. Também avaliou a salubridade, os materiais disponíveis e o custo das obras. Os resultados foram reunidos no relatório entregue ao governo mineiro em 1893.[4]
Belo Horizonte e Várzea do Marçal ficaram como as duas opções finais. Aarão preferiu Várzea do Marçal, onde a ferrovia já chegava e o terreno exigiria menos obras iniciais. Seus cálculos também apontavam um custo menor. O Congresso Mineiro escolheu Belo Horizonte em dezembro de 1893. A comissão daquele ano e a Comissão Construtora criada em 1894 tinham tarefas diferentes. A primeira comparou os locais candidatos e recomendou Várzea do Marçal. A segunda planejou uma cidade no arraial escolhido pelos deputados estaduais.[4][1]
Comissão Construtora
O governo estadual criou a Comissão Construtora da Nova Capital pelo Decreto n.º 680, de 14 de fevereiro de 1894, e nomeou Aarão engenheiro-chefe. A equipe tinha engenheiros, arquitetos, desenhistas, agrimensores, médicos e funcionários administrativos. Coube à comissão medir o arraial, estudar o abastecimento de água e a rede de esgoto, calcular as desapropriações, abrir as vias e preparar os projetos dos edifícios públicos.[6][1]

A comissão desenhou as casas, os terrenos, os caminhos, os córregos e os edifícios que existiam no arraial. Com essas medidas, calculou as indenizações e definiu por onde passariam as ruas da nova cidade. O plano geral foi aprovado pelo Decreto estadual n.º 817, de 15 de abril de 1895. Nessa altura, a relação entre Aarão e o governo mineiro já estava desgastada. Ele havia sido escolhido por Afonso Pena e dirigido a Comissão Construtora com ampla autonomia, mas perdeu parte dessa liberdade depois que Bias Fortes assumiu a presidência do estado. Os motivos exatos do rompimento não ficaram inteiramente esclarecidos. Duas explicações aparecem na historiografia: a discordância de Aarão com a participação mais ampla de empresas privadas na construção da capital e a pressão do governo para admitir pessoas indicadas politicamente, algumas sem a qualificação técnica que ele exigia.[12][13]
Abílio Barreto atribuiu a Aarão a frase "A politicagem quer entrar na Comissão. É tempo de eu sair". Uma correspondência de 25 de abril de 1895 já mencionava seu pedido de demissão. O governo concedeu-lhe a exoneração, a pedido, em 20 de maio, e Francisco de Paula Bicalho tomou posse dois dias depois. Aarão saiu, portanto, por iniciativa própria, mas em meio ao conflito com a nova administração estadual.[12][14][13]

A cidade foi inaugurada em 12 de dezembro de 1897 com o nome oficial de Cidade de Minas. O governo retomou o nome Belo Horizonte em 1901. Aarão já não trabalhava para a Comissão Construtora quando a capital foi inaugurada, embora o traçado aprovado durante sua chefia tenha orientado a abertura das ruas e a divisão inicial do território.[15][1][3]
Plano urbano
Aarão dividiu o território em zona urbana, zona suburbana e zona de sítios. A zona urbana ficava dentro da avenida chamada inicialmente de Avenida 17 de Dezembro, que recebeu depois o nome de Avenida do Contorno. A zona suburbana tinha ruas ajustadas ao terreno e um desenho menos regular. A zona de sítios foi reservada para pequenas propriedades, colônias agrícolas e parte do abastecimento de alimentos da capital.[16][7]
Na zona urbana, ruas de 20 metros de largura formavam uma malha ortogonal. Avenidas de 35 metros atravessavam essas ruas em diagonal. A Avenida Afonso Pena tinha 50 metros e cortava a cidade no sentido norte-sul. O projeto calculava espaço para cerca de 200 mil habitantes. Árvores plantadas ao longo das vias e dos espaços públicos faziam parte das medidas de sombra, ventilação e saneamento previstas para a capital.[7][16][17]

A estação ferroviária, os edifícios administrativos, as áreas comerciais, os bairros residenciais e o parque central foram distribuídos ao longo das ruas e avenidas do plano. A região da estação, junto à atual Praça da Estação, tornou-se um dos primeiros núcleos comerciais. Os lotes reservados aos funcionários públicos formaram o bairro Funcionários. Aarão havia espalhado os prédios do governo por pontos diferentes da cidade. Depois de sua saída, Francisco de Paula Bicalho concentrou a administração estadual em torno da Praça da Liberdade, e alguns edifícios do desenho inicial não foram construídos.[7]
O plano também reservou uma área verde dentro da zona urbana. O terreno tornou-se o Parque Municipal Américo Renné Giannetti, projetado pelo paisagista francês Paul Villon. Aarão morou durante parte dos trabalhos na antiga chácara que ocupava o local. O parque foi inaugurado em 26 de setembro de 1897.[18][17]
Ruas em malha ortogonal cortadas por diagonais também haviam sido usadas nos planos de La Plata e Washington. Em Belo Horizonte, a comissão ajustou esse desenho ao perímetro reservado para a capital e aos pontos escolhidos para a estação, o parque e os edifícios públicos. As ruas largas, a arborização, as praças e as áreas abertas seguiam ideias europeias de circulação, higiene e ventilação que circulavam entre engenheiros e urbanistas no fim do século XIX.[7][17][3]
Construção, moradia e expansão
A construção da capital exigiu a desapropriação e a demolição de boa parte do antigo arraial. Moradores perderam casas, terrenos e espaços usados por irmandades religiosas. As novas ruas cortaram caminhos e antigas divisões de propriedade de Curral del-Rei. O trabalho transformou rapidamente uma povoação existente em um canteiro de obras organizado a partir da planta de 1895.[19][17]
A zona urbana recebeu os prédios públicos, as redes de água e esgoto, a iluminação e os lotes submetidos às regras de construção. O preço dos terrenos e essas exigências deixaram muitos operários fora do perímetro da Avenida do Contorno. A Comissão Construtora não preparou moradias permanentes em quantidade suficiente para as pessoas empregadas nas obras. Acampamentos e assentamentos começaram a ocupar terrenos próximos aos canteiros e áreas além da zona urbana antes da inauguração da capital.[19][20]
A planta previa que a ocupação começasse dentro da Avenida do Contorno e avançasse depois para os subúrbios. A cidade real cresceu também fora desse perímetro desde os primeiros anos. As remoções, os preços dos lotes, as normas de construção e a distribuição desigual dos serviços separaram as áreas planejadas dos assentamentos formados por trabalhadores e famílias de menor renda.[19][20][21]
A Avenida do Contorno corresponde ao perímetro urbano desenhado em 1895. Dentro dela, a malha de ruas, as avenidas diagonais, a Avenida Afonso Pena, a Praça da Estação, a Praça da Liberdade e o Parque Municipal seguem em boa medida o desenho preparado durante a chefia de Aarão e modificado durante a administração de Francisco de Paula Bicalho. A expansão fora da área planejada trouxe assentamentos informais e diferenças duradouras no acesso à infraestrutura e aos serviços municipais.[16][7][21]
Cargos públicos e empresas
Depois de deixar a Comissão Construtora, Aarão foi nomeado diretor-geral dos Correios em 1895. No ano seguinte, tornou-se diretor do Banco da República do Brasil, reorganizado em 1905 com o nome de Banco do Brasil. Também em 1896, o presidente Prudente de Morais encarregou-o de acompanhar a reforma do antigo Palácio Nova Friburgo, transformado no Palácio do Catete, sede da Presidência da República.[2][1]
Entre o fim da década de 1890 e 1906, Aarão dedicou-se a empresas industriais e de energia. Em 1899, comprou instalações da Companhia Agrícola Brasileira e abriu a Fábrica Serra do Mar, fabricante dos fósforos de segurança Bandeirinhas. Em 1904, a fábrica passou para a Empresa Industrial Serra do Mar, organizada como sociedade por ações. A empresa gerava eletricidade para suas máquinas e entrou depois no fornecimento de iluminação pública. Obteve contratos em Vassouras, Barra do Piraí, na área que formaria o município de Mendes e em trechos da Estrada de Ferro Central do Brasil. Em 1911, Aarão criou a Empresa Fluminense de Força e Luz para gerar e distribuir energia a consumidores públicos e privados.[22]
Aarão voltou à administração ferroviária em 1906, quando assumiu a direção da Estrada de Ferro Central do Brasil. Ficou no cargo até 1910 e dirigiu o Lloyd Brasileiro naquele ano. Em 1913, chefiou a Inspetoria de Obras Contra as Secas, órgão anterior ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas.[2][9]
Atuação política
Aarão aderiu ao republicanismo ainda no Império e fundou no Rio de Janeiro o clube A Jovem América. Em 1896, concorreu a uma vaga no Senado pelo Maranhão, sem ser eleito. Entre dezembro de 1904 e setembro de 1905, publicou no Jornal do Commercio uma sequência de artigos em apoio à candidatura presidencial de Afonso Pena. Esses textos foram reunidos em 1918 sob o título Couzas Futuras - Uma campanha presidencial.[1][9][23]
Em 1911, Aarão foi eleito deputado federal pelo Pará para preencher a vaga aberta pela renúncia de Deoclécio de Campos, nomeado cônsul do Brasil em Southampton. Tomou posse em 16 de junho e permaneceu na Câmara até dezembro, quando terminou a legislatura. Ainda em junho, falou durante a discussão da fixação da força naval. Seu discurso examinou o relatório do Ministério da Marinha e tratou da reorganização e das condições da Marinha do Brasil.[24][9][25][26]
Aarão voltou à Câmara em 2 de maio de 1927. Em agosto de 1928, apresentou um projeto acompanhado de justificação para fixar a largura da zona considerada indispensável à defesa das fronteiras. Foi reeleito para a legislatura seguinte e tomou posse outra vez em 5 de maio de 1930. O mandato terminou em outubro daquele ano, quando a Revolução de 1930 dissolveu o Congresso Nacional.[24][27][9]
Ensino e escritos

Aarão lecionou matemática no começo da carreira e ocupou cadeiras de economia política, finanças, direito constitucional, direito administrativo e estatística na Escola Politécnica. Participou de associações de estudantes e engenheiros e escreveu para jornais, revistas técnicas e publicações de ensino. Publicou relatórios, livros, artigos, pareceres e discursos sobre engenharia, ferrovias, eletricidade, economia política, finanças, administração, estatística e educação. Em seus textos, defendia o ensino científico, o uso de levantamentos técnicos nas decisões do governo e a execução de obras públicas por equipes especializadas.[1][2]
O relatório de 1893 contém os dados topográficos, sanitários, econômicos e ferroviários usados na comparação das localidades candidatas à capital mineira. Os papéis produzidos pela Comissão Construtora entre 1894 e 1895 trazem o levantamento do arraial, os projetos das redes urbanas e as decisões tomadas durante a preparação do plano. O Museu da República guarda o fundo pessoal Aarão Reis, formado por correspondência, manuscritos, fotografias, relatórios, discursos, documentos familiares e papéis de seus cargos públicos.[4][6][2]
Família e morte
Aarão foi casado com Mariana Furtado Reis, com quem teve sete filhos. Morreu no Rio de Janeiro em 11 de abril de 1936, aos 82 anos.[2][1]
Homenagens
Em Belo Horizonte, a antiga Rua da Estação, junto à atual Praça da Estação, passou a se chamar Rua Aarão Reis em 1924. Na região Norte, o antigo local conhecido como Povoado do Onça e São Gonçalo foi rebatizado em 1956 de Bairro Aarão Reis. O Conjunto Habitacional Novo Aarão Reis tomou o nome do bairro já existente.[28][29] A Escola Estadual Aarão Reis, no bairro Madre Gertrudes, em Belo Horizonte, também recebeu seu nome.[30]

Aarão é uma das quatro pessoas retratadas no Monumento aos Fundadores e Construtores de Belo Horizonte, ao lado de Augusto de Lima, Afonso Pena e Bias Fortes. Em 1957, o vereador Geraldo Portes apresentou o projeto para a construção do monumento, autorizado pela Lei municipal n.º 672, de 21 de dezembro daquele ano. A obra de Hildegardo Leão Veloso foi inaugurada em 1963 na Praça Sete. Em 1970, os quatro bustos foram transferidos para o Parque Municipal Américo Renné Giannetti. Dentro do parque, o conjunto foi levado em 2005 para a Praça dos Fundadores.[31][32]
No centenário de seu nascimento, em 1953, foi lançado um selo postal com seu retrato, e a Biblioteca Municipal do Rio de Janeiro emitiu um ex-líbris comemorativo.[33][34] A Sociedade Brasileira de Geografia, o Clube de Engenharia, o Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, a Sociedade Mineira de Engenheiros e o Colégio Pedro II realizaram sessões solenes, enquanto a Biblioteca Municipal organizou exposições.[35]
Aarão é o patrono da cadeira 1 da Academia Nacional de Engenharia.[10]
Referências
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Salgueiro, Heliana Angotti (1997). Engenheiro Aarão Reis: o progresso como missão. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro. ISBN 8585930128. Consultado em 22 de agosto de 2026
- 1 2 3 4 5 6 7 8 «Aarão Reis». Museu da República, Instituto Brasileiro de Museus. Consultado em 22 de agosto de 2026
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- ↑ «Estampas». Museu da República, Instituto Brasileiro de Museus. 1953. BR RJMRAHI AR-IC-ES. Consultado em 23 de agosto de 2026
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- ↑ «Aarão Reis, centenário do nascimento». Museu da República, Instituto Brasileiro de Museus. 6 de maio de 1953. BR RJMRAHI AR-DC-020. Consultado em 23 de agosto de 2026
Ligações externas
Media relacionados com Aarão Reis no Wikimedia Commons- Fundo Aarão Reis no Museu da República
- Engenheiro Aarão Reis: o progresso como missão no Repositório Institucional da Fundação João Pinheiro
- Relatório de 1893 sobre as localidades candidatas à nova capital na Biblioteca Digital do Senado Federal
- Perfil parlamentar na Câmara dos Deputados
